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És a nossa Fé!

Guerra de empresários

Em comunicação, quase sempre, menos é mais.

Bastam poucas frases, quase sempre, para fazer um ponto da situação claro e categórico.

Foi o que aconteceu ontem, no programa Mais Bastidores, da TVI 24. Pela boca do jornalista Manuel Queiroz, insuspeito de simpatias pelo Sporting.

Disse ele: «Há, obviamente, uma guerra de empresários. E há um presidente de um clube que, como todos os presidentes de todos os clubes, é acusado de ter recebido comissões. Todos os presidentes já passaram por isto. Bruno de Carvalho, que está há menos tempo, também tem sido alvo dessas acusações. Mas não é ele que tem o ónus de provar que não recebeu: é alguém que faz as acusações que tem de provar que ele recebeu. Essas são as regras da justiça, no futebol e fora do futebol.»

Está tudo dito.

Hoje giro eu - Fim de semana sem VAR

Terá sido coincidência, mas - em semana de Taça de Portugal - o Sporting foi prejudicado em 2 lances, o Porto foi beneficiado pela não expulsão de Alex Telles (primeira parte) e o Benfica viu ser perdoada uma grande penalidade na sua área (com o resultado em 1-0), havendo um lance de possível penalty a seu favor (difícil interpretação) pretensamente cometido sobre Krovinovic.

Conclusão: nós queremos o VAR!!!

 

https://www.ojogo.pt/futebol/1a-liga/vitoria-setubal/noticias/interior/jose-couceiro-e-o-lance-na-area-do-benfica-ja-estamos-habituados-8927777.html

 

https://www.ojogo.pt/futebol/1a-liga/portimonense/noticias/interior/vitor-oliveira-alex-telles-devia-ter-sido-punido-com-vermelho-8926199.html

 

 

A voz do leitor

«Não sou contra o lançamento de jovens que revelem potencial. Antes pelo contrário, não me importo de não ganhar títulos, tendo o prazer de ver o sucesso da selecção, graças ao forte e decisivo contributo da formação leonina. Mas sei que, enquanto formamos e damos competição de alto nível aos futuros titulares da selecção, mais longe estaremos do nosso sucesso desportivo, que é a conquista do campeonato nacional.»

 

Moncilo Boskovic, neste  meu texto

Parabéns, Rui Patrício

746288[1].jpg

 

Faz hoje onze anos, começaste a defender a baliza na equipa principal do Sporting. E começaste muito bem, parando uma grande penalidade nesse jogo de estreia. Missão que continuas a desempenhar com zelo e brio, sem te pesar no ego o brilhante título de campeão europeu e a eleição como melhor guarda-redes do continente em 2016.

Ao longo deste tempo, enfrentaste muitos obstáculos. Desde logo o cepticismo de sócios e adeptos, muitos dos quais te vaiaram nas bancadas, descrentes do teu valor. Depois a inveja e a maledicência ditadas pela clubite inflamada de uns imbecis que têm lugar cativo nas televisões. E até a desinformação de periódicos outrora respeitados, como o jornal A Bola, que parece ter hibernado durante dois anos - e não percebeu que foste um dos heróis da nossa campanha do Euro 2016, a mais brilhante de sempre do futebol português, ao defenderes uma grande penalidade nos quartos de final frente à Polónia.

És um verdadeiro Leão.

Parabéns, meu caro Rui Patrício.

Hoje giro eu - Quando o mau Bruno põe em xeque o bom Bruno

Bruno de Carvalho insiste em recorrer ao Facebook, agora para destratar o comentador da SIC Notícias, Rui Santos. Já não há contenção, nem boa vontade, fervor e sentimento sportinguista, que cale a minha indignação perante aquilo que considero ser um verdadeiro "hara-kiri" que o presidente leonino vem praticando, retirando ele próprio da cena e agenda mediática o essencial, a divulgação dos emails que envolvem o Benfica e o juízo que sobre eles diariamente é feito na opinião pública (para além do que resultar da investigação do Ministério Público/Polícia Judiciária).

A recente cruzada contra Rui Santos é gratuita e desprovida de qualquer conteúdo estratégico. Para além disso, é machista, misógina e vulgar. Falar de "gajas, cabelos, gengivas (!!!) e piquinho a azedo" é algo absolutamente desprovido de bom-senso, meros insultos sem uma intenção programática, apenas um desejo pessoal revelado no final: promover um empate técnico (!?).

Aceito que Rui Santos seja vaidoso, pretensioso até, que às vezes vá demasiadamente longe na defesa de uma convicção (com Paulo Bento pareceu incorrer numa cruzada pessoal), mas o que ninguém pode dizer deste comentador é que ele não é independente - o próprio presidente não o classifica como encartilhado -, livre e directo, afrontando há anos diversos poderes, sem nunca se submeter a ser um prosélito do regime, podendo até ser considerado um arauto de mudanças no sentido da Verdade Desportiva. 

Bruno propõe um empate xadrezístico a Rui Santos, mas a profusão dos seus comentários sugere que o mau-Bruno está a fazer um "xeque-ao-rei" ao bom-Bruno, ameaçando o "mate". O mau-Bruno vai abrindo sucessivos campos de batalha - agora ofendeu as nossas leoas - e, no reino do leão, ameaça devorar o bom-Bruno, aquele já quase personagem mítico a quem devemos a sustentabilidade, a devolução da alma e fervor clubisticos, o temor e respeito dos adversários. 

Tenho imensa pena de ver este estado de coisas e deixo uma questão: como é possível que o nosso director de comunicação permita que isto esteja a acontecer? Ou é uma mera caixa de ressonância ou, na analogia encontrada pelo presidente para atacar RS, um espelho mágico (trágico?) - "espelho meu, espelho meu" - a quem o mau-Bruno se dirige e aí, na minha modesta opinião, está a mais no clube ou, se não concorda, faça algo no sentido de evitar esta exposição despropositada do presidente e, caso não o consiga, obviamente demita-se.

Bruno de Carvalho refere inúmeras vezes a votação massiva que teve nas últimas eleições. Fala muito disso, mas parece não o interiorizar. O resultado expressivo que teve constitui para si um motivo de orgulho, mas é também uma enorme responsabilidade. Os moderados são a sua base de apoio, mas são um "swinging vote", gente crítica. A deriva que vem protagonizando pode retirar-lhe esta protecção e deixá-lo exposto a dois tipos de radicais: os que, com agenda própria, vão, desde o início dos seus mandatos, diáriamente desgastando-o, com isso procurando abrir brechas para substituí-lo rápidamente e aqueles que lhe darão apoio incondicional, a sua guarda pretoriana, mas que, em contrapartida, exigirão a vitória a qualquer preço. 

bruno carvalho.jpg

O vício do Facebook

Com o Benfica a ser notícia pelos piores motivos, Bruno de Carvalho insiste em fazer-se notar no espaço mediático - faltando uma vez e outra ao solene compromisso público que assumira há seis meses de resistir ao vício do Facebook. Disparando novamente em todas as direcções e provocando um enorme ruído comunicacional. Que em nada o favorece a ele nem beneficia o clube.

Com este comportamento, e a  inaceitável linguagem a que vem recorrendo com lamentável insistência, o presidente do Sporting demonstra desconhecer um princípio básico da comunicação estratégica: quando o teu adversário está a destacar-se pela negativa, deixa-o isolado sob as luzes da ribalta. Após quase cinco anos em funções, é surpreendente que ainda não tenha compreendido algo tão elementar.

Hoje giro eu - Ranking GAP

Após 20 jogos realizados - 11 para o Campeonato Nacional, 6 para a Champions, 2 para a Taça de Portugal e 1 para a Taça da Liga - o Sporting regista 12 vitórias (60%), 6 empates (30%) e duas derrotas (10%), com 40 golos marcados (2 golos/jogo) e 16 golos sofridos (0,8 golos/jogo).

 

Ranking GAP:

 

1) O melhor marcador é Bas Dost (11 golos), seguido por Bruno Fernandes (7) e Gelson (5);

2) O jogador com mais assistências é Bruno Fernandes (7), seguido por Acuña (5) e Podence(4);

3) O jogador mais influente é Bruno Fernandes, tendo contribuído até agora para 19 golos (47,5% golos da equipa), seguido por Bas Dost (15) e Gelson (11);

 

Aqui fica a tabela actualizada do Ranking GAP, que inclui golos (G), assistências (A) e participação decisiva em lance de golo (P):

 

  G A P
Bas Dost 11 1 3
Bruno Fernandes 7 7 5
Gelson Martins 5 3 3
Marcus Acuña 3 5 1
Sebastian Coates 2 1 1
Doumbia 2 1 0
João Palhinha 2 0 0
Rodrigo Battaglia 1 1 2
Bruno César 1 0 1
Jeremy Mathieu 1 0 1
Mattheus Oliveira 1 0 0
Rafael Leão 1 0 0
Adrien Silva 1 0 0
Daniel Podence 0 4 0
Cristiano Piccini 0 1 3
Fábio Coentrão 0 1 2
Iuri Medeiros 0 1 1
William Carvalho 0 0 2
Alan Ruiz 0 0 1
autogolos 2 0 0

A voz do leitor

«Ficámos novamente orgulhosos por o nosso consócio Cristiano Ronaldo ser aclamado como o melhor do mundo pela quinta vez. Não aconteceu por acaso, mas sim pelo empenho pessoal que ele demonstra em se superar sempre. É lógico que as suas características físicas e psicológicas o elevam a um patamar difícil de atingir, mas a sua evolução como jogador foi fundamental para que deixasse de ser um grande jogador para se tornar no melhor do mundo.»

 

Leão da Estrela, neste meu texto

Dichotes

Bruno de Carvalho continua a utilizar a sua página de facebook para, quando assim o entende, perorar sobre casos, aspectos, factos, que directa ou indirectamente o envolvam como presidente do Sporting.

Se por um lado tem todo o direito de o fazer, os ataques têm sido ao longo destes anos do mais baixo e soez que pode existir, tem também que saber que a tentativa de minorar, menosprezar alguém que o atacou, não deve, aliás não pode nunca, ser com textos que ofendam outros, onde estão claro incluídos Sportinguistas.

Se somos um clube diferente, e somo-lo de facto, temos que o demonstrar de forma quotidiana. Não basta afirmá-lo.

A inclusão de tiradas grosseiras se devidamente contextualizadas até podem ser aceites, dichotes machistas e misóginos estão sempre, mas sempre, contextualizados ou não, fora daquilo que um presidente de uma instituição como a nossa deve proferir.

Espero sinceramente a devida retractação às palavras infelizes que escreveu na sua página.

Serviços mínimos

Estava eu muito bem a dormitar (o que até nem se compreende porque não estava no meu lugar e não estava feito à cadeira) com a molenguice da partida, quando despertei com um estrondo que o vizinho do lado me disse ter sido uma bomba que o Chuta atirou à barra. Despertou-me um pouco, mas antes do intervalo já tinha semicerrado os olhos mais uma catrefada de vezes.
Lá despertei com os gritos de Ruiiiiiiiiiii algumas vezes e imagino que o nosso Marrazes tenha feito das dele, e com os gritos de goooolooooo, mas quando o speacker disse que quem marcou o primeiro foi o Dost (não era só eu, conclui-se), se não fosse o amigo que estava ao lado gritar ao senhor a avisar que estava enganado, eu contabilizava mais essa para o holandês, tal o estado comatoso a que o jogo me estava a levar.
Despertei quando o árbitro, que devia estar mais ferradinho no sono que eu, não viu um fora de jogo do tamanho da segunda circular e marcou um penalti contra, cometido por um rapazito brasileiro que diz que é nosso e jogador.
E valeu-me a noite! Se o senhor não tem deixado passar em claro aquele off-side, eu não via o melhor que o jogo nos deu, ontem: A soberba defesa de Patrício em mais um penalti.
Depois disso, nem tempo tive para voltar a passar pelas brasas, que o senhor que se estava a preparar para uns seis minutos, pelo menos, de descontos, viu que aquilo já não dava mais nada e resolveu dar por terminada a sessão de sonoterapia.
Sim, depois dormi o resto da noite muito bem, obrigado.

E pronto, podem descansar

Aqueles que aqui têm vindo às caixas de comentários, preocupados com a saúde financeira da Doyen Sports, podem finalmente descansar.

O Sporting acabou de pagar os 13,3 M€ que um tribunal suiço, numa decisão que ainda hoje se considera injusta e controversa face ao regulamento das TPO's, obrigou o clube a pagar. Com esta acção, o Sporting liberta uma verba de 6,1M€ retida na UEFA por conta daquela dívida.

Assunto encerrado. Mais um.

Tudo ao molho e Fé em Deus - Bruno estava no banco

Afinal, Bruno foi para o banco, seguiu o conselho de Jesus e quando entrou desfez a disciplina da defesa famalicence, castigando-a com dois passes açucarados para golo, suspendendo assim as aspirações de uma equipa que não deu o Dito por não dito e nunca desistiu de procurar o golo. 

No calor da noite, Malheiro fez voz, perdão, vista grossa a um penálti sobre Bas Dost e a uma falta sobre Battaglia (para além de um fora-de-jogo não assinalado pelo auxiliar), em lance de onde resultaria uma grande penalidade contra o Sporting, a qual viria a ser marcada por um jogador que na época passada actuava no VARzim. Acontece, errar é humano, mas é por isso que também na Taça daria jeito haver vídeo-árbitro.

O que têm em comum os minutos 1, 34, 57, 67, 72, 83 e 89? São Patrício!!! Com nome de ciclista (e dos bons), o promissor Rui Costa passou-se dos carretos e ainda deve ter a cabeça a andar à roda, dada a forma como o guardião leonino lhe negou o golo - mas também ao Faria, que não fez, e ao Feliz, que não o foi - por diversas vezes. Destaque-se aqui a defesa do penálti após consultoria prestada por Bruno, sempre ele, o Fernandes (quem pensaram que era?). 

Palavras de apreço também para Coates, o nosso Ministro da Defesa, que liderou a invasão às redes adversárias, e para o inevitável Bas, que voltou a "dostar".

Podence, a espaços, Coentrão nos 90 minutos - quebrou-se um mito (espera-se que nada mais...) - e a lesão de Jonathan (mais uma) foram outras notas da noite de Alvalade.

Uma curiosidade final: o Mattheus, mal entrou, deixou a sua marca no jogo ao fazer uma falta com assinatura, um "penaltthy". Á atenção do merchandising do clube, pois assim já ficamos a perceber a utilidade da sua contratação...

famalicao.jpg

 

 

A voz do leitor

«Rui Patrício é, neste momento, um dos três melhores guarda-redes do mundo. E sem favor. Felizmente, para o Sporting e para os sportinguistas, faz poucas capas dos pasquins... É só o guarda-redes titular da selecção campeã da Europa e considerado o melhor guarda-redes do Europeu (conquistando o respectivo troféu). Coisa pouca!... Já é uma lenda.»

 

JMA, neste texto do JPT

Quente & frio

Gostei muito da exibição de dois dos nossos jogadores esta noite no Sporting-Famalicão, num jogo muito valorizado pela réplica da equipa adversária, que não estacionou nenhum autocarro em Alvalade. Rui Patrício (para mim o melhor em campo) fez duas defesas extraordinárias, impedindo o golo forasteiro aos 58' e aos 73', e defendeu um penálti aos 90': com reflexos apuradíssimos, demonstra cada vez mais ser um dos melhores guarda-redes da Europa. Bruno Fernandes, que esteve no banco até aos 60', foi crucial para dar consistência ofensiva e dinamizar o nosso jogo com assistências para os dois golos do Sporting, ambos marcados de cabeça: o primeiro aos 65' por Coates, o segundo aos 81' pelo inevitável Bas Dost.

 

Gostei de ver Fábio Coentrão regressado à equipa após ter ficado excluído, por lesão, dos jogos contra a Juventus e o Braga: nesta partida fez duas posições - começou como médio ala esquerdo, passando a lateral esquerdo após a lesão de Jonathan - e permaneceu em campo até ao apito final aparentemente sem queixas no plano físico.

 

Gostei pouco que tivéssemos esperado mais de uma hora para ver o Sporting marcar em casa frente a uma equipa da Liga de Honra. Não havia necessidade de tanto sacrifício e tanto sofrimento para atingirmos o nosso objectivo neste jogo: passar aos oitavos de final da Taça de Portugal, mantendo ainda vivas as aspirações de conquista de todos os títulos que disputamos esta época.

 

Não gostei de ver mais um jogador lesionar-se durante a partida. Desta vez aconteceu a Jonathan Silva logo aos 10': o argentino teve de ser substituído por Gelson Martins, que ficara excluído do onze inicial, forçando o recuo de Coentrão para a lateral e condenando ao fracasso a experiência táctica de Jorge Jesus, que lançara o internacional português para uma posição mais adiantada, certamente para evitar que se desgastasse tanto.

 

Não gostei nada das prestações de dois jogadores que não têm categoria para integrar o plantel leonino: Petrovic e Mattheus Oliveira. O sérvio, que alinhou como médio defensivo titular, revelou-se apático, previsível e sem dinâmica: a equipa melhorou muito a partir dos 60', quando o treinador o trocou por Bruno Fernandes. O brasileiro, que entrou aos 86' só para queimar tempo, cometeu um penálti praticamente no primeiro lance em que foi chamado a intervir. Um disparate que quase valeu um golo ao Famalicão: felizmente Rui Patrício estava lá para defender.

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