Domingo, 31 de Julho de 2016

 

Por cada leão que cair, outro leão se levantará.

 

O que caiu hoje era um dos maiores. Talvez mesmo o maior. Agora, é chegar aos Jogos Olímpicos e trazer-lhe uma medalha.


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Mário Moniz Pereira
Rui Cerdeira Branco

Temos os cinco violinos e um grande maestro. Um humilde obrigado Senhor atletismo e mais, muito mais.

Na hora da meta final, fica a certeza de que pudemos aplaudir e agradecer ao vivo e em vida um dos nossos melhores.

A maior potência desportiva de Portugal e o atletismo e desporto nacional devem-lhe muito.

Para a História.

 

 


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In memoriam!
José da Xã

Se houve alguém que me marcou, foi ele.

Se houve alguém muito grande neste país, foi ele.

Se houve alguém que todos desejavam ser, foi ele.

Se houve alguém que amou o Sporting, foi ele.

Se houve alguém a quem o país mais deveu, foi ele.

Se houve alguém que foi o expoente máximo do lema do Sporting, foi ele!

Jamais o esqueceremos, Professor, jamais!

 

Também aqui


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Parabéns, Catarina
Pedro Correia

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Já vai tarde a referência elogiosa, mas vale mais tarde que nunca. Refiro-me a Catarina Cardoso, que aguentou muito bem a condução da emissão na Sporting TV quando falhou o directo para Badajoz, terça-feira passada, na primeira transmissão de um jogo da nossa equipa principal no canal do clube, por motivos técnicos alheios à estação, conforme viria a ser explicado.

Foram 15 minutos inesperados a trabalhar sem rede, enquanto se aguardavam as imagens do Villarreal-Sporting. E os problemas técnicos poderiam ter-se prolongado bastante mais, ameaçando até inviabilizar a transmissão do desafio, o que felizmente acabou por não acontecer. Imperou então o profissionalismo da jovem leoa, que segurou as rédeas da emissão - ajudada, é verdade, pelos dois comentadores em estúdio: Fernando Peres e Manuel Fernandes, figuras de referência do universo leonino que tanto prestigiaram as nossas cores como jogadores de eleição.

Mas o principal mérito é dela. Daí as palavras de elogio que aqui lhe deixo. A Catarina merece-as.

 


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Sábado, 30 de Julho de 2016
Crónica de férias
Edmundo Gonçalves

Daqui, de um repouso merecido em Cabanas de Tavira, peço desculpa pelo aparte, mas (provavelmente) a mais linda praia de Portugal, uma pequena reflexão sobre esta pré-época:

- Continuamos com um conjunto com todas as condições para ganhar o campeonato, isso viu-se hoje na primeira parte do jogo do "Troféu Cinco Violinos";

- Temos uma segunda linha razoável nalgumas posições e claramente deficitária noutras, a saber guarda-redes suplente, defesa esquerdo e ponta de lança;

- A coisa com os "Aurélios" fia mais fino e perder um deles seria complicado.

 

E pronto, vou continuar a banhos, sem nunca perder de vista o Sporting.

Para a semana vai haver dois jogos cá pelo reino dos algarves. Se tudo correr bem, lá estarei, já que vou perder o jogo de abertura do campeonato e há que matar a fome de bola!

 


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O melhor jogo da pré-temporada leonina terminou há pouco em Alvalade, perante mais de 30 mil adeptos. Com uma vitória do Sporting frente ao Wolfsburgo que nos permitiu conquistar mais um Troféu Cinco Violinos.

A primeira parte - em que jogámos com o onze-base que terminou a temporada anterior, já com os nossos quatro campeões europeus reintegrados na equipa - foi muito mais positiva, com claro domínio verde e branco sobre a turma alemã. A nossa vitória (2-1) foi construída nesse período: os jogadores trocaram bem a bola, revelaram muita mobilidade e fizeram uma exibição convincente. Mostrando uma inegável vivacidade e alegria por regressarem aos desafios no relvado, aspecto que merece ser assinalado.

Após o intervalo, Jorge Jesus foi fazendo sucessivas alterações, deixando apenas Rui Patrício em campo, o que afectou a qualidade global da equipa. Foi nesse período que os alemães marcaram o seu golo solitário, insuficiente para travarem a derrota. Mas podiam ter empatado se Rui Patrício não fizesse uma excelente defesa aos 69' - o guarda-redes titular da selecção que conquistou o Euro 2016 merece aliás ser mencionado como o melhor jogador desta partida.

Alguns dos suplentes deram boas provas, outros nem por isso. Mas todos precisam de mais minutos de jogo para ganharem automatismos, desenvolverem destreza muscular e mostrarem o que valem no plano táctico.

Um dos poucos que permaneceram no banco foi Barcos. Sinal evidente de que o treinador não contará com ele. Ninguém tem dúvidas: precisamos de um reforço urgente na frente atacante. Ou talvez mesmo dois.

 

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Apreciação sucinta dos nossos jogadores:

 

Rui Patrício - Qualidade indesmentível. Duas defesas monumentais: uma aos 42', a remate de Ricardo Rodríguez, outra aos 69', travando Kruse, isolado à sua frente. Merece ser distinguido como o melhor em campo.

 

Schelotto - Bastante mais contido do que nos tem habituado, sobretudo nas incursões ofensivas. A defender, voltou a exibir segurança e solidez. A lateral direita parece bem entregue. Saiu aos 65'.

 

Coates - Outra exibição muito positiva, sobretudo na articulação com Rúben Semedo no eixo da defesa. Magistral corte aos 41'. Substituído aos 76'.

 

Rúben Semedo - Voltou à titularidade, evidenciando classe: é um dos jogadores que mais tem evoluído sob o comando de Jesus. Tudo lhe sai bem. Aos 44', pôs fim a um contra-ataque perigoso. Saiu aos 77'.

 

Marvin - A sua melhor exibição da pré-temporada. Foi combativo e arriscou mais incursões pelo seu flanco, sem descurar a vigilância defensiva. Substituído aos 65'.

 

William Carvalho - Regresso em boa forma, com a qualidade de passe que bem conhecemos. Foi o maior distribuidor de jogo da equipa, complementando bem a acção de Adrien na fase de construção ofensiva. Saiu aos 76'.

 

Adrien - O dínamo da equipa, que pauta naturalmente o ritmo de jogo colectivo do Sporting. Marcou muito bem o nosso segundo golo, de penálti (34'). Saiu aos 55', visivelmente cansado, sob uma chuva de merecidos aplausos.

 

Bruno César - Outra boa exibição. Muito dinâmico na ala esquerda, fez um cruzamento perfeito para o primeiro golo e cavou o penálti de que resultaria o segundo. Ainda um grande remate a rasar o poste (31'). Substituído aos 77'.

 

João Mário - Menos explosivo do que nos habituou, demonstrou alguns pormenores de grande classe, sobretudo na forma como domina e transporta a bola. Mas soube a pouco. Saiu ao intervalo.

 

Bryan Ruiz - Com Adrien de regresso, voltou a adiantar-se no terreno. E jogou desta vez no eixo do ataque, tendo Slimani à sua frente, posição em que parece render melhor. Muito marcado pela defesa alemã. Saiu aos 76'.

 

Slimani - O estádio quase veio abaixo quando o argelino regressou aos golos, aos 26'. Com excelente gesto técnico: recebeu a bola de costas, fez uma rotação com ela dominada, driblou Dante e fuzilou. Saiu aos 55', muito aplaudido.

 

Iuri Medeiros - Jogou toda a segunda parte, no lugar de João Mário. Acusa algum excesso de ansiedade, mas vai melhorando de desafio para desafio. Precisa de entrosar melhor com os companheiros de ataque.

 

Palhinha - Outra exibição positiva. Entrou aos 55', com a responsabilidade de substituir Adrien. Mais retraído do que o campeão europeu na fase de construção, foi sobretudo útil no apoio ao nosso eixo defensivo. Cumpriu.

 

Alan Ruiz - Esteve em campo desde o minuto 55, mas não propiciou à equipa as soluções que Slimani fornece no ataque. Hoje pareceu um pouco mais lento e preso de movimentos do que nos jogos anteriores.

 

Jefferson - Substituiu Marvin aos 65'. Tem os defeitos e os atributos simétricos aos do seu companheiro: mais lesto e ousado no ataque, mais inconstante a defender. Podia ter feito melhor no golo alemão, sofrido aos 78'.

 

João Pereira - Rendeu Schelotto ao minuto 65. Os centros não lhe saíram bem e revelou alguma dificuldade em acompanhar o extremo do Wolfsburgo. Mas nunca vira a cara à luta nem desiste do combate, o que justifica elogio.

 

Podence - Entrou aos 76'. Precisa de ganhar traquejo após uma boa época na equipa B. Jesus poderá contar com ele na Liga 2016/17. Destaque para uma grande simulação que possibilitou um golo a Aquilani, infelizmente falhado.

 

Aquilani - Pena ter falhado o golo que Podence ajudou a construir para ele, quase no fim do jogo. Entrou aos 76', para o lugar de William Carvalho. Sabe jogar, mas parece faltar-lhe sempre um suplemento de ânimo.

 

Ewerton - Substituiu Coates aos 76'. Podia ter feito muito melhor no lance do golo alemão, ocorrido em parte devido a uma falha de marcação sua. Está muito longe da forma ideal.

 

Naldo - Rendeu Rúben Semedo aos 77'. Tem disciplina táctica e sentido posicional, embora lhe falte a qualidade de passe do colega. Cumpriu no essencial.

 

Matheus Pereira - Entrou aos 77', cheio de vontade de mostrar serviço, o que lhe aumenta os níveis de ansiedade. Fez dois bons centros para Podence, já no tempo extra. Qualquer deles podia ter dado golo.


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A pressão
Pedro Correia

Se isto for pressão, pois bem: considerem-na como tal. Eu não exijo a Jorge Jesus - décimo melhor treinador do mundo - nada menos do que exigi a Fernando Santos no Campeonato da Europa: a conquista do título.

Chega de paleio, basta de desculpas, nem tolero ouvir falar nas famigeradas vitórias morais: 15 anos de jejum já bastam.

Quero o Sporting campeão nacional em Maio de 2017.


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«Os melhores já cá estavam (alguns...) mas os passes estavam espartilhados por fundos e empresários por meia dúzia de patacas. É conveniente não esquecer. Só um exemplo: em tempos, 25% do passe de João Mário, à semelhança de muitos dos mais prometedores atletas da formação, foi oferecido a umas sanguessugas quaisquer por singelos 400.000€. Isto ACABOU!»

Bryan, neste meu texto


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Sexta-feira, 29 de Julho de 2016
Sem surpresa
Pedro Correia

Jorge Jesus foi eleito o  décimo melhor treinador do mundo pela FourFourTwo, provavelmente a revista especializada em futebol mais conceituada a nível internacional.

Subiu cinco lugares desde a votação anterior. Pelo trabalho que fez no Sporting, com destaque para dois recordes já batidos em Alvalade: ter terminado o campeonato com 86 pontos, a nossa mais elevada pontuação de sempre, e com 36 vitórias nos jogos disputados durante a temporada, outra proeza inédita.

Nada que nos surpreenda.


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Just saying...
Francisco Chaveiro Reis

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João Mário ainda pode sair. Mourinho dispensou Januzaj, promessa adiada mas jogador de grande qualidade que pode ser extremo e dez.

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«Adoro a pirueta a 180.º que a maioria dos benfiquistas que conheço deram no momento exacto em que se soube que Carrillo assinou pelo seu clube. Um jogador que durante anos foi inconsistente, imaturo, fonte de problemas e desestabilizador de balneários rapidamente se tornou numa promessa quase certeza, génio ou um dos melhores jogadores da Liga portuguesa, quiçá da Europa.»

Nuno Rodrigues, neste meu postal


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Quinta-feira, 28 de Julho de 2016

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 Foto A Bola

 

O chamado  "caso" João Mário - primeira telenovela da estação pateta do nosso jornalismo futebolístico, que vai abrir caminho a várias outras - acaba por constituir uma homenagem involuntária ao espírito combativo de Bruno de Carvalho por parte dos seus detractores.

Ao assumir a liderança do Sporting, em Março de 2013, o actual presidente leonino cortou radicalmente com péssimos hábitos instalados no clube - sobretudo ao nível da gestão dos seus principais activos, que são os jogadores.

Antes dele foi possível que um dos melhores defesas da nossa formação, Daniel Carriço, acabasse transferido por meros 750 mil euros, quando já era capitão da equipa. Hoje é um profissional cotado no campeonato espanhol, com duas Ligas Europas no seu currículo.

Antes dele foi possível outro grande defesa formado no Sporting, Eric Dier, ter um contrato de tal maneira lesivo para os interesses do nosso clube que encorajava qualquer agremiação inglesa a resgatá-lo por meros cinco milhões de euros. Assim sucedeu, com o Tottenham: Dier é hoje titular da selecção inglesa.

O Sporting, que foi sempre um clube formador por excelência, raras vezes colheu os frutos devidos dessa formação. Nenhum de nós esquece o que aconteceu com a venda de Cristiano Ronaldo, em 2003: aquele que viria a ser o melhor jogador do mundo foi despachado com apenas 18 anos, rendendo só  8,2 milhões de euros aos cofres leoninos. A pressa em vê-lo longe de Alvalade, por parte dos dirigentes da altura, foi imperdoável. Quase criminosa.

 

Bruno de Carvalho pôs fim a esta negligência lesiva dos nossos interesses. Actualizou salários, readquiriu passes dos jogadores, renovou contratos (o de João Mário teve a primeira actualização logo em Julho de 2013, quatro meses após a posse do presidente), subiu cláusulas de rescisão. Não voltará a repetir-se uma situação como a que nos levou a ficar privados do talento de Eric Dier após termos investido nele onze anos de formação.

Lembro-me bem do gozo generalizado de que foi alvo o presidente ao elevar as cláusulas a cada revisão contratual. Hoje os nossos principais rivais praticammesma política, sem que haja ninguém a gozá-los. Percebe-se porquê: isto defende os interesses de qualquer clube, por mais que possa desagradar a determinados empresários e a uma certa camada de agentes intermédios, pertencentes a uma clique parasitária que ambiciona enriquecer à custa do suor alheio.

 

Com João Mário, tal como sucedeu com outros jogadores de inegável valia, Bruno de Carvalho agiu com astúcia negocial mas de forma transparente, procurando acima de tudo defender o interesse do Sporting.

Antevendo as boas prestações do jogador na Liga 2015/16 e no Campeonato da Europa, o presidente actualizou o salário do nosso médio criativo e propôs-lhe a celebração de um novo contrato, prontamente aceite há menos de um ano. Um contrato que vincula até 2020 João Mário ao clube que o formou e fixa uma cláusula de rescisão inteiramente adequada ao seu valor. Nada mais natural, tratando-se daquele que é talvez o melhor activo do futebol leonino.

Na altura isto não suscitou o menor protesto por parte das virgens ofendidas que agora pululam por aí.

 

Dizem as notícias mais recentes que o empresário de João Mário terá recebido propostas de aquisição do jogador por parte de quatro dos maiores clubes europeus, oscilando entre 35 milhões e 40 milhões de euros. Sem perceberem, estes jornais vão prestando tributo à gestão de um presidente que tem conseguido valorizar como nunca os jogadores. Basta lembrar que há dois anos, sem acesso à equipa principal e pouco utilizado na equipa B, João Mário jogava por empréstimo no Vitória de Setúbal. Hoje é conhecido na elite do futebol europeu.

De que outro profissional do Sporting se podia dizer o mesmo antes de Março de 2013, quando seguíamos em décimo lugar no campeonato, não ganhávamos um só título interno desde 2008, havia cinco anos que permanecíamos fora do acesso à Liga dos Campeões e vendíamos jogadores ao desbarato - de  Matías FernándezRicky von Wolfswinkel - para cumprir elementares operações de tesouraria?

 

Hoje, apesar de continuarmos a honrar a pesada dívida que as gestões anteriores contraíram perante a banca, temos liquidez suficiente para recusar novas saídas de jogadores a preço de saldo, por mais que isso nos mantivesse nas boas graças dos empresários que só ambicionam somar milhões às suas contas bancárias.

Deixámos de estar com a corda na garganta, deixámos de agir em função do desespero de circunstância. A larga maioria dos passes dos nossos jogadores regressou à titularidade do Sporting. As renovações contratuais voltaram a defender os interesses do clube, sublinhando a nossa capacidade formadora, e beneficiaram igualmente os profissionais do futebol que servem da melhor maneira a instituição.

 

Hoje temos quatro futebolistas titulares da selecção que acaba de conquistar o cobiçado título de campeã da Europa.

Óptima notícia para os jogadores, cada vez mais valorizados - os “aurélios”, como orgulhosamente lhes chamamos em justa homenagem a esse grande descobridor de talentos que é o nosso Aurélio Pereira.

Óptima notícia para o Sporting, que vê reconhecida como nunca a sua excelência formadora e enriquecido o seu magnífico património humano.

Óptima notícia para todos nós, sócios e adeptos. Por vermos o clube bem gerido, a formação a produzir mais e melhores frutos e os patamares de exigência elevados como nunca.

 

Esperamos que seja uma via sem retorno. Para tornar cada vez mais distante aquele passado recente que nos deixou à beira do abismo.


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Esta é mais uma iniciativa do Sporting somente para os seus sócios.

Uma rápida visitação histórica que tem como base o número de sócio de cada um.

Muito, muito bom!

Aqui.


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Os novos heróis
Pedro Correia

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Adrien Silva e William Carvalho são dois pilares do Sporting. Têm cultura leonina desde os tempos da formação. E são campeões europeus. Símbolos leoninos por excelência como não tínhamos desde os heróis da campanha de 1964.


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Quarta-feira, 27 de Julho de 2016

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Aos olhos de um miúdo, não há melhor escola para aprender a ver futebol do que as tardes passadas nos estádios em companhia do pai. Aconteceu comigo. Ainda hoje recordo os nomes de futebolistas antigos que o meu pai ia desfiando enquanto víamos as partidas ao vivo, as histórias que me relatava a propósito dos desafios de outros tempos e as noções tácticas e técnicas do jogo que me ia passando nesses momentos irrepetíveis.

As modas mudam muito, mas certas tradições vão-se mantendo. Para um garoto destes dias, continua a ser emocionante ter a oportunidade de ver ao vivo os jogadores que figuram nas cadernetas de cromos, relíquia que persiste em acompanhar cada menino, temporada após temporada, no decurso das gerações.

 

Artur[1].jpg

Já era assim no meu tempo. Já era assim no tempo daqueles que me antecederam. Ainda hoje recordo a emoção que senti ao conseguir um autógrafo do Jacinto João após um jogo da Taça UEFA contra o Arad da Roménia à saída dos balneários do estádio do Bonfim. Juntei o autógrafo ao cromo do jogador, craque do Vitória de Setúbal, juntamente com o José Maria, o José Mendes, o Guerreiro, o Octávio Machado e o José Torres. E foi com imenso orgulho que o exibi aos colegas da escola.

Além do Sporting, sempre com lugar à parte, outra equipa em destaque nessa caderneta era a da Académica – a equipa dos “estudantes”, como então se dizia. Merecia-me especial admiração, incutida pela arguta pedagogia paterna, por demonstrar que o futebol não era incompatível com os estudos. Com Rui Rodrigues, Rocha, Vítor Campos, José Belo, Gervásio, Manuel António e um tipo que dava nas vistas por ser muito louro. Chamavam-lhe ‘ruço’ e tinha o mesmo apelido que eu. O Artur Correia.

 

Ele e o Rui Rodrigues – um defesa elegante, que cultivava a arte de desarmar sem falta – viriam a decepcionar-me quando se transferiram para o Benfica. Mas fui acompanhando o percurso do ‘ruço’, um lateral de enorme mobilidade, que percorria o corredor direito num constante vaivém e sabia centrar com precisão. Eram dois jogadores que gostaria de ter visto no Sporting.

E acabei mesmo por ver um deles de verde e branco. O Artur, que em 1977 se transferiu para Alvalade. Lá permaneceu três épocas, vencendo a Taça de Portugal em 1978 e sagrando-se campeão nacional em 1980. Um ano de glória, um ano de infortúnio: quatro meses depois do título, jogando já nos Estados Unidos, sofreu um AVC que o afastou para sempre do futebol. Tinha apenas 29 anos. Começava aí uma longa via crucis só agora terminada, quando nos deixou de vez. No ano passado tinham-lhe amputado uma perna – supremo sofrimento para quem, como ele, tão bem jogou futebol.

 

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Artur Correia com a Taça de Portugal conquistada pelo Sporting (1978) 

 

Lembrei-me do meu pai quando soube da notícia da morte do Artur Correia. Porque o último jogo que vi ao vivo com ele, nas bancadas do Estádio Nacional, foi o único em que o Artur marcou com a camisola da nossa selecção. A 1 de Novembro de 1979, num desafio de qualificação para o Campeonato da Europa do ano seguinte.

Recordo-me perfeitamente. Os noruegueses marcaram primeiro, gelando o estádio. A nossa equipa acusou o golo e andou perdida em campo. Até que o Artur pega na bola lá atrás, avança com ela com uma vontade indómita de virar o resultado, ultrapassa todos os adversários e dispara uma bomba a mais de 30 metros da baliza, num remate muito bem colocado. Empatava a partida, a sorte do jogo virava. Viríamos a ganhar 3-1.

Foi um golo do outro mundo: nunca mais o esqueci. Estávamos na curva sul do estádio, um pouco acima da baliza norueguesa. Abracei-me ao meu pai como nos tempos em que ainda colava cromos na caderneta. E ele abraçou-se a mim como se eu fosse ainda o catraio que antes levava pela mão, de jogo em jogo.

Parecia que aquele golo tinha sido marcado só para nós.

 

Iria tornar-me adulto, depois rumei a outras paragens, não regressei com o meu pai ao futebol - nem em pensamento. Até agora, mal soube que o Artur perdera a  última partida no traiçoeiro campeonato da vida.

Voltei a abrir a velha caderneta, desenterrei os autógrafos do pó do arquivo, imaginei-me a falar com uma remota voz infantil. E senti que o Pai me escutava, de polegar erguido, apaziguando todos os meus receios: “Tenho a certeza de que vamos vencer.”

 

Publicado originalmente aqui

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Novelas só em setembro
Francisco Chaveiro Reis

Aqui ficam as minhas modestas sugestões para títulos para notícias sobre João Mário, nos próximos dias:

 

João Mário e pai dizem que médio está feliz no Sporting mas fonte próxima do processo garante que não

João Mário é melhor em campo diante do Wolfsburgo mas mostrou-se claramente contrariado

João Mário aplaudido em Alvalade mas só pensa em sair porque não sente apoio

João Mário aumentado, fica ofendido por ganhar menos do que Cristiano Ronaldo

João Mário vendido por 59 milhões. Bruno não cumpriu promessa de vende-lo pela clausula

 

PS: Agora a sério. João Mário é um grande jogador, é natural que tenha ambição de ganhar mais dinheiro de jogar em ligas mais competitivas mas já deve ter percebido que não sai por tuta e meia. Num mercado que dá 120 milhões por Pogba e 90 milhões por Higuaín, um jovem número dez, campeão europeu, vale entre 45 e 50 milhões.


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Bom dia amigasss!
Paula Caeiro Varela

 

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Era só isto, obrigada. 


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Já não percebo nada
Francisco Vasconcelos

Então mas não era este mesmo João Mário, que se apresentou para treinar, que só porque falhou a apresentação, já estava a forçar a saída


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«Quando ouvi dizer que Spalvis vinha para o Sporting, pesquisei rapidamente na Net e li o seguinte no Transfermarkt: 14/15 Cruciate Ligament Surgery Aug 7, 2014 Apr 5, 2015 241 days 32. Basicamente esteve 241 dias sem jogar em 2014 devido a problemas de ligamentos... No primeiro jogo que fez pelo Sporting, rebentou ligamento cruzado e menisco. Agora prevê-se mais seis meses...
Não sou médico (a unica experiência que tenho da área foi por ter rebentado também o ligamento e o menisco num campo de golfe), limito-me a notar que os Jeffrens e os Ewertons continuam a chegar ao Sporting...
»

SportingSempre, neste texto do Francisco Chaveiro Reis


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Terça-feira, 26 de Julho de 2016

O Sporting continua sem vencer nos jogos mais relevantes desta pré-temporada. Hoje terminou empatado a zero com o Villarreal, quarto classificado do campeonato espanhol, num jogo realizado em Badajoz, sob calor intenso, para a atribuição do Troféu Ibérico.

O impasse no marcador forçou o desempate por grandes penalidades. Dois dos nossos falharam: Slimani e Rúben Semedo. Apesar de o guarda-redes Azbe Jug ter defendido um penálti, o troféu foi para a equipa espanhola.

É o que menos interessa. Vale a pena assinalar que o Sporting exibiu hoje mais consistência defensiva, revelou ritmo de jogo, mostrou jogadores em bom plano e dispôs até de maior número de oportunidades de golo, dominando toda a segunda parte.

Tivemos mais uma bola ao poste: foi a terceira em dois desafios consecutivos. E houve enfim um golo de Barcos, embora anulado por um contestável fora de jogo posicional de Coates nesse lance.

Falta afinar rotinas de jogo. E falta sobretudo que regressem quatro jogadores nucleares: os nossos quatro campeões europeus. É quanto basta para fazer a diferença, acreditamos muitos de nós.

Eu acredito.

 

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Apreciação sucinta dos nossos jogadores:

 

Azbe Jug - Na baliza durante os 90 minutos, fez uma boa defesa a remate de Soldado (34'). Destacou-se sobretudo ao defender um penálti, na fase do desempate final: não chegou para nos atribuir o troféu mas foi um sinal muito positivo.

 

João Pereira - Exibição insuficiente. Muito retraído, mal se integrou no processo ofensivo. Uma fífia em zona perigosa poderia ter originado golo do Villarreal (41'). Só jogou a primeira parte.

 

Coates - Mais nervoso e faltoso do que é costume, não teve o nível exibicional a que já nos habitou. Fora de jogo, fez-se à bola no lance do golo de Barcos, invalidando-o. Em campo só durante os primeiros 45 minutos.

 

Naldo - Exibição irrepreensível. Atento às dobras, complementando bem a acção dos colegas, entendeu-se com todos. Ajudou a neutralizar Soldado, goleador do Villarreal. Só foi substituído aos 81'.

 

Jefferson - Não complicou nem deslumbrou. Procurou ser objectivo e empurrar a equipa para a frente, nem sempre com sucesso. Jogou apenas durante a primeira parte.

 

Petrovic - Continua preso de movimentos, parecendo aìnda à procura do seu espaço. Claramente insuficiente na produção de jogo ofensivo. Abandonou o campo aos 43', com queixas físicas.

 

Bryan Ruiz - AInda lento, sem a qualidade de passe nem o sentido posicional demonstrado na Liga 2015/16. Tentou aos 33' um golo de pontapé de bicicleta, sem conseguir. Substituído aos 68'.

 

Bruno César - Voluntarioso como sempre. Começou desta vez por jogar a médio central. Livre muito bem marcado aos 45'. Aos 88', fez um excelente passe que foi quase meio golo. Merecia que Matheus tivesse correspondido.

 

Iuri Medeiros - Procura acertar, mas continua precipitado. E falha por vezes o tempo de decisão, como ficou bem evidente no lance em que atirou a bola ao poste, já no tempo extra, após cruzamento soberbo de Slimani.

 

Alan Ruiz - Voltou a causar boa impressão. O seu melhor momento foi um fortíssimo remate aos 21', que o guardião espanhol defendeu com dificuldade. Aos 45' fez uma assistência para o golo de Barcos, anulado. Saiu aos 61'.

 

Barcos - Enfim, marcou. Boa movimentação na área, correspondendo da melhor forma a um passe de Alan Ruiz. Mas teve azar: o golo foi anulado por deslocação de Coates, que se fez ao lance. Não regressou do intervalo.

 

Palhinha - Substituiu Petrovic aos 43'. Com vantagem para a equipa. Mais posicional e com melhor visão de jogo do que o internacional sérvio, reforçou o bloco defensivo e assegurou bem a ligação ao sector ofensivo.

 

Rúben Semedo - O mais tecnicista dos nossos defesas, substituiu Coates na segunda parte. Repõe sempre a bola em jogo com muita qualidade de passe. No final, marcou o penálti com pouca convicção: foi o seu ponto fraco.

 

Schelotto - Melhor em campo. Substituiu João Pereira na segunda parte e deu logo mais dinamismo à ala, ganhando sucessivos confontos individuais. A defender nunca complica: sozinho, travou um perigoso contra-ataque aos 84'.

 

Marvin - Substituiu Jefferson no segundo tempo. Continua a denotar défice atacante. E abusou dos atrasos ao guarda-redes. Num deles, obrigou Jug a uma defesa difícil (69'). Outro, em zona proibida, foi salvo por Rúben (74').

 

Podence - Foi a sua exibição mais modesta nesta pré-temporada. Substituindo Barcos na segunda parte, voltou a revelar grande mobilidade. Mas demorou por vezes a libertar a bola, abusando dos dribles.

 

Slimani - Entrou aos 61'. Pressionou sempre a defesa adversária, como é seu timbre. Fez um grande cruzamento aos 92' - quase assistência para um golo que Iuri falhou. Nos penáltis, foi o primeiro a bater mas não conseguiu marcar.

 

Matheus Pereira - Entrou aos 68', rendendo Bryan Ruiz, e jogou encostado à linha, do lado esquerdo. Quer mostrar serviço mas continua sem conseguir. Muito bem servido, aos 88' e aos 90', falhou dois possíveis golos.

 

Ewerton - Substituiu Naldo aos 81'. Exigia-se dele um bom entendimento com Rúben Semedo no eixo da defesa. Missão cumprida.


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Paulo Bento
Francisco Melo

O anúncio da despedida de Paulo Bento do Cruzeiro não apanhou ninguém de surpresa. Os sucessivos maus resultados apontavam a esse desfecho. Definitivamente, Brasil e Paulo Bento não combinam.

Apesar de já não fazer parte da vida activa do Sporting, não deixo de manter estima e apreço por Paulo Bento. Como jogador e técnico foi sempre de enorme dedicação e lealdade ao clube. Por isso, é com pena que vejo este falhanço na sua carreira.

Depois da saída sem glória da Selecção, pedia-se a Paulo Bento o tantas vezes necessário passo atrás para depois poder dar dois à frente. Sempre tive dúvidas sobre se o Cruzeiro seria a melhor aposta. Confirma-se, agora, que não foi.

Paulo Bento está num momento crítico da sua carreira. A próxima aposta terá que resultar, isto se ainda mantém aspirações de regressar à elite onde esteve durante os anos em que treinou o Sporting. Doutro modo, será mais um daqueles treinadores que vão parar à Grécia, Turquia, China e Arábias, sem nunca mais voltarem a atingir brilhantimo no futebol português.

 

P.S.: O Sporting troca de directores de comunicação como quem muda de camisa e os tiros nos pés mantêm-se. Não teria sido muito mais inteligente, no sábado passado, não apresentar os 3 campeões europeus, precisamente para não dar azo a quaisquer polémicas (como acabou por suceder)? Ou apresentavam-se todos ou então nada. Ainda por cima os jogadores estão de férias, para quê interromperem o descanso?


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Grande
Pedro Correia

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"Se quiser que eu jogue, eu jogo."

Rui Patrício (ainda de férias) para Jorge Jesus, sábado, em Alvalade


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Deve haver por aí um novo jogador chamado O Pai de João Mário. Há três dias que só ouço falar nele. Hoje dominou o serão na TVI, onde agora brilha este rapaz lampião, que fez tudo para não largar o tema.

Estou com curiosidade de saber como joga O Pai de João Mário. A avaliar pelo que dizem, imagino que seja um bom reforço. Capaz mesmo de ser craque.


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Segunda-feira, 25 de Julho de 2016

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A gratidão é bonita
Francisco Chaveiro Reis

 

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 Repare-se nos nomes escolhidos para agradecer aos sócios.

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«Carrillo é um jogador para ser titular deste Benfica. Carrillo é jogador para ser titular em qualquer equipa portuguesa. Era um titular absoluto no Sporting Clube de Portugal, seria titular com facilidade no Futebol Clube do Porto e creio que vai ser titular com relativa facilidade no Benfica.»

«Carrillo foi o melhor jogador do Sporting orientado por Marco Silva. Mesmo com Nani no plantel foi Carrillo que se chegou à frente nos momentos mais importantes da época, foi ele quem transportou a equipa para a frente, eram dele os momentos de maior desequilibrio.»

«Carrillo tem características físicas que mais nenhum dos extremos do Benfica tem.»

Rui Pedro Brás, ontem, na TVI 24


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«Ainda não consegui aprender o nome do jogador e já está lesionado...»

Ontem, na RTP3, sem se lembrar do nome de Spalvis


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Domingo, 24 de Julho de 2016

Entrámos em campo sem cinco dos habituais titulares (Rui Patrício, William Carvalho, Adrien, João Mário e Slimani) contra uma equipa da Liga dos Campeões.
O que menos importa é o resultado num caso destes.
A exibição foi mediana. Mas superior às dos restantes jogos da pré-temporada, valha ao menos isso.

Antes progredir do que regredir.

Preocupa-me pouco, confesso, a ausência do João Mário. Dou já por adquirido que o nosso médio criativo sairá para um dos maiores clubes europeus. O Sporting precisa de gerar receitas com os jogadores da sua formação. Não andamos a nadar em dinheiro, longe disso. E que melhor ocasião para vender do que esta, logo após a grande exibição dos nossos profissionais no palco do Euro 2016?
Preocupar-me-ia, isso sim, se saíssem os quatro.

Ou cinco, contando com Slimani.
João Mário seria o mais fácil de substituir porque temos soluções no plantel para a posição dele. Para os outros não temos - nem um guarda-redes que chegue aos calcanhares do Rui Patrício nem um avançado posicional com a fome de golo do nosso argelino.

O que me preocupa é a qualidade dos reforços - desde logo a do ausente Spalvis, que vai estar seis meses inactivo por lesão.

Petrovic, que se movimenta num espaço muito restrito e parece incapaz de fazer passes de ruptura, continua a não justificar a contratação.

Barcos, rotulado de "goleador", vai no nono jogo sem marcar.

Bruno Paulista continua a ser um enigma: nem ontem calçou.

Andamos a trazer jogadores sem que se perceba qual foi o critério da contratação. E continuamos sem uma segunda linha que nos permita encarar com confiança o desempenho nas competições europeias.

Alan Ruiz é a excepção à regra, como felizmente esta pré-temporada tem deixado à vista. Haja ao menos uma escolha que parece ter sido acertada.

Mas não chega, como é óbvio.


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Sábado, 23 de Julho de 2016

Equipa apresentada aos sócios hoje em Alvalade, com novo relvado e três campeões europeus justamente ovacionados (faltou João Mário). Trinta mil pessoas no estádio a assistir à recepção ao Lyon, vice-campeão francês.

Foi um bom teste à equipa - o melhor até agora nesta temporada. O resultado é o que menos importa nestes amigáveis, embora seja sempre preferível ganhar. Nâo conseguimos: os franceses venceram por 1-0, aproveitando uma falha defensiva leonina no início da segunda parte.

Ao intervalo o marcador permanecia em branco.

Jorge Jesus foi fazendo sucessivas substituições, fazendo entrar em campo um total de 22 jogadores - o equivalente a duas equipas. Só Bruno Paulista se manteve no banco. Adrien e William Carvalho, ainda de férias, apenas surgiram para a ovação inicial. Regressam para a semana.

No capítulo defensivo, e apesar do golo sofrido, estivemos melhor do que nos desafios anteriores, faltando afinar alguns pormenores que deverão ser superados sem dificuldade. O quarteto inicial parece bem posicionado para figurar no onze titular inicial da nova temporada. Não esqueçamos que o Sporting foi a equipa menos batida na Liga 2015/16.

No plano ofensivo é necessário melhorar a mobilidade e a criatividade. É certo que hoje tivemos duas bolas aos postes: uma por Barcos, outra por Naldo. Mas soube a pouco.

Quanto aos reforços, por enquanto eis a única certeza: Alan Ruiz parte com vantagem para integrar o onze-base, prefigurando-se como o mais sério candidato a acompanhar Slimani na frente de ataque. Isto se o argelino se mantiver no Sporting, como todos desejamos.

 

................................................

 

Apreciação sucinta dos nossos jogadores:

 

Azbe Jug - Jogou os primeiros 45 minutos, desta vez sem sofrer golos. Mas continuou a revelar insegurança. Gelou Alvalade com uma defesa incompleta, aos 16', largando a bola em zona frontal.

 

Schelotto - Actuou com dores após ter sofrido uma falta dura. Jesus manteve-o em campo até aos 68'. Nota positiva para o italo-argentino, o nosso lateral mais ofensivo. Rematou forte aos 15'. Grande cruzamento para Slimani aos 63'.

 

Coates - Exibição positiva, com bons cortes e desarmes. Por duas vezes causou calafrios à defesa francesa, em lances de bola parada. Único senão: foi incapaz de travar Lacazette no lance do golo. Saiu aos 77'.

 

Rúben Semedo - Jogou com a habitual confiança, desembaraçando-se bem da bola, mas não está isento de culpa no golo que sofremos, tendo sido ultrapassado por Rafael, extremo do Lyon. Saiu aos 68'.

 

Marvin - Mantém o defeito que lhe tenho apontado com frequência aqui: raras vezes se integra na dinâmica ofensiva da equipa. Voltou a pecar neste domínio. Esteve em campo até ao minuto 68.

 

Petrovic - A melhor exibição do internacional sérvio nesta pré-temporada, sobretudo quando fez parceria com Palhinha durante a segunda parte. Continua a pecar no capítulo do passe longo: arrisca pouco ou nada. Saiu aos 77'.

 

Bryan Ruiz - Agora com o n.º 10 na camisola, voltou a jogar na habitual posição de Adrien, onde não mostra o seu melhor. Na segunda parte adiantou-se no terreno mas ainda está preso de movimentos. Saiu aos 62'.

 

Gelson Martins - Muita vontade de mostrar serviço, muito talento à flor da pele nas jogadas individuais, disciplina táctica ao integrar-se na manobra defensiva. Assistiu Barcos num remate ao poste (10'). Substituído aos 62'.

 

Bruno César - Ainda à procura da melhor forma, hoje não ultrapassou o plano do razoável. Boa abertura para Schelotto aos 15', pouco mais a registar. Jogou apenas durante a primeira parte.

 

Alan Ruiz - O argentino voltou a merecer nota positiva. Combativo, desequilibra nos confrontos individuais. Tentou o golo aos 26' e novamente aos 51', desta vez servido por Podence. Não marcou por pouco. Saiu aos 62'.

 

Barcos - Mais um jogo sem marcar. No entanto, desta vez acertou no poste. Iam decorridos 10', o lance parecia promissor. Mas foi-se apagando e foi errando demasiados passes. Já não regressou do intervalo.

 

Rui Patrício - Ainda de férias, fez questão de sentar-se no banco e pediu ao técnico para jogar na segunda parte: mais uma prova de dedicação à equipa e aos adeptos. Foi ele a sofrer o golo, aos 53', embora sem qualquer culpa.

 

Palhinha - Entrou na segunda parte para fazer dupla com Petrovic como médio de contenção. Exibição positiva. Ajudou a dar equilíbrio defensivo à equipa, tornando-a mais consistente no corredor central.

 

Podence - Novamente o jogador mais em evidência. Substituiu Barcos na segunda parte, esticando o nosso jogo. Bom na finta, na dinâmica e na visão periférica. Grandes passes aos 73', 83' (de calcanhar) e 87' (isolando Slimani).

 

Slimani - Para ele não existem amigáveis: todos os jogos são a sério. Entrou aos 62': no minuto seguinte já cabeceava à baliza. Ocasião soberana para marcar aos 87', mas quis fazer tudo sozinho. Parece muito motivado.

 

Matheus Pereira - Entrou aos 62' com nítida vontade de mostrar serviço, mas as intenções foram melhor do que os resultados. Podia ter marcado aos 77': falhou por precipitação. Tem talento para render muito mais.

 

Iuri Medeiros - Entrou aos 62'. Marcou muito bem um livre curto aos 70': a bola, cabeceada por Naldo, embateu no poste. A partir daí foi-se enervando: lento a decidir, dispôs de oportunidades que não conseguiu aproveitar.

 

João Pereira - É um jogador sempre combativo, como demonstrou em campo, a partir do minuto 68. Falta-lhe por vezes em fôlego o que lhe sobra em energia anímica. Hoje não chegou para fazer a diferença.

 

Naldo - Entrou aos 68' e parecia ter fome de golo. Dois minutos depois, chegando-se à frente numa bola parada, cabeceou ao poste: a sorte não o acompanhou nesse lance. Exibição positiva.

 

Jefferson - Entrou aos 68'. Fez as habituais deambulações pela ala, nem sempre consequentes. Perdeu a cabeça aos 85', empurrando um adversário. Recebeu amarelo. Num jogo menos amigável o cartão poderia ter outra cor.

 

Aquilani - Em campo desde o minuto 77, substituindo Petrovic. A sua melhor intervenção ocorreu já no tempo extra, com um belo passe em profundidade que merecia ter encontrado melhor desfecho.

 

Ewerton - Substituiu Coates aos 77'. Desconcentrou-se num lance que poderia ter originado perigo, mas corrigiu o lapso recuperando a bola.


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Constatação...
José da Xã

... Como é bonito o novo relvado.

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Quando faltam poucas horas para vermos em acção o mais importante reforço para a equipa de futebol de 2016/2017, à semelhança de Pedro Correiadeixo aqui o meu voto para esta época futebolística.

Esqueçam a forma empatativa como a selecção de futebol foi campeã europeia e imitem antes a selecção de hóquei em patins.

Um futebol onde se joga para o empate e se espera que um milagre resolva pode ser suficiente para vencer uma competição a eliminar (quando as equipas mais fortes se vão eliminando entre elas. Itália elimina Espanha. Alemanha elimina Itália. França e arbitragem eliminam Alemanha) mas é, manifestamente, insuficiente para se vencer um campeonato.

Vejamos em 7 jogos em França, Fernando Santos conseguiu 9 pontos, vitória com o País de Gales e empates com a outra meia dúzia de equipas que defrontámos; Islândia, Áustria, Hungria, Croácia, Polónia e França.

Como seria num campeonato com 34 jornadas se os resultados fossem iguais?

Ora bem, conseguiria, 43.71 pontos, vá 44, para facilitar as contas, ficaria em nono lugar à frente do Belenenses, atrás de clubes como o Arouca, o Estoril, o Rio Ave e o Paços de Ferreira, com menos 44 pontos (metade, portanto) que o Benfica e com menos 42 pontos que o Sporting. 

O importante reforço que referi acima, é o relvado. Espero que, finalmente, tenhamos um relvado à altura do futebol que gosto de ver praticado, um futebol rápido, com passes de risco, com a bola a ir para extremos colados à linha, mas que não tenham medo de arriscar no um para um, que driblem para o meio e rematem, que não tenham medo de correr com a bola, que não tenham medo de ser felizes. Um futebol bem jogado em todo o campo, na horizontal e não na vertical como os comentadeiros apregoam (a única coisa vertical num campo de futebol são as bandeirolas de canto e os postes de iluminação).

Parafraseando o meu colega Pedro "Quero jogadores que conquistem o campeonato."

Mesmo a jogar bonito.

(ao fim ao cabo todos os sportinguistas querem o mesmo: o Sporting campeão).

 


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Para pensarmos todos um pouco
Francisco Vasconcelos

Algumas pessoas dizem que Bruno de Carvalho exagera nos valores que pede pelos jogadores mas, tendo em conta o valor que o Barcelona pagou por um jogador que é suplente do meio campo da selecção campeã europeia, quanto valerão jogadores titulares do meio campo da nossa selecção?


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Há por aí um senhor que responde pelo nome de Carlos Janela. Ignoro se foi um futebolista conceituado ou se é um treinador com mérito. A falha só pode ser minha: apenas muito recentemente ouvi falar dele. Não por qualquer mérito revelado no campo desportivo, mas por marcar presença assídua nos estúdios televisivos, sobretudo em dois canais.

Geralmente não presto a menor atenção ao que diz. Mas a insistência dele em bater na selecção nacional - talvez para se fazer mais notado - foi tão forte que tomei a devida nota do que afirmou, na SIC Notícias, em duas ocasiões sucessivas: imediatamente antes da meia-final contra o País de Gales e na véspera da final.

Chamou-me a atenção o tom peremptório em que garantiu aos telespectadores que Pepe jogaria a meia-final. Esta presença seria obrigatória, assegurou, pois o central do Real Madrid é o único elemento do nosso reduto defensivo com "capacidade e velocidade para acompanhar as movimentações do ataque de Gales".

Tamanha sabedoria parecia digna de ser assinalada.

O problema, como sucede a tantas personagens que se pavoneiam nas pantalhas a propósito do futebol, é que os factos não se dignaram ajustar às sábias palavras do professor doutor Janela. Pepe, com dores musculares, não jogou. E mesmo assim os seus colegas mantiveram a baliza portuguesa invicta, travando todas as investidas galesas.

Deixo-vos o conjunto das afirmações que anotei. Chamando desde já a atenção para uma notável incongruência: segundo o autor das declarações, em apenas quatro dias a selecção portuguesa deixou de "defraudar expectativas" por não exibir um "modelo de jogo bem definido" para se tornar na principal candidata à conquista do Campeonato Europeu de Futebol.

Bastou esse curto intervalo para os jogadores deixarem de permanecer "divididos em vários pensamentos", sem saber se haveriam de "atacar pela direita ou pela esquerda", tornando-se afinal "muito fortes em termos mentais".

É obra.

 

5 de Julho

 

«Pepe vai jogar. (...) A ausência de Pepe implicaria uma diminuição da velocidade de reacção da nossa defesa muito complicada. Diminuiria a nossa capacidade de uma forma perigosa porque o Pepe é o nosso único defesa que tem capacidade e velocidade para acompanhar todas aquelas movimentações do ataque de Gales.»

 

«Nós não temos apresentado qualidade de jogo.»

 

«Portugal não tem um modelo de jogo bem definido. Nós olhamos a França, olhamos a Itália, vemos os jogos da Alemanha, vemos os jogos de Espanha, e no final do jogo qualquer comentador consegue definir o estilo de jogo dessa selecção. Na nossa ficamos sempre na dúvida.»

 

«Durante os jogos sentimos que no momento ofensivo não controlamos o adversário e no momento defensivo não dominamos o adversário.»

 

«A selecção só tem conseguido os objectivos à custa de situações excepcionais.»

 

«Mesmo com adversários de menor dimensão - porque não apanhámos Espanha, Inglaterra, Itália e França - não conseguimos realizar uma boa exibição em cinco jogos, ficámos a dever aos analistas internacionais alguma coisa.»

 

«O problema somos nós próprios. Nós não fizemos o nosso trabalho. Nós é que temos defraudado expectativas.»

 

«Nós estamos a jogar muito abaixo das nossas capacidades. Eu sinto que nalguns momentos do jogo a equipa está dividida em vários pensamentos, em várias emoções, não sabe se há-de atacar pela direita ou pela esquerda.»

 

9 de Julho

 

«Neste Europeu as arbitragens têm tido um nível de excelência, a grande maioria delas. (...) A arbitragem neste Europeu só merece elogios.»

 

«O perfil do jogador português é muito mais forte em termos mentais.»

 

«Amanhã vamos ganhar à França e vamos ser campeões europeus. É uma conclusão lógica de todo este percurso.»


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Sexta-feira, 22 de Julho de 2016

Em 2016/17 não quero jogadores a jogar bonito nem a adornarem os lances sempre com um toque a mais, à espera do aplauso fácil das bancadas.
Quero jogadores que conquistem o campeonato. Mesmo a jogar feio.
Exactamente como fez a selecção nacional.


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Em busca de golos
Francisco Chaveiro Reis

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O Sporting precisa urgentemente de avançados. Téo foi para os Jogos Olímpicos e calcula-se que não volte; Barcos não mostrou nada e Spalvis, antes de poder mostrar ao que vem, lesionou-se e vai perder seis meses, pelo que aposto que os poucos jogos que fará este ano serão na B. Há ainda Slimani, que não creio que fique em Portugal mais um ano. Bem vistas as coisas, sobram Alan e Podence e nenhum deles é um avançado de raiz. Falta poder de fogo e Jesus gosta de ter quatro homens para esta posição. O Sporting precisa, a meu ver, de três homens. Num exercício de imaginação, deixo aqui uma pequena lista:

Gomez – O alemão de 31 anos não quer voltar à Turquia devido à situação atual e não deve ter espaço na Fiorentina. Já não atrai os melhores clubes mas em Portugal seria um goleador. Apostaria no empréstimo. Ainda assim, o seu salário seria alto mas sem investimento, não há lucro.

Podolski – Está na mesma situação que o compatriota e até poderia fazer com ele uma bela dupla. Aliás, a via turca, com os estrangeiros a terem medo do momento, pode ser bastante vantajosa.

Bou – Já foi falado no ano passado e seria o substituto ideal para Téo. É um segundo avançado mas com faro de golo. E Jesus gosta do mercado argentino.

Blandi – Temos boas recordações de argentinos vindos do San Lorenzo. Blandi tem escola do Boca Juniors, marcou muito no San Lorenzo (campeão) e seria um 9 de eleição na Europa. Não é “pinheiro” mas é “matador”.

Skoda – O gigante checo seria relativamente barato e seria um terceiro avançado para aquelas alturas em que é preciso um chuveiro para a área.

Szalai – O húngaro é semelhante a Skoda mas mais forte fisicamente.

Adebayor e Bendtner – O togolês e o dinamarquês não têm clube e até devem pedir um bom prémio de assinatura. Ambos têm feitios desafiantes mas ambos são goleadores de créditos firmados à espera de voltar a melhores tempos. São possíveis problemas mas, com o carinho dos adeptos e a mão firme de Jesus, são possíveis soluções.


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Porque o futebol não é tudo!
Francisco Vasconcelos

Porque o futebol não é tudo, hoje deixo aqui mais um exemplo de uma excelente iniciativa que o nosso grande clube está a apoiar.

Inseridos no Projecto Vida da Fundação Salesianos, um grupo de voluntários vai rumar a Cabo Verde, no mês de Agosto, com o intuito de promover os valores e ideias de D.Bosco, fundador dos Salesianos.

Com o objetivo de desenvolver diversas atividades tais como o apoio comunitário, apoio ao estudo, educação para a saúde, apoio psicológico, e evangelização da Fé Cristã, a Missão Junta Mon (palavra em crioulo que significa “união”) partirá, em Agosto, para junto das crianças e jovens desfavorecidos, da ilha de Santo Antão.

Mas onde é que entra o Sporting Clube de Portugal na equação perguntam muitos de vós. O nosso clube, através do actual treinador de guarda redes e ex guarda redes da nossa equipa, Nélson Pereira, entregou à missão alguns artigos, autografados pelos jogadores, que serão leiloados.

 

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O leilão decorre entre os dias 21 e 27 de Julho e conta com os seguintes artigos:

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Bola autografada pelos jogadores do Sporting Clube de Portugal, excepto os que participaram no Europeu. 

 

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Luvas de guarda redes assinadas por Azbe Jug.

 

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T-shirt Oficial da época 2015/2016 assinadas pelos jogadores do Sporting Clube de Portugal, excepto os que participaram no Europeu.

 

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Chuteiras Oficiais do Slimani assinadas pelo próprio (tamanho 43). 

 

Para participar, aceda à página facebook da Missão Junta Mon e, na fotografia do artigo desejado, deixe um comentário com o valor que oferece acima do valor base. 

E já sabe, ajude! Porque o que para nós pode parecer pouco, para outras pessoas é o mundo.


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Bater na mesma tecla
Francisco Melo

Por que não tenta o Sporting a contratação ou empréstimo de Rafael Martins?

Já tem experiência de 1ª Liga, logo, não precisa de passar pelo processo de adaptação.

Das suas 2 únicas épocas, à data, na Liga Portuguesa, resulta a média de 15 golos por temporada.

Tem 27 anos, excelente idade para avançado.

Parecem-me suficientes credenciais para valer a pena a sua contratação.


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Tetracampeões
Pedro Correia

Temos quatro campeões europeus no nosso plantel. Podem portanto chamar-nos tetracampeões.


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