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És a nossa Fé!

Aldegalega: quem corre por gosto não cansa

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Foto: Gustavo Bom/Global Imagens

 

«Sempre vesti a camisola do Sporting e vou continuar a vestir. É uma grande paixão. O Sporting deu-me educação, pagou-me os estudos, arranjou-me emprego e deu-me as melhores instalações desportivas. É a minha segunda casa e continua a dar-me um grande apoio.»

 

Armando Aldegalega, atleta olímpico, campeão e recordista nacional em várias distâncias, prestes a completar 80 anos

Hoje giro eu - Não mexer um(a) Palhinha

Se hoje, contra a toda poderosa Juve, William não puder jogar, Palhinha deverá ser o seu substituto natural. Contra uma equipa italiana cínica e mortal na exploração dos desequilibrios, alterar o sistema de 4-3-3 que temos vindo a utilizar na Champions poderá ser um suícidio. Assim, a entrada do ex-sacavenense para a posição de trinco permitir-nos-á manter a coesão a meio-campo, com Battaglia como box-to-box e Bruno Fernandes a criar jogo entrelinhas. 

Palhinha é um jogador com condições físicas excepcionais para a posição de trinco: é alto e com envergadura, o que lhe permite explorar com vantagem os duelos aéreos, podendo dominar assim o jogo directo italiano; é intenso e rápido nos espaços curtos e compensa bem nas alas, o que pode dar algum extra de foco atacante a Acuña ou Gelson, jogadores que habitualmente se desgastam muito no constante vai-vém que lhes é pedido. E já mostrou ter golo, principalmente na sequência de bolas paradas, algo que pode vir a fazer a diferença num momento de jogo em que os "bianconeri" são exímios.

Por mim, na estratégia para o jogo, em termos da disposição das "pedras" no terreno, não mexeria um(a) Palhinha...

 

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Boas notícias e más notícias

Primeiro as más: hoje vamos defrontar a Juventus, vice-campeã da Europa, desfalcados de três titulares: Mathieu, Piccini e William Carvalho, confrontados com lesões musculares, ficam de fora. E não há qualquer certeza quanto a Fábio Coentrão, que pode ser rendido por Jonathan Silva.

 

Agora as boas: André Pinto, Ristovski e Palhinha - enfim titulares num jogo grande - terão oportunidade de mostrar o que valem. Enquanto Demiral e Euclides Cabral, dois jovens talentos da equipa B, foram convocados, o que é um justo reconhecimento dos seus méritos.

A voz do leitor

«Bruno Fernandes foi um excelente reforço, mas Adrien era um jogador de top. Uma máquina de fazer jogar a equipa em todos os momentos do jogo. Na fase de defender e na fase de atacar. Um jogador que significava muita posse de bola, Junto com William, faziam uma dupla rara. Bruno é bom, tem coisas que Adrien não tem, mas não é Adrien.»

 

JG, neste meu texto

Hoje giro eu - O onze sombra

Uma equipa de futebol não são apenas os onze que habitualmente são titulares. Os restantes jogadores valem por aquilo que mostram quando têm a oportunidade e, não jogando, pelo desejávelmente bom ambiente que criam no balneário. Jogadores há que funcionam como verdadeiros talismãs quando provenientes do banco de suplentes. Este tipo de armas-secretas habitualmente produzem mais quando chamados a intervir durante o jogo. Desse rol, quem não se lembra do brasileiro do FC Porto, Juary, marcador do golo da vitória na final de Viena e, no ano anterior, autor de um "hat-trick" contra o todo poderoso Barcelona, sempre saído do banco?

O treinador tem um papel essencial na manutenção de um ambiente saudável no grupo de trabalho e no garantir que todos os jogadores se mantêm focados no objectivo. Ser um catalizador, não um inibidor, aglutinar em vez de dispersar. Reparem que não toquei propositadamente no tema da motivação (étimo "moto") porque esta é intrínseca (como a própria palavra indica), cabe a cada futebolista ter uma personalidade capaz de absorver as contrariedades do dia-a-dia e transformá-las em oportunidades.

Assim sendo, precisamos de um "shadow eleven" empenhado, focado, motivado e comprometido com o clube. Nesse sentido, o treinador não deve dramatizar quando lhe falta algum dos titulares, de forma a que quem entra se sinta importante. Se um jogador pressente que o treinador desconfia dele, vai render menos.

E o Leitor, o que pensa disto? Em quem, dos habituais não titulares, os nossos Leitores depositam FÉ em vir a constituir-se como uma surpresa positiva?

 

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Um pouco diferente doutros títulos

“Estamos fartos de ser os meninos bonzinhos. Nós queremos é ser campeões. Ser segundo é ser o primeiro dos últimos, pouco interessa. Isso a mim não me diz rigorosamente nada. Vim para o Sporting CP para ser primeiro. O Sporting CP só admite o primeiro lugar. Quero que respeitem o Sporting CP. Não há dois nem três primeiros lugares e eu quero ser o presidente que vai fazer o Sporting CP campeão".

"Esquecemo-nos da dimensão do Sporting CP. Uma coisa é sermos crentes, outra é sermos anjinhos (...) O nosso grande amor não é a SAD, mas sim o Sporting e o seu património".

“A única coisa que preciso é de sentir que os Sportinguistas querem continuar neste caminho, querem continuar a apoiar esta forma de ser e de estar, querem continuar a fazer do Sporting CP aquilo que ele já é neste momento. Os nossos fundadores disseram que querem um Sporting CP tão grande quanto os maiores da Europa, neste momento o Sporting CP é tão grande como os maiores do Mundo”.

Da verdade (1)

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O presidente da Federação Portuguesa de Futebol anda agora muito preocupado com a ética nas competições desportivas, insurgindo-se contra os comportamentos que possam pôr em risco a segurança nos estádios enquanto desfralda as bandeiras da transparência e da equidade. Para o efeito serviu-se até da Assembleia da República como palco das suas preocupações, escassas semanas após ter feito publicar a mesma mensagem nos três jornais diários desportivos que por cá se publicam.

Acho tudo isto muito louvável. E mais acharia ainda se Fernando Gomes aproveitasse o balanço para se insurgir contra o monopólio concedido a um determinado clube, que transmite em exclusivo os jogos no seu estádio. Em situação de concorrência desleal e ameaçando a verdade desportiva, na medida em que pode manipular e desvirtuar por seu livre critério as imagens que difunde.

Voltou a suceder, uma vez mais, nesta jornada: há um lance de grande penalidade cometido por Luisão que passa impune. Os telespectadores tiveram acesso às imagens de uma única câmara - em plano recuado - deste lance, de que poderia resultar o empate do Feirense na Luz caso o penálti fosse assinalado e convertido. Obviamente, não interessava aos responsáveis encarnados, donos e senhores do canal televisivo, que se analisasse e discutisse a intempestiva entrada de Luisão à margem das leis do futebol.

Aguardo ansiosamente pela próxima comunicação do presidente da FPF. A ver se Fernando Gomes se pronuncia enfim contra este inaceitável monopólio da BTV que inclina o campo sempre a favor do Benfica.

A voz do leitor

«Convém ter "abonos de família". Para quem não saiba, são aquilo com que se conta quando pouco mais há. Patrício e Dost foram os abonos de família do Sporting em Vila do Conde. Galinhas apressadas produzem pintos carecas. Como alguns críticos de Bas Dost...»

 

SportingSempre, neste meu postal

Palmarés leonino 2017/2018

Sporting vence Taça de Honra em futsal, derrotando Benfica na final.

 

Equipa feminina do Sporting conquista Taça de Portugal em triatlo.

 

Leões superam Benfica conquistando Supertaça de ténis de mesa.

 

Sporting vence supertaça de bilhar às três tabelas, derrotando o FC Porto.

 

Leoas Filipa Mendonça e Ana Catarina Nogueira revalidam título de campeãs nacionais de padel.

 

Ricardo Fernandes revalida título de campeão nacional de super-médios em boxe.

 

 

(em permanente actualização)

O dia seguinte

José Ribeiro, Record: «O triunfo do Sporting em Vila do Conde (1-0) valeu muito mais que os três pontos no sentido em que a equipa leonina ultrapassou adversidades que há um ano a atiravam ao chão com alguma facilidade. Não foi apenas a lesão prematura de Mathieu (29') ou a boa acção do VAR (69') que anulou a Bruno Fernandes o golo festejado. Foi essencialmente a capacidade dos jogadores em correrem atrás daquilo em que se tornara difícil acreditar: a vitória.»

 

Rogério Azevedo, A Bola: «O leão entrou em campo como se fosse um gatinho abandonado. Nem parecia ser o leão, vice-rei do campeonato. Era, apenas e só, sombra de si próprio. Esfomeado, mas sem garra para ir em busca de comida; talentoso, mas deixando o talento a 350 quilómetros de distância; esforçado, mas aparentando pouca força para rugir e mostrar as poderosas garras. Teve ainda o azar de ter como adversário um rio pujante, que ia destroçando as margens que o oprimiam e que esteve quase-quase a ser verdadeiro mar.»

 

Rui Miguel Gomes, O Jogo: «Não foi um resultado justo. Não o foi, mas paradoxalmente acabou por ter um travo a prémio para Jesus, pela forma como foi remediando a equipa, deixando-a mais próxima de tirar um triunfo a ferros, mesmo que a estrelinha de Rui Patrício fosse dando alento ao colectivo, que andou perdido durante meia partida.»

 

Dos jornais de ontem

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 8

Bruno Fernandes 5

Gelson Martins 3

Acuña 2

Adrien

Coates

Mathieu

autogolo do Moreirense

 

«Analisando os primeiros dez jogos dos leões no campeonato em anos passados, este é o melhor arranque do Sporting nas últimas 27 épocas e desde que o sistema de três pontos por vitória está em vigor (em 1990/1991, Marinho Peres tinha dez vitórias em outros tantos jogos).»

 

Do jornal Record de ontem

Pódio: Rui Patrício, Bas Dost, Battaglia

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Rio Ave-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Rui Patrício: 21

Bas Dost: 17

Battaglia: 16

Coates: 16

André Pinto: 14

Bruno Fernandes: 14

Acuña: 14

Fábio Coentrão: 14

Piccini: 14

William Carvalho: 14

Gelson Martins: 12

Mathieu: 11

Podence: 11

Doumbia: 5

 

Os três jornais elegeram Rui Patrício como melhor jogador em campo.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Rui Patrício foi guardião do(s) Arco(s) do Triunfo

A haver justiça no futebol - e (ao longo dos anos) ninguém melhor do que um sportinguista sabe que não há -, o Rio Ave teria ganho este jogo disputado no Estádio dos Arcos, em Vila do Conde. Com 22 remates (contra 7) e 58% de posse de bola, a equipa vilacondense magistralmente treinada por Miguel Cardoso foi superior ao Sporting, mas acabou por perder a partida. O causador deste paradoxo foi o "arqueiro" (denominação brasileira para guarda-redes) Rui Patrício: duas defesas, uma em cada parte, qualquer uma delas candidata ao prémio de melhor "parada" do campeonato - indo buscar a bola ao ângulo superior, lá bem onde a "coruja dorme" - para além de outras duas bolas, defendidas por puro instinto, acabariam por ser os momentos-chave que permitiram ganhar tempo para a entrada em cena do inevitável carteiro Dost, o qual com uma cabeçada mortífera selou uma dificílima vitória leonina. Não foi uma questão de sorte, mas sim de talento, inspiração, trabalho e preparação de Rui, o Homem Elástico, que deu uma resposta cabal a quem possa ter considerado exagerado o meu comentário aqui.

O Rio Ave entrou bem, contornando sem problemas a tentativa de pressão à saída da sua área por parte dos avançados e médios leoninos, a qual de tão trôpega se assemelhava ao jogo da "cabra cega". 

Jesus errou quando lançou apenas dois médios centro no desafio. Não só Bruno Fernandes se desgastou sem sentido, num desdobramento constante entre defesa e ataque, como William, uma vez mais, mostrou que contra boas equipas não tem a intensidade suficiente para jogar nesse sistema, passando a maior parte do tempo num universo paralelo ao do portador da bola. A solução estava no banco e chamava-se Rodrigo Battaglia. A equipa melhorou bastante com o argentino em campo, especialmente quando passou a jogar à frente de William. Foi daí que irrompeu numa cavalgada, por sugestão de Acuña, que terminaria num centro de régua e esquadro para a cabeça do holandês voador.

No balanço final, JJ tentou diluir a estatística de remates do Rio Ave, esboçando uma comparação com o rugby, em vez de ter tido a humildade de reconhecer que levou um ensaio de táctica (o seu ponto forte) de Miguel Cardoso. Foi galo, não Gales, caro Jorge "jogam sempre os mesmos até estourarem" Jesus. Este, não deixará de marcar uma época pelo seu engenho, mas ontem salvou-se por ter melhores jogadores de campo e um guarda-redes de enorme categoria, o que fez toda a diferença.

Duas notas finais: uma para o VAR, que anulou (bem) um golo a Bruno Fernandes, ignorou (bem) uma possível penalidade (em caso de dúvida não sinalizar nada) sobre o mesmo jogador e sancionou (no limite) o golo de Dost (os braços não contam para o fora-de-jogo); última nota para o argumentário do senhor Nuno Farinha: o Sporting "só" ganhou 2 jogos nos últimos dois que disputou...  

 

As notas dos nossos jogadores, em escala musical:

 

Rui Patrício - É um pássaro? Um avião? Não. É o Super-Homem! Atrás da personalidade calma e avessa às luzes da ribalta de Rui Patrício - o Clark Kent leonino que vive em Alcochete - esconde-se um herói cujos super poderes estão a mudar a história do clube de Alvalade. Por detrás daquelas luvas, não há kryptonite que o ameace, nem vedetite que o afecte. Ele é a nossa FÉ!

Nota: Dó Maior

 

Piccini - Um dia negro na vida do italiano: o jogo estava a correr-lhe mal. Complicativo, perdia bolas à saída do seu meio campo e não conseguia chegar à linha de fundo adversária. E pioraria ainda mais, quando o músculo da sua perna esquerda rasgou. 

Nota: Mi

 

Coates - Ontem foi Ministro da Defesa, Secretário de Estado, Sub-Secretário e Assessor do Ministro. Tudo ao mesmo tempo. Um pronto-socorro, ou todos (4) em um ("e pluribus unum", lagarto, lagarto!!). Já se está a vêr a falta que nos vai fazer aquando da recepção à Juventus...

Nota:

 

Mathieu - O que esperar quando jogam sempre os mesmos? Eu sei, a pergunta é rétorica...

Nota:

 

Fábio Coentrão - O seu regresso a Portugal coincidiu com aquele seu novo estilo de "faz que vai, mas não vai", em que a linha de fundo adversária parece uma miragem. A defender também não esteve particularmente feliz no regresso à sua terra-natal. No entanto, coincidência ou não, com mais ou menos mialgia, como por magia ficou os 90 minutos em campo e não sofremos golos. Espera-se que se mantenha como talismã na terça-feira visto ser o único elemento da defesa disponível para esse jogo.

Nota:

 

William Carvalho - É o senhor Carvalho, quando Jesus o expõe a um meio campo a dois com Bruno Fernandes, ficando assim a nu toda a sua falta de intensidade defensiva. Mas, transforma-se no Sir William, quando tem por perto "pit bulls" do género de um Adrien ou de um Battaglia, momentos em que consegue libertar em todo o seu esplendor o perfume do seu majestoso futebol. 

Nota:

 

Bruno Fernandes - Repito aqui a ideia que tenho vindo a expressar desde o início da época: Bruno só tem cabimento num meio campo a 2, eventualmente com Battaglia. Refiro-me, obviamente, a jogos com boas equipas, como é o caso do Rio Ave. Desgastou-se, com pouco sucesso, num inglório vai-vém. Ainda assim mostrou a qualidade do seu futebol num passe açucarado a isolar Podence (que se atrapalhou), num centro para Dost (que chegou atrasado) e num remate colocado que bateu Cássio, onde alegoricamente lhe foi assinalado um fora-de-jogo.

Nota: Sol

 

Gelson - Em terra de pescadores, andou naufragado a maior parte do tempo. Sem conseguir dar à costa, acabou por se refugiar junto da frota pesqueira situada na orla inferior direita do mar vilacondense, onde recolheu abrigo junto de Piccini, primeiro, e depois de Coentrão.

Nota:

 

Acuña - Em dia de turbulência só os homens de "barba rija" vão ao mar. O argentino não se atemorizou e lá foi lutando, contra ventos e marés, até descobrir a ponte - o seu conterrâneo Battaglia - para o caminho marítimo até à baliza de Cássio. Acabou a fazer-se valer da sua polivalência, recuando para defesa esquerdo após a lesão de Piccini.

Nota:

 

Podence - Marcado (nos tornozelos) pelos jogadores vilacondenses, raramente conseguiu traduzir a sua inegável dinâmica em algo de produtivo para a equipa, acabando substituido ao intervalo apenas porque Jesus não poderia substituir os outros nove.

Nota:

 

Bas Dost - Ganhou menos bolas pelos ares do que é seu (bom) costume e momentos houve em que pareceu meio perdido em campo, desnorteado com a saída de bola dos jogadores do Rio Ave. Mas, a confiança voltou e, à primeira oportunidade, "dostou". Antes, assistira Bruno para o golo que foi invalidado.

Nota:

 

André Pinto - Sem a autoridade de Mathieu, exibiu-se acima das expectativas, eventualmente mostrando que essas expectativas - que decorrem de "jogarem sempre os mesmos e..." - podem ser uma treta. Retirou um golo cantado a Dost, na primeira parte, e voltou a ganhar de cabeça numa bola parada ofensiva, na segunda parte.

Nota: Sol

 

Battaglia - Jesus colocou-o em campo após o intervalo, mas pareceu enjaulado atrás de William durante bastante tempo. Subitamente, JJ libertou-o desse jugo, posicionando-o à frente do "sir", e imediatamente se viu a sua influência no jogo, bloqueando passes e encontrando espaços vazios de onde assistiu (de pé esquerdo) Dost para o golo, o que nos deixa a seguinte interrogação: a qualidade de passe não era o seu ponto fraco?

Nota:

 

Doumbia - Poucos minutos em campo para alardear muito mais do que aquilo que já mostrara anteriormente, ou seja, um péssimo domínio de bola e uma habilidade natural para disfarçar/mascarar oportunidades de golo nas estatísticas (não constou). Parece ser um jogador útil apenas quando bem servido só tem de dar o toque fatal. Imaginar que pode jogar por detrás de Dost é pura utopia.

Nota:

 

Tenor "Tudo ao molho...": Rui Patrício

  

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