Sábado, 31 de Janeiro de 2015

Porque fica ao pé do sítio onde trabalho, fui ontem almoçar à Tasquinha do Lagarto, em Campolide, instituição gastronómica sportinguista. Não sou nenhum José Quitério, mas diria que o repasto foi excelso e o preço muitíssimo em conta, e digo isto sem qualquer enviesamento clubístico. Numa mesa ao pé, sentou-se o Paulo Andrade e, como brinde, veio também o Paulinho, que, fiquei depois a saber, fazia anos.

 

Uma casa a visitar bastas vezes.

 

PS - Alguém pode aumentar este roteiro?


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«O Sporting não vai ser campeão nacional nos próximos anos

SIC Notícias, 18 de Janeiro


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«Aquela época em que chegaram André Cruz, Mpenza e César Prates não se repetiu até à data; fabulosa época.»

Outside, neste texto do Francisco Melo


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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015

Vamos jogar em Arouca no próximo domingo, a partir das 18 horas, com arbitragem de Jorge Ferreira. Qual será o resultado?


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Uma dúvida central
Francisco Melo

Ao ler as notícias que dão conta da péssima forma de Ewerton, as declarações de Marco Silva que dizem que o jogador brasileiro está "no nível zero" e, mais recentemente, o alegado interesse no defesa central Bruno Uvini, pergunto-me que estranha abordagem do mercado de Inverno é aquela que vem sendo feita pelo Sporting, em que se compram jogadores (Shikabala, agora Ewerton) que qualquer boa gestão desaconselharia.

Como no célebre filme "Filadélfia", alguém consegue explicar-me, como se eu tivesse 5 anos, como é que para a fase mais importante da época o clube vai contratar jogadores que vêm para fazer uma espécie de "pré-época", em vez de estarem prontos para entrar em campo?

Por muito que me digam que o investimento financeiro nesses jogadores apenas se reconduz aos salários, não deixa de ser dinheiro que é mal gasto e que poderia ser melhor aplicado (por exemplo, no scouting).


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Volta e meia aparecem por cá leitores de outros clubes lançando insinuações sobre a alegada falta de "cultura de exigência" do Sporting.

Estão profundamente equivocados.

A melhor prova de que temos cultura de exigência é que esta época não perdemos nenhum jogo com os outros clubes considerados grandes. Vencemos o SLB na final da Taça de Honra e impusemos um empate na Luz. Empatámos com o FCP em Alvalade e fomos vencer ao Dragão, eliminando os portistas da Taça de Portugal.

Sermos o clube com menos derrotas no campeonato à 18ª jornada decorre da nossa cultura de exigência: só em 1994/95, quando à 19ª jornada não tínhamos nenhuma derrota, fizemos melhor.
Isto é cultura de exigência. Que está bem viva no Sporting. E recomenda-se.


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Leoas às sextas
Pedro Correia

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FILIPA DE CASTRO

"O meu partido é o Sporting Clube de Portugal. Não tenho outro."

(Correio da Manhã, 25 de Setembro 2013)

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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015

Já aqui escrevi e repito: a Taça Lucílio Baptista não deve servir para mais nada, na perspectiva do Sporting, senão para observar, rodar e valorizar jogadores. E é isso que tem sido feito com sucesso nesta temporada. As promoções de Tobias Figueiredo, Tanaka e Ryan Gauld à equipa principal decorrem desta oportunidade, que merece ser realçada.

Tudo o resto é secundário atendendo à notória falta de prestígio de um troféu totalmente descredibilizado por arbitragens manifestamente incompetentes. O divórcio do público, que recusa comparecer nos estádios, confirma que esta prova só tem condições de subsistir se for alvo de profundas modificações.

Até lá, vamos fazendo observações.

 

E o que observei ontem, em Alvalade, frente ao Vitória de Setúbal?

Gostei a espaços de Wallyson, André Martins, Ricardo Esgaio, André Geraldes, Daniel Podence.

Gostei do regresso de Diego Rubio, outra opção para o nosso ataque.

Gostei que Gelson Martins tivesse nova oportunidade, sem dúvida merecida.

Em suma: bons desempenhos individuais, mas falta de coordenação de movimentos - algo natural atendendo ao facto de se tratar de uma equipa improvisada, sem rotinas competitivas. Mas também falta de capacidade física de alguns jogadores que estoiram ao fim de 45 minutos. E uma manifesta incapacidade de "resolver" o jogo com poucos passes. Nota-se a obsessão de transportar a bola em vez de a fazer rolar. Há sempre a necessidade de adornar o lance com duas ou três fintas perfeitamente escusadas que roubam energia e discernimento para a concentração naquilo que mais interessa: o remate com sucesso.

 

Ontem contabilizei seis oportunidades de golo não concretizadas:

16': Disparo bem direccionado de Miguel Lopes que o guarda-redes Lukas Raeder defendeu com dificuldade;

18': Grande remate de Tanaka, sem preparação, após centro de Esgaio para outra defesa aparatosa do guardião sadino;

19': Cabeceamento muito perigoso de Sarr após canto muito bem marcado por André Martins num período de sufoco para os setubalenses: outra grande defesa de Lukas;

34': Na marcação de um livre directo, André Martins envia a bola à barra;

50': Boa jogada individual de Esgaio, que remata a rasar o poste;

58': Esgaio novamente: desta vez a bola embate mesmo no poste após passe de André Martins.

 

Nenhuma equipa pode falhar tantas oportunidades. Este é uma tema que suscita certamente uma séria reflexão por parte da nossa equipa técnica, seja qual for o onze escolhido, seja em que competição for. Há que trabalhar muito nesta área porque quase todos os jogadores têm ainda uma larga margem de progressão.

É para isto, no fundo, que a Taça Lucílio serve. E para pouco mais.


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Figo candidato à FIFA
Edmundo Gonçalves

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Façam o favor de dizer de vossa justiça!


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O Record elege William Carvalho e João Mário no melhor onze da 18ª jornada do campeonato. A Bola, por sua vez, inclui Paulo Oliveira e também William na sua equipa da jornada.

Fica à consideração daqueles que, como um disco rachado, continuam a papaguear que William "falha muitos passes". Entre eles, lamentavelmente, o nosso ex-capitão Manuel Fernandes.


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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2015
Avivar memórias
Pedro Correia

Temos hoje mais um ponto do que tínhamos à 18ª jornada da liga 2013/14. Mas a comparação com épocas anteriores, na mesma fase do campeonato, é ainda mais favorável a este Sporting treinado por Marco Silva: em 2011/12 seguíamos na quarta posição, com apenas 32 pontos (menos sete do que os 39 actuais) e nessa época de pesadelo que foi a de 2012/13 (de que alguns parecem sentir uma estranha nostalgia) afundávamo-nos no 10º lugar, com uns humilhantes 19 pontos. Menos 20 do que temos agora.

Às vezes convém avivar certas memórias...


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Recomeçar bem
Pedro Correia

Contra a Académica, nesta jornada de arranque da segunda volta, fizemos melhor (1-0) do que na primeira volta (1-1), quando Marco Silva ainda estava a construir a equipa de acordo com o seu modelo de jogo. Fica o registo.


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vitória contra a modestíssima Académica foi escassa, apenas por 1-0. Mas valeu-nos 14 pontos, pois acabámos por vencer em vários terrenos.

Em matéria de prognósticos, o nosso colega de blogue Paulo Gorjão foi o grande vencedor desta jornada. Voltando a confirmar que os melhores palpites partem muitas vezes de gente cá da casa.


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Ponto da situação III
Edmundo Gonçalves

Maurício cedido à Lázio;

Ewerton contratado por empréstimo até final da época com opção de compra por verba já definida;

Ricardo Esgaio e Cissé, emprestados à Académica, até final da época;

Os B's:

Iuri Medeiros e Fabrice Fokobo, emprestados ao Arouca;

Filipe Chaby, emprestado ao União da Madeira;

Baldé, emprestado ao B.Castelo Branco;

Enoh, emprestado ao Leixões.

Todos até final da época.

E ainda:

Manafá, cedido a título definitivo ao Beira-Mar, com 50% duma futura venda;

Zihao Yan, rescisão por mútuo acordo.

Diego Rúbio e Zezinho regressam sendo reintegrados nesta equipa.

 

Que sejam muito felizes, principalmente os que continuam ligados ao Sporting e que cresçam, para regressarem mais jogadores e com mais argumentos para integrarem a equipa principal.


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Um mês depois
Pedro Correia

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Confundindo talvez desejos com realidade, um vetusto jornal diário imprimiu com grande destaque esta notícia não confirmada. Dois títulos, dois erros garrafais: não só Marco Silva não "deixou" Alvalade como Bruno de Carvalho, naturalmente, não havia tomado decisão alguma nesse sentido.

Há mais de um mês que este mesmo jornal deve um pedido de desculpas aos leitores. Por ter difundido informação especulativa e desmentida pelos factos.


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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015

Lima falhou deliberadamente, embora não de forma consciente, a grande penalidade de ontem em Paços de Ferreira. Ele estava convicto, como qualquer de nós, que aquele penálti tinha sido pura invenção do árbitro Bruno Paixão e constituía portanto um atentado à verdade desportiva.

Até um benfiquista ferrenho como Pedro Adão e Silva admite, na sua habitual coluna do Record, hoje publicada: «A propósito da grande penalidade favorável ao Benfica, cabe dizer uma coisa: no futebol de hoje, fazer tiro ao braço dentro da área arrisca tornar-se a mais eficaz das jogadas. Um absurdo, a menos que os árbitros defendam a amputação dos braços dos defensores.»

Ainda bem que o Lima falhou: foi um gesto de inegável desportivismo. Subiu imenso na minha consideração.


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Selvagens
Francisco Melo

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Aqueles que vandalizaram o carro do Jefferson.

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«Mais uma cena triste do Jorge Jesus no fim do jogo a culpar o lateral... Quando ganha, ele é o maior estratega à face da terra; quando perde, despeja num jogador qualquer.»

António-1969, neste meu texto


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Mesmo quando perde (neste caso por inépcia de Lima, que desperdiçou um penálti inventado pelo árbitro), o Benfica beneficia do colinho dos homens de apito. Foi o que aconteceu ontem, na escandalosa actuação de Bruno "olha quem" Paixão em Paços de Ferreira.

Se o critério Paixão fizesse lei geral no futebol, a partir de agora os jogadores teriam de jogar com mãos amputadas dentro da grande área defensiva. Só assim evitariam que uma bola disparada a um metro de distância lhes fosse bater inesperadamente na mão, como ontem sucedeu ao defesa Ricardo perante um remate de Jonas.

Paixão "viu" nisto um penálti - que embalaria o Benfica para uma vitória tranquila logo aos 18 minutos. Mas já não vislumbrou uma evidente falta de Luisão sobre Cícero, ocorrida na grande área benfiquista cinco minutos antes, nem a claríssima rasteira de Eliseu dentro da grande área encarnada, aos 89 minutos, numa jogada desenrolada escassos metros à sua frente. Nem ele nem o árbitro assistente mais próximo, incapaz de levantar a bandeirola. Foi necessária a intervenção do quarto árbitro, como o Adelino aqui assinalou, para evitar um roubo de catedral ao Paços de Ferreira. Isto quando o treinador Paulo Fonseca já tinha sido expulso devido a protestos algo histriónicos, muito semelhantes aos que Jorge Jesus costuma evidenciar sem qualquer sanção. Depois Paixão ainda concedeu oito minutos de tempo suplementar, algo pouco visto nos estádios portugueses desde os tempos pioneiros do mítico Calabote.

 

No Tribunal do diário O Jogo de hoje, o senhor Paixão é arrasado pelos especialistas da arbitragem devido ao penálti oferecido ao Benfica.

Escreve Pedro Henriques: «É um lance típico de bola que vai à mão. O remate é feito de muito perto, Ricardo tem o braço ao longo do corpo mas não o movimenta, não tocando por isso de forma deliberada na bola.»

Escreve José Leirós: «Paixão foi peremptório ao marcar penálti erradamente. Além de o cruzamento ter sido feito de muito perto, Ricardo tinha o braço em posição natural e não o movimentou. A bola foi à mão.»

Escreve Jorge Coroado: «A fobia instalada vai obrigar a que os jogadores sejam amputados dos membros superiores. A bola foi rematada de muito perto e com força. O jogador não fez penálti.»

Sobre a grande penalidade favorável ao Paços de Ferreira também se regista unanimidade: foi bem assinalada. Pena o senhor Paixão ter demorado tanto a apitar. Como se não quisesse. Ou não pudesse. Como se estivesse disponível para cometer mais um atentado à verdade desportiva, semelhante a tantos que vamos vendo jornada após jornada no campeonato português.

Como se tivesse um apito em forma de papoila saltitante.


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Benfica roubado na capital do móvel: primeira parte não teve prolongamento.

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O Record diz que Bruno Paixão "decidiu bem nas duas grandes penalidades que assinalou" no Paços de Ferreira- Benfica. É mentira. Bruno Paixão assinalou uma grande penalidade: assinalou a grande penalidade a favor do Benfica. A outra grande penalidade, foi marcada pelo quarto árbitro. Diz também o Record que Bruno Paixão fez uma "arbitragem difícil, mas merece nota positiva". É mentira. Bruno Paixão ia roubar o Paços de Ferreira a favor do Benfica e ia fazê-lo com a conivência objectiva do fiscal de linha. Foi o quarto árbitro que impediu o roubo. A minha memória nunca foi grande coisa, mas assim de repente não me lembro de uma grande penalidade marcada pelo quarto árbitro que estava do lado oposto ao lance. Quem estava em cima era o árbitro: não marcou. Quem estava em cima era o fiscal de linha: não marcou. São ladrões, sim senhor.


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Ontem até vi o programa da SICN. Enfim, a jornada correu bem e queria ver a cara de enterro dos nossos adversários. Assisti à tristeza de argumentos do costume e que me levou a deixar de ver aquilo.

 

No entanto, perante mais um assassínio de carácter ao presidente do Sporting, constatei que o representante do Clube naquele programa, esteve seraficamente calado. Ora como se costuma dizer que quem cala consente, será que Rogério Alves concordará com estes ataques a Bruno de Carvalho e por arrasto ao Sporting?

 

Ou será que Rogério Alves tem uma agenda?

E essa agenda será enfrentar Bruno de Carvalho nas próximas eleições?

Se o é, fazia um enorme favor ao Clube se se escusasse ao "cargo" de comentador.

Tem todo o direito à sua agenda, tem todo o direito a ser candidato, mas se o for, apesar de alguma simpatia que por ele nutro, estimo que saia das eleições com uma derrota condizente com a atitude, digamos desleixada, para ser simpático, que tem para com aqueles que atacam o dirigente máximo do Clube que diz ser o seu.

 

Se estou enganado, que me desculpe, mas ele às vezes há coisas...


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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015

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«Eu, como sportinguista, digo: o Benfica tem o campeonato ganho.»

Ontem à noite, na RTP informação


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Conseguimos mais com menos nesta primeira jornada da segunda volta. Bastou o golo solitário de João Mário frente à Académica para nos render 14 pontos. Os três conquistados em Alvalade. Mais os três conseguidos pela derrota do Braga no Bessa. E dois pelo empate consentido pelo V. Guimarães em casa perante o Gil Vicente. E outros três alcançados por efeito do tropeção portista nos Barreiros. A cereja em cima do bolo surgiu há pouco, com a derrota do Benfica em Paços de Ferreira: mais três pontinhos para o nosso pecúlio desta jornada.

Estamos agora a sete do primeiro e apenas a um do Porto. Temos mais quatro do que o Guimarães e deixámos já o Braga a oito de distância. Nem pensar em deitar a toalha ao chão.


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Futsal em Lisboa
Filipe Arede Nunes

O nosso Sporting garantiu a organização da final-four da UEFA Futsal Cup. Excelentes notícias! Desta vez é para ganhar!

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Ponto da situação
Pedro Correia

Estamos melhor do que na época passada. Em  pontos no campeonato, onde só dependemos de nós próprios para atingir o segundo posto. Nas competições europeias. Na Taça de Portugal. Na Taça Lucílio.

Chateia muita gente, eu sei. Habituem-se.

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Imagens do Sporting B-Farense, que vencemos ontem por 5-3. Os nossos golos foram marcados por Diego Rubio, Sambinha, Wallyson, Francisco Geraldes e Sacko.


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William Carvalho, cujas exibições o "sportinguista" Ribeiro Cristóvão continua a arrumar na SIC Notícias com a contundente frase «falha muitos passes», foi "apenas" considerado o melhor jogador em campo pela imprensa desportiva de hoje, aliás na sequência do que já se tinha escrito aqui ao fim da tarde de ontem.

«O passe para Cédric, logo no primeiro minuto, com a parte de fora do pé é fantástico. Esteve perto de marcar ao minuto 34 (...). Recuperou imensas bolas e o cruzamento no lance que daria golo é excelente. O velho William está de volta e o Sporting agradece», escreve Rui Baioneta no jornal A Bola, dando nota 7 (em dez) ao nosso médio defensivo.

«Uma exibição cheia de alma... e acompanhada de talento. O médio foi o principal impulsionador do jogo ofensivo dos leões, dominou todas as tarefas defensivas e ainda fez o passe, magistral, que está na origem do golo da vitória. William voltou... e na altura certa», escreve António Bernardino no Record, dando-lhe nota 4 (em cinco).

 

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E como estamos em matéria de "passes falhados"? As estatísticas esclarecem.

A Bola: «William Carvalho fez 54 passes e acertou 90 por cento deles.»

Record: «William Carvalho tocou 104 vezes na bola, parâmetro de avaliação em que só foi superado por Cédric, com 109, suportando em números significativos (acrescentemos-lhe 7 recuperações, 5 intercepções, 2 cruzamentos, 2 oportunidades criadas, zero faltas cometidas) a excelência de uma exibição de encher o olho e que fez dele o melhor jogador em campo.»

 

Ficam os números e as apreciações. Que contrariam em toda a linha a incompetente avaliação de jogo feita por Ribeiro Cristóvão na SIC Notícias.

Mas se este comentador já não surpreende, espanta que Manuel Fernandes - horas mais tarde, no mesmo canal - tenha repetido igualmente a frase «o William falhou muitos passes».

Espanta pelo menos por dois motivos. Porque Manuel Fernandes, ao contrário do anterior, é sportinguista sem aspas. E por não ser verdade.


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«O guarda-redes da Académica hoje praticamente não teve trabalho.»

 

«William Carvalho falhou muitos passes.»

 

«O Sporting, nesta altura, apenas visa manter o terceiro lugar.»

 

Ribeiro Cristóvão, ontem, na SIC Notícias


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Domingo, 25 de Janeiro de 2015

Como disse há mais ou menos um mês, depois do empate com o Moreirense: "Os campeonatos ganham-se é a jogar durante um ano inteiro estes jogos feios, porcos e maus, com equipas que não querem bem jogar à bola. E ou metem isto no bestunto e começam a arranjar manhas para ganhar ou adeuzinho". Acrescentaria apenas, para tornar mais claro, que os campeonatos se ganham quando se ganham jogos a jogar mal, sendo que jogar mal é, normalmente, resultado do "dispositivo táctico" (desculpem a pompa) de equipas como esta Académica, que jogam uma variante da barra do lenço. Em Portugal, 80% dos jogos são deste género. Portanto, gostei da vitória de hoje: jogar mal e ganhar, como se pede no campeonato português.


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Boas notícias
Pedro Correia

À 18ª jornada, o Sporting alcançou hoje a melhor pontuação desde 2003/04. E está apenas a um ponto do segundo, o FCP, que acaba de ser derrotado pelo Marítimo.


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Será que, pelo menos em Alvalade, em vez de jogarmos um jogo com uma primeira parte e uma segunda parte, não poderemos jogar duas segundas partes?


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Yo no creo en brujas...
Edmundo Gonçalves

Pero que las hay, hay...

 

Setubal 4, Rio Ave... 1

Boa noite Pedro Martins.

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Um detalhe
Edmundo Gonçalves

E foi esta nódoa nosso treinador...

O título que estava "engatado" era "futebolzinho de merda", mas os leitores merecem todo o meu respeito.

Respeito com que este senhor e a sua equipa não brindaram os mais de 37 mil que estiveram em Alvalade.

Perdeu por um, deveria ter perdido por meia dúzia, era o castigo pela vergonha de "jogo" que veio apresentar em Lisboa.

Vai para a segunda e vai muito bem!

Que faça boa viagem.


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Gostei

 

De ganhar. Quinta vitória consecutiva do Sporting na Liga - após triunfos sobre Nacional (1-0), Estoril (3-0), Braga (1-0) e Rio Ave (4-2). Terceiro lugar consolidado após o empate cedido em casa pelo V. Guimarães perante o Gil Vicente, último classificado.

 

De William Carvalho. Recuperou a boa forma da época passada, voltando hoje a ser o melhor em campo. Infatigável, buscou sempre linhas de passe, colocando a bola a longa distância para servir com eficácia os companheiros. Foi assim aos 2', aos 20' (desaproveitado por Nani) e aos 76', no lance de que resultou o nosso golo, cuja construção começa precisamente nos pés dele com um cruzamento longo para a cabeça de Tanaka. A nossa segunda jogada mais perigosa, aos 80', começa também nele, com uma excelente recuperação de bola a meio-campo (a seguir novamente desperdiçada por Nani).

 

De Tanaka. Estaremos perante o novo talismã da equipa? Tudo indica que sim. Já marcou quatro golos, já fez quatro assistências e hoje voltou a ser muito influente. Aos 76', nove minutos depois de ter entrado, fez um remate de cabeça forte e seco, que Lee defendeu com dificuldade e permitiu a recarga vitoriosa de João Mário. Eis o japonês novamente ligado a um golo decisivo do Sporting.

 

De Adrien. Regressou ao onze titular com a boa forma de sempre. Foi um dos sportinguistas mais inconformados perante a muralha defensiva de Coimbra. Carregado em falta à entrada da grande área, não viu o árbitro sancionar o lance. Protagonizou a jogada mais vistosa, com um pontapé de bicicleta de costas para a baliza aos 53', que roçou a barra. Teria sido um grande golo.

 

De Paulo Oliveira. Confirma-se: é o defesa mais sólido e seguro deste Sporting 2014/15. Tem óptima leitura de jogo, perfeito sentido do tempo de intervenção e a bola sai-lhe sempre bem controlada dos pés. Fez um remate em arco aos 35', de uma distância de 30 metros, que passou ligeiramente por cima da baliza da Académica.

 

De Carlos Mané. Desta vez começou o jogo no banco. Mas quando entrou para o lugar de Carrillo, aos 67', agitou a partida. Dois minutos depois já estava a arrancar um livre directo muito perigoso contra a Académica. Aos 83' fez uma excelente jogada pelo lado direito, entrando na grande área coimbrã e servindo Tanaka, que rematou para fora.

 

De ver as bancadas do nosso estádio tão bem preenchidas. Tarde de domingo, com sol: 37.769 espectadores em Alvalade. Se houvesse mais jogos às 16 horas, como este foi, as receitas de bilheteira seriam bem maiores.

 

 

Não gostei

 

Da vitória tangencial. Vencer apenas por 1-0 em casa contra a modestíssima Académica sabe a muito pouco.

 

Do resultado ao intervalo. O empate a zero fazia recear a repetição do que sucedeu frente ao Belenenses e ao Moreirense em Alvalade.

 

De esperar mais de uma hora pelo golo. O suspense é bom para os filmes, não para o futebol.

 

Das oportunidades perdidas. Uma vez mais, desperdiçaram-se golos quase feitos. Montero, bem servido por Carrillo, foi o primeiro a falhar, logo aos 8', só com Lee pela frente.

 

Da falta de velocidade do primeiro tempo. Uma vez mais também, só começámos verdadeiramente a acelerar nos segundos 45 minutos.

 

Do autocarro estacionado na baliza da Académica. Só uma equipa procurou vencer: a nossa. A medíocre turma de Coimbra nada mais fez do que estacionar duas linhas defensivas em frente ao guarda-redes, demonstrando ausência total de espírito competitivo. O que estarão a fazer na primeira divisão?

 

De Nani. Hoje esteve apagadíssimo. Falhou muitos passes e abusou do individualismo. Aos 80', muito bem servido por Montero, falhou o golo de forma incrível quando apenas tinha pela frente o guarda-redes Lee.

 

Que tivéssemos jogado só com um ponta-de-lança. Contra uma equipa que nunca atacou, impunha-se um segundo elemento na frente do nosso ataque (onde Montero esteve muito isolado) para baralhar as marcações contrárias.

 

Das substituições tardias. Tanaka (que rendeu Adrien) e Carlos Mané (que entrou para o lugar de Carrillo) só jogaram a partir dos 67'. Dinamizaram muito o jogo do Sporting, reforçando a ideia de que deviam ter entrado mais cedo.


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Quero mais jogos a meio da tarde e porque quero, hoje levo os Leões do futuro comigo. Bom, pelo menos parte deles :-)
Rumo a Alvalade no dia dos núcleos e das famílias com um adversário que já vai sendo habitual encontrarmos neste dia.

O jogo e o que se passa em torno dele pode acompanhar-se também no twitter com as hashtags: #DiadeSporting #SportingCP

Bom jogo!


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Sábado, 24 de Janeiro de 2015

É verdadeiramente notável o modo como os jogadores se valorizam no Sporting. Veja-se o caso de Maurício: bastou-lhe um ano e meio em Alvalade para se projectar no futebol europeu, apesar das insuficiências e limitações que muitos de nós lhe apontávamos. Chegou em Julho de 2013, oriundo do modesto Sport Recife, da série B do Brasileirão, e acaba de rumar à Lazio, que se encontra provisoriamente no terceiro lugar do campeonato italiano depois de vencer hoje o AC Milan por 3-1.

Maurício, já com o novo emblema, entrou aos 69 minutos. Foi uma estreia auspiciosa, a deste brasileiro que aos 26 anos procura um lugar ao sol em Roma.

Merece toda a sorte do mundo. Porque serviu o Sporting com profissionalismo e dedicação.

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Serviço público
Pedro Correia

Todos os jogos do Sporting nesta temporada podem ser revistos aqui. Está de parabéns o Captomente pela magnífica empreitada.

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Nem menos nem mais
Pedro Correia

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Reflexão sobre a Taça Lucílio Baptista

Antes que haja uma decisão definitiva na matéria, e já que o assunto começou a ser debatido em blogues e redes sociais, tomo a iniciativa de antecipar qual deve ser a posição do Sporting na hipótese de uma meia-final contra o Benfica na Taça Lucílio Baptista: o critério, definido na época passada, de aproveitamento desta prova para rodar jogadores da nossa equipa B, deve manter-se em vigor. Não só porque tem resultado, como todos reconhecem, mas sobretudo porque o Sporting só deve ter uma palavra nesta matéria: não se pode desvalorizar esse troféu às segundas, quartas e sextas e valorizá-lo às terças, quintas e sábados.

Alterar o critério de formação da equipa nesta fase seria desconsiderar, em retrospectiva, respeitáveis adversários como o Boavista e o V. Guimarães, que já defrontámos. Pior ainda: essa alteração significaria desconsiderar todos os nossos jogadores que se bateram com inegável profissionalismo até ao momento e que não merecem, de modo algum, ser postos à margem devido a uma súbita reviravolta.

O Sporting precisa de opções claras e racionais, não ditadas pela emoção de cada momento. A chamada Taça da Liga está ferida de morte em matéria de credibilidade e prestígio: para perceber isto, basta ver como afugenta os adeptos dos estádios portugueses. Enquanto durar, o Sporting deve continuar a ver nela o que definiu em 2013/14: uma oportunidade para dar minutos de jogo a profissionais menos utilizados noutras competições.

Precisamente isto: nem menos nem mais.


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Pedro e o lobo
Adelino Cunha

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Na hora do adeus, Pedro Proença revelou ser do "Benfica, heterossexual e de esquerda". Não tenho a mínima das dúvidas quanto a uma das suas certidões.


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