Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016
Leitura recomendada
Pedro Correia

 

O problema dos quatro Campeonatos de Portugal e dos quatro Campeonatos da Liga (experimentais). No Com quem é que joga o Sporting?

 

O Sporting pode e deve apregoar orgulhosamente os seus 22 títulos de campeão nacional. N' O Artista do Dia.

 


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Ontem foi injustiçado.

Hoje é dia de se fazer justiça.

Convocaram para a selecção o RS35 errado.

O que foi convocado não joga.

O que não foi convocado joga que se farta.

Rúben Semedo, 35, o original é sempre melhor que a cópia.

Como constatámos aqui, o emplastro original, também, é melhor que a cópia.


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«William Carvalho! Um Enorme Jogador! Depois de ver o jogo na TV em modo normal, vi novamente mas, desta vez, só a olhar para o William... é inacreditável a forma como joga agora: cabeça levantada, bola colada ao pé e não perde, recupera inúmeras bolas e, pelo seu elevado sentido posicional, anula muitas jogadas do adversário antes de este as esboçar.»

Sérgio Nunes, neste meu texto


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Leoas às sextas
Pedro Correia

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FILIPA MENDONÇA

"Estou muito feliz e orgulhosa por esta oportunidade. Sinto que faz todo o sentido esta opção profissional na modalidade. É um sonho assinar pelo meu Clube e estou cheia de vontade de começar."

(Funchal Notícias, 21 de Setembro de 2016)

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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016
Está explicado!
Francisco Vasconcelos

Depois de ver isto, percebi o estado em que está o selecionador Fernando Santos e já não me surpreende que Rúben Semedo não tenha sido convocado.


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a nossa champions
Pedro Boucherie Mendes

Nunca tive muita paciência para a fase de grupos da Champions. Ou se é tubarão e a passagem acaba por estar quase garantida, ou tudo pode acontecer. E não tenho paciência, porque há um fingimento geral em relação a isso.
Vejamos. Distracções, penalties duvidosos, livres directos, bolas na trave, jogadores inspirados que fazem a exibição de uma vida, tudo entra em campo nesta altura e acaba por nivelar a coisa, mais do que se suponha, entre não tubarões. Neste sentido, as equipas portuguesas (não sendo tubarões), precisam de sorte e de a saber procurar. Desde logo no sorteio, em seguida na ordenação das jornadas e na sua ligação à jornada doméstica e à forma e adaptação dos reforços. Com tudo isto no tabuleiro, pronto para ir ao forno, irritam-me os comentadores, adeptos e teóricos que acham que se pode concluir muita coisa acerca da equipa. Porque todos fingem que a Champions é importante na vida dos clubes portugueses, como fingem que as equipas dos nossos grupos são do melhor que há. Não é, como JJ já disse várias vezes e não são. O Besiktas por exemplo é uma péssima equipa, como é o Légia, ou o Brugge. O Leicester nada tem a ver com o Real ou o Dortmund e mesmo o Napoles está a dois mil quilómetros de ser um colosso.
No fim do dia, o que interessa mesmo é ganhar a liga nacional e ir para o Marquês (ou avenida dos Aliados). Todos o sabem, do segurança que está na cancela da Academia ao presidente, mas todos alinham nesta coisa mais ou menos parola de que os clubes portugueses têm pergaminhos na Champions. Não têm. O que acontece é que em alguns anos têm mais sorte que outros e vão passando a fase de grupos até serem comidos por um tubarão. É ir ver o sorteio do Porto que ganhou a  final do Mónaco e aquela sorte do golo do Costinha em Manchester ter sido validado.
Para que me percebam melhor, o apuramento é fundamental por causa da massa e da visibilidade que dá aos atletas (para os vender), os pontos são precisos pela massa extra, mas a partir de determinada altura é cerrar os dentes e acender velinhas para não levar uma coça que fará os adeptos dos outros clubes gozarem com o nosso. É pensar pequeno? Eu chamo-lhe damage control e gestão das expectativas, porque muito do nosso futebol se joga fora de campo. Ou no campo, sem ter a ver com o jogo em si. Rui Vitória deixa André Horta a titular (e tira Sálvio) e faz subir Carrillo porque a ideia é mostrá-los no mercado. Adrian Lopez joga porque pode ser que faça um golo que lhe suba a cotação. É também isto a nossa Champions.
Eu acho que não estou sozinho neste encarar de Champions como algo exógeno aos objectivos da época. Acho que se nota nos nossos jogadores (dos três grandes). Pressente-se que eles sabem que não terão nenhuma hipótese de vencer aquela competição e se entregam à sorte do jogo. Se marcarem primeiro, tanto melhor. Se não o empate serve. A derrota? Se não for por muitos, também está bem… Viu-se no pós-jogo de Madrid, mas também no pós-Besiktas, um conjunto de bons rapazes muito bem pagos, mas que de equipa e sistema de jogo nada têm. Se o Real é de facto bom, embora só tenha jogado minimamente nos últimos 10 minutos, pintarem o Besiktas como grande equipa já é gozar. Mesmo o Leicester, enfim…
Curiosamente Gelson ou Gonçalo Guedes (como Renato o ano passado) pareceram ter outra atitude, mais esfomeada. A ver vamos…

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Ficou pela metade!
Francisco Vasconcelos

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Será que, tendo em conta o calendário fácil e a necessidade de renovação, eu sou a única pessoa que não percebe como é convocado o Bruno Alves em vez do Rúben Semedo?

Aproveito ainda para dar os parabéns ao menino Gelson pela merecida primeira chamada às opções do selecionador Fernando Santos.


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Uma pergunta
António Manuel Venda

Se tivéssemos vendido o passe de Slimani ao Nápoles, quantos golos poderia ele ter marcado ontem à noite?

 

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Este sábado, a partir das 18.15, realiza-se o V. Guimarães-Sporting. Sob arbitragem de Artur Soares Dias.

Quais são os vossos prognósticos para este jogo?


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A minha costela Jota Jota
Edmundo Gonçalves

Na jornada europeia, no post lançado pelo Francisco Vasconcelos, finalmente alguém acertou na linha avançada por... Raúl José.

Provavelmente será uma mente mais aberta e menos complexa que a de Jota Jota e se atendermos a que quem acertou teve que levar com ambos durante seis longos e horrorosos anos, terá sido normal ter vindo dali o primeiro "vencedor" do desafio.

Ora, Sábado há mais, em Guimarães, um jogo que não será nada fácil a ver pelo histórico recente. 18,15 horas no Afonso Henriques (se ainda não mudou de nome...).

Faites vos jeux.


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José Nunes, Antena 1: «Aquilo que Carrillo mostrou foi zero. E pior que isso foi a postura dele em campo: muito má, não mostrando nem vontade nem dinamismo. Foi um erro de casting total, absoluto. Um fiasco. Opção estranha de Rui Vitória.»

 

Jorge Baptista, SIC Notícias: «Carrillo foi um jogador inerte. Perdeu muita bola dividida, não conseguiu ganhar velocidade, não deu profundidade à ala do Benfica, não criou qualquer tipo de desequilíbrio. Quase um jogador a menos. Se as unidades não funcionam o colectivo vai ao ar.»

 

* O Benfica bateu-se bem no estádio de San Paolo, apontando dois golos e sofrendo apenas quatro frente ao Nápoles, que nunca tinha marcado tanto num só jogo da Liga dos Campeões


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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016
Calma
Edmundo Gonçalves

Ainda faltam quatro jogos.


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Legia de Varsóvia pelos três diários desportivos:

 

Adrien: 19

William Carvalho: 18

Bryan Ruiz: 17

Bas Dost: 17

Rúben Semedo: 17

Gelson Martins: 16

Bruno César: 14

Coates: 14

Jefferson: 14

Rui Patrício: 14

João Pereira: 13

Campbell: 11

Markovic: 11

Petrovic: 1

 

A Bola elegeu Adrien como melhor sportinguista em campo. O Record optou por William Carvalho. O Jogo escolheu Bas Dost.


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Pedro Guerra, 26 Setembro, TVI 24:

«Parece que eles agora... há uma nova condenação... fala-se aí numa condenação de um milhão de euros... parece que o Sporting foi condenado em mais um processo... um milhão de euros por causa de um jogador por lá... é um processo de um jogador...»


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A todos os sportinguistas que nunca tiveram oportunidade de ver William Carvalho ao vivo, façam-no!

Caso contrário vão perder a oportunidade de ver ao vivo o melhor médio defensivo que já jogou no Sporting.

E é difícil prever quando tempo passará até aparecer um novo jogador com tamanha qualidade naquela posição.

Só têm até final da época!

 

P.s. Ao mesmo tempo apreciem a classe de um senhor chamado Bryan Ruiz, porque também não vai ser fácil ver igual.


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... Quantas das tuas lágrimas são lágrimas do Porto...

 

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Medalha
Pedro Correia

Há castigos que são medalhas. Eis um deles.


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Terça-feira, 27 de Setembro de 2016
90 minutos!
Filipe Arede Nunes

Ganhar é sempre uma maravilha mas, apesar de saber que o mister disse que tínhamos feito um jogo pragmático, o jogo dura 90 minutos. A segunda parte deste jogo foi miserável. Agora espero que no próximo sábado, em Guimarães, nos apresentemos com mais intensidade e ambição do que contra o Rio Ave!


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Depois da excelente exibição de há duas semanas frente ao Real Madrid, desbaratada com dois golos sofridos nos últimos cinco minutos, um jogo de características muito diferentes, o desta noite frente ao Legia de Varsóvia. Jogámos o suficiente para garantir a vitória, que nos permite continuar a sonhar com a passagem à fase seguinte da prova. Bastou meia-hora de aceleração contínua, com jogo objectivo e rectilíneo, para cumprirmos a missão e seguirmos em frente. Longe do brilhantismo conseguido no Santiago Bernabéu, certamente. Mas não me importo de trocar esse brilhantismo pelo triunfo hoje alcançado. Com William, Adrien, Gelson e Bas Dost novamente em evidência.

Facto que merece destaque: foi a primeira vitória de uma equipa portuguesa nesta temporada na Liga dos Campeões.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Defesa aparatosa de cabeça fora da área logo aos 6'. Com segurança e convicção, dando o mote ao seu desempenho durante o resto da partida.

JOÃO PEREIRA (6). Esteve no seu melhor durante o primeiro tempo em contínuas tabelinhas com Gelson. Tirou o pé do acelerador na segunda parte. E abriu o seu corredor aos polacos no minuto 70, felizmente sem consequências.

COATES (7). Exímio a desfazer lances ofensivos da equipa adversária, sempre com a autoridade tranquila que o caracteriza. Quase marcou aos 40' com um soberbo cabeceamento, bem defendido pelo guardião adversário.

RÚBEN SEMEDO (7). Bons cortes ao longo da partida (5', 49' e 52'), contribuindo para a robustez defensiva do Sporting. Foi apenas a sua segunda actuação na Champions. Ninguém diria, a avaliar pela qualidade do seu jogo.

JEFFERSON (6). Jesus parece apostado em recuperá-lo como titular. O brasileiro retribui com voluntarismo e esforço, embora sem esconder algum nervosismo. Tentou o golo aos 22' mas a bola saiu um pouco acima da baliza.

WILLIAM CARVALHO (7). Assegura a cobertura defensiva do nosso meio-campo, num raio de acção muito largo. É o rei das recuperações e ninguém consegue roubar-lhe a bola. Excelente a definir o jogo, uma vez mais.

ADRIEN (7). O capitão inventou a jogada que deu origem ao nosso segundo golo graças à intensidade que põe em cada lance. Recuperou a bola e passou-a muito bem colocada a Bas Dost, que lhe deu a melhor sequência.

BRUNO CÉSAR (5). Vários pontos abaixo da recente prestação no Bernabéu, em que foi um dos heróis leoninos. Marcou bem os cantos, incluindo o que deu origem ao primeiro golo. Tentou o remate de longe, sem sucesso.

GELSON MARTINS (7).  Outra exibição soberba, embora sem atingir o brilho da sua recente prestação em Madrid. Excelentes arranques pela ala direita, aos 11' e 41'. Podia ter marcado aos 18': à boca da baliza, rematou à barra.

BRYAN RUIZ (6).  Positivo: reconciliou-se com o golo, ao apontar o nosso primeiro, no minuto 28, na sequência de um canto. Negativo: embrulhou-se demasiadas vezes com a bola, complicando o que é simples.

BAS DOST (7). Início de época de sonho para o artilheiro holandês que veio substituir Slimani. Tem quatro golos marcados na Liga, hoje estreou-se a marcar na Champions, iam decorridos 37'. Estava feito o resultado.

MARKOVIC (4). Substituiu Bruno César aos 67'. Está claramente abaixo de forma: abusa do individualismo e continua incapaz de sincronizar os seus movimentos com os da equipa. Correr muito não basta.

CAMPBELL (5). Entrou aos 77', substituindo um fatigado Gelson Martins. Ajudou a segurar o lateral esquerdo polaco, que estava a subir demasiado no terreno.

PETROVIC (-). Substituiu Bryan Ruiz aos 87'. Estreia na temporada oficial do Sporting após exibições pouco auspiciosas na pré-época. Contribuiu para equilibrar e reforçar o nosso meio-campo, segurando a bola.


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Hoje
António Manuel Venda

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Bryan, Dost, Slimani.

 


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Gostei

 

Do nosso regresso à Liga dos Campeões em casa. Vinte e dois meses depois Alvalade voltou a ser palco de um jogo da Champions. Em boa hora.

 

Da vitória sem discussão. Dois a zero frente ao Legia de Varsóvia, campeão polaco. Dois golos de Bryan Ruiz e Bas Dost, ainda na primeira parte, arrumaram o assunto. Missão cumprida.

 

Do nosso meio-campo. Foi um luxo observá-lo durante cerca de meia hora, entre os 15 minutos da primeira parte e o intervalo. Contínuas trocas de bola, tabelinhas, desmarcações, mudanças de flanco, variações de velocidade, posse quase permanente de bola. Um autêntico carrocel que deixou os polacos com a cabeça à roda.

 

De ver a nossa baliza invicta. Depois de sete golos sofridos em três jogos, soube bem não ter sofrido nenhum nesta partida.

 

De Bas Dost. O internacional holandês soma e segue: cinco jogos, cinco golos. Voltou a facturar: foi o seu primeiro golo na Champions de leão ao peito.

 

De William Carvalho. Outra exibição notável do nosso n.º 14, que funcionou como tampão do caudal ofensivo polaco, inviabilizando as jogadas da equipa adversária pelo eixo central. O campeão europeu confirma-se como um dos pilares do onze titular leonino.

 

De Gelson Martins. Já tinha partido os rins a Marcelo no Santiago Bernabéu, repetiu a graça frente ao lateral esquerdo polaco. Sobretudo na primeira parte, em que inventou vários lances que desbarataram a estratégia defensiva adversária. Pelo que fez nesse período merece ser considerado o melhor em campo.

 

De Adrien. Incansável, novamente. Um poço de energia. Contribuição preciosa para o lance do segundo golo, em que fez assistência para Bas Dost.

 

Da estreia oficial de Petrovic. O internacional sérvio jogou alguns minutos para reforçar a consistência do nosso meio-campo defensivo, ajudando a segurar o resultado.

 

Que não tivesse havido poupanças. Jogou o nosso melhor onze titular, sem ficar ninguém de fora a pensar no desafio de sábado em Guimarães. A Liga dos Campeões é para ser levada a sério.

 

De Raul José. Esteve bem nas substituições. E também esteve bem no banco, com uma atitude serena, sem procurar imitar os inimitáveis jogos histriónicos de Jorge Jesus.

 

Do "12.º jogador". Os adeptos voltaram a comparecer em peso: 40.094 esta noite nas bancadas de Alvalade. Décimo jogo consecutivo em casa com mais de 40 mil lugares preenchidos.

 

 

Não gostei

 

Dos golos falhados. Mais uma vez desperdiçámos a hipótese de terminar um jogo com goleada. Pelo menos duas grandes perdidas: a primeira por Gelson, a um metro da baliza;  a segunda por Coates, de cabeça, levando o guarda-redes polaco a fazer a defesa da noite.

 

De um certo adormecimento na segunda parte. A nossa equipa tirou demasiado cedo o pé do acelerador e limitou-se a gerir a vantagem quando a vitória estava longe de garantida.

 

De um penálti poupado aos polacos. Decorria o minuto 53 quando um defesa do Legia desviou com o braço a trajectória da bola rematada por Bas Dost. Grande penalidade que o árbitro inglês deixou passar.

 

Da ausência de Jesus. O treinador principal do Sporting, expulso no jogo de Madrid, assistiu à partida algures no estádio, longe do banco. Não havia necessidade: Jorge Jesus deve contar as suas explosões de fúria junto à linha para evitar a repetição destas medidas disciplinares.


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Prognósticos antes do jogo
Francisco Vasconcelos

Depois de 2 jogos seguidos sem ninguém conseguir acertar na previsão dos resultados, será que é esta noite, no jogo da 2ª jornada da Champions League, que vamos voltar a ter alguém a acertar?

Eu acredito no 3-1, com golos de "Bis" Dost e Gelson. E vocês?


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A minha costela Jota Jota
Francisco Vasconcelos

Depois de mais uma jornada em que ninguém acertou nas escolhas do nosso técnico para a partida frente ao Estoril, quais são as vossas escolhas para o embate de logo contra o Légia de Varsóvia?

As minhas recaem sobre:

Rui Patrício, João Pereira, Rúben Semedo, Coates, Jefferson, Ruiz, Gelson, Adrien, William, André e Bas Dost


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«Há um ou outro ou muitos jogadores com alguma dificuldade congénita em levantar a cabeça e centrar a preceito, rematar para a baliza e não para a atmosfera fora da área (por isso gosto do Alan Ruiz, remata forte e acerta na baliza), aceitar um livre directo na meia-lua como meio penálti.
E isso treina-se. O Ronaldo treina 500 para marcar um. O Eusébio era a mesma coisa. Esta malta não treina?»

SportingSempre, neste meu postal

 


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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016

Um dos mais costumadas (más!) ideias no futebol corresponde às frequentíssimas comparações de atletas, sem se tentar perceber que um jogador jamais será igual ao outro.

O caso mais paradigmático na actualidade futebolística mundial é a constante tentativa de comparação entre Messi e Ronaldo ou vice-versa. Na verdade, são ambos excelentes executantes, mas muito diferentes um do outro. Como convém aliás!

Não obstante reconhecer ser um erro, há uns anos, neste mesmo espaço, também tomei a liberdade de tentar comparar Montero a um tal de Wolfswinkel. Depois tentei emparelhar o Montero de épocas diferentes. E finalmente comparei Montero a Teo. Até que “El avioncito” partiu para terras orientais. Mas ficou um argelino de 1,88 de altura.

Cabe agora comparar a prestação de Bas Dost (1,96) com as de Slimani. Este, no primeiro ano que esteve no Sporting, marcou somente 8 golos (2013/2014), para na época seguinte passar para 12 tentos. Na última temporada fez 27 remates certeiros, ficando em segundo lugar na lista dos melhores marcadores.

Será com base nestes números (que valem o que valem!) que passarei a analisar a prestação do actual ponta de lança leonino.

Relembro para os menos atentos que à sexta jornada, somente com três jogos realizados, o gigante holandês já marcou por quatro vezes.

Começa muito bem!


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O meu gato vomitou I
João António

Quando o jornalista  da RTP disse :

... é o goleador Argelino ...

... é conhecido Slimani ...

... é um "belo" jogador ...

Mas nunca o dito jornalista nunca foi capaz de dizer:  é  ex-goleador do Sporting Clube de Portugal ! 

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A verdade da mentira
Edmundo Gonçalves

Portugal ganhou esta noite o acesso às meias-finais do campeonato do Mundo de futsal, vencendo por 2-3 a selecção do... Azerbaisil.

A selecção adversária iniciou o jogo com um GR azeri e os restantes quatro, brasileiros naturalizados. Até aqui nada de novo, a Itália já o tinha feito antes, é situação recorrente, mas ontem aconteceu algo de inédito: como o treinador e o adjunto são também  brasileiros, ontem defrontaram-se duas equipas que falavam a língua portuguesa. Confesso que foi algo confuso ouvir, nos "time-out", os "azeris" falar em português com açúcar. 

A FIFA, sob pena de levar ao descrédito uma competição tão importante como é o campeonato do Mundo de futsal, não pode autorizar situações destas. Com a agravante de os atletas brasileiros em questão não jogarem no Azerbaijão, não viverem naquele país e terem sido contratados expressamente para participarem neste campeonato, sendo naturalizados para poderem apenas participar em defesa de um país que alguns deles, eventualmente, nem farão ideia sequer onde fique.

Eu diria que é vergonhoso. E patético.

 

 

 

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Tricampeões
Pedro Correia

Nós temos um elenco de tricampeões. Adrien Silva, Rui Patrício, William Carvalho - todos campeões europeus, todos bem activos na Liga 2016/17.

Eles tinham só um. E acabam de riscá-lo do mapa: o homem não calça


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Domingo, 25 de Setembro de 2016

Bastaria o jogo ter durado menos um minuto para o nosso leitor Leão do Fundão (que previu a vitória leonina por 4-1) ser o vencedor solitário da nossa mais recente ronda de prognósticos para a Liga 2016/17. Assim, pela segunda jornada consecutiva, todos os palpites ficaram em branco.

Aguardemos pelos próximos.


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Há pessoas que vêem mais com um olho que outras com os dois, Camões escreveu mais ou menos isto:

"Já no largo Oceano navegavam,

As inquietas ondas apartando;

Os ventos brandamente respiravam"

Respiremos, brandamente, então e concentremo-nos, este "post" num plácido domingo, sem futebol, conterá uma analepse e uma prolepse.

Barcelos, 6 de Setembro de 2016, cerca das 18h25.

Paris, 10 de Julho de 2016, cerca das 21h35.

Vamos então para Paris, para o dia 10 de Julho, o que aconteceu às 21H35, hora de Portugal continental, saiu a carraça e entrou Éder, o resto já sabemos...

Então e no dia 6 de Setembro em Barcelos?

O que aconteceu?

Aconteceu Gelson.


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Pedro Guerra, 12 Setembro, TVI 24:

«Porque é que o seu treinador [Jorge Jesus] veio dizer que não quis o Rafa? Se calhar o presidente não lhe disse nada... Espere lá... se calhar ele tem razão... se calhar ninguém o avisou... Sabe que há um jogador que o Sporting contratou e que o treinador não sabia? O Spalvis, sabe quem é? Bruno de Carvalho contrata o jogador e o treinador não sabia! Eu sei do que estou a falar... eu sei do que estou a falar...»

 

«O José de Pina, antes de se apresentar neste programa, andava em reuniões da oposição de Bruno de Carvalho. Entretanto deixou de ir a essas reuniões... andava em jantares, andava, andava em jantares... e você até falava bem, as pessoas ficavam impressionadas com as suas críticas... De repente você veio para o programa e deixou de aparecer... você deixou de aparecer... Sabe, ali na zona do Saldanha... sabe?... jantares... ali na zona do Saldanha em que você aparecia... criticava... Sabe, a sua face é facilmente reconhecida, a sua verve também é conhecida, a sua acidez linguística conhecida... Acho que eu acho que até houve pessoas que gravaram as suas intervenções. Portanto, tenha cuidado... tenha cuidado... tenha cuidado... tenha cuidado...!»

 


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Sábado, 24 de Setembro de 2016
O dia seguinte
Pedro Correia

Mário Duarte, O Jogo: «O Sporting chegou à vantagem com naturalidade, na sequência dos atributos técnicos dos seus jogadores em manobra interpretada por Gelson - arranca pela direita e tira o cruzamento calibrado ao segundo poste - e Bas Dost antecipa-se a Lucas Farias e faz o golo de cabeça em gesto técnico perfeito -, porventura duas das figuras em maior destaque nesta fase da época entre os leões: um pela sua explosão, o outro pela eficácia demonstrada desde a chegada à equipa.»

 

Rogério Azevedo, A Bola: «Se esquecêssemos as balizas, o futebol verde-e-branco chegou a ter pormenores deliciosos. Porém, era quase tudo fora da área. Muitas trocas de bola que encantavam os adeptos, mas bastante dificuldade para entrar na área. Até que Bryan Ruiz descobriu Gelson na direita e este, depois de receber a bola e olhar para a área, descobriu a cabeça de Bas Dost. Não era, aliás, difícil: o holandês era o mais alto da área. E, sendo o mais alto, foi-lhe relativamente simples colocar a bola no fundo da baliza de Moreira. Se já não há Slimani, parecia passar a haver Bas Dost. Muito Bas Dost, sejamos ainda mais objectivos.»

 

Sérgio Krithinas, Record: «Foi com as feridas abertas por duas derrotas bem dolorosas, cada uma à sua maneira, que o leão voltou a casa. À sua espera, o apoio de mais de 40 mil pessoas, compreensivas e carinhosas, mesmo aquilo que se pretende depois de um mau dia no trabalho. E o leão agradeceu, sacudindo os fantasmas antes mesmo de eles poderem aparecer, vencendo o Estoril de forma clara, numa demonstração de força que não deve ser subestimada pelos rivais.»


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Estoril pelos três jornais desportivos:

 

Bas Dost: 19

William Carvalho: 19

Gelson Martins: 18

Bryan Ruiz: 18

Adrien: 16

Coates: 16

João Pereira: 16

André: 15

Jefferson: 13

Rúben Semedo: 13

Rui Patrício: 13

Elias: 11

Markovich: 11

Alan Ruiz: 10

 

Os três jornais elegeram Bas Dost como melhor jogador em campo.


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Regresso às vitórias, regresso às exibições convicentes. Com uma equipa madura, bem oleada, protagonista de inúmeras jogadas vistosas, denotando clara superioridade frente a um débil Estoril que foi incapaz de dar réplica ao Sporting.

Vencemos 4-2. Mas o resultado é enganador, tão grande foi a disparidade entre os dois conjuntos. Ao intervalo, vencíamos 1-0. Aos 62', vencíamos 3-0. Os estorilistas apontaram os seus golos em duas das três ocasiões em que dispuseram de algum espaço na nossa área durante toda a partida. Então já a turma leonina deixara de carregar tanto no acelerador, poupando energias suplementares para o desafio de terça-feira, frente ao Legia de Varsóvia, a contar para a Liga dos Campeões.

O melhor deste jogo foi a confirmação da veia goleadora de Bas Dost. O internacional holandês marcou o primeiro e o terceiro, encabeçando já a lista dos melhores marcadores da Liga 2016/17 a par de André Silva (FCP) e Marega (V. Guimarães). Mas com menos minutos disputados. Em três jogos já pôs a sua assinatura em quatro golos. Nada mal.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Encaixou mais dois golos. Sem hipóteses de defesa no primeiro, pareceu no entanto mal batido no segundo, com uma saída extemporânea da baliza.

JOÃO PEREIRA (6). Combativo, como sempre. E muito bem integrado na frente atacante, tabelando com Gelson Martins. Batido em velocidade no primeiro golo do Estoril.

COATES (6). Fez o gosto à cabeça apontando o segundo golo leonino, na sequência de um canto. Bem a defender excepto no segundo golo do Estoril, em que pecou por falha de marcação.

RÚBEN SEMEDO (6). Exibição impecável até aos 85', com a autoridade e a concentração que já nos habitou. Falhou na acção de cobertura ao marcador do Estoril no primeiro golo adversário.

JEFFERSON (5). Recuperou a titularidade por impedimento físico de Marvin. Voluntarioso, com vontade de mostrar serviço. Mas não esteve inspirado nos cruzamentos, a sua habitual mais-valia.

WILLIAM CARVALHO (8). Soberba partida do nosso médio de contenção, especialista em recuperações de bola. Assistência para o terceiro golo e intervenção na construção do quarto com excelentes passes de ruptura.

ADRIEN (7). Voltou a ser o dínamo da nossa equipa, alargando e alongando a manobra ofensiva leonina. É também um poço de energia. Único senão: agarrou-se por vezes demasiado à bola. Saiu ovacionado aos 76'.

GELSON MARTINS (8).  De jogo para jogo assume-se como um dos melhores profissionais que actuam no campeonato português. Fez a assistência para o primeiro golo, confirmando a sua influência no bloco ofensivo leonino.

BRYAN RUIZ (6).  Assistiu no quarto golo, participou na construção do primeiro e soube pressionar o Estoril. Mas mantém uma relação complicada com a baliza: voltou a falhar um golo a escassos metros da linha final.

ALAN RUIZ (3). Com ele em campo, na primeira parte, o Sporting pareceu jogar só com dez. O argentino fez um bom remate mas isto esgotou a sua intervenção no jogo. Jesus decidiu castigá-lo retirando-o ao intervalo. Fez bem.

BAS DOST (8). Titular de novo, deu a resposta adequada. Com dois golos que o confirmam como artilheiro. O primeiro num bom cabeceamento, o segundo culminando uma excelente jogada de bola corrida. Saiu aos 73', muito aplaudido.

ANDRÉ (6). Entrou na segunda parte, conferindo mais dinâmica à equipa em comparação com o que fizera Alan Ruiz nos primeiros 45 minutos. Autor do quarto golo, que certamente lhe transmitirá mais confiança para os próximos jogos.

MARKOVIC (6). Substituiu Bas Dost aos 73'. Protagonista de duas arrancadas que empolgaram os adeptos, aos 74' e 81'. Tem clara vontade de mostrar o seu valor aos sportinguistas, que lhe retribuíram com gestos de incentivo.

ELIAS (4). Substituiu Adrien aos 76'. A equipa em nada beneficiou com a troca, muito pelo contrário. O brasileiro, mal recebe a bola, despacha-a de imediato, sem progredir com ela. Inócuo e banal.


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E assim nasceu um novo matador em Alvalade!

Via Sporting Notícias

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Gostei

 

Da vitória folgada. Vencemos o Estoril em Alvalade por 4-2, num jogo totalmente dominado pela nossa equipa. Quarto triunfo em quatro desafios já disputados em Alvalade neste campeonato.

 

Da nossa exibição. O onze leonino revelou grande dinâmica de jogo, traduzida numa claríssima superioridade sobre a equipa adversária, e uma inegável capacidade de pressão, reduzindo o Estoril à insignificância durante quase toda a partida.

 

De Bas Dost. O internacional holandês marcou dois belos jogos (13'+62') e foi sempre uma referência no ataque leonino, o que me leva a elegê-lo como melhor jogador em campo. Justamente saudado com calorosos aplausos ao ser substituído, no minuto 73, o ponta-de-lança já leva quatro golos marcados em apenas três jogos.

 

De William Carvalho. Exibição notável do nosso médio-defensivo, com incontáveis recuperações de bola e diversas acções de desarme com notório virtuosismo técnico. Primorosa assistência para o nosso terceiro golo. Foi ele também a iniciar a jogada que originou o quarto. Só lhe faltou marcar.

 

De Gelson Martins. Partiu os rins ao lateral esquerdo do Estoril em contínuas acções ofensivas pelo nosso flanco direito. De uma dessas investidas resultou o centro milimétrico que acabou por gerar o nosso primeiro golo. E vão quatro assistências na Liga 2016/17.

 

De Adrien. Incansável, uma vez mais. Voltou a pautar o jogo da nossa equipa com um intensidade digna de aplauso e uma energia que parece inesgotável.

 

Da estreia de André a marcar. Decorria já o tempo extra quando o avançado brasileiro meteu a bola na baliza, após assistência de Bryan Ruiz. Era o nosso quarto golo - e o primeiro dele com a camisola verde e branca.

 

Do apoio convicto dos adeptos. Hoje fomos 41.994 espectadores em Alvalade. Está a ser a temporada com maior assistência média desde que o actual estádio foi construído.

 

 

Não gostei

 

Dos dois golos consentidos. Quase ao cair do pano, duas raras incursões dos estorilistas pela nossa grande área resultaram num par de golos perfeitamente evitáveis. Rúben Semedo não travou o primeiro, Coates falhou a intercepção no segundo. O resultado devia ter sido mais desnivelado para traduzir o que se passou em campo.

 

Dos golos falhados. Bryan Ruiz teve a baliza à sua mercê aos 29', acabando por rematar para a bancada. O mesmo sucedeu a William Carvalho aos 79'.

 

Do marcador ao intervalo. Ganhávamos apenas por 1-0 - resultado manifestamente escasso para a exibição evidenciada nos primeiros 45 minutos.

 

De Alan Ruiz. Uma nulidade enquanto esteve em campo, durante o primeiro tempo: sem dinâmica, sem capacidade de jogar sem bola, estático e conformista. Jorge Jesus fez bem em substituí-lo ao intervalo por André.

 

De Elias. Entrou aos 76', substituindo Adrien. Exibição falhada: é incapaz de transportar a bola, que parece queimar-lhe os pés.


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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2016

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«Na ala esquerda, o jogador que veio do Arsenal... o Chambel... defende mal. (...) Pode jogar o Chambel se jogar um lateral mesmo

RTP3, 18 de Setembro


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Mais uma vez em grande!
Francisco Vasconcelos

Portugal foi campeão da Europa com 11 jogadores formados no Sporting e falava-se de Renato, Éder, tudo para evitar dar valor a quem merece.

O Caixa Futebol Campus, no Seixal, faz 10 anos e fazem reportagens. Já a melhor escola de formação de Portugal e segunda da Europa e do Mundo, atrás do Barcelona, continua à espera do merecido destaque.

Mas realmente já nada surpreende, tendo em conta a forma como a central de intoxicação e propaganda do Carnide funciona.


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