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És a nossa Fé!

O ódio

O padrão é sempre o mesmo. Na véspera de um jogo do Sporting, seja nacional seja internacional, surge sempre alguma "notícia" bombástica pronta a desestabilizar os jogadores e a equipa técnica. Tem sido assim desde que vencemos a Supertaça, a 9 de Agosto.

Nada disto surpreende: a contratação de Jorge Jesus fez disparar inéditas torrentes de ódio contra o nosso clube, personificadas (como não?) no presidente.

Mais surpreendente - ou talvez nem isso - seja a histeria de certas donzelas putativamente sportinguistas, que nestas ocasiões logo fazem coro afinado com os inimigos do clube. Essas donzelas pintalgadas à pressa de verde estão-se nas tintas para os êxitos desportivos do Sporting: o que as faz mover apenas é o ódio. Um ódio visceral a Bruno de Carvalho, o homem que pôs as contas em ordem no clube e nos devolveu ao caminho dos troféus.

Um dia, com algum pormenor, haveremos de conhecer os motivos de tanto ódio. E quem é quem por detrás do cobarde anonimato em que tais donzelas hoje se ocultam.

Na primeira fila

Para não alongar muito, serve o presente para informar que estarei sempre na primeira fila em defesa dos interesses do Sporting Clube de Portugal.

Contra todos os leaks.

Contra todos os croquettes.

Contra todos os submarinos.

Contra todos os cavalos de tróia.

Contra todas as melancias.

O facto de contratarmos um treinador livre, sem clube portanto, que nos conduziu à vitória na Supertaça e por enquanto nos conduz no primeiro lugar, está a incomodar muita gente. Que incomode gente de fora é até normal e compreensível, o que apesar disso não justifica que sejam utilizados todos os meios, inclusive os mais baixos, reles, rasteiros, soezes, indecentes;

Mas que incomode gente de dentro, isso sim, é preocupante. E asqueroso!

A divulgação de uns documentos, que não são nada de extraordinário no seu conteúdo, pois não falam de comissões pagas por debaixo da mesa, não falam de pagamentos de viagens a árbitros e familiares, não falam de escutas sobre escolha de árbitros e de combinações de resultados, não falam de meninas, não falam de chocolatinhos nem de fruta, tem contudo que ser investigada com rigor. "O Sporting Clube de Portugal não se pronuncia sobre a autenticidade dos "documentos" que circulam na internet. No entanto, e porque os referidos documentos conterão assinaturas de Administradores e/ou funcionários do Clube, o assunto será esta tarde entregue às autoridades policiais para investigação." Ora é isto mesmo que terá que ser feito! A divulgação destes documentos poderá ter inúmeras origens e assim de repente avento várias: O escritório de advogados onde são redigidos estes contratos, os vários clubes em questão, as várias entidades em questão incluindo a CMVM e, gravidade suprema, o próprio Clube!

Independentemente do conteúdo não ser relevante, a forma como estes documentos são dados à estampa e ao conhecimento, é grave e tem que ser bem investigada pelas autoridades e internamente pelo Clube. Não esqueçamos que está em causa uma sociedade cotada em bolsa e os interesses do Sporting Clube de Portugal.

 

No meio disto tudo lembro que João Gobern, o outro gordo e António Simões, já há algum tempo afirmaram ter conhecimento destes documentos. Se calhar é começar por aí.

 

O ataque ao Sporting é cada vez mais forte e cerrado. Cerremos fileiras!

 

"Defendam-me, se não me defenderem eu caio." 

 

Nota final: neste post será feita moderação cerrada!

Alive and kicking

Segundo o jornal Record há um site de justiceiros em Portugal, no que ao futebol concerne. (não vou linkar)

Sem demorar muito neste assunto apenas deixo alguns pontos:

 - A degradação jornalística em Portugal recebe nota 20 com a publicação desta miserável "reportagem"

- O ataque ao Sporting é evidente. O "jornalista" e o Record são meros peões, descartáveis.

- Sabíamos desde o começo que a luta ia ser dura. Esta é apenas uma parte dela.

Venham eles, cá estamos.

A manada

Desde que Bruno de Carvalho venceu as eleições, da segunda vez já contou, que começaram a aparecer pela blogosfera alguns energúmenos a expelir fel sempre que a oportunidade surge. Dedicados escribas, com tempo de sobra, dedicam-se de alma à sua mais nobre tarefa: denegrir por todos os meios quem lhes retirou o croquete da mesa. Esfaimados, atacam em manada, seguros entre si e esperançosos que consigam fazer cair esta direcção e desse modo voltarem a lambuzar-se com croquetes. Ora sabemos nós que o bom croquete tem que ser acompanhado por uma boa mostarda. Isso não sabem eles, que estas hordas só se habituaram aos descongelados e fritos em óleo já com várias viradas. Estamos perante gentios que na ânsia de trepar sujeitam-se a qualquer tratamento que lhes seja exigido.

Há tempos idos, participou como autor neste blog um desses energúmenos. Foi daqui escorraçado, com o rabo entre as pernas e de peitaça desfeita pela vergonha do seu comportamento. Podemos encontrá-lo numa tasca baforenta onde escrevinha mal e porcamente. A juntar ao seu fraco português, verificamos que a mioleira acompanha o prato completo. Não há uma ideia, uma sequer, que dali saia para ser aproveitada. Fosse aquilo garatujado em papel e tínhamos os produtores de papel higiénico a reduzir produção e a fechar fábricas. A bênção da internet permite assim o desenvolvimento económico deste sector. Mas a internet também permite mais. Como dizia o outro, nada se perde. Como nada se perde, chegou-me ontem às mãos a informação que no grupelho que habita a baforenta tasca moram admiradores da forma de estar do eterno presidente da agremiação do norte. A fome de croquetes sempre os atacou, e, bem vistas as coisas, mesmo as corjas têm que comer todos os dias e o pão custa a ganhar. A excitação do momento levou esta espécime remota, crê-se que um antepassado do chimpanzé, a declarar publicamente o seu amor ao Foculporto. Esta admiração contrasta, ou não, com tudo o que nestes últimos anos têm acusado “o Bruno” de fazer.

A ver se nos entendemos: Mesmo para criticar de forma leviana é necessário que a lógica prevaleça. Explico devagar; se à segunda-feira afirmam que “o Bruno” quer ser uma imitação pobre de pinto da costa, não podem à quarta-feira, afirmar que pinto da costa é o vosso modelo no futebol português. Entendem? Eu dou mais uma ajuda; Com este vosso comportamento, ao elogiarem pinto da costa estão ao mesmo tempo a elogiar “o Bruno”. Como sei que não é esse o vosso objectivo, também sei que tal ainda não tinha chegado ao local oco onde por norma habita o cérebro, dou-vos este auxiliar. No pasto diário, ruminem e pensem nisto, antes de sair nova postada.

A vingança serve-se fria

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Foi aquilo em que pensei ao ver esta noite o FC Porto-Chelsea. Há que reconhecer: foi um grande jogo de futebol, a muitas milhas da triste mediania do nosso campeonato. Com três campeões mundiais em campo, três golos, duas bolas à madeira (uma para cada lado), emoção até ao fim e até um penálti claríssimo perdoado aos portistas nos últimos minutos. É consolador verificar que nem sempre os árbitros punem sem razão as equipas portuguesas nas competições internacionais...

Mas havia outra competição a desenrolar-se neste desafio do Dragão. A de Casillas contra José Mourinho, que o pôs à margem no Real Madrid. Ia hoje decorrido um quarto de hora e já o guardião espanhol tinha feito duas enormes defesas, impedindo golos da equipa inglesa. Sem ele, o resultado teria sido outro. Em vez de ganhar por 2-1, o FCP arriscava-se a perder por 2-3.

Nesta competição a dois, Casillas saiu vencedor. A magia do futebol às vezes passa também por isto.

 

ADENDA: "Vemo-nos em Londres", disse Casillas a Mourinho.

E por cá, seria assim?

Este árbitro, da liga turca, errou.

Logo no final do jogo, na entrevista rápida, foi pedir desculpas ao treinador da equipa que acabou por prejudicar.

Ora se fosse por cá, como seria?

Na minha opinião nunca aconteceria porque:

1 - Os árbitros estão proibidos de prestar declarações após os jogos e tinham que levar com o Vitor Pereira;

2 - Os árbitros em Portugal nunca se enganam.

 

Eu escrevi "enganam", que não é a mesma coisa que "erram".

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Se Bruno de Carvalho foi enganado pelo jogador [Carrillo] durante as negociações, isso não iliba a sua responsabilidade na falha das negociações, porque no fim de tudo exige-se decisões que defendam o Sporting. Carrilho sair a custo zero em nada beneficia o Sporting, portanto acabou o tempo das desculpas, e ou renova ou é vendido em Dezembro, nem que seja por tuta e meia...»

Schmeichel, neste meu texto

Carrillo

A cada semana que passa, perde espaço na equipa e vai perdendo a consideração dos adeptos. Dentro de algum tempo deixará de ter possibilidades de jogar em Alvalade: os sportinguistas não lhe perdoam este comportamento. Só tornado possível, valha a verdade, porque a gerência anterior vendeu 50% do passe do peruano, condicionando agora (e de que maneira) as opções de Bruno de Carvalho.

Essa gerência, como é sabido, hipotecava passes de jogadores (vários até da formação!) a empresários obscuros e fundos sem fundo...

O caso Carrillo é herdeiro directo dessa política.

Felizmente restam muito poucas situações como esta no plantel. A actual direcção leonina tem reassumido o controlo dos passes dos jogadores, evitando assim que fiquem à mercê dos intermediários especuladores que pensam apenas no lucro fácil à custa dos atletas.

Até nisto, felizmente, o Sporting mudou para melhor. Ainda bem.

Cirurgias

E assim é que à 6ª jornada, em 18 pontos possíveis, os Sporting já foi expoliado de 4 pontos: o penalty inventado contra o Paços de Ferreira, logo à 2ª jornada, que lhes forneceu o empate, e agora, na 6ª ronda, o golo acintosamente anulado, obrigando o placard a ficar a zero. 4 pontos, 22% dos pontos possíveis, o que extrapolado para o total do total dos pontos a obter até ao fim do campeonato equivaleria a 22 pontos a menos.

Pela ordem natural das coisas, segue-se que a abjecta indústria do comentário ludopédico efectuará as habituais manobras para derramar uma cloaca de argumentos contra os factos, com a  sua pitoresca ofensa à inteligência e ao fair play. Posto o que concluirão que somos uns calimeros.

Pódio: Gelson Martins, Slimani, João Pereira

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Boavista-Sporting pelos três jornais desportivos:

 

Gelson Martins: 16

Slimani: 15

João Pereira: 15

Rui Patrício: 14

Paulo Oliveira: 14

Naldo: 14

João Mário: 13

Adrien: 13

Jefferson: 12

Carlos Mané: 11

Bryan Ruiz: 11

William Carvalho: 10

Montero: 10

Teo Gutiérrez: 9

 

Os três jornais elegeram Gelson Martins como figura do jogo.

Os nossos comentadores (não) merecem ser citados

20150927_111443.jpg

 

20150927_111502.jpg

Um anónimo que assina "olha o cisco no olho" escreveu - neste post do Pedro Correia - o seguinte:

«'penálti' perdoado -
bola na coxa ou NÃO INTENCIONAL bola no braço !?!...
depois de ver éne repetições da jogada, continuo sem certezas absolutas, não juro, nem teimo, que a bola tenha ido, sequer, ao braço do jogador
- fora-de-jogo -
BEM ASSINALADO, visível desde a superfície lunar, se ao João Pereira e ao Sporting se aplicarem as XVII Leis do jogo»

Afinal o fora-de-jogo visível da superfície lunar não existiu como a imagem documenta já a mão na bola existiu e foi visível, como aliás, já tinha referido ontem.

Os árbitros portugueses devem ser leitores assíduos de Antoine de Saint-Exupéry para quem o essencial é invisível (L'essentiel est invisible pour les yeux. Cap.XXI, Le Petit [não, não é o treinador do Boavista] Prince) embora seja mais complicado do que parece, pois ele vêem o que não existe (o suposto fora-de-jogo de João Pereira) mas não vêem o que existe, a mão marota de Paulo Vinicius a impedir a bola de se ir aninhar no interior da baliza.

Mais à frente na obra citada, Antoine refere: Os homens esqueceram a verdade (Les hommes ont oublié [...] vérité) esquecer não esqueceram, digo eu, mas a alguns dá-lhes amanho viver numa realidade paralela, ver o que não existe e não ver o que existe; curiosamente, sempre com o objectivo de prejudicar o Sporting Clube de Portugal.

[imagem retirada do Record d' hoje p. 6]

 

 

Jogo? Qual jogo?

Hoje vi o jogo. Antes tivesse ido à Patti Smith. Não percebo para quê tanta posse de bola. Bem, é verdade que a bola até entrou, mas diz que não foi golo. Também é verdade que o jogo teve para aí um tempo útil de 5 minutos e que, depois disso, o árbitro deu 4 minutos a mais (só?), os quais foram gastos a fazer lançamentos laterais e a tirar tochas do campo. Mas o árbitro apitou ao fim de 4 minutos na mesma. Tenho a sorte de ver muitos jogos de andebol, onde tanto anti-jogo é simplesmente impossível: não percebo quem é que quer ver jogos do campeonato português de futebol. Tudo isto é verdade, mas pede-se mais ratice. Por exemplo: onde é que está a famosa ciência do Jesus nas bolas paradas? Não houver sequer uma de jeito para amostra.

Os nossos jogadores, um a um

Empate esta noite do Sporting no Bessa. Um empate sem golos - pelo menos sem golos validados, pois Slimani colocou a bola no fundo da baliza. O árbitro invalidou, falta saber porquê, e logo a seguir perdoou uma escandalosa grande penalidade ao Boavista.

Foi um jogo de caudal único, em que Rui Patrício não fez uma defesa. Os axadrezados, com a mediocridade que os caracteriza, mantiveram quase toda a equipa estacionada dentro da grande área, com receio de sofrerem um golo. Não se justificava tanto temor até porque o campo estava inclinado: o apito de Soares Dias funcionou como um poderoso aliado do Boavista.

O jogo valeu pelo regresso de William Carvalho, enfim recuperado. Um regresso que todos festejamos. Esperando que se mantenha ao nível exibicional que bem lhe conhecemos nas últimas duas épocas.

 

..........................................................................

 

RUI PATRÍCIO (5). Tranquilo. Foi quase sempre apenas um espectador do encontro, sem necessidade de fazer qualquer defesa.

JOÃO PEREIRA (5). Irrequieto. Corredor acima, corredor abaixo, mas quase sempre ineficaz devido à dupla cobertura de que foi alvo.

PAULO OLIVEIRA (6). Seguro. Mantém-se no comando da defesa leonina. Exibição personalizada. Repôs sempre bem a bola, com precisão de passe.

NALDO (5). Concentrado. Não joga com brilhantismo mas confere segurança em termos defensivos. Continua a combinar bem com Paulo Oliveira.

JEFFERSON (4). Inconsequente. Marcou bem o livre que proporcionou o golo anulado a Slimani. Tirando isso, voltou a falhar a pontaria: passes errados uns atrás dos outros.

ADRIEN (6). Combativo. O grande distribuidor de jogo, alargando sempre a manobra atacante. Subiu no terreno com a entrada de Willliam e o rendimento da equipa melhorou.

JOÃO MÁRIO (5). Regular. Certinho, ajudou a solidificar e organizar o nosso meio-campo. Mas hoje não conseguiu ser o desequilibrador que tem sido. Saiu aos 69'.

BRYAN RUIZ (4). Apagado. Fez algumas incursões pela ala esquerda, quase sempre condenadas ao fracasso. Apagou-se cedo. Saiu cansado aos 65'.

GELSON (5). Esforçado. Capturado pelas marcações, soltou-se no segundo tempo: assistiu Teo num golo que este falhou. Ainda se cola muito à bola, esquecendo-se da equipa.

MONTERO (4). Irrelevante. Podia ter marcado aos 41'. E fez dois bons passes de ruptura. Muito pouco para aquilo que devia ter mostrado em campo. Saiu aos 58'.

SLIMANI (6). Lutador. O melhor em campo. Marcou um golo aos 69' que o árbitro invalidou. Sempre inconformado, como demonstrou aos 76', num excelente lance individual.

TEO GUTIÉRREZ (3). Adormecido. Rendeu Montero aos 58'. Aos 60' a bola sobrou para ele quando estava isolado: chutou para a bancada. Parecia já cansado quando entrou.

CARLOS MANÉ (4). Anestesiado. Desta vez não fez a diferença, longe disso. Entrou em campo aos 65'. Parecia tristonho e assim continuou. Monumental falhanço aos 71'.

WILLIAM CARVALHO (5). Regressado. O melhor do trio que saltou do banco. Fez alguns passes de grande qualidade, ajudando a empurrar a equipa para a frente.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do regresso de William Carvalho à competição.  Mereceu aplausos de pé, aos 69', a entrada em campo do nosso grande médio após três meses de paragem forçada por lesão.

 

De Slimani. Admirável entrega do argelino ao jogo, do primeiro ao último minuto. Foi sempre o mais inconformado dos nossos jogadores. Marcou um golo limpo, absurdamente ilegalizado pelo árbitro. E viu um cabeceamento à baliza desviado pela mão de um defesa do Boavista que o árbitro não sancionou com grande penalidade, como se impunha. O melhor em campo - até porque jogou sempre contra 12.

 

De Adrien. Desequilibrou no meio-campo, como já habituou os adeptos. É raro o lance individual que não ganha. Lutador com fibra, sempre com garra leonina. E sem perder a visão panorâmica do terreno.

 

Da nossa segunda parte. Bastante melhor do que a primeira, quando Jorge Jesus reforçou as alas para quebrar a muralha defensiva do Boavista. Só apetece questionar porque demorou tanto tempo a fazer esta alteração táctica. Quase funcionou: pelo menos revelámos mais objectividade e maior acutilância.

 

Do relvado do Bessa. Voltou a relva natural ao estádio, proporcionando melhor circulação de bola. Felizmente o sintético passou à história.

 

Que não tivéssemos sofrido golos. Segundo jogo consecutivo com a nossa baliza invicta.

 

Da classificação. Continuamos em primeiro, com 14 pontos, em igualdade com o FC Porto. Até agora tudo bem.

 

 

Não gostei

 

Do autocarro axadrezado. Petit mandou estacionar oito jogadores dentro da sua grande área. Quase nem pareceu um jogo de alta competição: isto explica grande parte da mediocridade do campeonato português.

 

Que tivéssemos terminado o jogo em branco. Foi a primeira vez que não marcámos desde o início da temporada.

 

Que tivéssemos perdido a hipótese de nos isolarmos na liderança do campeonato. Depois do empate de ontem do FCP em Moreira de Cónegos, uma vitória nossa hoje deixar-nos-ia sem par no topo da classificação.

 

Do golo anulado a Slimani. Aos 28' o argelino ergueu-se bem e cabeceou com êxito para o fundo das redes. O árbitro Artur Soares Dias anulou o golo por pretensa falta de Slimani que ninguém viu.

 

Do penálti perdoado ao Boavista. Minutos depois, novamente a remate de Slimani, o defesa Paulo Vinicius desviou com a mão a bola que se encaminhava para a baliza. O árbitro Soares Dias não viu este penálti mais que evidente.

 

De um fora-de-jogo mal assinalado a João Pereira. Iam decorridos 38' quando o nosso lateral direito ganha a bola e se dirige com ela rapidamente rumo à baliza. Jogada abortada por pretensa deslocação que nunca existiu. Outro erro grosseiro da equipa de arbitragem liderada por Soares Dias.

 

Do livre perigoso perdoado ao Boavista. Aos 59', um carrinho de Afonso Figueiredo ceifou Gelson Martins em cima da linha da grande área. Uma falta que todos viram excepto o árbitro Soares Dias.

 

Da arbitragem de Artur Soares Dias. Pelos motivos que expus acima.

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