Domingo, 31 de Janeiro de 2016

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Tribunal do jornal o Jogo unânime: Carlos Mané sofreu penálti aos 13' e o segundo "golo" da Académica foi irregular.

A palavra aos três especialistas em arbitragem.

 

Sobre a grande penalidade que ficou por assinalar:

Jorge Coroado: «Hugo Seco empurrou Mané pelas costas com ambas as mãos. Grande penalidade inequívoca e incompreensivelmente não assinalada.»

Pedro Henriques: «Hugo Seco, com as mãos e de forma negligente, empurra Mané pelas costas e este desequilibra-se. Infracção passível de grande penalidade.»

José Leirós: «Muita confusão, muita proximidade, muitos protestos e uma grande penalidade por assinalar. Hugo seco empurrou Mané pelas costas, derrubando-o.»

 

Sobre o golo que nunca devia ter sido validado:

Jorge Coroado: «Golo irregular. João Real estava fora de jogo, participou e influenciou a acção de um adversário. Devia ter sido sinalizado.»

Pedro Henriques: «Mesmo não tocando na bola, ao tentar disputar a mesma e aproximando-se do seu adversário a menos de metro e meio - neste caso estava junto -, [Real] toma parte activa no jogo, influenciando a acção do adversário.»

José Leirós: «Que irregularidade! No momento do passe, João Real já estava em posição de fora de jogo - só tinha um adversário entre si e a linha de baliza. Depois, teve intenção de jogar a bola, disputando-a em fora de jogo de acção e interferindo na acção de Ewerton.»

 

Conclusões:

Jorge Coroado: «Arbitragem calva de critério, de conhecimentos e atitude. Merecia bolinha vermelha no canto superior direito. Está há muito tempo na primeira categoria.»

Pedro Henriques: «Uma arbitragem irregular com decisões técnicas e disciplinares menos assertivas e correctas que acabaram por ter influência no desenrolar do jogo.»

José Leirós: «Esta arbitragem prejudicou o Sporting, o futebol luso e a classe da arbitragem. Espera-se que os árbitros mais novos não tenham visto, não serve de incentivo.»


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Campeonato
Pedro Correia

Só faltam catorze jogos.


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Não há Cosme Machado que corte a raiz do nosso contentamento.


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Obrigado Cosme...
Luís de Aguiar Fernandes

...por nos fazeres acreditar. Se tu consegues ser árbitro na primeira divisão, eu acredito que ainda posso vir a ser jogador do Sporting.


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Só nos saem Cosmes
Pedro Correia

Com a vergonhosa actuação de ontem, Cosme Damião, perdão Cosme Machado só pode receber nota negativa dos selectos avaliadores das arbitragens. Qualquer outra hipótese seria um escândalo ainda maior do que a patética exibição deste apitador no nosso estádio.

Estaremos atentos às "fugas de informação" que vão seguir-se.


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Media Training
João Caetano Dias

O mundo sabe que estes não são tempos nada fáceis para o Sporting. O sistema atira-se com todo o peso para cima de nós.

 

A arbitragem de Cosme Machado, ontem, foi apenas um pouco mais longe que outras a que temos assistido. Cosme Machado, não teve nenhuma vergonha nem qualquer problema na tentativa de contribuir para que o Sporting perdesse pontos. Cosme foi o MVP da Académica. Um jogo que terminaria normalmente em 4 ou 5-1 foi ganho à custa de muito esforço, dedicação e devoção da nossa equipa.

 

Cosme apitou desta forma porque está careca de saber que são este tipo de procedimentos que farão bem à sua carreira. Os observadores lá estarão, para lhe concederem uma benigna avaliação pela performance. O homem da arbitragem continuará a nomeá-lo para jogos decisivos. Ontem Cosme passou no teste, e só não terá nota máxima porque, apesar de tanto esforço, falhou o seu grande objectivo.

 

Ao mesmo tempo que se tentam surripiar pontos dentro de campo, pressiona-se o clube fora de linhas. Disparam em todas as direções. À ameaça de suspensão de Slimani, às incessantes expulsões de dirigentes e técnicos e ao condicionamento da arbitragem através de nomeações e classificações, juntam-se as patéticas ameaças do Benfica de processos por tudo e por nada.

 

É com isto que vamos ter que contar até ao fim do campeonato. Ninguém melhor que Jesus pode entender a desigualdade entre ter todo o peso do sistema do seu lado ou contra ele. A diferença do ano passado nunca estava no campo. Esteve sempre no colinho. E esse continua bem confortável e a tentar replicar os sucessos que obteve noutras épocas.

 

Infelizmente, a direção do Sporting ainda não encontrou o tom certo para lidar com estes casos. Enviar Octávio Machado para dar a cara é um tremendo erro.

 

Estão todos a precisar de umas sessões de Media Training.


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Golo de MIGUEL GARCIA

Az Alkmaar – Sporting Clube de Portugal

5 de Maio de 2005

 

Quando foi lançado este desafio, pensei em muitos golos a que já tive o privilégio de assistir. A grande questão é saber qual o critério de eleição do melhor golo do Sporting Clube de Portugal.

Para mim, o melhor golo não é definido pelo pormenor técnico ou o grau de dificuldade na execução mas sim pelo impacto gerado no momento.

Na minha vida pessoal, profissional ou desportiva, acredito que podemos cair mas temos a obrigação de lutar até ao último suspiro porque só assim conseguimos atingir os nossos objetivos.

 

Mais do que jogadores, tínhamos uma equipa capaz de lutar até ao último minuto e que nunca desistia.

 

O Miguel Garcia foi apenas um dos exemplos da aplicação prática do nosso lema porque só com Esforço, Dedicação e Devoção conseguimos atingir a tão desejada Glória.

 

Saudações Leoninas

 


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Unânimes
Pedro Correia

A Bola: «Escândalo - Inacreditável que o segundo golo da Académica tenha sido validado» (texto da manchete de hoje)

 

Record: «Jogo com graves erros de arbitragem - penálti por assinalar e golo mal validado» (texto da manchete de hoje).

 

António Tadeia (RTP 3): «Sem dúvida irregular, o segundo golo da Académica.»

 

Joaquim Rita (SIC Notícias): «Um erro grave do árbitro. Foi demasiado óbvio que João Leal estorva a acção de Ewerton.»

 

José Nunes (RTP 3): «Há, de facto, um fora de jogo posicional. A posição do jogador da Académica perturba a acção do jogador do Sporting.»

 

Luís Vilar (SIC Notícias): «[João Leal] está claramente fora de jogo. Não só se fez ao lance como até tocou em Ewerton. O Sporting acaba por ser prejudicado neste lance.»

 

Nuno Dias (RTP 3): «O Sporting tem claras razões de queixa de Cosme Machado, um árbitro que se equivoca muitas vezes e hoje voltou a estar mal. Há claramente uma grande penalidade sobre Carlos Mané e há clara irregularidade no segundo golo da Académica.»

 

Pedro Sousa (TVI 24): «A Académica fez um remate e marcou dois golos, sendo que o segundo é irregular. (...) Duas decisões absolutamente erradas de Cosme Machado. Carlos Mané foi derrubado pelas costas: era não só grande penalidade como expulsão do jogador da Académica. Um ror de erros no capítulo disciplinar.»

 

Rui Pedro Brás (TVI 24): «Independentemente de o jogador da Académica ter ou não tocado na bola, é sempre fora de jogo. É um lance fácil de ajuizar. Um erro grosseiro, mas não foi o único: Cosme Machado, desde o início, mostrou uma tendência de inclinar o campo. (...) Aquele penálti sobre Carlos Mané era penálti em qualquer parte do mundo.»


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Esta noite o Sporting enfrentou duas equipas: a Académica, que se colocou a vencer com um lance de bola parada logo nos minutos iniciais, e a equipa de arbitragem liderada por Cosme Machado na pior actuação de um "juiz" de partida neste campeonato que já vai na 20ª jornada. Vergonhosa é a expressão correcta para definir a péssima exibição deste árbitro que perdoou uma grande penalidade cometida logo aos 13' sobre Carlos Mané e na segunda parte viria a validar um "golo" da Académica marcado em posição irregular, como o País inteiro viu.

Jorge Jesus foi expulso por alegadas palavras de protesto junto do quarto árbitro na sequência de um cartão amarelo exibido a Adrien por se ter precipitado na marcação de um livre. Este cartão foi mais uma prova evidente de que o árbitro estava ali não para valorizar o futebol mas para assassinar o espectáculo perante um estádio que contou com a presença de mais de 40 mil espectadores.

Eu estava lá e vi. Uma Académica frágil, que nem a perder por 2-3 saiu do seu último reduto defensivo. Uma Académica medrosa e caceteira que só pode merecer elogio pelo tal lance de bola parada que lhe valeu o único golo legal e resultou de uma clara falta de marcação da defensiva leonina, que hoje jogou desfalcada devido às ausências de Jefferson e Paulo Oliveira.

Felizmente a vitória sorriu ao Sporting graças a um golo de Montero aos 84'. Caso contrário o escândalo seria ainda maior.

A figura do jogo foi Adrien, autor do mais belo golo do Sporting até agora neste campeonato. O primeiro dos três que aqueceram esta noite fria.

 

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RUI PATRÍCIO (4). Saiu mal dos postes no lance que viria a gerar o segundo "golo" da Académica. O golo foi irregular, mas o guarda-redes ficou mal na fotografia.

JOÃO PEREIRA (7). Incansável no apoio ao ataque, ganhou sucessivos lances individuais. Foi uma constante dor de cabeça para a Académica. Assistência soberba para o segundo golo.

NALDO (3). Lesionou-se muito cedo, acabando por ser substituído por Ewerton. Já antes se tinha percebido que estava com problemas físicos.

RUBEN SEMEDO (5). A sua inclusão no onze titular foi a maior surpresa de Jesus para este jogo. Teve apontamentos positivos - no passe e na presença na grande área. Faltaram automatismos com os colegas, o que se compreende.

MARVIN (5). Correu muito mas nem sempre bem. Embrulhou algumas jogadas por falta de objectividade e vontade de fazer tudo sozinho. Tem de melhorar muito para destronar o titular Jefferson, ausente por lesão.

WILLIAM CARVALHO (4). Alternou boas recuperações de bola com alguma passividade. Percebe-se que está longe da melhor forma física. Foi substituído ao intervalo.

ADRIEN (9). Outra exibição superlativa do nosso capitão. A jogada do nosso golo aos 30', toda construída por ele, merece figurar em qualquer antologia. Incansável a trabalhar para a equipa.

JOÃO MÁRIO (8). Complementou da melhor maneira a actuação de Adrien, dando-lhe a melhor sequência. Deixou a cabeça em água e os rins doridos a diversos jogadores adversários.

BRYAN RUIZ (6). Um pouco mais apagado do que nos tem habituado, só a espaços demonstrou a sua indesmentível categoria. O seu maior mérito foi ter marcado o nosso segundo golo, aos 43', numa jogada construída por Carlos Mané.

CARLOS MANÉ (7). Voltou ao onze titular e teve desempenho claramente positivo. Aos 13' foi carregado em falta num lance que devia ter valido um penálti e expulsão do adversário. Construiu o segundo golo, que ofereceu a Ruiz.

SLIMANI (4). Muito apagado ao longo de todo o jogo, desta vez não conseguiu libertar-se das marcações. Mal tocava na bola, era rodeado por dois ou três adversários numa espécie de colete-de-forças.

EWERTON (4). Substituiu Naldo aos 33' mas nunca transmitiu verdadeira confiança ao nosso eixo defensivo, como ficou evidente no lance do segundo "golo" da Académica, embora com um adversário em posição irregular.

GELSON MARTINS (6). Não chegou a ter a influência revelada noutros desafios, mas sacudiu algum torpor da equipa quando foi lançado, aos 46', a substituir William. Boas movimentações. Falta-lhe maior poder de fogo na grande área.

MONTERO (7). Por vezes parece alheado do jogo: é sobretudo uma questão de estilo porque em momentos-chave não falha. Hoje funcionou como saca-rolhas ao marcar o terceiro e decisivo golo do Sporting, iam decorridos 84'.


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Fui só eu que vi ou hoje Slimani até estava com medo de fazer sombra aos adversários?


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Um canto oferecido de forma estúpida, de que resulta um golo estúpido. Depois, foi o Cosme show. Cosme percebeu bem as notícias da semana: tudo aquilo de que o Sporting se queixar é arquivado. O Sporting não vale um caracol nas "estruturas". É surrar o Sporting. A Académica tem um remate e dois golos. Uma eficácia acima de 100%. Então Jesus, aposto que já tens saudades do manto protector.


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O jogo estava de loucos. O resultado na altura, de 2 a 2, não interessava de maneira nenhuma ao Sporting. De súbito Montero salta do banco para colocar a nossa equipa a vencer.

Bastavam as palavras supra para resumir o que se passou esta noite em Alvalade. Porém...

Sempre considerei Montero um jogador de eleição. Falha muito, concordo, mas também tem safo o Sporting de alguns apertos. Como o desta noite... E não fosse Gelson atrapalhar o ponta-de-lança, muito provavelmente teria marcado outro golo.

Não jogou muitos minutos, mas assim que entrou o Sporting surgiu diferente. Retenho na memória uma jogada em que, quase encostado à linha de fundo, conseguiu desembaraçar-se de três adversários com muuuuuuuuita classe.

Montero é mesmo um fantástico jogador!

Ora falta somente actualizar o "mano-a-mano": Teo - 7, Montero 6.

Está cada vez mais interessante este duelo... colombiano.


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Sábado, 30 de Janeiro de 2016

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Gostei

 

Da vitória. Mais um jogo, mais uma vitória. Esta claramente mais difícil pois jogámos contra duas equipas: a da Académica e a de arbitragem, liderada por Cosme Machado.

 

De Adrien. Mais uma exibição de cinco estrelas do nosso capitão, que marcou o golo inaugural do Sporting à meia hora de jogo. Um golo que fez levantar o estádio e vai figurar certamente entre os melhores deste campeonato. O luso-francês voltou a ser o melhor em campo, jogando à campeão.

 

De João Mário. Outra enorme exibição do jovem ala formado na nossa academia. Foi essencial para ligar o meio-campo ao ataque com a sua visão de jogo. Deixou diversas vezes a defesa adversária desposicionada, abrindo linhas de passe aos colegas. É um prazer vê-lo actuar.

 

De Montero. O internacional colombiano entrou aos 66', com a missão de desfazer o nó provocado pelo empate da Académica através de um golo irregular. Missão cumprida: aos 84' marcou o nosso terceiro - e decisivo - golo, garantindo os três pontos de que necessitávamos para continuar na liderança do campeonato. Um lance de execução perfeita, com grande domínio técnico do nosso avançado.

 

De João Pereira. Grande partida do lateral direito, num constante vaivém na sua ala. Aos 28' fez um cruzamento soberbo para Bryan Ruiz rematar na grande área, possibilitando ao guardião de Coimbra a melhor defesa do encontro. Aos 84' foi dele o cruzamento letal que funcionou como assistência para o golo de Montero.

 

Do lance individual de Carlos Mané aos 43'. Jogada de insistência do jovem extremo, que pôs dois defesas fora do caminho e serviu de forma perfeita Bryan Ruiz: o costarriquenho só teve de encostar o pé para marcar o segundo golo. Sem deslumbrar, foi a melhor exibição de Mané nesta temporada.

 

Do apoio intensivo da claque leonina. Hoje voltámos a ser mais de 40 mil no estádio. Apesar do frio, apesar do horário tardio, apesar dos atentados à verdade desportiva cometidos por uma arbitragem manifestamente incompetente.

 

Da nossa supremacia na classificação. Vamos com 51 pontos, continuando a liderar a Liga 2015/16.

 

 

Não gostei

 

De Cosme Machado. O apitador de serviço cometeu erros grosseiros - o maior de todos foi validar o segundo golo da Académica quando todo o estádio viu que o jogador João Real estava em fora de jogo, assinalado pelo próprio árbitro auxiliar. Já aos 13' o "juiz" da partida tinha feito vista grossa a uma grande penalidade cometida sobre Carlos Mané - lance em que devia ter sancionado o jogador da Académica com cartão vermelho. As expulsões de Jorge Jesus e do nosso treinador de guarda-redes, Nelson Pereira, desfizeram as últimas dúvidas: o senhor Machado compareceu em Alvalade com a missão de prejudicar o Sporting, inclinando o campo totalmente contra nós. Uma vergonha.

 

De consentirmos um golo nos minutos iniciais. Pelo terceiro desafio consecutivo, começámos a perder. E voltámos a sofrer dois golos - embora um deles escandalosamente irregular.

 

Que Slimani desta vez não tivesse marcado. O argelino bem tentou, mas não conseguiu libertar-se das marcações.

 

Da lesão de Naldo. O brasileiro teve de sair aos 33', dando lugar a Ewerton, que voltou a transmitir uma sensação de intranquilidade.

 

Das ausências de Paulo Oliveira e Jefferson. Fizeram ambos falta num quarteto defensivo oscilante onde João Pereira é o único a merecer nota francamente positiva.

 

Fotografia minha, tirada esta noite em Alvalade


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Jogar sempre contra catorze também cansa!

 

 
*Escritor/Poeta

9 Jun 1900 / 8 Fev 1985


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Rui Patrício joga intencionalmente a bola com a mão dentro da sua grande-área num lance claríssimo para grande penalidade.

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Golo de MÁRIO

FC Porto-Sporting (meia-final da Taça de Portugal)

10 de Maio de 1987, Estádio das Antas

 

Certamente admirarei todos aqueles que os colegas do blog escolherão e aposto que outros ficarão sem registo, sendo tão bons ou melhores que os que aqui apresentamos.

O que escolho tem a ver com a envolvência.

Um amigo a quem chamo de irmão (e que retribui), que é ainda um bocadinho mais doente pelo Sporting do que eu, desafiou: "Vamos ver o jogo ao Porto?"

"E os bilhetes?" perguntei. Agora compram-se bilhetes na hora, em 1987 era um pouco mais complicado...

"Sem problema, tenho um amigo do Porto que compra os bilhetes."

Lá fomos, dois casais e o meu sogro, um belo Leão.

 

A primeira surpresa: os bilhetes eram para o chamado "tribunal das Antas", ali mesmo no meio dos sócios dos tripeiros. Nem o polvo no lampião Aleixo, ao almoço, soube ao que devia...

Recordo a recepção ao autocarro do Sporting, uma loucura. Por curiosidade, o GR suplente (que veio depois a ser titular após o fim da carreira do grande Damas) nessa época era Vital, amigo de infância, colega de escola e patrício nabantino. Trocámos um efusivo cumprimento.

E lá fomos para o meio da tripeirada. Incógnitos e ainda bem, que as ameaças eram tudo menos que veladas, entre um ou outro relato duns "gamanços" de carteiras, por parte dos próprios contadores da estória.

 

A forma como foi recebido o Sporting em campo foi, digamos, molhada... com líquido orgânico acondicionado em sacos de plástico (sempre que me ocorre esta situação, vem logo a do Nuno Luz no estágio da selecção), atirado com precisão em direcção aos nossos. Nas bancadas houve "porrada de criar bicho" e aí demos graças ao amigo tripeiro pela escolha do local. Aqui limitámo-nos a não abrir a boca, mas pelo menos passámos um jogo tranquilo. Tão tranquilo, que aquando do golo nem nos atrevemos a comemorar! Imaginem os gajos todos a espumar, nós com uma vontade enorme de saltar e comemorar e o que me saiu da boca foi um "acho que estava fora-de jogo" para o meu amigo, ao que ele respondeu "estavam completamente fora" e sorrimos os três, que o sogro fez tal mimetismo que se diria um verdadeiro afuradense.

Agora imaginem três tipos a sair da bancada central das Antas, com uma vitória no bolso e a nem sequer lhes passar pela cabeça extravasar os sentimentos. Posso-vos dizer, meus amigos, que o cachecol e a bandeira do Sporting só viram a luz do dia quando atravessávamos a Arrábida!

 

O jantarinho de comemoração foi no primeiro restaurante de rodízio que por cá apareceu, ali por volta de Mealhada, ou coisa que o valha.

O golo, não pela espectacularidade, repito (apesar de ter sido um golaço), mas pela envolvência, foi este:

 


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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016
O porta-voz
Pedro Correia

Ficámos hoje a saber que Pinto da Costa, com a voz embargada pela emoção, é o novo porta-voz do Benfica. Este ano o Dia de São Valentim chegou mais cedo.


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Olha quem voltou
José Navarro de Andrade

E não é que o provecto Pinto da Costa despertou do coma tropical em que vegetava para ruminar opinião acerca da ida de Carrillo para o benfica? Ora aqui está um que sempre soube quem é o inimigo mais perigoso.

 


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Golo de ANDRÉ CRUZ

Salgueiros-Sporting

14 de Maio de 2000, Estádio Eng. Vidal Pinheiro

 

Nasci em 1983, uma época após Malcolm Allison ter guiado o Sporting à conquista do campeonato e precisamente na época que marcou o início de um jejum de 18 anos de campeonatos nacionais.

 

Um acérrimo benfiquista, o meu avô, tentou convencer-me, desde que me lembro, a ser do Benfica. Não o conseguiu. A emoção que via no meu pai enquanto acompanhava os relatos dos jogos do Sporting fez-me sempre pensar que o Sporting era diferente. O acesso à informação era completamente diferente e provavelmente o meu pai até gritava, para mim, os golos sofridos pelo Sporting como se fossem a favor. Quaisquer que tenham sido os motivos, o resultado foi definitivo e já não havia hipótese de reversão. Sporting sempre!

 

Como sempre acompanhei muito com o meu avô e os seus amigos, quase todos benfiquistas, está bom de ver que passei a infância a ser massacrado com perguntas como: “Então, conta lá quantas vezes viste o Sporting ser campeão?”, “Sabes o que é comemorar um campeonato?”, “Diz lá ao teu pai para te deixar ser do Benfica.”. Como se ser do Sporting fosse uma imposição, ou como se o amor a um clube dependesse apenas dos títulos conquistados. Ser do Sporting não é nada disso, ser do Sporting é ser diferente, é ser de um clube que nos ensina a amar sem esperar retorno, que nos ensina a viver ilusões que não acontecem. Um clube real, por vezes cruel.

 

Claro que os títulos são importantes e por isso, aos 17 anos, a época desportiva de 1999/2000 foi marcante. Foi o “meu” primeiro campeonato. O plantel estava recheado de jogadores que eu adorava e que ainda hoje considero dos melhores que vi jogar em Alvalade: Schmeichel, Quiroga, Rui Jorge, César Prates, André Cruz, Duscher, Barbosa, Iordanov e Acosta. Além de um tal de De Franceschi que foi absolutamente decisivo nessa temporada.

 

Como é natural, nessa época existiram imensos jogos e golos marcantes. Desde o golo do Vidigal ao Campomaiorense que foi sem dúvida o jogo em que a equipa embalou, passando pelos golos de André Cruz e Acosta ao Porto, pelo golo de Di Francheschi ao Rio Ave e pelas grandes defesas de Schmeichel.

 

Mas o jogo que consagrou o regresso do Sporting aos títulos nacionais tem que ter lugar de destaque. Ao intervalo, e após uma primeira parte muito disputada, o Salgueiros, que lutava para não descer, conseguiu manter invioladas as suas redes. Mas ao intervalo, Augusto Inácio espevitou a equipa e ao minuto 47 o Sporting beneficia de um livre à entrada da área. Quem mais o poderia marcar de forma tão perfeita?

 

Estava desimpedido o caminho para um imensamente festejado campeonato nacional. André Cruz voltaria a marcar nesse jogo, já depois de Ayew e Duscher terem deixado a sua marca no jogo. O Sporting ganhou por 0-4 mas ainda com o resultado em 0-2, Peter Schmeichel faz uma defesa assombrosa que terá valido tanto quanto um golo.

 


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Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, do alto da sua douta isenção, tudo fará para que Slimani seja impedido de disputar o próximo jogo Sporting-Benfica, da Liga 2015/16, marcado para 6 de Março. Tudo a pretexto de um desafio ocorrido em 21 de Novembro para a Taça de Portugal que terminou com a vitória leonina.

Nada mais cirúrgico do que este bisturi da "justiça" desportiva.


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A caixa de pandora
Edmundo Gonçalves

Não acham que ao pedir a Jorge Sousa para reapitar o jogo Sporting vs Benfica, a FPF está a abrir um precedente muito perigoso, ou sou só eu?

Dúvida 1: Se um clube reclamar sobre um penalti não marcado a seu favor e o árbitro for chamado a reapitar o jogo e considerar que se enganou, repete-se o lance ou é de imediato considerado golo a favor do reclamante? Se por consequência desta decisão o resultado se alterar, será este validado?

Dúvida 2: Se um jogador que não foi admoestado for considerado infractor pelo árbitro nesta reapitação do jogo e merecer a expulsão, a equipa do putativo infractor perde por falta técnica, já que deveria ter jogado o resto do jogo com menos um elemento, ou repete-se o restante tempo nesta nova situação?

Dúvida 3: Perante esta salgalhada toda, não seria de avançar, rápido e em força, para as novas tecnologias, em socorro dos árbitros?

Se tiverem mais dúvidas, força!


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Para memória futura
Edmundo Gonçalves

Porque convém não esquecer:

http://cmtv.sapo.pt/atualidade...

Porque convém estar informado:

http://expresso.sapo.pt/econom...

Porque há ligações perigosas (ou como se explica a relação de subserviência do Belenenses e quiçá a porta 18):

http://www.ionline.pt/418631

Quando ele ainda queria dividir títulos connosco (e razão pela qual, tendo levado com os pés, anda tão abespinhado que mete dó):

http://www.record.xl.pt/futebo...


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A propósito de Neymar
Edmundo Gonçalves

Noticia a pasquinagem que o Sporting assinou contrato com um jovem moçambicano (18 anos), que estava à experiência e vai integrá-lo na equipa de juniores, podendo também fazer uma perninha na equipa B.

Até aqui nada de novo, é normal contratar jovens promessas.

O que me espanta é o epíteto do jovem. Passo a explicar: Sendo oriundo de um país que deu ao mundo Eusébio, um futebolista considerado no seu tempo um dos melhores do mundo e uma lenda planetária para os adeptos do desporto-rei, porque carga de água é este rapaz conhecido por Neymar moçambicano?

Qués ver que o outro não é tão querido lá, como cá?

E terá isso a ver com alguma negação das origens?

Bem vindo, Amâncio Canhembe. Uma coisa terás certa meu rapaz, dês as voltas que deres, vindo para o Sporting, nem que metas o Neymar e o outro num chinelo, nunca terás via aberta para o panteão!


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Leoas às sextas
Pedro Correia

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JOANA OLIVEIRA

"Que em 2016 o Sporting ganhe todas as competições que está a disputar para calarmos muita gente."

(Record, 3 de Janeiro 2016)

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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2016

O Sporting-Académica joga-se sábado à noite, a partir das 20.45. Com arbitragem de Cosme Machado.

Quais são os vossos prognósticos?


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Sli, Sli, Slimani!
Francisco Chaveiro Reis

Uma coisa é certa: Slimani dará o campeonato a um grande, sedeado em Lisboa. 

 

Sem ter feito ginásio, ter aprendido a falar português ou se ter mudado para a Rússia, Slimani pode tornar-se no novo Hulk.

 

Quando marcava de 8 a 12 golos num ano, Slimani não tinha cotovelos. 

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Golo de JORDÃO

Sporting-FC Porto 

30 de Janeiro de 1983, Estádio José Alvalade

 

Jordão fazia parte dos meus quatro ídolos de infância (junto com Damas, Yazalde e Inácio). E o meu golo de eleição tinha de ser de calcanhar (vamos já ver porquê), por isso, não hesitei em pegar na sugestão do nosso leitor/comentador polik, neste texto de Pedro Correia.

 

Sou nortenha, morei em Gaia desde os quatro anos, tirei o curso na Universidade do Porto e nem 23 anos de Alemanha conseguiram apagar-me a pronúncia do Norte. Nada me é mais familiar do que a paisagem sobre o Douro, vista da Serra do Pilar, local da igreja onde frequentei a catequese: a ponte Dom Luís, a Ribeira, as caves do Vinho do Porto (por acaso, em Gaia). Uma das minhas passagens preferidas d’ O Leão da Estrela é a travessia da ponte Dom Luís. Morava ali ao lado, paredes meias com o Quartel do RASP, onde João Paulo II aterrou de helicóptero, vindo de Braga, a 15 de Maio de 1982. Eu fazia parte da multidão que o recebeu, assim como vivi de perto as convulsões de Outubro de 1975, ouvi as rajadas de G3 disparadas contra as forças do brigadeiro Pires Veloso, tinha eu dez anos. Se o Verão de 1975 foi Quente, o mês de Outubro, no Porto, passou-se a ferver!

 

E depois veio 1987. Não nego que gostei de ver uma equipa portuguesa a ganhar a Taça dos Campeões Europeus. Até saí à rua! Com 23 anos, não se desprezam festejos pela noite fora. Claro que não agitei cachecol nem bandeira, muito menos gritei “Bib’ó Puârto”. E pensei que, terminada a festa, conseguia sossego. Mas algo me perseguiu durante semanas, desconfio que até anos: o golo de Madjer! Quantas vezes tive de ouvir falar nesse golo, ouvir elogiar esse golo… Nada havia que se lhe comparasse, diziam eles! Até parecia que o Madjer tinha inventado o golo de calcanhar…

 

Só para quem não conhece o golo de Jordão, precisamente contra o F. C. Porto, na época de 1982/83. Que subtileza, que classe!

 

É o meu golo de eleição, que dedico a todos os portistas!

E nem precisam de agradecer, eu é que agradeço ao polik. E ao meu ídolo, o grande Jordão!

 


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tanto barulho..
Gabriel Santos

com o investimento feito no Jorge Jesus e do outro lado da circular é o que se vê!

"Contrato de Taarabt divulgado: salários e prémios podem chegar a 14 milhões"

Aperta com eles, Ricardinho!

 

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Os últimos tempos para o Sporting tornaram-se muito difíceis. E tudo por culpa de uma diferente postura que os dirigentes do nosso clube apresentam.

O problema não é a forma como Bruno de Carvalho dispara… e contra quem, mas sim os alvos que pretende atingir e acima de tudo o sucesso desportivo (e não só!) que começa a surgir. Não me esqueço que noutros tempos também Sousa Cintra e Santana Lopes tentaram fazer algo semelhante, mas com muito pouco sucesso.

Ora após anos de descalabros financeiros e desportivos, o Sporting de Bruno de Carvalho está a renascer. Obviamente que este reaparecimento não agrada aos nossos adversários. Já tinham como garantida a “belenização” do Sporting. Enganaram-se pois!

Mas estas (novas) atitudes ora tão criticadas por tanta gente foram outrora usadas por outros. Com evidentes benefícios. Mas já lá vamos…

Não há dia nenhum que os jornais, comentadores, colunistas, ou simples paineleiros não ataquem ferozmente o Sporting. E tudo serve para os seus propósitos. Ora é o Presidente, para logo a seguir ser o treinador da equipa principal, depois é um qualquer jogador. E não falta a isto os esquemas das transferências goradas pelo Sporting.

O veneno destilado é tanto que olvidam outras épocas de outros clubes.

Trago agora aqui os idos anos setenta. Nesses tempos Pinto da Costa recebeu um Porto que não era campeão havia 19 anos e logo começou a disparar para tudo o que era sítio. Coadjuvado por José Maria Pedroto (José Maria Maroto para os adversários!), em breve ambos iniciaram uma espécie de guerra psicológica e de nervos que obteve naturalmente os seus frutos.

Hoje é sabida a quantidade de títulos que o clube do Porto ganhou intra e extra muros, desde essa altura. Mas lembro-me bem dos seus discursos inflamados contra Lisboa. E das consecutivas queixas das arbitragens.

Mas assim que se apanhou a ganhar… silenciou-se. Retenho uma frase desse tempo: “Desculpas de perdedores” – disse Pinto da Costa referindo-se aos ataques que os adversários lhe moviam.

Também não me esqueço que Adriano Pinto, na altura Presidente da Associação de Futebol do Porto, afirmou numa entrevista na rádio: “Enquanto eu for presidente da associação, o FCPorto terá de ser sempre campeão. Custe o que custar.”

Mas claro, já ninguém sequer se lembra do homem, quanto mais das suas inflamadas declarações…

De todo este ambiente, mais ou menos hostil, nasceu uma espécie de divisão desportiva: os do Norte e os do Sul. Decorriam os anos oitenta e o Sporting perdia algum fulgor. E angariava dívidas… sem títulos.

Deste modo o inimigo do Porto passou a estar no outro lado da segunda circular. E os adeptos desta agremiação desportiva deixaram o Sporting em paz e começaram a canalizar para o FCPorto os seus ódios e profundos antagonismos.

Passaram muitos anos (talvez demasiados!), até que a sociedade acordou para uma nova realidade: o Sporting afinal não havia morrido.

Estava vivo e recomendava-se. Com novo presidente, nova direcção e acima de tudo uma nova filosofia na abordagem do futebol. Ninguém acreditou… neste novo “visual”. Cheguei a escutar: “Mais um para obter nome à custa do nome Sporting”. Enganaram-se redondamente.

Hoje o Sporting é vilipendiado por quase todos os não-sportinguistas, seja lá o que isto quer dizer. Mas ao contrário do que possam imaginar eu até fico contente com estes “Tempos Novos”.

As críticas são sempre mais favoráveis a quem as recebe.

Portanto… continuem sim, continuem. A dizer mal.

É muuuuuuuuito bom sinal!


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Federem-se mas é
Tiago Cabral

Ora se eu, em tese, oferecer os préstimos de uma menina a um árbitro, desde que o montante dos referidos préstimos não ultrapasse os 300€, estou a cumprir o regulamento, certo?

É para um amigo que vive no norte.

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"A Sporting Clube de Portugal, Futebol, SAD informa que chegou a  acordo com o Sunderland AFC para o empréstimo até final da presente época do atleta Sebastián Coates, ficando a Sporting SAD com opção de  compra no valor de 5 milhões de euros.
 
A Sporting SAD deseja as maiores felicidades profissionais e pessoais a Sebastián Coates."


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Este artigo de José Manuel Freitas no Mais futebol chamou-me a atenção pelo seu título “Tantas más notícias em Alvalade”, onde se embrulha toda a tralha que excita os nossos adversários; como o processo disciplinar instaurado a Slimani, o arquivamento do caso dos vouchers, e os "reforços" Suk e Marega desviados para as Antas. Certo, certo, é que o grande desafio se joga nos relvados: ontem o Porto renovado de Peseiro perdeu dois-a-zero com o Feirense e o Sporting entra na Jornada 20 a jogar em casa contra a Académica isolado em primeiro lugar. 
Vamos encher Alvalade?


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“Percebe-se esta obsessão pelo Slimani, esta pressa em castigá-lo. Não se percebe é que haja dois pesos e duas medidas".

 

 

Já agora, para que se ponham nomes aos bois, como diz o povo, são estes os senhores que irão "ajuizar" no processo a Slimani:

cd2.PNG

 

E a pedido, alguns mimos, apenas com link, para não abusar das imagens:

https://www.youtube.com/watch?v=m4M54kIK7es

https://www.youtube.com/watch?v=_8hkv7gf4zw

https://www.youtube.com/watch?v=2TUXgx78vqk

http://verdadeleonina.blogs.sapo.pt/inedito-no-futebol-mundial-chorar-14908

http://linguadoslimani.tumblr.com/

JMC, se quiseres mais, é só pedir!


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Chegaram os doutos juízes conselheiros à conclusão que a oferta de 1120 jantares "ingressa no conceito de ofertas de mera cortesia (...) admitida na regulação desportiva". Parece que fizeram as contas e fica por atacado em 179,90€, o que não deixam de ser... 201.488,00 Euros. Cortesia? Pois! Já agora, o limite imposto pela UEFA não são 300€, são 200 Francos suiços, o que ao câmbio de ontem, que pontaria, eram 180,701 Euros... mais um paposseco e lá se ultrapassa o limite!

Irónica não deixa de ser a justificação de que as ofertas são feitas de forma regular, ou seja, em termos jurídicos, de forma continuada e na presença dos delegados da Liga. Mas então os delegados da Liga não recebem também as caixas douradas????

Que pandilha! E ainda há quem se pergunte por que está a justiça num lastimoso estado...

 

 


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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016
Guinness?
Edmundo Gonçalves

Roubado a alguém.


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Os melhores golos do Sporting (2)
Bernardo Pires de Lima

 

Golo de IORDANOV

Sporting-Marítimo (final da Taça de Portugal)

10 de Junho de 1995, Estádio Nacional

Não é certamente o golo mais bonito que vi marcado por um jogador meu, do meu clube, com a minha camisola. Mas é o golo mais importante da minha vida de Sportinguista. A seca de títulos durava há 8 anos (Supertaça 1987) e o Jamor vestiu-se de verde e branco para receber uma das melhores equipas do Sporting das últimas décadas, com Figo, Balakov, Carlos Xavier ou Sá Pinto.

Era 10 de Junho de 1995 e jogávamos contra o Marítimo de Everton, Heitor e Alex. Antes de começar, um cão atira-se ao braço de Vujacic que joga com uma ligadura e me fez temer pela sorte. O Sporting é um clube a quem tudo acontece, mas a tarde de calor estava demasiado perfeita para nos vergarmos às nuvens negras.

Era a minha segunda final da taça no meu sítio de sempre: o muro na curva da Juve Leo. Tinha perdido a anterior para o Porto de Robson na finalíssima mas desta vez os astros estavam alinhados: um adversário mais acessível, novamente uma grande equipa, e um grande ambiente. E o último jogo de Figo e Balakov com a nossa camisola.

Mas não foi nenhum deles que brilhou. Foi Iordanov, o meu ídolo de sempre. Búlgaro tosco com uma alma daqui à lua, com um amor eterno ao Sporting que já aqui relatei. Marcou os dois golos de cabeça (aos 9 e aos 85 minutos), rematou aos postes, ensaiou bicicletas e pontapés à meia-volta. Correu, lutou, brigou, marcou, festejou e saiu em ombros. Foi, como sempre foi, um herói improvável, exemplar na dedicação ao meu, dele e nosso Sporting.

A minha escolha vai por isso para o segundo golo de Iordanov a 10 de Junho de 1995. O meu primeiro título ao vivo e a cores, o primeiro que a minha geração recordará na pele, com um golo a ditar o game over da longa seca, com um golo a fazer acreditar que era possível dar a volta.

Obrigado, Iorda. Sporting, sempre. 

 

IMG_1176.JPG


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Defrontamos o 2º classificado da Liga (actualmente com menos 2 pontos que nós) no início de Março. Até lá, vamos fazer os seguintes jogos:

 

Jornada 20 - Sporting X Académica

J 21 - Sporting X Rio Ave

J 22 - Nacional X Sporting

J 23 - Sporting X Boavista

J 24 - Vit. Guimarães X Sporting

J 25 - Sporting X Benfica

 

Pelo meio, há Liga Europa com os alemães do Bayer Leverkusen. Ora, temos 5 jogos do campeonato, três dos quais em casa com os 16º (Académica), 7º (Rio Ave) e 17º (Boavista) classificados. 9 pontos obrigatórios, repito e sublinho, obrigatórios. Ao que se juntam dois jogos fora, com Nacional e Vitória de Guimarães, ambos historicamente difíceis para as nossas cores. Fazer 15 pontos nestes 5 jogos será um passo de gigante (ou de Leão) rumo ao título. Empates e coisas que tais podem significar o princípio do fim do nosso sonho. Quanto à 25º jornada, bem, aí nem há outro resultado possível - em casa, estádio cheio, sofrimento e vitória. 


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À hora marcada lá estava eu em frente ao aparelho de télevisão; No prato uns rojões de porco guarnecidos com grelos de nabo, tenrinhos, assistidos por um tinto de Tomar, produção própria;

A lareira, com um fogo simpático, dava a ambiência propícia para um jogo de futebol.

Sem nenhum interesse que não assistir à prestação do nosso Iuri e a um possível bom espectáculo, logo aos onze minutos vi o que a coisa ia dar: um jogador do Moreirense abalroado por um do Benfica que passou incólume, a jogada segue e sem se perceber bem porquê o senhor árbitro marca penalti a favor dos visitantes. Disse pra mim mesmo "não ponham mais na carta" e antes da marcação do castigo mudei para as notícias. Antes a troika!

Qual não é o meu espanto quando hoje, ao ver as capas dos desportivos, leio "soberbo" na borla e "festival" no rascord em letras corpo setenta e dois, a bold. E era mesmo em relação ao jogo que eu deixei de ver.

Viverei arrependido para o resto dos meus dias...

Não mais me perdoarei por ter perdido o jogo do século, um Moreirense-Benfica.

 

Nota 1: Nem imaginam a passarada que já destilou veneno em forma de comentário. Vão para o local do costume, claro!

Nota 2: É que nem imaginam quantos já foram para o lixo! Doidas, doidas, doidas, andam as galinhas...

Nota 3: 25 já cá vieram colocar o ovo. Tadinhas, andam mesmo loucas. O Schmeichel teve direito a uma resposta, mas desculpa lá amigo, era impublicável.

Nota 4: Até o anonymous, que anda tão arredio, decidiu botar comentário. Foi para o mesmo sítio, está bom de ver.

Nota 5: Ena, que até espumam pla boca, os remelosos.

 

 


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