Segunda-feira, 26 de Junho de 2017
Pontapé de saída
Edmundo Gonçalves

Hoje renovam-se todas as esperanças.

Vinte e um acompanharam a equipa técnica no primeiro dia de trabalho da época 2017/18, dentre os quais quatro reforços e dois regressos (André Pinto, Mattheus Oliveira, Piccini e Battaglia e os regressados Domingos Duarte e Petrovic).

Os melhores jogadores do mundo, os nossos, enchem-nos mais uma vez de fé.

Que a coisa seja limpa (e não limpinha) e que ganhe o melhor. E que o melhor seja o Sporting!


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Ou a capitulação do último "moicano" à ditadura do polvo e aos mendilhões?

Até este último europeu de sub-21, as equipas de Rui Jorge, que detinham um enorme record de jogos sem perder, mais de cinco anos e meio, sentiram pela primeira vez o sabor da derrota. E por causa disso mesmo, ficaram pelo caminho na fase final do recente Euro-2017.

No jogo que ditou a derrota com a Espanha e que está na génese dessa eliminação, Rui Jorge recorreu a uma equipa maioritariamente oriunda da maior academia do Mundo e do Dubai. O rapaz com maior experiência de banco da bundesliga foi, só, o pior jogador de entre os portugueses e tudo leva a crer que a sua inclusão terá sido uma imposição, ainda que por interposta convocatória (ao não ser convocado para a "Confederações", era quase obrigatório que o moço fosse titular nos sub-21 e Rui Jorge foi permeável à pressão). Nesse jogo que quebrou a invencibilidade da turma portuguesa, estiveram ainda João Carvalho, que fez parelha no meio-campo com Renato Sanches, sendo tal como o colega uma das asas do passador que foi aquela zona do terreno, João Cancelo, que perdeu tantas bolas que o delegado da FPF teve que ir ao supermercado comprar uma vintena delas para que se continuasse o jogo, Bruno Varela e Guedes. Ou seja, com cinco pérolas do Seixal em campo e pela primeira vez com uma minoria de rapazes de Alcochete, apenas três (Ié, Semedo e Podence), toma lá bolachas, Rui! A primeira derrota em cinco anos e oito meses.

Quando precisava de golear, lá recorreu aos do costume. A coisa até estava a correr bem, quando lhe passsou pela cabeça trocar Podence por Diogo Jota, que nada acrescentou e até acabou expulso e num rasgo de revolta (deduzo eu) lá tirou o rastafari, trocando-o pelo Ricardo Horta que para que o colega não ficasse ofendido, foi ainda um bocadinho menos eficaz que ele.

Por último e para colocar a cereja no topo desta açorda (que como se sabe não casa), nem deu um minuto sequer a Francisco Geraldes.

 

Era este senhor com que alguns andavam a sonhar para ocupar o posto numa eventual saída de Jesus?

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«FIFA estuda jogos de futebol cronometrados, 60 minutos. Se for avante acabou o antijogo, como fez o Benfica na época 2015/16 em Alvalade: bolas enviadas para o relvado do banco de suplentes, guarda redes 6-7 vezes "lesionado", etc. Com video-árbitro, "padres" controlados ou substituídos por árbitros verdadeiros e com jogos cronometrados, lá se vai o penta.»

Leão de Queluz, neste meu texto


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Balanço (33)
Pedro Correia

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - III

Gelson Martins, no Sporting-Varzim [ver 2' 05'']

(30 de Dezembro de 2016)


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Domingo, 25 de Junho de 2017

Flores Sp pintds 25.06.17.jpg

 

No jardim do leão que replica o de Monchique, a minha terra – o velho leão com quase quatro séculos sonhado para o convento da vila por D. Pedro da Silva, capitão de Malaca e depois vice-rei da Índia –, nesse jardim de uma rotunda de Lisboa pingaram duas gotas de tinta vermelha, a mesma tinta com que foi vandalizado o novo monumento da Cidade do Sporting, o meu clube. O monumento já está limpo. A planta tratará da sua própria limpeza.

Mais depressa passará um camião roubado por uma porta de tamanho 18 do que a identidade do meu clube será destruída. E mais depressa essa mesma porta ganhará um par de orelhas. E mais depressa essas mesmas orelhas servirão de ornamento a um camião roubado e com ligação à Internet para permitir o envio e a recepção de e-mails.

 

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Gostaram desta meia dúzia? Não precisam de agradecer.

 

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As leoas a rugir
Ricardo Roque

Sporting vence a Taça Nacional de Juniores no Futsal Feminino, ao bater o Restauradores Avintenses por 4-3, tendo ganho todos os jogos da final four.

Na Ginástica, Sílvia Saiote, Bruna Li e Maria João Estêvão conquistaram a Taça de Portugal em trampolim absoluto feminino.

No Atletismo, Catarina Karas sagrou-se campeã nacional juvenil no salto em comprimento, com o registo de 5,84 metros.

Parabéns, leoas.

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«Cheira-me que, com o autocarro de cromos que vem aí, vamos ver muito disto na próxima época, experiências sobre experiências, e o Sporting a arder com os pontos...»

SportingSempre, neste meu postal


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Vermelho da cor do crime
António Manuel Venda

Red crime 25.06.17.jpg

 


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Balanço (32)
Pedro Correia

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - II

Bas Dost, o golo da vitória no Braga-Sporting [ver 4' 40'']

(30 de Abril de 2017)


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Sábado, 24 de Junho de 2017
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 E a Taça Nacional de Juniores em Futebol Feminino também vai para o Museu do Sporting. A vitória foi alcançada frente ao Vilaverdense por 2-1, já no prolongamento. É a cereja no topo duma época fantástica do nosso futebol feminino, em que no ano do regresso apenas venceram tudo o que havia para ganhar em todos os escalões. Estas atletas são um motivo de grande orgulho para os Sportinguistas, não só pelas vitórias e títulos alcançados mas pela garra com que sempre se empenharam. Parabéns leoas.

 


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Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Chana e Livramento julgo que não há nenhum sportinguista que não saiba de cor (saber de cor significa conhecer com o coração) estes nomes, significam perfeição ou dream team como se diz agora na novilíngua portuguesa. 

Para nós, sportinguistas, o hóquei patins vence-se ou perde-se dentro do rinque, outros preferem jogá-lo fora do rinque, disputam todos os jogos num ringue de "vale tudo", ia a escrever luta livre, mas a luta, a disputa, o jogo que os fundidos em 1908 sabem jogar é o jogo condicionado, o jogo com as regras subvertidas, se não podem jogar esse jogo, preferem não participar.

Vamos então, ao filme dos últimos cinco minutos do Sporting 5 vs. Benfica 5 disputado em Alverca:

04:17 - Magnífica condução de bola de Tuco a deixar à boca da baliza em João Pinto que com o stick fez a bola beijar a rede, 5 -2.

04:06 - Livre indirecto para os vermelhos, golo marcado por João Rodrigues com o stick, 5 - 3.

03:42 - Livre directo convertido por Carlos Nicolia com o stick, 5 - 4.

03:13 - Mais uma falta marcada a favor do Benfica, expulsão do sportinguista Pedro Gil. Nicolia falha.

01:13 - Desta vez é um penalty convertido por João Rodrigues com o stick, 5 - 5

00:23 - Nicolia assiste João Rodrigues que com a caneleira coloca a bola dentro da baliza do Sporting. As regras impedem que os golos não sejam marcados com o stick, mas o que interessam as regras?

00:11 - Nicolia falha penalty

Resumo, nos últimos quatro minutos o Benfica está (quase) sempre a jogar em superioridade numérica, marca três golos com faltas e faltinhas concedidas pelos árbitros e falha um penalty a 11 segundos do final do jogo, seria campeão se o convertesse.

De quem é a culpa do Benfica não ser campeão?

Do Sporting e da arbitragem.

Mais que um clube, uma organização circense com cavalos amestrados e palhaços que nos fazem rir.

Rir muito.

Nota final: Os meninos da Luz estão amuados e recusam-se a disputar a Final da Taça de Portugal, conferir aqui.


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O tempo está quente e seco. Demasiado. As circunstâncias funestas dos últimos dias inibem-me de brincar e jogar com palavras relacionadas com fogo e incendiários. Por isso vou direto ao assunto. A par do grande orgulho no nosso novo pavilhão, com o reconhecimento e agradecimento à atual Direção do Sporting pelo seu empenho na realização desta obra, não posso deixar de exprimir certa inquietude por alguns tiques cesaristas, implícitos e explícitos, no discurso e na pose de  pessoas com responsabilidades na nossa instituição. Foi assim na inauguração do Pavilhão João Rocha e, por ecos que chegam através da imprensa, também na assembleia geral. A definição de inimigos internos não me parece compatível com a ideia de clube dos sócios, pois todos os inscritos e com quotas em dia, são iguais em direitos e deveres. O Sporting nasceu em 1906, tem história e herança, não renasce a cada direção eleita. A nossa sociedade é democrática e plural, e a liberdade é um bem inestimável, pelo que não pode, na esfera pessoal de cada sócio, haver ditames sobre escolhas assentes nos gostos, nas amizades, com quem se priva ao almoço, etc, etc. Julgo que nada disto está abrangido ou sob alçada dos estatutos do Sporting. Linchamentos e "fogueira", assim como apagar da fotografia, são práticas que a história já condenou. A liberdade individual não pode ser "criminalizada" ou sujeita a contraordenações, pelo que a palavra expulsão não deve constar do nosso léxico relativamente aos comportamentos referidos. É elementar, como asserção.

Todos somos poucos para engrandecer o nosso clube. Os próximos tempos vão ser exigentes pois a nossa imensa massa adepta vive um estado de ansiedade relativamente a ver o Sporting campeão. Urge, sobretudo quando vemos que as vitórias e os títulos são uma realidade na nossa dimensão eclética. E até no futebol, onde o Sporting ganhou quase tudo o que havia para ganhar, incluindo no feminino. Falta a cereja no topo do bolo, a liga principal. E é para isso que temos todos de trabalhar: atletas, treinadores, dirigentes, sócios e simpatizantes. E é agora no estio, sem estiolar, que se prepara as próximas estações. Com esforço, com dedicação, com devoção. 

É uma verdade "La Palissiana" que o Sporting é dos sócios, e tem de sê-lo sempre. Por isso mesmo os eleitos têm de exercer o poder, que temporariamente lhes é conferido por todos os sócios, os que votaram e os que não votaram neles, legitimando-se permanentemente em comportamentos e decisões que respeitem esse mesmo mandato. O mesmo é dizer que têm deveres especiais de unir e não dividir, de cumprirem com o que prometeram, em suma obterem resultados. No respeito dos princípios e valores inscritos no nosso ADN, sem cedência a discurso fácil. Os resultados são a melhor sustentação para o reconhecimento e avaliação de um mandato. É o que espero desta Direção, que é a minha Direção, e deste Presidente, que é o meu Presidente. Sem esquecer que todas as Direções e Presidentes são efémeros e perene só mesmo a instituição. O que importa verdadeiramente é o Sporting Clube de Portugal. Eterno!

 


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Sou contra anátemas. Sou contra a obsessiva procura do inimigo interno. Sou a favor da plena autonomia estratégica do Sporting, nunca subordinada a cartilhas alheias. Sou e serei sempre favorável à liberdade de expressão, dentro e fora de portas do clube.

Além disso, estou firmemente convicto de que o Sporting Clube de Portugal - e não por acaso escrevo agora o nome por extenso - só cresce e se engrandece mobilizando os adeptos pela positiva. Por isso aplaudo com entusiasmo a inauguração do Pavilhão João Rocha, para cuja construção orgulhosamente também contribuí.

Por agora é o que tenho a dizer. Ocasiões haverá para voltar ao tema enunciado em título.

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Balanço (31)
Pedro Correia

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - I

Bruno César, no Real Madrid-Sporting 

(14 de Setembro de 2016)


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Sexta-feira, 23 de Junho de 2017
Expulsemo-los
Edmundo Gonçalves

A ser verdade e tudo leva a crer que sim, o que foi denunciado pelo presidente na AG de hoje configura uma clara violação dos estatutos do Clube.

Por mim, toda a oposição é legítima. Mais, toda a oposição é necessária. Os unanimismos são sempre maus conselheiros e o confronto de ideias é normalmente sinónimo de evolução e sempre um campo fértil onde floresce a democracia.

Mas isto nada tem a ver com a tal de democracia.

Isto é jogar o jogo do adversário, diria no caso vertente, do inimigo.

E quem joga, descarada e despudoradamente, o jogo do inimigo contra nós deverá arcar com as consequências.

Os estatutos são claros.


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Quatro golos da cantera leonina contra a Macedónia no Europeu de sub-21: Bruma (2), Edgar Ié e Podence - este com uma soberba assistência de Iuri Medeiros. A selecção venceu 4-2, resultado no entanto insuficiente para transitar para as meias-finais, na sequência da anterior derrota frente à Espanha (1-3).

O pior em campo - a larga distância de qualquer outro - foi um tal Renato Sanches, que o treinador mandou retirar de campo aos 55 minutos. Uma nulidade.


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 Imagem do blogue Mister do Café

 

«Só alguém muito mal formado se disponibiliza para eleger os piores jogadores (colegas) com quem já jogou, partilhou balneário e emoções.»

Palavras do nosso amigo José de Pina, dirigidas ao único ex-jogador formado no Sporting cujo nome me recuso a escrever ou pronunciar. Um fulano  capaz de qualquer golpe baixo para continuar a aparecer nas notícias. O mesmo que fez apaixonadas declarações de amor eterno ao nosso clube antes de atravessar a Segunda Circular, onde se aninhou no pré-fabricado e ali ganiu juras de paixão papoilenta como se tivesse mamado lampionismo desde o primeiro vagido que pronunciou no berço, com a fralda bem molhada.

Era leão, tornou-se camaleão. Quem não o conhecer que o compre.


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Leoas as sextas
Pedro Correia

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Se queres ver um sorriso

sempre a brilhar neste rosto

só verde e branco é preciso:

a Leoa tem bom gosto.

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«O melhor dos melhores têm de demonstrar em campo que consegue fazer melhor que os adversários e com menos recursos. Só assim é que a história guarda a memória dos Heróis. (...) O Sporting tem de demonstrar em campo que é mais inteligente, melhor técnico-tacticamente e mais audaz. Se Jorge Jesus não tem capacidade que se vá embora.»

Leão da Estrela, neste texto do Rui Cerdeira Branco

 


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Balanço (30)
Pedro Correia

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BAS DOST:

 

- Frederico Dias de Jesus: «Assim nasceu um novo matador em Alvalade!» (24 de Setembro)

- Edmundo Gonçalves: «Pegou de estaca.» (24 de Outubro)

- Marta Spínola: «Temos bons centrais, um Schelotto que começa bem, descarrila pelo meio e corre para apanhar o fim, um Bas Dost que não tem culpa que não lhe chegue sempre a bola...» (29 de Outubro)

- José da Xã: «Assumo aqui e agora a minha desconfiança do jogador no início de época. Mas chegado a este ponto, Dost parece o homem certo no lugar certo. Basta que lhe façam chegar as bolas. Do resto trata ele!» (7 de Novembro)

- Ricardo Roque: «Valeu a categoria de Gelson na jogada do golo, com o acerto de Bas Dost, mas a nota dominante foram os golos falhados. Tanto desperdício poderia ter-nos custado caro.» (28 de Novembro)

- Francisco Vasconcelos: «Jorge Jesus mexe mal na equipa ao tirar Bruno César e  Bas Dost e precisa claramente de dois laterais como deve ser.» (11 de Dezembro)

- Alexandre Poço: «É fundamental manter Bas Dost na época 2017/18. Será pedra fundamental na terceira tentativa de Jorge Jesus para nos dar o tão almejado título.» (13 de Março)

- Rui Cerdeira Branco: «Um ponta de lança fora de série, a melhor contratação do ano, praticamente a única (talvez acompanhado de Alan Ruiz que demorou a render mas parece ser uma certeza). Não é jogador para sozinho dar um título (Jardel há só um) mas é claramente dos melhores que passaram pelo Sporting em muitos anos. Um jogador competentíssimo como matador e a pedir um criativo mais venenoso nas costas e melhores laterais a cruzar...» (14 de Maio)

- Eu: «Desde Mário Jardel que não tínhamos um artilheiro de pé (e cabeça) tão quente como ele. Além disso é um exemplo de companheirismo e camaradagem, no relvado e no balneário. Alguém com fibra de Leão: tem espírito de equipa, é leal na disputa dos lances, nunca nega o contributo para as vitórias e detesta sair do campo derrotado, mesmo que o jogo seja a feijões. Foi um verdadeiro reforço no Verão passado: por isso o aplaudimos em Alvalade como se tivesse sido sempre um dos nossos. É goleador máximo do campeonato português. E o vice-campeão dos goleadores da Europa, só suplantado por Messi.» (22 de Maio)


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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
Isto será sobre o quê?
Edmundo Gonçalves

"200 euros o tempo que quiseres. Se for a três, é 400 euros".

 

Será sobre aluguer de camiões?

Será sobre uma trip de branca?

Será sobre uma viagem de tuk-tuk?

Ou será sobre truca-truca?

Confesso que estou baralhado.

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Pergunto por perguntar
Francisco Almeida Leite

O que vai acontecer ao Carnide B? Não podem estar dois Carnides, A e B, na segunda divisão, pois não? 


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E agora Fernando?
Edmundo Gonçalves

E agora Fernando, será que já tens motivos para levantares o rabo da cadeira?

 

Ou o lugarzinho na UEFA desculpabiliza tudo?...

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Aquele pessoal do Porto Canal arranjou uma série bastante jeitosa: mete sexo, espionagem, chantagem, muito dinheiro, corrupção... Tudo com um grande sentido dramático: a cada semana a coisa vai melhorando e ficamos sempre ansiosos pelo próximo episódio.


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«É difícil olhar para as contratações de Fábio Coentrão e Mathieu (esta ainda por confirmar) sem pensar de imediato que o Sporting pode estar a correr riscos semelhantes aos que assumiu quando avançou para Markovic e Elias. Há um ano, tanto o sérvio quanto o brasileiro pareciam soluções muito boas para Jorge Jesus e afinal foram verdadeiros flops. A um faltava ritmo competitivo; o outro já não o tinha.

Contratar jogadores pelo que se viu deles há dois ou três anos não é boa ideia. O momento é, quase sempre, tudo. E qual é o momento de Fábio Coentrão e Mathieu? Em rigor, não o sabemos. Porque o lateral português na última época foi utilizado em apenas seis jogos, no intervalo de lesões; porque o central francês, na última época, foi utilizado apenas 16 vezes, entre lesões arreliadoras, quando está a poucos meses de completar 34 anos.

Já se percebeu que para Jesus esta dupla terá papel decisivo na próxima época. Por quanto tempo? É essa a questão fundamental.»

José Ribeiro, hoje, no Record


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«Quando se anda uma época inteira à procura de um segundo avançado para junto do Dost e não se encontra, a culpa é de quem? Na falta de um "10" o Pizzi foi inventado pelo Rui Vitória e foi um dos grandes obreiros da vitória [do SLB]. Queixamo-nos de quê?»

Luís Moreira, neste postal


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Balanço (29)
Pedro Correia

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 O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre CASTAIGNOS:

 

- Luís de Aguiar Fernandes: «Podem dizer que o André, Campbell, Castaignos e afins são piores que o Matheus.» (31 de Outubro)

- Eu: «Castaignos, o avançado incapaz de marcar golos, é um novo Barcos.» (4 de Janeiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Gastamos de mais em jogadores que jogam de menos. Douglas, Meli, Petrovic, Paulista, Elias, Castaignos, Markovic ou André têm as portas de saída escancaradas.» (19 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves: «Quando [Jesus] fez sair os homens que estavam melhor (Alan e Bruno) e fez subir William, um jogador que pede gente rápida na frente, a entrada de Joel e do inenarrável Castaignos foram apenas uma decisão tola tomada por equívoco, ou foi uma tola decisão tomada por teimosia?» (5 de Março)

- Luciano Amaral: «Castaignos faz de propósito para falhar golos. Jesus faz de propósito para que o Sporting não jogue nada. Bruno de Carvalho faz de propósito para que os sportinguistas passem a vida a levar enxertos de pancada. Se não é verdade, pelo menos parece.» (8 de Maio)

- Alexandre Poço: «Já vendemos o Luc Castaignos?» (10 de Maio)

- Rui Cerdeira Branco: Este ano foi um daqueles anos em que mais suspirei por vários jogadores que já são nossos, da Academia, e que, ou não estavam ao nosso serviço, ou permaneciam arredados do plantel. Fi-lo sempre que Castaignos tocou na bola.» (22 de Maio)

- José da Xã: «Chamo aqui Campbell, Castaignos, Meli ou André Filipe. Nenhum deles mostrou ser reforço, o que me leva a perguntar como aparecem estes atletas no plantel. Pior… com a sua chegada atiraram alguns jogadores da Academia para a segunda liga ou para outras equipas. Um erro que foi demasiadamente caro.» (27 de Maio)


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Quarta-feira, 21 de Junho de 2017

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O melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, garantiu mais três pontos à selecção nacional. Na vitória de hoje frente à Rússia - turma anfitriã do torneio - na Taça das Confederações. Portugal, com três jogadores do Sporting no onze titular, venceu e convenceu. Um golo solitário bastou para nos garantir os três pontos. Assinado pelo suspeito do costume, que marcou 14 golos nos últimos dez desafios disputados ao serviço da equipa das quinas.

Fica à atenção dos fãs domésticos de Lionel Messi, o segundo melhor jogador do futebol actual. Até eles já devem estar rendidos.


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José de Pina foi nossso colega aqui no És a nossa fé. Por razões que só ele saberá, talvez por falta de tempo avento eu, não colabora mais no blogue.

Isso não invalida que de forma lúcida e assertiva as mais das vezes, toque na ferida que mina o futebol português.

Esta é uma publicação na sua página de facebook, que reproduzo com a devida vénia:

 

"O que é o estado lampiânico - das origens ao momento actual.

 

Começa a ser evidente que todos nós, que não somos do SLB, nos sentimos cada vez mais sufocados com esta sociedade pré totalitária de um certo expansionismo imperialista benfiquista. Aquilo a que eu chamo há dois anos, o  Estado Lampiânico. A implementação deste ambiente não foi por acaso, demorou muitos anos e utiliza métodos clássicos de tomada de poder. Nada disto é novidade, basta estar atento aos sinais.
 

FASE 1 - Criação de uma percepção de poder através de uma grandeza demográfica e social. 

 
O mito urbano dos mais de 6 milhões. Dois terços dos portugueses são do SLB! Portugal é o Benfica e o Benfica é Portugal. Tudo frases que são repetidas há dezenas de anos para impor num subconsciente colectivo uma ideia de gigantismo. Uma força sociológia e demográfica para impor poder.  A mentira do “Somos 14 milhões em todo o mundo”, feita a partir de estudo que foi adulterado e que já foi negado pelos próprios autores. Esta ideia, mitómana, de uma maioria esmagadora de benfiquistas  foi a alavanca para a fase seguinte.
 
FASE 2 - Tomada e captura da Comunicação Social. 
 
Tal como nas revoluções e golpes de estado, o controlo da informação é fundamental. Jornais, radios e os canais de TV, são logo as primeiras instalações a serem capturadas. A tal força demográfica tem de se legitimar através da chantagem proto-totalitaria e monopolista do: “Somos muitos”. A ameaça da quebra de vendas de jornais, audiências televisivas e consequente perda de receitas publicitárias é o mantra para a necessidade de capas, artigos e noticias simpáticas para essa tal maioria que não pode ser beliscada. Jornais como montra de jogadores. Publicidade a Academia de jogadores. As empresas começam a fazer contas: “Eles são mais, a maioria da imprensa está com eles, temos de usar o SLB para promover a nossa marca.”  A criação através das Cartilhas ou Al Carnidão de um pensamento único sobre o clube no espaço mediático. E assim se cria a percepção de um força enorme da tal marca Benfica com a entrada de invstimento e rendimentos publicitários no SLB.
 
Com a soma da Fase 1 com a Fase 2, estavam criadas as condições para o assalto ao país desportivo.
 

FASE 3 - Tomada do poder político e judicial.

 
Os políticos gostam de chegar ao poder e depois não querem sair. Quando há um clube que criou uma percepção de grandeza demográfica e que se reflecte na comunicação social, qualquer politico (seja de que clube for) não se arrisca a hostilizar esse clube proto totalitário. Não é por isso de admirar as decisões, algumas inacreditáveis, sempre a favor do SLB. 
 
Exemplos: Leis feitas à medida para validar acções de uma SAD não cotada em bolsa. Dá-se a essas acções um valor ficticio e exagerado para um clube em ruína como garantia para umas enormes dividas fiscais. Tivemos trocas de terrenos desastrosas para a CML (Caso EPUL). Construção de piscina, pavilhão e museu sem licenciamentos camarários. Etc, etc. Dirigentes que continuam sem prestar contas de dividas. “Eles são muitos, têm a comunicação social, o país pára sem eles. Olha, o melhor é deixar andar para não nos chatearmos”, pensam os políticos e responsáveis deste país.
 
O Benfica é o clube de todos os regimes. O regime, qualquer que ele seja, serve-se do SLB, porquê? Porque está criada a ideia demográfica de uma esmagadora maioria e que é preciso agradar para ganhar votos e ter o povo do nosso lado. 
 

FASE 4 - Consolidação e disseminação.

 
Esta é a fase actual. Comentadores formados na BTV que são estrategicamente espalhados por canais de TV. Directores e sub directores de jornais. “Opinion makers”, como o ex ministro e maçon, Rui Pereira, a utilizar o seu espaço jornalístico para dar uma ajudinha ao seu clube sobre o caso vouchers. Na  semana passada  assistimos a vários programas especiais para falar do caso emails, com painéis total ou maioritariamente de gente afecta ao SLB. Ex arbitro e comentador de arbitragem na BTV, é convidado como imparcial para programas de outros canais.  Carlos Janela, depois de tudo o que se sabe, continua a ser um comentador “independente” e participa em programas criando sempre uma maioria pró benfiquista. Depois vemos o poder politico a prestar vassalagem na tribuna da Luz. Gostava de ver o ministro das finanças Centeno e o 1ºministro António Costa na tribuna da Luz, mas vestidos à Cobrador do Fraque. Tudo isto vem sempre suportado com a ideia de que sem o SLB o país pára. O PIB desce. Blá, blá, blá. Quem não se lembra destes chavões? Mais recentemente tivemos o aproveitamento de declarações de Isabel Jonet, Banco Alimentar (ver e ouvir no site da TSF), para se fazer campanha de marketing ao clube onde se passa a ideia de que quando o SLB joga isso se reflecte nas ajudas de alimentos e de voluntariado. Sim, foi uma campanha concebida pela empresa criativa Escritório que colabora com o Benfica ( foi noticia nos jornais de Economia). Tudo muito genuíno e espontâneo... 
 
É este o actual momento de expansão do ESTADO LAMPIÂNICO. A próxima e ultima fase, que ainda não está no terreno, deverá ser a Subjugação dos rivais a caminho do unanimismo - Provocar nos rivais a sensação de que nada há a fazer, eles são mesmo muitos, nós é que estamos mal e só temos direito a umas migalhas - O Carnide dos mil anos! A noticia de que o estado português está próximo de dar autorização para uma escola secundária e uma universidade do SLB é algo de intrigante (noticia do jornal Record 14 Junho).  Nessas futuras escolas vai rezar-se o Al Carnidão todos os dias? Os clubes têm o direito de crescer e ser mais vitoriosos, mas tem de ser com respeito e sã competição, e não através de uma monumental teia de interesses, manipulação e propaganda. 
 
Repito o que já ando a dizer há uns tempos: O SLB não é um clube organizado, é uma organização que tem um clube.
 
Para a defesa do desporto nacional e de uma rivalidade e competição saudável, temos de denunciar tudo o que de errado e estranho se está a passar.
 
Saudações Leoninas."


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Doumbia e Ouattara
Francisco Chaveiro Reis

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Seydou Doumbia estará a caminho de Alvalade. É um bom avançado marfinense que deve chegar por empréstimo da Roma após época em que marcou 21 golos no Basileia (o seu substituto será Van Wolfswinkel). Teve grande sucesso no CSKA (marcou três ao Sporting em 2015) e Young Boys e teve passagens menos felizes por Roma e Newcastle. Na nossa liga poderá dar-se bem, como apoio de Dost ou como sua alterantiva. Com esta notícia é tempo de recordar o Ahmed Outtara (Ú-Á-Ouattara!), avançado marfinense que passou por Alvalade entre 1995 e 1997, marcando 6 vezes em 27 partidas. Outtara foi com Missé Missé e muitos outros, símbolo de um Sporting menor, repleto de jogadores de qualidade duvidosa. Espera-se bem mais de Doumbia, 35 vezes internacional ao lado de Drogba. 


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Um dia grande para o desporto português e para a cidade de Lisboa, um dia inapagável na história do Sporting. O dia de hoje, com a inauguração do Pavilhão João Rocha. Um sonho antigo da nação leonina tornado realidade pelo presidente Bruno de Carvalho, com o apoio firme de milhares de sócios e adeptos que não ficaram esquecidos neste empreendimento. 

Há que dar o mérito a quem é capaz de passar das intenções aos actos neste país onde sobram palavras e escasseiam obras. Agora que venham as enchentes. E as vitórias.


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«O que fez Bruno de Carvalho? Possivelmente agindo por impulso, completamente dominado pelo sentimento clubístico anti-benfiquista, só pensou mesmo em dar um tiro no porta-aviões benfiquista, com a clara intenção de lhe provocar um rombo, roubando-lhe um treinador que ajudou o Benfica a ganhar diversos títulos.»

Orlando, neste texto do Edmundo Gonçalves


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