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És a nossa Fé!

Jorge Jesus e as inevitáveis desculpas

 

Quando primeiro olhei para o corpo da notícia e li esta frase: «... para ganharmos um campeonato aqui temos de jogar muito mais porque fazer o suficiente não chega», deduzi prontamente, pela sua relevante lógica, que era alguém do Sporting a falar. Afinal estava equivocado... era Jorge Jesus a tentar justificar o fracasso do Benfica com as arbitragens. Como a memória é curta!... Ele esquece-se do muito do que aconteceu logo a partir do primeiro jogo com o Gil Vicente, com o golo de Nolito em fora de jogo que permitiu o empate, as duas grandes penalidades que ficaram por assinalar no segundo jogo com o Feirense, as três grande penalidades atribuidas pelo apitador Duarte Gomes em Guimarães num recorde de onze minutos, duas delas não existentes, a outra que ficou por assinalar na Luz pelo «abraço» de Jardel a Onyewu, etc, etc... Disse ainda o treinador benfiquista: «sem os casos destes jogos (V. Guimarães, Académica, FC Porto, Rio Ave) não tenho dúvidas que o Benfica seria campeão.»

Há espaço para argumento quando ele alega que a conquista do título pelo FC Porto deve-se muito às arbitragens, mas muito menos do que ele pensa em relação ao Benfica. Há um caso que nenhum dos meus amigos benfiquistas consegue explicar, objectivamente. Se aceitarmos o argumento que ficou uma grande penalidade por assinalar contra o Chelsea, na Champions, pela mão de John Terry a um remate a dois ou três metros, como é que o mesmo raciocínio não é aplicável às duas mãos de Oscar Cardozo, no embate com o FC Porto, quando a bola vem da marca do pontapé de canto?

Serei o último a defender o emblema nortenho mas, para mim, este erro da arbitragem é tão flagrante como o fora de jogo que ficou por assinalar uns minutos mais tarde e que permitiu a vitória ao FC Porto. Concordo com Jorge Jesus em que algo está seriamente errado com a arbitragem portuguesa, mas não é o Benfica que tem a maior causa para queixa... os factos são evidentes. Apesar dos hipócritas superlativos que são agora dirigidos a Vítor Pereira, o FC Porto é campeão sem saber bem como. Ou até sabe... mas não explica, pese a «inconveniência».

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