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És a nossa Fé!

A minha costela JotaJota

Ora, meus senhores, com mais uma nuance, lanço mais uma vez este passatempo.

Hoje pelas 19 horas, no Bonfim, vamos defrontar o Vitória num jogo que esperamos termine em... vitória para nós, claro está.

Como diria Vítor de Sousa no memorável "Pensão Estrelinha" de Herman José, "fété vó jé".

Desta vez não vou referir os "treinadores" que escolheram um onze inicial coincidente com o do nosso mestre da táctica na jornada passada, antes tomarei nota dos vencedores e no final da época será decretado aqui "O" treinador de bancada e quem sabe futuro treinador do Sporting, quando e se Jesus for para o Naitede. 

 

Hoje giro eu - Bruno em 180º

Após os injustificáveis termos usados na resposta a Rodolfo Reis - compreende-se que o presidente queira defender Manuel Fernandes, mas não deveria ser ele a assumir a resposta, muito menos naqueles termos - eis que voltamos a ler o melhor de Bruno: rápido, na pronta reacção e repúdio público aos prevaricadores do lamentável incidente no Dragão Caixa - mas esta gente não se toca e não percebe que põe em causa a razão que assiste ao clube no que respeita ao tema das Claques? - , subtil, na forma como soube demonstrar o verdadeiro sentimento leonino de apreço (o "sismo", o vídeo) pelo seu ponta-de-lança Bas Dost (ai, Jesus!!). Touché!!!

 

BrunoDeCarvalho.png

 

A Golpada

Vivemos num mundo de ilusão. Nós, os Sportinguistas, continuamos a acreditar que será possível vencer o campeonato dentro de campo. Não somos ingénuos, somos apenas crentes. Acreditamos que comprando mais e melhores jogadores podemos fazer frente a Porto e Benfica. Mas tal não é mais que uma mera ilusão. A máquina montada pelo Benfica impede totalmente que o Sporting seja campeão. É o que é.  Daqui até à última jornada muito dificilmente, eu diria mesmo que é quase uma impossibilidade, o Benfica irá perder um ponto sequer. Quer isto dizer que é o Benfica a melhor equipa? Que tem os melhores jogadores? O melhor treinador? Obviamente que não. Tem o pior plantel dos candidatos ao título e de longe o pior treinador. Mas o Benfica de hoje não necessita de investir de forma séria na equipa de futebol. Escolheu outro caminho que foi confirmado com o aparecimento dos famosos e-mails.

Árbitros - totalmente condicionados, a estrutura foi criada com o intuito de nem sequer ter que se preocupar em aliciar ou exercer outra qualquer forma de pressão, sobre um alargado número de árbitros. Hoje em dia temos no grupo de árbitros profissionais um conjunto alargado que ascendeu a esta posição, apenas com o objectivo claro de auxiliar o seu clube de coração a chegar em primeiro no final do campeonato.

Federação e Liga - Pessoas da estrutura colocadas em lugares chave, com acesso a informação, que de forma recorrente fazem chegar a apenas um clube, o Benfica. Processos arquivados sem qualquer regra, processos que ficam em gavetas por tempo indeterminado.

Jornalistas - Vários e espalhados por diversos OCS, como provam os e-mails, fazendo-se passar por equidistantes dos diversos clubes, quando na prática trabalham para o Benfica, distorcendo informação, omitindo outra e fabricando notícias que formem opinião e dessa forma condicionam a perceção da verdade.

Paineleiros - Espalhados por todos os canais e programas de comentário desportivo. Pagos pelo Benfica, difundem notícias falsas, criam casos inexistentes e tentam abafar quaisquer temas que possam prejudicar quem lhes paga. Existem dois tipos de paineleiros: os assumidos benfiquistas e os outros, pagos também, mas que se apresentam sempre como apenas comentadores isentos.

Clubes amigos - provavelmente a maior ignomínia para a total descredibilização do desporto português. Clubes que aceitam, por pagamentos de supostos direitos de preferência, nunca exercidos, um efectivo controlo por parte do Benfica. O Boavista, um desses clubes, admitiu que recebeu ajudas financeiras do Benfica. Depois deste reconhecimento, como querem os dirigentes do Boavista que se olhe para o golo marcado por Jonas no Bessa e que foi fundamental na “conquista” do título de campeão há dois anos? Ainda por cima marcado a um guarda-redes que, viemos a saber depois, ainda pertencia ao Benfica, num negócio nunca explicado. O Guimarães assina um suposto acordo com o Benfica, a troco de pouco mais de um milhão de euros e dessa forma o clube lisboeta tem o total controlo pelas transferências de todos os jogadores do clube minhoto, sendo este inclusive obrigado a informar o Benfica de todas as propostas que receber e de quem as recebe.  O caso do Belenenses é mais que conhecido; várias transferências bancárias sem qualquer nexo, que não seja acorrer a dificuldades crónicas de tesouraria de um clube totalmente tomado por pessoas que de belenense nada têm. Jogadores “vendidos” ao clube azul, mas que se magoam, ano após ano, nas vésperas de qualquer embate com o Benfica. Perante estes factos como olhar para o caso do Belenenses não conseguir sequer marcar um golo que seja ao Benfica há vários anos? Derrotas atrás de derrotas, copiosas muitas delas, ao longo de vários anos. Como explicar por exemplo este ano o jogo do Benfica em Tondela? Como não desconfiar quando um clube se deixa golear em casa, num jogo onde de forma inexplicável o Tondela apenas fez 8 faltas, quando tem em média cerca de 20 por jogo? Como explicar que no jogo imediatamente a seguir ao “treino” com o Benfica, tenho voltado ao registo das cerca de 20 faltas efectuadas por jogo?  

Este controlo financeiro do Benfica, a um grande número de clubes com quem tem que disputar jogos para conseguir vencer o campeonato, demonstra que estamos perante uma disputa totalmente desigual.

Esta jornada vamos ao Bonfim, estádio de um dos mais antigos e históricos clubes portugueses. Clube que hoje está totalmente ao serviço do Benfica, como demonstram os e-mails. Aliás, pelas dificuldades financeiras da maioria dos clubes em Portugal, todos devem ambicionar que o telefone toque e que do outro lado esteja alguém encarnado com uma proposta sobre “direitos de transferência”. Hão de pensar: São apenas 6 pontos em troca dos salários pagos aos jogadores. Os fins justificam todos os meios.

Perante este cenário deve o Sporting desistir?

Nunca. Nunca. Nunca. Quando em Maio chegarmos ao Marquês vamos de cabeça erguida. Que adeptos de outros clubes podem afirmar o mesmo? Bola.

 

Triste dirigismo

As polémicas no nosso futebol existem porque há muitos (demasiados) interesses escondidos. O caso do jogo Estoril-Porto vai dar muita água pela barba e irá com toda a certeza ser o fiel da balança para este campeonato.

Se no próximo dia 21 o Porto acabar por dar a volta ao resultado e conseguir assim ganhar o jogo tudo ficará naturalmente sanado. Se, ao invés, perder ou empatar surgirão novos eventos com direitos a contestação.

Entretanto a pergunta foi ontem à noite feita por um comentador: se o Porto estivesse a ganhar haveria esta polémica?

Eu respondo com a certeza de que se estivesse a ganhar por duas ou três bolas o Porto certamente faria o jogo nas 30 horas subsequentes, como mandam os regulamentos.

É por estas e por muuuuuuuitas outras que o nosso dirigismo desportivo é aquilo que todos sabemos. Não se sabem impor, atemorizam-se a uma turba que lhes é, quase sempre, hostil e acima de tudo não têm coragem de assumir as suas acções, tentando sempre agradar a gregos e a troianos de modo a não perderem posição e estatuto.

Por fim, e num exercício quiçá simples, gostaria de saber o que se faria na Inglaterra, se houvesse um caso destes.

Mas claro que estamos a falar de outra civilização futebolística.

A voz do leitor

«Tal como o Presidente disse este fim de semana em relação ao futsal e ao hóquei, as equipas do Sporting têm sempre de dar sempre tudo para ganhar e por vezes sinto que isso não acontece na totalidade com a nossa equipa de futebol e, como já escrevi anteriormente, espero que este ano não seja também um ano à Peseiro, em que quase fomos campeões, quase ganhávamos a Taça UEFA na nossa casa e quase ganhávamos a Taça e em 15 dias perdemos tudo.»

 

Leão da Estrela, neste meu texto

Hoje giro eu - As time goes by

"It`s still the same old story

a fight for love and glory

a case of do or die

as time goes by"

- As time goes by, Herman Hupfeld, 1931 (música de Casablanca, 1942)

 

O amor dos adeptos por ti é indiscutível. O passar dos anos não desvaneceu da nossa memória o jogador e o Homem que és. Agora, ficamos à espera da glória. "Now, play it again, Fredy!".

Bem-vindo "Avioncito"!

 

Nos últimos 50 anos, após terem sido vendidos, regressaram a Alvalade os seguintes jogadores: Damas (Racing de Santander), Bastos (Saragoça), Oceano, Carlos Xavier e Sá Pinto (Real Sociedad), Hugo Viana (Newcastle), Caneira e João Pereira (Valência), Rochenback (Middlesbrough), Elias (Corinthians) e Beto (Sevilha). Montero é, por isso, o 12º jogador (o número dos adeptos) a regressar a Alvalade após venda.

1ª Pergunta aos nossos Leitores: destes regressos, qual foi o que teve mais significado?

2ª Pergunta aos nossos Leitores: quantos golos marcará Montero até ao final da época?

 

(Resultados actualizados até ao final do dia)

Fredy-Montero-Sporting-Lisbon.jpg

 

Agora é que a bancada vem abaixo

31082013CP15[1].jpg

 

Bem-vindo, craque! Imagino já os teus festejos no Dragão, dando a marcar e a marcar os golos da vitória. Conquistando os três pontos. E com isso contribuir para que a bancada pintada com as nossas cores venha abaixo. Incapaz de suster os saltos de campeão. 

Como um salto leva a outro será ainda por causa da enormíssima qualidade que partilhas com os teus velhos e novos companheiros de equipa, que o FCP "tomará todas as medidas que os regulamentos em vigor permitem" para, leia-se, ganhar os três pontos na secretaria. Ao intervalo perde por um zero, mais vale não arriscar, não ficar por ligeiros tremores e mandar definitivamente a bancada abaixo.

Contigo, grande Montero, a bancada vem mesmo abaixo! Como sabemos a que ficará em cacos, não está no Estoril. Está nas Antas.

A influência árabe no Benfica

Sabida é a influência árabe na nossa história, e sua presença na toponímia e no léxico em geral. Muito importante na reflexão sobre o que é ser "português" foi a reclamação, mais ou menos mítica, do factor moçárabe, para muitos base desta propensão nacional para a mistura, a célebre miscigenação. Não é um blog desportivo o sítio para estar a perorar sobre o assunto. Mas acabo de ler este interessantíssimo breve artigo: "As influências do árabe na língua portuguesa e locais portugueses com nomes árabes", cheio de simpáticas curiosidade.

Algumas das quais serão preciosas para as nossas prestações na bancada (ou no sofá). Pois, como diz o artigo, "Muitos termos do calão português, do mais brejeiro ao mais indecente, têm origem no Árabe. Por exemplo Marafada (Mraa Khaina, ou mulher que engana), Mânfio (Manfi, desterrado ou proscrito) ou ainda Marado (Marid, ou doente)."

Mas mais interessante ainda, em termos da compita para os títulos, é algo que revela e que eu desconhecia: "Benfica (Ben Fiqa, filho da calmeirona ou da mulher alta)".

 

Ei-lo que regressa...

... qual filho pródigo.

A ideia é bíblica, mas a vontade de muitos sportinguistas no regresso de Fredy Montero é real e evidente.

Que o diga o nosso comentador "Sportingsempre" neste seu comentário.

Estávamos em Fevereiro de 2016 e eu assumia publicamente neste texto a minha tristeza pela partida do colombiano para terras chinesas.

Regressa agora mais ou menos dois anos passados, quiçá para terminar aquilo que havia começado.

Fico muito contente. Se um destes dias chegar cedo ao estádio e for contemplado como o espectador 1906 já sei de que atleta vou escolher a camisola.

O melhor prognóstico

Desta vez não faltaram prognósticos certos. Quatro leitores acertaram no resultado do Sporting-Aves: Carlos Silva, Carlos Videira, Leão de Queluz e Orlando. Motivo que justifica os nossos parabéns.

Aplicado o critério do desempate, o triunfo dos palpites nesta ronda cabe ao nosso prezado Carlos Silva. Porque, além de ter adivinhado o resultado, antecipou também Bas Dost como marcador dos três golos.

Merece parabéns a triplicar.

Os melhores golos do Sporting (65)

 

 

Golo de MANUEL NEGRETE

Rio Ave – Sporting, 2-2

31 de Agosto de 1986

 

Foram muitos os golos bonitos que com a camisola deste nosso grandioso clube foram marcados, alguns aqui descritos. Destaco o de Manuel Negrete, jogador mexicano que no Mundial ’86 – de tão infelizes memórias para o futebol português – marcou o golo mais bonito desse torneio, apesar de outro - «a mão de Deus» -, ter ficado para a história.

Fica a descrição deste golo pelo Rui Miguel Tovar:

«Quando Maradona ultrapassa Hoddle, Reid, Samson, Butcher, Fenwick e Shilton para fazer o 2-0 à Inglaterra, o golo de Negrete é relegado para segundo plano no Mundial-86. Aquele sensacional pontapé de moinho à Bulgária é o clique para João Rocha, presidente do Sporting, contratá-lo ao Pumas. Em Portugal, o mexicano até começa bem mas perde o gás, à medida que os relvados se tornam cada vez mais fustigados pelas chuvas.

Em apenas meio ano (depois Negrete assina pelo Sporting... Gijón), o mexicano dá nas vistas como autor do melhor golo da segunda jornada (2-2 vs Rio Ave, em Vila do Conde), quando passa a bola por cima de Santana e ainda de um outro vila-condense (Carlos Manuel), antes de rematar por entre as pernas de Figueiredo. Dessa vez, Maradona não se intromete (...).»

 

Como não consegui encontrar nenhum vídeo deste golo, em alternativa relembro, se me permitem, "o golo" que Maradona não conseguiu marcar ao Sporting.

 

 

A voz do leitor

«Como já disse várias vezes: se Jorge Jesus aprender a fazer substituições e a rodar a equipa, temos boas hipóteses de ganhar títulos e de manter uma equipa que imponha respeito a qualquer adversário.»

 

MB, neste meu postal

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