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És a nossa Fé!

Bafo-de-Onça

Eu confesso que fui a Alvalade sem qualquer expectativa que não fosse ver o bafo do cigarro electrónico de Bruno de Carvalho.

E os jogadores que hoje Jesus colocou em campo fizeram que eu passasse a maior parte do tempo a tentar descortinar se o presidente exalava fumo ou vapor de água.

Eu compreendo e apoio a decisão de Jesus em colocar as segundas linhas; É aqui, nesta competição sem qualquer importância, que têm que tentar ganhar ritmo. Mas que diabo, custava-lhes muito corresponder à confiança do treinador?

Há por ali gente que está manifestamente fora dela e que, senhores, veio como reforço! Repito, como re-for-ço!

Digam-me lá que tem Petrovic que não tem Palhinha, se fazem o favor. Ou o que anda um Alan Ruiz a fazer passeando-se a passo, passe a redundância, durante o tempo em que esteve (está) no campo? Ou que veio acrescentar Castaignos? O Markovic, alguém deu por ele? O Iuri Medeiros não tinha lugar nesta equipa?

Mau, muito mau, quando num jogo de reservas, contra o Arouca que apresentou também ele uma segunda equipa, o futebol praticado foi confrangedor, duma pobreza franciscana.

Apesar de eu achar que se algum dia calhar ganharmos esta competição devemos entregar a taça à Liga, não invalida que eu ache que quem entra em campo com aquela camisola vestida, não deva entregar-se a fundo.

Foi tão mau, que os nossos melhores foram Paulo Oliveira e Beto, os únicos, com Campbell se quiserem, que estiveram mesmo em campo.

Ah, Jefferson, dizem-me que jogou. Confesso que não o vi. Provavelmente o presidente bafou mesmo e eu no meio de tanto vapor, nem o vi.

Lá terão que ser gastos em Janeiro alguns dos 63 milhões de lucro do 3.º trimestre desta época.

E por favor, tratem da guia de marcha desta malta, 'tá bem?

Ah, uma última questão: Posso pedir os meus 5,01€ de volta?

 

Entre Marcelo e o Barbas

Para o fanatismo lampiónico, o facto de Portugal ter conquistado o Campeonato da Europa e qualificar-se para a Taça das Confederações - tudo pela primeira vez na história mais que centenária do nosso futebol - é uma "novela". Basta consultar as caixas de comentários deste blogue para se confirmar isso.
Estes lampiões mal conseguem esconder a azia, que aliás se compreende: viram a selecção nacional subir ao pódio europeu, a 10 de Julho, sem um só jogador encarnado no onze titular...
Por aqui se vê o "portuguesismo" desta gente. Cega pela clubite, põe a agremiação à frente do País. Entre o Barbas e o Presidente da República, representante máximo dos portugueses, eles preferem abraçar o Barbas.

Clubes solidários

A receita do próximo jogo Barcelona-Real Madrid reverterá por inteiro para os cofres do malogrado clube Chapecoense, que perdeu quase toda a equipa de futebol num trágico acidente aéreo na Colômbia, onde iria disputar a final da Taça Sul-Americana, o seu primeiro troféu internacional.

É reconfortante percebermos que a solidariedade ainda não se tornou mera flor de retórica no desporto. O Chapecoense merece todo o nosso apoio, merengues e culés merecem o nosso aplauso.

Tragédia

A morte de qualquer ser, de forma trágica e violenta, é sempre uma ocasião arrepiante.

Os acidentes acontecem diariamente, pelas mais variadas causas, humanas ou mecânicas.

A queda de um avião, sendo um acontecimento raro face aos milhares de voos que cruzam os céus diariamente, é sempre causa de um número considerável de mortes, pela capacidade cada vez maior que tem este meio de transporte.

Esta madrugada houve mais uma tragédia com um avião, que se despenhou na Colômbia. A bordo seguia uma equipa de futebol brasileira, o Chapecoense, para além de outras pessoas, entre as quais também 22 jornalistas. 

Estas coisas têm mais impacto quando a bordo seguem pessoas um pouco distintas do comum dos mortais, no caso futebolistas, o que já aconteceu, que me lembre, por três vezes na história da aviação.

Resta-me acompanhar o Sporting na manifestação de pesar, nesta hora violenta.

Que repousem em paz os que pereceram e que se recomponham rapidamente os sobreviventes.

O dia seguinte

Bernardo Ribeiro, Record: «O talento de Gelson parece ser, nesta altura, infindável. O naipe de soluções que o jovem dá ao ataque é invejável. Mas a verdade é que na primeira parte houve mais do que isso. William e Adrien dominaram a zona central sem problemas, tendo até a ajuda de Bruno César, que deixava as correrias na esquerda para Zeegelaar - bom jogo do lateral - e ajudava no jogo interior, onde o Sporting dominava a seu bel-prazer.»

 

Filipe Alexandre Dias, O Jogo: «O Sporting arrancou um triunfo que sempre lhe é saboroso no Bessa, num desafio em larga parte por si dominado, mas no qual o Boavista sempre esteve vivo, dando prova disso no final, com os leões reduzidos a dez e a queimarem tempo para saírem vivos. (...) O leão ganhou bem, mas com futebol para não sofrer tanto.»

 

Nuno Raposo, A Bola: «Ciente da sua superioridade, ciente das limitações adversárias, também, o Sporting, ainda com ritmo Champions, lançou-se no ataque, que durante a primeira parte chegou a ser um assombro de qualidade. Expoente máximo disso foram três minutos, o 23, o 24 e o 25, com Gelson e Adrien a ensaiarem primeiro o que Bas Dost concretizou depois no golo que, solitário, daria a vitória aos leões - antes já atirara uma bola ao poste.»

 

Dos jornais de anteontem

O melhor prognóstico

Prognósticos houve muitos, mas certeiros apenas dois: só o nosso colega José da Xã e o nosso leitor SportingSempre acertaram no resultado do Boavista-Sporting (0-1).

Aplicado o critério do desempate, a vitória nesta ronda de vaticínios cabe ao José da Xã, que acertou também no nome do marcador: Bas Dost.

O que lhe dá ainda mais responsabilidade para as próximas duas rondas - incluindo a do dérbi da capital. Faltam 13 dias para esse confronto.

No Bessa, com boa vista

Tive oportunidade de assistir à vitória do Sporting, no sábado, no Bessa. Num lugar privilegiado, com boa vista, percebi como a pressão dos jogadores e espetadores da casa sobre o árbitro, constante do primeiro ao último minuto, deu resultado. Por exemplo, na expulsão do Rúben Semedo. Mas também nas muitas faltas marcadas contra o Sporting, ao mais leve contacto. Valeu a categoria de Gelson na jogada do golo, com o acerto de Bas Dost, mas a nota dominante foram os golos falhados. Tanto desperdício poderia ter-nos custado caro, apesar do Boavista não ter tido, praticamente, remates certeiros à baliza de Rui Patrício. Melhor que o empate do ano anterior, mas ainda assim uma vitória pouco expressiva face à nossa superioridade. Eficácia precisa-se!

Lá, tal como cá!

Era já noite quando vi a Real Sociedad jogar contra o Barcelona treinado por Luiz Enrique. Um jogo empolgante que terminou com um (injusto) empate a uma bola.

Porém deste clássico retenho duas coisas importantes:

a primeira foi a forma acutilante e corajosa como a equipa de S. Sebastian se bateu em campo contra o campeão em título;

a segunda tem a ver com o árbitro do encontro que prejudicou, e de que maneira, a equipa que jogava melhor futebol.

Ora sempre pensei que a característica de maus árbitros fosse coisa bem lusa. Porém, perante o que me foi dado observar, lá tal como cá, também têm árbitros... fraquinhos, fraquinhos!

Aguenta, coração

Um empate a três foi quanto bastou ao Sporting para superar o FC Dynamo, nesta ronda de elite da UEFA Futsal Cup, conquistando justamente um lugar na Final-Four a realizar lá para a Primavera, em Abril.

Pode parecer ter sido fácil, mas convém lembrar que o FC Dynamo está acima do Sporting no ranking, era cabeça de série e foi o único (cabeça de série) a ser eliminado. Pelo Sporting, que se junta a Kairat, Ugra e Inter.

Estão de parabéns os nossos futsalistas e a equipa técnica comandada por Nuno Dias.

E os mais de dois mil leões e leoas que encheram "até ao telhado" o multiusos de Odivelas e que foram parte importante, também, deste feito.

Spooooorrrtiiiiiiiiinnggggggggggg.

Segundas à noite são de #Sporting160

Às segundas ao serão (excepção feita a semana passada, que foi na terça), há pelo twitter uma conversa simpática e informal com um twitter sportinguista, escolhido pelo João Castro. É uma alternativa agradável aos serões futebolísticos de segunda à noite, dos quais desisti há muito tempo. O João pergunta o que nos liga ao Sporting, dá espaço ao mais elementar, que nem sempre é falado e sabe bem relembrar: onde começou? E personaliza, tenta conhecer-nos previamente para que não seja uma coisa impessoal e em série.

Calhou-me ser a entrevistada a seguir ao jogo com o Real, mas correu tudo bem. Afinal é sobre a nossa ligação ao Sporting, e essa é inabalável.

As entrevistas são depois publicadas no blog Bancada de Leão, para se poderem ler fora do twitter. A minha está aqui, e copio parte:

21 - Como vês o clube com uma massa associativa tão jovem (M/F) apesar dos poucos títulos nos últimos anos? 
Revejo-me um pouco. O Sporting foi campeão em 82, eu tinha 5 anos, não me lembro. Só voltou a ser em 99/00 e eu cresci a ser do Sporting, quis ser sócia aos 15, estávamos em 92, naturalmente não foi por títulos. No fundo lembro-me de tantos títulos como alguns deles :) os mais pequeninos serão como eu fui, digo eu. É do Sporting quem gosta do Sporting. E quem resiste!

Para seguir estas entrevistas no twitter (não é preciso ter conta), basta seguir a hashtag #Sporting160, ou espreitar a conta do @castrojr76

Pódio: Gelson, William, Bas Dost

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Boavista-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Gelson Martins: 18

William Carvalho: 18

Bas Dost: 18

Coates: 17

Bruno César: 16

Adrien: 16

João Pereira: 15

Campbell: 15

Marvin: 15

Schelotto: 14

Rui Patrício: 13

Bryan Ruiz: 12

Rúben Semedo: 9

Paulo Oliveira: 2

 

O Jogo elegeu William Carvalho como figura do jogo. A Bola e o Record optaram por Gelson Martins.

Cinco

Esta jornada do campeonato está a ser muito positiva. Trouxemos três pontos do Bessa e ganhámos mais dois pontos nesta jornada com o empate imposto ao FC Porto, nosso rival directo, no estádio do Restelo.

Tudo bem. Ainda antes de o fim de semana chegar ao fim.

Bas Dost versus Slimani (combate de gigantes) - 3

De forma lenta mas assertiva o ponta de lança holandês ao serviço do Sporting vai somando golos. Hoje marcou mais um. O sétimo da sua conta pessoal, neste campeonato.

Ainda por cima um golo que deu a vitória à nossa equipa. Como isso é importante... Para o próprio e acima de tudo para a equipa.

Bas Dost não tem a fogosidade de Slimani mas mesmo assim vi-o a tentar recuperar bolas e até a fazer de defesa quando viu que seria necesssário.

É por todos sabido e reconhecido que o futebol é um desporto total, de equipa. E o holandês mostrou uma vez mais que o importante é o resultado final, mostrando uma disponibilidade e entrega dignas de assinalar.

Aguardemos por mais... golos e vitórias!

Os nossos jogadores, um a um

Segunda vitória consecutiva do Sporting, segundo jogo seguido sem sofrermos golos. Fomos ao Bessa, onde há um ano tínhamos empatado a zero, vencer o Boavista. Vitória pela marca mínima, 1-0, mas suficiente para nos garantir três pontos. Bom desfecho de uma exibição categórica do onze leonino num estádio tradicionalmente difícil para qualquer equipa.

O resultado foi construído na primeira parte, novamente por Bas Dost, completando exemplarmente uma jogada genial de Gelson Martins - de novo o melhor elemento em campo. O jovem extremo direito fintou três adversários e cruzou na perfeição para a cabeça do internacional holandês.

Já antes Dost tinha rematado ao poste, logo aos 8', muito bem servido por Joel Campbell, que repetiu a titularidade: Jorge Jesus preferiu deixar no banco outro costarriquenho, Bryan Ruiz, que só entraria aos 60'.

No segundo tempo, destaque para um tiraço de Bruno César à barra: iam decorridos 73' e apesar de a bola não ter entrado era um sinal evidente de que o Sporting, quatro dias após ter defrontado o Real Madrid em Alvalade, estava de boa saúde física e anímica. Deixando para trás o fantasma dos maus resultados após cada jornada europeia.

Continuamos a depender só de nós na Liga 2016/17. Apenas isso interessa.

 

............................................................................

 

RUI PATRÍCIO (5). Teve muito pouco trabalho mas cumpriu nas raras ocasiões em que foi chamado a intervir. Protagonizou um lance polémico ao entrar na baliza com a bola dominada, mas sem que esta cruzasse a linha de golo.

SCHELOTTO (5). Substituiu João Pereira como lateral direito titular. Não pareceu em boa condição física, como viria a confirmar-se logo a abrir a segunda parte, quando se lesionou por aparente má colocação do pé.

COATES (7). Impõe-se cada vez mais como um dos melhores centrais do campeonato. Outra exibição categórica, em que não se limitou a defender: também foi à frente, apoiando bem os seus colegas. Grandes cortes aos 44' e 80'.

RÚBEN SEMEDO (6). Ganhou muitos confrontos individuais, exibindo-se com a autoconfiança que todos lhe conhecemos. Abusou por vezes do contacto físico, mas não no lance em que foi muito mal expulso, aos 83'.

MARVIN (6). Com poucos rasgos, mas sem deslizes. O holandês desta vez mostrou-se mais maduro e tranquilo. Protagonizou uma grande jogada individual aos 64'. Soube queimar tempo, com inteligência, no período extra final.

WILLIAM CARVALHO (7). Fez rolar a bola sempre controlada e transformando o nosso meio-campo numa muralha defensiva. Excelente lance individual aos 52' na grande área. Quase toda a construção passou por ele.

ADRIEN (7). O complemento ideal de William: formam ambos a melhor parceria de médios do futebol português. Eficaz a recuperar bolas, arguto a dar sequência aos lances, com uma grande visão de jogo. Acabou quase esgotado.

BRUNO CÉSAR (7).  Começou como segundo avançado, depois descaiu para a ala. Em qualquer lugar jogou com garra e brio. A sua "bomba" à barra merecia ter sido golo. Sacrificado aos 85': teve de sair quando Rúben foi expulso.

GELSON MARTINS (8).  De novo o melhor em campo. Falhou o golo aos 22', a passe de Bas Dost. Mas fez tudo o resto muito bem: desequilibrou, assistiu para o golo do holandês (25'), serviu Bruno César na bomba à barra (73').

CAMPBELL (7). Merece ser titular e o treinador recompensa-o. Veloz e dinâmico, serviu Bas Dost, que atirou ao poste (8'). Grandes trocas posicionais com Gelson e Bruno César, baralhando o bloco defensivo rival. Substituído aos 60'.

BAS DOST (7). Foi contratado para marcar golos e tem vindo a cumprir: o cabeceamento certeiro aos 25' valeu três pontos à equipa. Ainda rematou ao poste e teve boas movimentações em várias áreas do terreno.

JOÃO PEREIRA (5).  Entrou aos 47', rendendo o lesionado Schelotto. Foi bastante mais contido do que noutros desafios, talvez lembrando o cartão vermelho recebido quatro dias antes frente ao Real Madrid em Alvalade.

BRYAN RUIZ (5).  Substituiu Campbell aos 60', numa altura em que o treinador pedia à equipa maior contenção de bola. Cumpriu a missão no ritmo pausado a que já nos habituou mas sempre com bom toque de bola.

PAULO OLIVEIRA (-).  Entrou aos 85', colmatando a súbita vaga de Rúben Semedo. Jogou o tempo suficiente para ajudar a conter a previsível investida final do Boavista, que não passou de breve fogacho.

Três pontos

Depois do esforço de Terça-feira, mais uma jornada complicada, hoje, no Bessa.

Num jogo que começámos claramente por dominar e que poderíamos ter matado por quatro ou cinco vezes, acabámos a defender três pontos mais que justos, outra vez contra catorze.

Para aqueles que nos virão aqui chatear a moleirinha com aquilo a que irão chamar anti-jogo, a minha resposta em gargalhada é: Finalmente aprenderam a defender um resultado. Contra tudo e contra todos!

Para aqueles que ainda aqui aparecem com a estória do Slimani, serve aquela cotovelada do rapaz axadrezado na cara de Coates.

Muito Bom - Adrien, William, Coates, Gelson (melhor em campo mais uma vez) e Dost.

Bom - Bruno César.

Suficiente - Os restantes.

Rui fez uma defesa, em cima do risco. Aposto que a partir de hoje teremos aí um camião de defensores do vídeo-árbitro e da tecnologia da linha de baliza, vai uma aposta?

Bom - O domínio do jogo na primeira parte e algumas boas jogadas.

Mau - Os cruzamentos (o único que "entrou" foi o do golo) e (a falta dos) os remates.

Este já está, siga a banda.

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