Quinta-feira, 30 de Abril de 2015

Sporting-Nacional joga-se sábado, a partir das 20.15, com arbitragem de Cosme Machado. Quais são os vossos prognósticos?


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Uma chachada
Pedro Correia

«Já passaram alguns dias mas o vazio não passou - nem a frustração que ele gerou. O próximo campeão português jogou no fim de semana passado no estádio da Luz, mas foi como se fosse solteiros contra casados. Ou talvez não: num solteiros contra casados vêem-se amadores a jogar com coração; no último Benfica-FC Porto vimos profissionais jogar sem alma. (...) A fazerem aquele que deveria ser o "jogo do ano" transformar-se na "maior seca do ano", a paixão dos 63 mil que foram ao estádio - e dos milhares que acompanharam na TV - não é alimentada. É frustrada. Desculpe-se o termo: foi uma seca!

(...)

Já não há muitos jogos na Liga portuguesa de que se esperam grandes espectáculos. Mas se os jogos entre o Benfica e o FC Porto se tornam uma chachada, então mais vale pôr um jogo na consola. Ou mudar para outros campeonatos. Não é muito promissor.»

 

Pedro Santos Guerreiro, hoje, no Record


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 Hoje, no Jornal do Sporting (em papel) imperdível.

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Foi quase... Leitores como o Leão do Fundão, JC, Alex M e SempreSCP andaram muito perto. Mas  nenhum acertou na vitória por 4-1 do Sporting em Moreira de Cónegos.

Esperemos que os palpites sejam mais certeiros para o próximo fim de semana, quando recebermos o Nacional.


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Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

«Dado que muitas vezes faz pena ver um triste Montero a aquecer o banco, mais que o 4-4-2/4-2-4 (conforme os jogadores das alas), gostava de ver tentada a combinação atacante do Boloni, um ponta, um ponta de lança, um interior vagabundo, na altura Quaresma-Jardel-J.Pinto e que agora poderia ser Nani ou Carrillo-Slimani-Montero. Muitos golos marcou o Jardel com os centros do J.Pinto em diagonal fugindo ao lateral...»

Sporting Sempre, neste meu texto


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Formar é mais barato?
Edmundo Gonçalves

Agora que estamos na recta final da época e é tempo de balanço e preparar a próxima, é legítimo fazer esta pergunta.

Pela minha parte, confesso que não sei.

Tenho a intuição que sim, mas apenas me limito a conjecturar, porque por muito que os números estejam espelhados nos Relatórios & Contas, é certamente muito difícil contabilizar o custo da formação de um jovem desde as escolinhas até chegar à equipa principal.

Pelo caminho há muitas condicionantes que concorrem para o valor final, como sejam o custo das infraestruturas à disposição da formação, o custo de funcionamento e manutenção das mesmas, o custo com formadores e todos os recursos humanos adstritos, o custo do material desportivo e didáctico, o custo de alojamento e alimentação e o custo com prémios mensais nos primeiros anos e ordenados já no final da formação, já que estes miúdos passam a ser profissionais cada vez mais cedo.

Este é um factor muito importante que nunca é considerado, quando se fala da qualidade da equipa/versus o seu custo/versus os resultados alcançados. Os lugares na tabela há dois anos e o ano passado, p.e. demonstram que caro não é sinónimo de qualidade e tampouco de resultados.

Será, no entanto este "caro", mais "caro" que formar? A minha dúvida é simples, embora tenha a certeza de que em igualdade de circunstâncias preferirei sempre os jogadores da formação, a minha dúvida, dizia, tem a ver com uma questão que não é de somenos: será que comprando a custos controlados jogadores jovens, com margem de progressão, será mais caro ou mais barato que formar? Em absurdo, mesmo comprando caro jogadores já feitos, será mais caro efectivamente que formar, com todos os items implicados no custo final que atrás enumerei? Até porque aos que formamos e que são bons, para os conseguirmos manter, temos que lhes pagar tanto como aos que comprarmos já feitos, convém não esquecer...

Por isso é que a questão dos custos de formação é tão importante nesta equação.

É verdade que nas duas opções que adiantei, faltará sempre o culto, a mística, o amor pelo e ao Clube. Mas querem alguns exemplos de jogadores que vieram formados e que, já retirados, ainda sentem o Sporting de forma arrebatadora? Yordanov e Acosta e Rui Jordão e Manuel Fernandes são bons exemplos, mas haverá certamente muitos mais, que até serão “mais sportinguistas” que alguns que cá andaram desde pequeninos e estou a lembrar-me de dois de repente... 

Formar dá outra relevância ao próprio clube, é um facto indesmentível! Hoje o Sporting é conhecido também por isso, ou (infelizmente) mais por isso! Há no entanto uma consequência inevitável ao facto de se optar por formar e que é ter que vender! Aliás, forma-se também para isso mesmo. Mas infelizmente para nós, em regra vendem-se os melhores, o que é natural.

O verdadeiro golpe de asa está em conseguir segurar os melhores e vender os não tão bons e com a venda destes fazer com que a máquina funcione bem oleada, de modo a gerar mais receita, que permita formar outros, assim a modo que uma pescadinha de rabo na boca e permitindo que guardando os melhores, melhores resultados apareçam nas melhores montras, que são as competições europeias e mundiais de clubes e selecções.

Onde está a virtude? Sem informação relevante, continuo a achar que está na formação o futuro do Clube, ainda que pontualmente se tenha que contratar, porque nem sempre se forma com qualidade para todos os sectores.

Se porventura alguém demonstrar que estou enganado "nas contas"...

 


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Terça-feira, 28 de Abril de 2015
Opções
Edmundo Gonçalves

A propósito disto, uma opção de utilizar o dinheiro muito mais interessante.

E ainda sobra para a missão pavilhão!

A mensalidade da Sportv anda à volta de 25,00 euros. Pode-se ser sócio pela quarta parte disso e o dinheirinho vai todo para as modalidades, ajudando ao ecletismo em que somos clube destacado a nível europeu.

Do que é que estás à espera?

 


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Moreirense-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Montero: 20

William Carvalho: 17

Carlos Mané: 16

Tanaka: 16

André Martins: 15

Nani: 15

Rui Patrício: 15

Ewerton: 15

Capel: 14

Cédric: 14

Paulo Oliveira: 14

Jefferson: 14

Adrien: 11

João Mário: 11

 

Os três jornais elegeram Montero como figura do jogo.


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Saber ver
Pedro Correia

«O juiz [Vasco Santos] deixou passar em claro uma mãozinha marota de Danielson nas costas de Paulo Oliveira a desequilibrar o central leonino. A bola sobrou para Leandro, que reduziu.»

Sérgio Krithinas, no Record (crónica do jogo Moreirense-Sporting)

 

«No momento em que salta para cortar a bola, Paulo Oliveira é empurrado pelas costas por Danielson. Falta por marcar, antes do remate certeiro de Leandro Souza. Mal Vasco Santos.»

Bernardo Ribeiro, no Record (análise da arbitragem do Moreirense-Sporting)


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Muito se riram os adeptos das nádegas quando o Sporting voltou a participar na Liga dos Campeões: "deixem-nos rir", "não envergonhem o país", etc. Afinal, este Sporting em reconstrução (de muito mau trato infligido a si próprio, sem dúvida) teve uma participação europeia bem digna. Já as nádegas foi o que se viu: a nádega 1 acabou num lastimável último lugar no seu grupo de tubarões e a nádega 2 foi sovada de rabo ao léu em público lá pela Baviera. Eu acho que as nádegas estão mal habituadas: cá por casa, em nome da "bipolarização", vão de colinho um terço do campeonato, no outro terço encontram as pernas bem abertas da parte de clubes que lhes prestam vassalagem (por múltiplas e interessantes razões); no último terço, finalmente, têm de jogar a sério: e é aí que aparecem as derrotas e os empates (este ano a nádega 1 conseguiu mesmo a proeza, num jogo, de ter colinho e perder: em Paços de Ferreira). Tudo culminou, muito apropriadamente, no "jogo do ano" de domingo passado, que talvez merecesse mais o nome de "jogo do ânus" (para continuar com a escatologia), dada a sua extraordinária qualidade. É por isso que, quando têm de jogar a sério na Europa, já não se lembram como se faz. A má qualidade do futebol português na Europa não resulta só da falta de dinheiro. Resulta também deste pantanal em que o campeonato está praticamente decidido de forma administrativa desde o início.


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Acrobacias
Alexandre Poço

Nós que já temos uns anos disto, percebemos claramente que aquele belo segundo golo de ontem, uma bela acrobacia do Montero, jamais entraria caso fosse num jogo decisivo contra o Benfica, Porto ou noutro qualquer de importantes decisões europeias. Mais, imagino aquela bola a bater no poste, cruzar a linha toda da baliza sul de Alvalade aos 87' de um grande jogo, até aí empatado. Já aconteceu inúmeras vezes. Ontem, os astros alinharam-se e bem, pese a não-extrema-necessidade-de-tal. Viver este clube é também equacionar estas coisas que, invariavelmente, nos calham no destino. 


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Não gosto de individualizar no futebol, gosto, sim, de analisar o jogo colectivo. De preferência quando esse colectivo é muito mais que a soma das individualidades. O que equivale a dizer que as individualidades contribuem positivamente para a melhoria colectiva, que os comportamentos das individualidades beneficiam o e do colectivo. Neste sentido, defenderei sempre os jogadores que mais e melhor contribuam para o colectivo e que por consequência o tornem mais forte, aproximando-o da vitória.

 

Jogadores como William, Nani, Montero e Martins serão sempre defendidos na minha forma de analisar o jogo, não só porque são os melhores jogadores do plantel, mas principalmente porque são aqueles cujas acções e comportamentos individuais mais aproximam a equipa do sucesso. Todos os processos da equipa melhoram com eles em campo.

 

Pelo que se ouviu e leu no início da época, parece que nem William é consensual no universo leonino, tais foram as loas de lentidão e displicência que lhe rogaram. Nani, idem, a julgar pelos constantes assobios ouvidos em Alvalade, principalmente quando temporiza para procurar a melhor opção para a equipa, quando a maioria dos adeptos preferiria uma correria para a linha e um cruzamento em que nem era preciso olhar para a área ou passar a bola para alguém que no momento seguinte ficaria numa situação difícil.

 

Montero e Martins não reúnem de todo consenso, aliás, no limite, reúnem no sentido de que não servem para o Sporting. Os argumentos são, normalmente, subjectivos e/ou perceptivos, por vezes até estatísticos (como se isso, por si só, dissesse alguma coisa) do que fundamentados naquilo que é o jogo jogado e a forma como as acções deles contribuem para aproximar a equipa do sucesso. Na realidade, jogadores com as características deles são mal interpretados pelo comum adepto, principalmente por estes últimos terem pouco conhecimento do jogo e da forma como um colectivo deve abordar os principais momentos do jogo de forma a estar mais próximo de ganhar.

 

Já o escrevi várias vezes neste espaço: a probabilidade de ganhar é tanto maior quanto melhor forem o conhecimento e os princípios de jogo. Consequentemente, a equipa terá melhor conhecimento e princípios de jogo quanto melhor for o seu treinador (é aqui que se ele tem maior influência na equipa) e quando mais os seus intérpretes os conseguirem aplicar em prol do colectivo.

 

É isto que tenho vindo a defender e tenho a consciência que não é propriamente o mais unânime. Até há quem apelide opiniões como a minha de “freitas-lobismo”. Seja lá isso o que for. Mas se o objectivo for adjectivar por comparação, devo dizer que é um perfeito disparate, porque Freitas Lobo é um fã de jogadores como Adrien, Slimani ou Paulo Oliveira. Nunca o será de jogadores como Martins, Montero ou Tobias, porque não percebe o que eles dão ao jogo. No fundo, o Freitas Lobo é apenas um comum adepto, mas mais bem-falante e com muitas horas de Football Manager, o que lhe permite conhecer o nome de mais jogadores que a maioria.

 

Não se trata de comparar Montero com Slimani, Martins com Adrien, Tobias com Oliveira individualmente. Até porque todos eles têm características individuais e colectivas importantes para estarem no plantel. Trata-se, isso sim, de comparar a qualidade do colectivo quando alguns destes jogadores estão em campo e quando não estão. A forma como as acções individuais contribuem para a melhoria do colectivo, ou como, no limite, fazem com que a equipa esteja mais perto da vitória é que determina os melhores jogadores. Messi é o melhor do mundo não só pelas fantásticas qualidades técnicas e físicas individuais, mas porque percebe como nenhum outro todos os momentos do jogo e coloca toda a sua qualidade ao serviço do colectivo. Com as acções dele a equipa estará sempre mais perto da vitória.

 

O futebol que admiro e que defendo para o Sporting não é o de Jardim nem o da maioria desta época (com excepção do início), baseado numa forma de construção de jogo demasiado lateralizada e cheia de cruzamentos sem nexo para a área (muito a darem golo, é certo), com princípios defensivos de fraca qualidade e com muito dificuldade nos momentos de transição, defensiva e ofensiva. Mesmo assim, cada vez que Marco Silva aposta nos melhores jogadores, o Sporting, como colectivo, aproxima-se mais daquilo que defendo. Não porque os princípios se alterem, mas porque os intérpretes contribuem mais para o colectivo.

 

P.s. Miguel Leal é um excelente treinador e a Liga portuguesa ficaria muito mais interessante com equipas orientadas como este Moreirense. Deve estar no Top 5 das equipas com melhores princípios de jogo do campeonato.


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Às vezes tenho pena da rapaziada da Sport TV. Ontem ainda começaram a relatar e comentar com entusiasmo o Moreirense-Sporting, no minuto inicial da partida, exaltando-se perante uma "oportunidade" de João Pedro. Mas logo no minuto seguinte pareciam estar num velório enquanto viam Carlos Mané marcar o primeiro golo do Sporting. A partir daí reinou uma atmosfera de notória tristeza no estúdio. Tristeza acentuada a partir do minuto 34, quando Montero marcou o segundo. "Numa fase do jogo em que o Moreirense estava claramente por cima, mais confortável, e o Sporting sentir até dificuldade em sair para o ataque", diziam eles. Testemunhas de um jogo que só eles viam.

Eles e Manuel Queiroz, aos microfones da Antena 1. Eis a síntese da primeira parte (que terminou com o Sporting a vencer 3-1) feita ao intervalo por este comentador: "O Sporting, sem jogar bem, fez três golos; o Moreirense, sem jogar mal, só fez um."

Extraordinário resumo. Ainda condimentado, apesar disso, por uma réstia de solidariedade nortenha: "Acredito que o jogo ainda está aberto."

Pois estava: o Sporting voltaria a marcar na segunda parte, fechando a conta em 4-1. Na Sport TV só faltava tocarem a Marcha Fúnebre...


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Segunda-feira, 27 de Abril de 2015
M versus M - VIII
José da Xã

Eu próprio já não acreditava que voltasse a escrever aqui debaixo deste título. Remonta a 2 de Fevereiro a última vez que falei sobre Montero, neste espaço.

Mas hoje...

Bom, hoje foi uma noite totalmente diferente. Fredy fez o seu primeiro bis da temporada ficando a somente cinco remates certeiros de se ultrapassar no que se refere a golos marcados na Liga. E esta tarde/noite foi um jogador deveras influente.

Aquele primeiro golo só podia ser marcado daquela maneira. E ele fê-lo com a competência que todos lhe reconhecem. Mesmo quando se "ausenta" dos golos, Fredy é um jogador muito influente.

O Sporting necessita de um Montero em grande forma física e psicológica para os embates que se aproximam, nomeadamente o resto da Liga (o segundo lugar ainda é possível) e a final da Taça de Portugal.

Espero, Montero, que leias isto. Estamos todos contigo! Até os mais cépticos!

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Gostei

 

Da goleada em Moreira de Cónegos. O Sporting deu hoje um banho de bola num campo difícil, onde outros já claudicaram, impondo a vitória mais pesada deste campeonato no reduto do Moreirense. Vitória ainda mais saborosa por se ter desenhado logo a partir do minuto 2, no nosso primeiro lance de ataque.

 

Da exibição. Gostei de ver o Sporting jogar com ritmo, velocidade, consistência e alegria.

 

De Montero. Reapareceu como titular, face à lesão de Slimani, e como marcador de golos. Marcou dois (o segundo e o quarto) e fez assistências para os outros dois. Ainda protagonizou um excelente lance de área ao servir Nani, que disparou de cabeça à figura do guarda-redes (52'). Andava afastado dos golos desde 1 de Fevereiro: fez-lhe bem este defeso e em boa hora Marco Silva o mandou regressar. Foi hoje o melhor em campo.

 

De William Carvalho. Voltou a ser um gigante. Mesmo com o meio-campo desfalcado em relação ao tradicional desenho táctico do Sporting, entrando desta vez em jogo sem Adrien (seu habitual parceiro como titular no centro do terreno), não se acobardou nem se acomodou. Pelo contrário: galvanizou-se e foi uma peça-chave na vitória leonina. Dois golos nascem de recuperações de bola do médio defensivo. Foi fulcral no lançamento do nosso ataque. Por duas ocasiões galgou dezenas de metros com a bola controlada para servir muito bem Montero (aos 55') e Nani (aos 75').

 

De Tanaka. Jogou pela primeira vez um terceiro jogo consecutivo no campeonato ao serviço do Sporting. E voltou a ser um talismã da equipa: com ele enquanto titular, nunca deixamos de ganhar. E lá marcou mais um golo - o terceiro da partida. Confirmando-se como o nosso avançado com melhor relação entre tempo de jogo e golos marcados.

 

De Carlos Mané. Entrou bem, desta vez como titular, e coube-lhe marcar o ritmo do desafio ao abrir o caminho para a vitória logo na nossa primeira jogada de ataque. E vão seis golos, facto que consolida a sua influência na equipa. Aos 66' voltou a rematar com perigo, forçando o guardião adversário, Marafona, a uma defesa muito apertada.

 

Do dispositivo táctico do Sporting. Raras vezes o treinador leonino tem apostado no 4-4-2 que fez entrar esta noite em campo. Aposta plenamente ganha, com Montero imediatamente atrás do ponta-de-lança, Tanaka. Aos 36' já vencíamos por 3-0.

 

Dos golos. Foram marcados cinco numa partida aberta, competitiva, sem jogadores com medo de irem ao choque e à luta. Uma diferença abissal em relação a outro desafio, disputado na véspera, que certos comentadores tinham classificado de "jogo do ano".

 

Da nossa defesa. Paulo Oliveira e Ewerton voltaram a jogar juntos. Formam o melhor duo defensivo do Sporting no eixo do terreno desta temporada.

 

De Capel. Entrou aos 83', substituindo Nani, e decorridos apenas dois minutos já fazia uma arrancada junto à lateral esquerda que resultou em assistência para o quarto golo, que Montero marcou de cabeça (imitando o ausente Slimani). Desta vez o andaluz cumpriu.

 

Do resultado ao intervalo. Desde Maio de 2013 não marcávamos três golos antes do intervalo num jogo do campeonato nacional. Uma estatística que já pertence ao passado.

 

Do terceiro lugar confirmado. Consolidámos uma posição no pódio, agora já com 66 pontos acumulados na Liga 2014/15. Vamos disputar o play off da Liga dos Campeões. E encurtámos a distância face ao segundo classificado: o FCP está agora só a seis pontos. Com o Braga cada vez mais longe.

 

 

Não gostei

 

Da fraca assistência. Um estádio com bancadas pouco preenchidas prejudica sempre o espectáculo futebolístico. O facto de o jogo ter decorrido numa segunda-feira, às 20 horas, não ajudou.

 

Da falta que precede o golo do Moreirense. Paulo Oliveira salta para interceptar a bola mas é empurrado num lance faltoso que o árbitro deixou por sancionar.

 

Da chuva de cartões amarelos. Uma vez mais, o homem do apito - neste caso o senhor Vasco Santos - decidiu ser protagonista distribuindo cartões por tudo e por nada. Sobretudo por nada: as sanções a William Carvalho e Paulo Oliveira foram ridículas. Infelizmente William fica fora da próxima partida, contra o Nacional, por acumulação de cartões.


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Depois da excelente vitória de ontem, sócios e adeptos acorreram em massa ao aeroporto de Lisboa. Em massa? Bem, para o jornal A Bola não passavam de 30. 

Amigos da Bola: Calma.  

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Foto sacada no Twitter de https://twitter.com/JorgeDRSousa 


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Prometer e cumprir
Pedro Correia

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Há dez meses, Bruno de Carvalho anunciou a reintegração do hóquei em patins como modalidade oficial do Sporting, de onde nunca devia ter saído.

Fê-lo na qualidade de assumido admirador desta modalidade, que tantas alegrias tem dado durante décadas aos portugueses em geral e aos sportinguistas em particular.

E não se limitou às palavras, anunciando desde logo reforços. Incluindo João Pinto e o guarda-redes Girão.

Menos de um ano depois, o Sporting regressa às conquistas europeias no hóquei, batendo o Réus na emocionante final de ontem à noite. A Taça CERS é nossa, pela segunda vez na história leonina. Estão todos de parabéns: jogadores, presidente e Nuno Lopes, que treinou muito bem a equipa.

É um regresso pela porta grande. No mais curto prazo possível. Confirmando um dos valores que mais prezamos em Alvalade: o ecletismo. E reforçando aquele que é, de longe, o mais saboroso título leonino: o clube europeu com mais vitórias internacionais em modalidades colectivas.


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As histórias do livro «O Meu Ídolo Sporting» (ed. TopBooks) abarcam um período de mais de trinta anos, tendo a balizá-las dois acontecimentos, ambos fora de Portugal. O primeiro é o estágio de vários dias da equipa do Sporting treinada por Malcolm Allison, na Bulgária, na preparação da época do título de 1981/82 – um estágio em que participava o novo guarda-redes, um húngaro de nome então ainda estranho e que, segundo as notícias que iam chegando, fazia defesas impossíveis. O segundo acontecimento é bem mais curto, dura apenas uns segundos, em finais de 2014, numa das metades de um relvado dinamarquês, com o autor de repente a sentir que a história do Sporting toma conta da selecção nacional e leva a uma vitória empolgante com um golo de Cristiano Ronaldo.
São vinte histórias de futebol, a maior parte do Sporting e as restantes vistas inevitavelmente com um olhar sportinguista. Nelas estão os golos de Acosta, de Jardel e de Liedson, e também, além de outros, os de Oliveira, Manuel Fernandes e Jordão. Está a contratação do Paulinho, está o primeiro livro do autor e está também um cachecol que acabou por ficar num dos lugares da bancada do Estádio Nacional, em 1996, pousado sobre o sangue de um adepto do Sporting. E mais, muito mais… Bilhetes para a final europeia do Sporting em 2005; o golo com que a Argélia derrotou uma das Alemanhas, a mais forte, em 1982; uma remodelação governamental a meio de um Sporting x Real Madrid; a recomendação do futebol português para um prémio literário; e um árbitro que validou dois golos polémicos do Benfica. E também uma conversa em Madrid com Jorge Valdano; uma recordação sportinguista da cantora Celine Dion; o extraordinário avançado belga Serge Cadorin; a tábua forrada à Sporting sobre a qual o autor escrevia ainda menino; e um pequeno caderno em que por esses tempos apontava tudo dos jogos da equipa, o seu verdadeiro ídolo. E ainda uma descida de Monchique, da serra dos dois dinossauros adormecidos, para ver pela primeira vez jogar o Sporting, em Portimão, entre o maravilhado e o espantado, de mãos no gradeamento atrás da baliza onde um guarda-redes alto, magro e de longos bigodes, bem maiores do que os que por cá os futebolistas usavam, o húngaro Meszaros, apareceu para fazer o aquecimento a uma distância em que quase podia tocar-lhe.

 

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Nulo
Pedro Correia

Não vi o "clássico" de ontem. Dizem-me que terá sido o mais medíocre deste século: um jogo sem lances ofensivos, sem remates e sem golos. Não me custa acreditar: as escassas imagens seleccionadas pelas televisões são a melhor prova de que nem só o resultado foi nulo. Mas haja alegria: os meus amigos benfiquistas festejam como se não houvesse amanhã. É pelo menos a segunda vez, em poucos meses, que celebram um empate como se tivessem vencido.

Dizem-me que havia mais portugueses na equipa de arbitragem deste "clássico" do que no conjunto das duas outras equipas: dos 22 jogadores iniciais, apenas três compatriotas nossos pisaram a relva.

Tanto estrangeiro porquê? "Para melhorar a qualidade do espectáculo", há quem me garanta. Fico esclarecido.


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Domingo, 26 de Abril de 2015

Não é um desígnio nem uma realidade do passado. Sim, somos pelo menos tão grandes como os maiores da Europa!

Esta noite, o Sporting conquistou mais uma vez a Taça CERS em hóquei em patins. Este é mais um triunfo que se junta a tantos outros e que faz da equipa verde e branca uma das maiores potências desportivas do mundo com títulos europeus em diversas modalidades (andebol, hóquei em patins, futebol, atletismo). Acresce ainda, uma longuíssima lista de grandes campeões como Carlos Lopes, António Livramento, Naide Gomes, Rui Silva, Francis Obikwelu, Joaquim Agostinho, Jesus Correia, Emanuel Silva, João Benedito, Travassos ou Cristiano Ronaldo.

Ao mesmo tempo, a nossa equipa de futsal conseguiu o 3.º lugar na final four da UEFA Futsal Cup. Mais uma vez não ganhámos mas demonstrámos, de forma cabal, que temos uma das melhores equipas do mundo.

Como tudo isto, como é possível não rejubilarmos permanentemente com o nosso clube?! Sim, nós somos tão grandes como os maiores da Europa!


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Um golo em 13 meses
Pedro Correia

Os meus leitores mais atentos saberão decerto que um dos meus alvos de estimação é um "craque" chamado Nélson Oliveira. Tão "craque" que um dos maiores especialistas do comentário ludopédico português, com lugar vitalício na SIC Notícias, chegou a atribuir-lhe este originalíssimo título: «Potencialmente, é já neste momento o melhor ponta-de-lança português.»

Não era para rir: era mesmo a sério. Até porque esse "especialista" é totalmente destituído de sentido de humor...

Palavras leva-as o vento. Estas foram proferidas no longínquo mês de Junho de 2012, quando a imprensa amiguinha enchia parangonas com os méritos reais ou imaginários do jovem lampião. Paulo Bento, sensível aos ventos da opinião, chegou a convocá-lo para a selecção nacional, onde o dito "craque" tudo fez para desmentir os vaticínios do tal que já lhe chamava "melhor ponta-de-lança português".

O tempo foi passando. O Benfica viu-se livre dele e, consequentemente, à selecção nacional nunca mais voltou. Os tais que lhe dedicavam parangonas enfiaram a viola no saco e o rapaz ficou esquecido. Até agora. Acaba de ser notícia por ter marcado um golo. Um golito ao serviço do Swansea, por empréstimo encarnado. O primeiro golo que marca nesta temporada. Aliás, o primeiro golo que marca desde Março de 2014, quando ainda vestia a camisola do Rennes.

Um golo em 13 meses: temos "craque", sem dúvida. Este Nélson ainda será protagonista de um novo Trafalgar.  


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Leitura recomendada
Pedro Correia

Tradição, história e campeões. De Raquel Vaz-Pinto, no Malomil.


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Sábado, 25 de Abril de 2015

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Os outros golos
Pedro Correia

William Carvalho pode sair do Sporting para o Arsenal por 30 milhões de euros. Dois meses depois de o presidente Bruno de Carvalho ter recuperado a totalidade do passe do nosso médio defensivo, formado na Academia de Alcochete.  A confirmar-se a saída de William por estes números, constituirá um novo recorde absoluto em valor de transferência de um atleta leonino. 

 

Slimani é cobiçado pelo menos por três clubes: West HamCrystal Palace e Trabzonspor. Mas o presidente leonino deixa claro que só autorizará a saída do argelino por menos de 15 milhões de euros. O maior goleador deste Sporting 2014/15, recorde-se, custou-nos apenas 300 mil euros - cifra paga há dois anos ao CR Balouizdad, um clube da Argélia. Raras vezes um jogador foi tão valorizado em Alvalade.

 

Também neste domínio marcamos golos: o domínio da gestão financeira, inseparável da boa gestão desportiva. Tem sido assim nos últimos dois anos. É neste rumo que queremos prosseguir.


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Sexta-feira, 24 de Abril de 2015
Neste fim de semana
Pedro Correia

Que o nosso adversário mais directo perca o maior número de pontos possível.


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«Por que razão jogamos numa segunda-feira às 20h00???? Acreditem que isto me tira do sério... Espero sinceramente que para o próximo campeonato o Bruno de Carvalho reveja esta situação e que tenhamos muitos mais jogos aos sábados e domingos à tarde.»

Sempre SCP, neste meu texto


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Numa entrevista de emprego, colocaram defronte do candidato um copo meio de água. Após as costumadas apresentações os entrevistadores formularam a seguinte questão:

- Diga-nos… este copo está meio cheio ou meio vazio?

O jovem mirou o copo, pegou nele e bebeu a água. Finalmente respondeu:

- Eu resolvo problemas. Venha o seguinte!

Obviamente que foi logo contratado.

 

Plasmando este episódio na vida do Sporting, assumo que Bruno de Carvalho é tal qual o jovem acima apresentado: resolve os problemas.

Após anos de desmandos financeiros, que se repercutiram em poucos resultados desportivos, o actual Presidente surge como sendo alguém capaz de colocar o clube no trilho certo. Precisou e precisa para isso de ter pulso firme, ideias claras e estratégias bem definidas.

A sua cruzada contra os Fundos, que irromperam nas SAD’s como tábuas salvadoras, e que no essencial se aproveitavam dos clubes para obterem mais-valias, pareceu a muitos uma batalha quase quixotesca. Mas BdC não esmoreceu e tem vindo a mostrar à sociedade desportiva - portuguesa e europeia - como se pode ter uma equipa sem ficar refém de entidades… estranhas.

Numa altura em que se prepara já a próxima época futebolística, Bruno de Carvalho parte, quiçá, à frente dos seus adversários. Ou talvez não.

Provavelmente esta espécie de partida antecipada até pode ficar aquém do que a Direcção e os adeptos do Sporting querem e desejam. Todavia há que dar tempo ao tempo. E deixar que BdC faça o seu (bom) trabalho.


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Moreirense-Sporting será só na segunda-feira, às 20 horas, com arbitragem de Vasco Santos. Mas os prognósticos avançam desde já. Qual será o resultado?


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Leoas às sextas
Pedro Correia

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INÊS FAUSTINO

"Gostei do projecto do Sporting, para além de ter dado uma grande alegria ao meu avô, que é um grande sportinguista. (...) Venho com muita vontade de ajudar o Sporting a atingir a Liga [de basquetebol]»

(16 de Abril 2015)

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Alguns dos nossos comentadores mais ou menos anónimos, parentes do Te ou amigos do Talisca que se exercitam no futsal nocturno e rematam ao poste, interrogam-se sobre o porquê de escrevermos tanto sobre os nossos adversários.

A resposta está na imagem ali em cima, o futebol português está transformado naquilo.

Um executivo com fato azul e camisa branca mas de gravata vermelha com um cifrão e cabeça de águia, transportando uma mala para viciar os resultados desportivos.

No domingo vamos assistir a uma impossibilidade, roubar para os dois lados, prejudicar ou beneficiar ambos.

Aquilo a que assistiremos no domingo mais que um jogo de futebol será um jogo de poder, saber quem manda ainda ou quem manda agora no futebol português... é claro que esse "mando" nada tem a ver com o futebol jogado dentro das quatro linhas.


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«Eu cada vez sou mais fã do Jorge Jesus

Domingo à noite, na RTP informação


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Quinta-feira, 23 de Abril de 2015

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Álbum de memórias
Pedro Correia

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 Quando Jesus treinava o Belenenses verdadeiro...


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Um líder
Pedro Correia

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Guardiola nem é um treinador da minha particular simpatia. Mas hoje apetece-me elogiá-lo. Pelo mais simples pormenor ocorrido na esmagadora vitória do Bayern ao FC Porto em Munique.

Ao lançar Dante aos 90', muito mais do que queimar tempo, o catalão deu face ao jogador, que tinha sido o principal responsável pela derrota germânica na primeira mão. Valeram mais aqueles quatro minutos de tempo suplementar em campo, para o defesa do Bayern, do que vinte sessões de psicoterapia.
Isto é uma atitude de quem sabe comandar homens. Guardiola é um líder. Todos os candidatos a líderes - no futebol e fora dele - deviam aprender com pormenores destes.


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Quarta-feira, 22 de Abril de 2015

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Bayern-FCP: 6-1, com 5-0 ao intervalo.

Esta foi a pior primeira parte de sempre do futebol português na Europa.

Nunca antes uma equipa portuguesa envolvida em competições europeias tinha estado a perder aos 45' por um resultado acima de 4-0.

Mais: nunca na história da Liga dos Campeões se havia registado até hoje um resultado destes - também ao intervalo - nos quartos-de-final da competição.

E, como hoje sublinha o jornal A Bola, "só por seis vezes uma equipa fora goleada por cinco ou mais golos na mesma fase da prova".

Nenhuma delas portuguesa, felizmente.

Até à noite de ontem.


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Dado que o Porto marcou um golo em Munique, o Bayern precisava de marcar, pelo menos, quatro para passar à meia-final. Assim sendo, não ficou muito acima do mínimo exigido.

 

Bem, é verdade que um singelo 2:0 também chegava...

 

(Por isso mesmo, o Porto e os seus adeptos sobrestimaram a vitória das Antas. É claro que ganhar por 3:1 ao Bayern de Munique causa euforia. Mas foi ingénuo pensar que o Bayern não estivesse em condições de ganhar 2:0 em casa, agindo como se a eliminatória fossem favas contadas).


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