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És a nossa Fé!

Pedro Proença na Champions

Boa a arbitragem de Pedro Proença e sua equipe na final de Munique. Foi a prova provada de que uma coisa é apitar no campeonato portugues e outra na Europa. Sob o olhar da Uefa, ele foi contido, sem arrogância, parco nos amarelos, firme mas não autoritário, deixando jogar e sem interferir no resultado. Aqui, vidé o último Porto-Sporting, é todo o contrário. Que mistério de dualidade é este? Porque se não aplicam, ao campeonato português, os mesmos critérios que nas competições europeias?

Talvez o ex-árbitro Vitor Pereira possa explicar isso. Se o quiser - porque saber o porquê da dualidade, ele sabe. A verdade é que a arbitragem de Munique, a meu ver, deu razão plena à insatisfação e às interrogações dos sportinguistas. Tal como o seu chefe, Proença saber de arbitragem, sabe. Tal como o seu chefe, ele sabe também o porquê da diferença de critérios. Nós também o sabemos. De resto, venceram os azuis... como ele tem gostado (e, neste caso, apenas neste caso, eu também).

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