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És a nossa Fé!

Terça-feira de Carnaval

1. Godinho Lopes quebra o silêncio para atacar Ricciardi, em plena sintonia com Madeira Rodrigues.

 

2. O desaparecido Paulo Pereira Cristóvão também reaparece para dar uma mãozinha ao rival de Bruno de Carvalho.

 

3. O candidato alternativo apresenta enfim o seu treinador.

 

4. "Juande Ramos vai ganhar menos que Jesus." Alguém explica a Madeira Rodrigues que a língua portuguesa é muito traiçoeira?

Questões de campanha.

Se o treinador do PMR é o Juande Ramos, que está sem clube, porque é que é o Boloni a pegar na equipa até ao final da época?

 

Vou mandar o meu bitaite (e fico à espera do vosso): porque quem PMR queria mesmo era um treinador português que anda a lutar para não descer em Inglaterra, e cujo contrato termina no fim do ano, e quando disse aquilo de Boloni ainda achava que o convencia. Correu mal.

 

De resto, também só por isso é que faz sentido que o treinador só seja apresentado quando milhares de sócios já votaram, por correspondência, o que só demonstra a falta de preparação do candidato.

Declaração de interesses

Voto Bruno de Carvalho, o mesmo Bruno de Carvalho que não apoiei há 4 anos. Mas o trabalho que ele desenvolveu fez-me mudar de ideias.

É incómodo e nunca foi levado ao colo pela comunicação social, bem pelo contrário. Sempre atacado em todas as frentes, consolidou o Sporting, aumentou o número de sócios, fez crescer as assistências no futebol, fez crescer e fortaleceu as modalidades, fortaleceu a ligação dos Sportinguistas ao Clube e construiu o que tantos haviam prometido: o Pavilhão que fará parte da Nossa Casa.

Lamento a sua devoção a JJ desde o primeiro dia, mas vejo que os que agora criticam o treinador são os mesmos que festejaram a contratação como se de um campeonato se tratasse. Ao contrário deles, eu agora até lhe acho piada. Sim, é possível que eu não perceba nada de futebol, mas no dia em que o Sporting Clube de Portugal for só futebol, avisem-me que eu quero mudar de clube.

Dia 4, lá estarei.

Sporting: questões em debate (12)

Faz falta mentalidade competitiva

«Mentalidade. Falta mentalidade competitiva a todos os níveis. E isto não se resolve apenas e só mandando dez jogadores embora e vindo dez jogadores made in Sporting. A tal falta de mentalidade começa nas camadas etárias mais baixas e daí para cima. Só se resolve portanto com uma boa injecção de querer, ousadia, perseverança, garra. E isso não sei como há-de ser incutido. Finalmente, é necessário muito treino.»

Plínio

 

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Prioridade à prospecção de jogadores

«Prospecção: o Sporting tem que arranjar um departamento profissional, mas competente, com ligações em África e na América do Sul. Poucos, muito poucos, são os jogadores que nos últimos anos foram contratados e considerados mais-valias. Já no que diz respeito a barretes e aquisições que logo no início deixaram muitas dúvidas...»

Carlos Gomes

 

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Ignorar a formação foi erro genético

«Se o nosso presidente foi exímio a contratar treinadores, no que aos jogadores diz respeito, têm sido épocas atrás de épocas a contratar entulho às pazadas – de slavechevs a mankovics… o que nos conduz ao erro genético de ter ignorado uma formação mundialmente reconhecida para ter não sei quantos emprestados no plantel…»

Rute Rockabilly

 

Vale tudo na boatovisão (18)

Pedro Guerra, 13 Fevereiro, TVI 24: 

«O Adrien tem mostrado, de facto, grande profissionalismo mas sei bem que se calhar por vezes alguns excessos dele também têm a ver com o que se passa neste momento com o balneário do Sporting, que de facto está feito em cacos.»

 

«Disseram-me que o processo do túnel de Alvalade está concluído e que a acusação está pronta. Eu só acredito quando vir! A mim disseram-me que o presidente do Sporting, como é evidente, vai ser mais penalizado do que o presidente do Arouca. Como é evidente! Porque foi ele que se portou mal. Mas eu só acredito quando vir, eu só acredito quando vir! Parece que a pena que vai ser proposta vai ser uma pena um pouco pesada, mas eu só acredito quando vir! Porque eu já... depois de tudo isto quanto se tem passado, tudo para mim pode acontecer, tudo para mim pode acontecer, tudo pode acontecer!!» 

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Gostava de apresentar uma ideia a cada candidato. Caro Pedro Madeira Rodrigues, não só deve fazer como diz um protocolo com Boston Celtics, como devia com carácter de urgência fazer uma reunião para que pudéssemos participar já nos playoffs desta época na NBA. Era de candidato. Bruno de Carvalho, queixe-se menos e continue a obra que começou... o pavilhão não chega. Saudações leoninas.»

João Carlos Maia, neste meu texto

Atirar a pedra e esconder a mão

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1. Pedro Madeira Rodrigues convocou ontem os jornalistas para uma inusitada conferência de imprensa, cerca das 23 horas, a propósito de uma gravação não datada - feita à socapa sabe-se lá com que intenções - entre o banqueiro José Maria Ricciardi e o auditor Sikander Sattar, da KPMG, acusando inopinadamente o primeiro de querer subtrair aos sócios a maioria do capital da SAD leonina. Há um projecto em curso para tirar o Sporting dos sócios", declarou, assegurando que Bruno de Carvalho é "uma marioneta" do banqueiro. 

 

2. O candidato alternativo à presidência do Sporting iniciou a campanha com um erro lapidar, transformando Jorge Jesus em seu opositor, e prepara-se para terminá-la com outro erro, agora ao eleger como inimigo Ricciardi, que integra a lista do actual presidente aos novos corpos sociais, enquanto candidato ao Conselho Leonino. Dois clamorosos lapsos estratégicos, que Bruno de Carvalho bem poderá agradecer-lhe: com esta actuação tão errática, Madeira Rodrigues perde de vista o adversário principal.

 

3. "Não sei a data. Pode ter sido recentemente ou há anos", confessou o candidato. Confirmando assim o seu inacreditável nível de preparação. A data é o que mais interessa neste misteriosa gravação anónima "que apresentava vários cortes" - assegura o jornal Record - e esteve ontem algumas horas disponível no Youtube mas foi rapidamente retirada de circulação, após ter sido reproduzida em blogues benfiquistas sob o sugestivo título "O plano secreto dos amigos do Carvalho". À hora tardia a que o rival de Bruno convocou os jornalistas o tal diálogo Ricciardi-Sattar já se tinha tornado inaudível.

 

4. Ao contrário do que Madeira faz crer, a data da gravação é fundamental para contextualizar as declarações de Ricciardi, que foi um dos principais apoiantes dos anteriores presidentes leoninos - designadamente Soares Franco, Bettencourt e Godinho Lopes. Referências a uma recente renovação do contrato de Adrien e a "dois candidatos" eleitorais sugeriam desde logo que a tal conversa terá ocorrido em Março de 2013, quando Carvalho e José Couceiro concorriam à presidência do Sporting e Godinho Lopes procurara acautelar in extremis uma eventual transferência do actual capitão leonino para o FC Porto aumentando-lhe o salário.

 

5. Quaisquer dúvidas existentes sobre o contexto da gravação dissiparam-se já hoje com uma revelação do próprio Ricciardi ao Record: "Aquelas declarações foram feitas no final da era Godinho Lopes, quando o Sporting se encontrava num estado calamitoso, nomeadamente quase em pré-falência. Não via, na altura, outra solução que não fosse o Sporting abrir as portas a investidores, mesmo que isso implicasse a perda da maioria da SAD."

 

6. Interessa saber a data porque na disputada campanha de 2013 a questão da eventual perda do controlo dos sócios do Sporting da maioria do capital da SAD leonina foi o tema que mais dividiu os candidatos. Com José Couceiro a admiti-la e Bruno de Carvalho a recusá-la liminarmente. A vitória do actual presidente deveu-se em parte a esta posição, sufragada nas urnas. E o líder leonino honrou a promessa: a SAD continua maioritariamente nas mãos dos sócios e Carvalho não se tornou "marioneta" de ninguém, ao contrário do que agora apregoa o seu opositor.

 

7. Acontece que há quatro anos Madeira Rodrigues não parecia preocupado com esta questão. Tanto assim que, como já admitiu, votou Couceiro nesse acto eleitoral. Tal como Ricciardi, aliás.

 

8. Que o candidato recorra agora a gravações clandestinas replicadas na blogosfera benfiquista para tentar denegrir o rival é algo que só pode entender-se pelo desespero de quem já se pressente derrotado. É também neste contexto que devem ser entendidas as suas críticas de ontem a Bruno de Carvalho por "só dizer atrás do teclado aquilo que não consegue dizer cara a cara". Palavras que não deixam de ser caricatas, vindas de alguém que, a coberto do anonimato, se especializou durante três anos em críticas ao presidente, à  equipa técnica e aos  jogadores num blogue em que atirava a pedra e escondia a mão.

Sporting: questões em debate (11)

É preciso apostar mais nos jovens

«O único comentário que faço é só este: trabalhem e organizem-se em beneficio do clube. Corram com a maioria dos reforços e apostem nos nossos jovens para o bem e para o mal.»

Alberto Miguel

 

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Há que mudar presidente e treinador

«Com os mesmos intérpretes (Bruno de Carvalho e Jorge Jesus) não julgo ser possível retomarmos o rumo que eu tinha por certo e adequado. O primeiro teria que ter a humildade de reconhecer que se enganou ao contratar o segundo e esperar algum tempo mais para inscrever o seu nome na listas dos Presidentes campeões e não tem paciência para tal. O segundo (JJ) teria que mudar de natureza e temperamento e, com a idade que tem, não vai fazê-lo e acho que nem está para aí virado. Há que mudar.»

Rui Alexandre

 

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Urge pôr a equipa a praticar bom futebol

«O modelo de jogo do Sporting tem que ter em Bas Dost a sua figura central. Chega de obrigar o holandês a vir a meio do meio-campo fazer tabelas, despovoando a área para depois as jogadas serem concluídas com cruzamentos para a bancada.
Jorge Jesus tem obrigação de pôr a equipa a fazer mais. E por favor, arranjem laterais que pelo menos não comprometam a equipa. Já não era mau.
Em relação ao que o presidente tem de mudar, depois das eleições haverá tempo para isso. Por enquanto urge é que a equipa pratique futebol.»

João

Ridículo e triste

Palavra de honra que me sinto envergonhado, como sportinguista, com as figurinhas tristes e ridículas que o candidato da lista A, Madeira Rodrigues tem andado a fazer.

Depois da cena caricata e de muito mau gosto na Amoreira, ontem deu-se ao ridículo de, a pretexto de apresentar o seu treinador, mostrar umas imagens de há quatro anos, ainda da gestão de Godinho Lopes, como se fossem actuais e visando um apoiante da candidatura de Bruno de Carvalho, pretendendo demonstrar que as contas do clube estão na merda (desculpem o vernáculo). Ao melhor estilo da comunicação de Mr. Burns e da central lampiânica, pretende ir lançando atoardas tantas vezes até que alguém as entenda por verdades inquestionáveis. Não conseguirá!

Parafraseando Manuel Machado, um cretino será sempre um cretino.

Atitudes como estas e outras, tão tristes e definidoras do carácter(?) do candidato, só demonstram o desespero a que chegou a sua candidatura.

Aquele ar de santinho, de puto que fez uma traquinice e escondeu a mão, definem uma personalidade, a de quem tem a mentira e a impunidade como forma de estar na vida.

Ainda que mal pergunte, candidato Madeira, porque não finge que vai cagar?...

Os melhores prognósticos

Não há fome que não dê em fartura. Depois de duas jornadas sem ninguém acertar, desta vez houve nada menos de cinco vencedores. Todos vaticinaram não apenas a vitória do Sporting por 2-0 na Amoreira, mas também Bas Dost como marcador de pelo menos um dos golos (o outro foi Bryan Ruiz, que ninguém conseguiu antecipar, sem qualquer surpresa.)

Eis o quinteto dos vencedores: Carlos Silva, José da Xã, Leão do Fundão, Leoa Maria e Orlando.

Parabéns a todos.

Pódio: A. Ruiz, Gelson, Coates, Schelotto

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Estoril-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Alan Ruiz: 17

Gelson Martins: 17

Coates: 16

Schelotto: 16

Bas Dost: 15

Paulo Oliveira: 15

Rui Patrício: 15

Bryan Ruiz: 14

Palhinha: 14

William Carvalho: 14

Jefferson: 13

Bruno César: 12

Podence: 1

Castaignos: 1

 

O Jogo  elegeu  Gelson Martins  como figura do jogo. A Bola e o Record optaram por Alan Ruiz.

Sporting: questões em debate (10)

Não é com vinagre que se apanham moscas

«O Presidente deve comportar-se como presidente e não como adepto. Deixe lá o banco de suplentes para os responsáveis do futebol.
O Presidente deve resguardar-se. Deixar-se de guerras de "alecrim e manjerona" que só o desgastam e prejudicam o clube. Sempre ouvi dizer que não é com vinagre que se apanham moscas.»

Romão

 

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Há uma falta gritante de fio de jogo

«Há uma falta gritante de fio e consistência de jogo. Tudo demasiado previsível: bola dos centrais para o meio-campo, lateralização para as alas, sobreposição do lateral e bola despejada na área. As bolas paradas são uma piada de mau gosto, ineficácia total. Incapacidade de introduzir criativadade no jogo: basta os adversários povoarem a área e o Sporting fica anulado.
Gostava de saber o que treinam durante a semana. Fazem apenas recuperação de condição física? Sinceramente não faço ideia, mas pelo produto que apresentam em campo fica a ideia que não há trabalho de casa feito em condições.»

João

 

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É preciso recuperar a serenidade

«Há que ganhar a serenidade. Há que pensar (e ganhar) jogo a jogo. Há que dispensar os excedentários, corrigir os erros de casting, pensar uma estratégia para assegurar, com o mínimo de custo e eventual realização de receitas, um lugar na Champions. É só isto. Temos sob contrato aquele que é, demonstradamente, e de longe, o melhor treinador em Portugal, desde que Mourinho saiu do Porto - aquele que no ano passado nos pôs a jogar como eu nunca vi e nos fez alcançar a nossa melhor pontuação de sempre.»

JPT

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

De mais três pontos conquistados. Vitória merecida frente ao Estoril na Amoreira, por 2-0, com golos de Bryan Ruiz (22') e Bas Dost (86'). Terceiro triunfo consecutivo, após as vitórias frente ao Moreirense e ao Rio Ave. Segunda melhor série de jogos do Sporting nesta Liga 2016/17.

 

De Rui Patrício. Saiu muito bem dos postes, sem hesitar, aos 75', negando assim o golo ao Estoril. Outra exibição convincente do nosso guarda-redes, que regressou à boa forma.

 

De Gelson Martins. Por vezes parece o único jogador que imprime velocidade à equipa leonina. Parte os rins às defesas adversárias, ganha sucessivos confrontos individuais, desequilibra sempre na sua área e oferece golos de bandeja, que os colegas teimam em desperdiçar. Ele próprio desperdiçou hoje um. Mesmo assim, merece ser considerado o melhor em campo.

 

De Bas Dost. O que dizer de um avançado que lidera a lista dos goleadores no campeonato português, levando 18 golos marcados em 23 jornadas, tantos quantos os que Slimani conseguira faz agora um ano? Hoje Bas Dost desperdiçou dois, mas mesmo assim voltou a marcar. Com a originalidade de ter sido o seu primeiro golo de penálti, convertendo-o sem problema - missão de que costuma encarregar-se o colega Adrien, hoje ausente.

 

De Palhinha. Regressou à titularidade, substituindo o castigado (e lesionado) Adrien embora na posição habitualmente ocupada por William, que hoje jogou mais adiantado no eixo do meio-campo. Cumpriu com zelo a missão de que estava encarregado. E não se limitou a bloquear as vias de acesso dos estorilistas ao nosso reduto defensivo: já na segunda parte, soube também construir lances de ataque com qualidade.

 

De ver desfeita a "maldição Adrien". Até hoje, o Sporting teve sempre maus resultados quando o capitão estava ausente. Mas o feitiço quebrou-se. Já era tempo.

 

De voltar a ver Bryan Ruiz marcar um golo. O costarriquenho não marcava desde a primeira jornada.

 

De outro jogo sem golos sofridos. A nossa defesa cumpriu: Coates e Paulo Oliveira estão a revelar-se o melhor duo da época no eixo defensivo do Sporting

 

 

Não gostei

 

Do festival de golos falhados. De quantas tentativas precisamos para marcar um golo? Hoje os nossos jogadores voltaram ao carrossel do desperdício, sem que se perceba bem porquê. 39': grande passe de trivela de Gelson Martins, Bas Dost falha à boca da baliza, chutando para a bancada. 45': excelente lance desenvolvido por Gelson, que endossa a bola a William Carvalho, mas este remata sem nexo, muito acima da barra. 56': primorosa combinação entre Alan Ruiz e Gelson, com este a servir novamente Dost e o holandês novamente a falhar. 70': foi a vez de Gelson Martins desperdiçar um golo cantado, desta vez na sequência de um passe de ruptura de Palhinha.

 

Da lentidão da nossa equipa. Será só cansaço?

 

De Jefferson. Continua a ser um modelo de ineficácia. À beira do fim do jogo, endossou a bola a um adversário em zona proibida. Podia ter sido golo.

 

Da entrada tardia de Podence. Para quê dar um minuto de jogo ao ex-extremo do Moreirense resgatado há semanas pelo Sporting, fazendo-o entrar já no tempo extra? Uma decisão incompreensível de Jorge Jesus, tanto mais que nem precisava de queimar tempo pois a nossa equipa já vencia 2-0.

O debate na blogosfera leonina

A Norte de Alvalade: «São inegavelmente inequívocas as fragilidades de Pedro Madeira Rodrigues e sobretudo da máquina que suporta a sua candidatura. Tal torna ainda mais difícil de percorrer o caminho a que se propôs, que já de si comportava uma tarefa ciclópica: constituir-se como alternativa à aura messiânica que uma grande parte dos Sportinguistas vêem em Bruno de Carvalho, quanto a mim de forma hiperbólica, injustificada e sobretudo perniciosa para o clube e até para o próprio.» (José Duarte)

 

A Tasca do Cherba: «É simples: só mesmo A Bola e O Jogo para escreverem que “Madeira Rodrigues marca pontos” e “Madeira aperta Bruno”, depois de uma noite em que o candidato da lista A se limitou a ataques pessoais, a frases feitas e a espalhar-se ao comprido de cada vez que queria falar mais a sério (as alarvidades de cada vez que fala na formação são impressionantes, por exemplo). Fico cada vez mais com a ideia que Madeira Rodrigues foi escolhido para ser o rosto de um conjunto de interesses. O problema é que é tão mau actor que nem ele parece acreditar no que diz…» (Cherba)

 

Bancada de Leão: «Há muito que se pede um Bruno de Carvalho mais calmo, controlado, sem recorrer ao registo mais agressivo que tem sido marca dos últimos quatro anos. O candidato ontem seguiu por uma das vias que mais considero essenciais para um debate desta natureza: argumentos com dados (ou factos) concretos. Do outro lado, devo dizer que se viu um Pedro Madeira Rodrigues mais assertivo que o normal, na forma e colocação de voz, firme, mas, infelizmente para o debate sem argumentos, sem propostas e com um vazio de ideias muito aquém do que se pretende para um candidato à Presidência do clube.»

 

Leão de Plástico: «O actual presidente quis essencialmente não fazer prolongar o impacto deste debate nos dias a seguir, não quis dar gasolina para o queimarem e diga-se, nesse objectivo, cumpriu impecavelmente. O confronto foi, regra geral, enfadonho… o que penso ter sido o que muitos benfiquistas e portistas menos desejavam e o que muitos sportinguistas estariam dispostos a aceitar como muito melhor do que peixeirada, insultos ou histeria.» (Javardeiro)

 

Leoninamente: «Pedro Madeira Rodrigues superou as minhas expectativas, pela desenvoltura e agressividade que me surpreenderam, mas acabou por confirmar a "verdura" que sempre se me afigurara desde o lançamento da sua candidatura: haverá uma série demasiado grande de lacunas no seu conhecimento sobre a missão a que se propôs, que nenhuma demagogia do mundo consegue disfarçar. Não me parece que tenha conseguido convencer um único sportinguista, para além dos seus apoiantes.» (Álamo)

 

Míster do Café: «Bruno de Carvalho adoptou uma posse mais institucional, algo que acaba por ser normal perante a posição de Presidente. Já Pedro Madeira Rodrigues partiu da posição de quem não tem nada a perder e adoptou uma postura de ataque deliberado contra o actual conselho directivo e as medidas que tomou. Foram inúmeras as tentativas de Madeira Rodrigues em baixar o nível do debate. Bruno de Carvalho resistiu sempre à tentação de responder à letra e conseguiu sempre manter o seu "plano de jogo". A cara de tédio de Bruno de Carvalho a ouvir os soundbytes de Madeira Rodrigues fica para mim como o principal momento visual do debate. Priceless

 
O Artista do Dia: «Bruno de Carvalho procurou mostrar as virtudes do trabalho que desenvolveu ao longo dos últimos quatro anos, enquanto Pedro Madeira Rodrigues jogou mais ao ataque. Em alguns casos, Madeira Rodrigues excedeu-se nesses ataques, entrando em considerações da vida pessoal e profissional de Bruno de Carvalho que nada têm a ver com a sua presidência. Não sei se a ideia seria tentar conseguir reacções mais a quente de Bruno de Carvalho, mas o presidente manteve-se bastante calmo - aliás, mais calmo do que seria de esperar.» (Mestre de Cerimónias)
 
Sporting Visto Por Nós: «Para quem durante estes anos, como eu, apontou a Bruno de Carvalho um enorme defeito comunicativo, divisionista até, viu-se ontem na obrigação de o repensar pois, afinal, Pedro Madeira Rodrigues, do outro lado da "barricada" apresenta-se nessa mesma índole. Em algumas situações, pior até, revisitando o paradigma dos Viscondes, quando afirma com a maior das naturalidades que "os Sportinguistas têm mais dinheiro que os outros". Deste proto-elitismo propalado pelo candidato que reúne em si a oposição estou eu mais que farto!» (Mauro Silva)
 
Tu Vais Vencer: «Pedro Madeira Rodrigues entrou preparado mas foi cometendo várias gafes, como aquela em que disse que Wolfswinkel tinha sido vendido por esta direcção, quando foi vendido por Godinho Lopes para "pagar salários" que só foram pagos quando Bruno de Carvalho chegou ao Clube. PMR mostrou ter ideias válidas mas o somatório dessas ideias está longe de formar um projecto desportivo convincente para o Sporting Clube de Portugal.»

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Bruno de Carvalho deve manter-se à frente do Sporting porque fez um óptimo trabalho, medido na notabilíssima medida em que impediu que o Sporting falisse financeiramente (houve mesmo este risco, caros consócios!). Merece manter-se na presidência porque devolveu orgulho à massa adepta, porque voltámos a ser uma equipa competitiva e temida. Tudo isto, sob o guião do melhor realizador de futebol português. Jorge Jesus, que Bruno de Carvalho foi buscar vindo do Benfica. Quem é que acreditaria nisto há três anos? Quem?»

Pedro Bello Moraes, neste meu postal

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