Sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

...Manuel Mota nunca desiludem.


comentar ver comentários (8)

vanbasten-efe470.jpg

Cumpre hoje um meio-século de vida esse monstro sagrado do futebol, terror para qualquer defesa com que se defrontou, de seu nome Marco Van Basten.

Van Basten, após uma carreira como avançado muito bem sucedida, prosseguiu actividade no seu desporto de eleição, desta feita na qualidade de treinador.

Volvidos quase 10 anos desde que Marco Van Basten se sentou pela primeira vez no banco como treinador, ao serviço da «Laranja Mecânica», que se pode afirmar, com alguma segurança, que Van Basten é mais um daqueles fabulosos jogadores que não deram grande treinador.

Apesar da excelente escola de treinadores que caracteriza a Holanda, a verdade é que o antigo avançado do AC Milão nunca conseguiu mostrar grandes pergaminhos nessas funções o que, em qualquer caso, não belisca a marca que deixou no futebol europeu.

Muitos de nós estaremos recordados que no princípio de 2011, nas eleições para a presidência do Sporting que opuseram Godinho Lopes e Bruno de Carvalho, Van Basten era a aposta forte do actual presidente do Sporting para timoneiro da equipa leonina.

As eleições tiveram o desfecho que todos sabem e poucos anos mais tarde, quando Bruno de Carvalho teve a oportunidade de liderar os destinos do Sporting, a sua aposta para técnico leonino acabou por recair em Leonardo Jardim, com o mérito que se sabe, e, mais recentemente, em Marco Silva, cujo trabalho tem sido bastante elogiado.

Julgo que caso Bruno de Carvalho tivesse vencido as eleições em 2011, a aposta em Marco Van Basten redondaria num fracasso, o que certamente contribuiria para agravar a instabilidade por que passava o clube naquela altura.

Marco Van Basten seria, provavelmente, o Franky Vercauteren de Bruno de Carvalho, o que seria logo aproveitado pela oposição interna e condicionaria a difícil tarefa de restaurar a credibilidade e competitividade desportivas do Sporting.

Parte importante do bom mandato que Bruno de Carvalho vem exercendo como presidente do Sporting deve-se à competência com que a equipa sénior de futebol tem vindo a ser treinada. Com um treinador menos habilitado, a equipa de futebol não apresentaria os resultados deste último ano e meio e Bruno de Carvalho teria um mandato bem mais complicado.

Por isso, a esta distância, e com a experiência que o passar do tempo traz consigo, se houve algum mérito associado à não eleição de Bruno de Carvalho em 2011, foi o facto de o actual presidente do Sporting não se ter queimado com um treinador que nunca conseguiu singrar naquele ofício, possibilitando-lhe, poucos anos depois, a escolha de outros treinadores com provas dadas nas equipas que treinaram e, factor não despiciendo, com um importante conhecimento do futebol português.


comentar

O Sporting defronta amanhã o Guimarães, a partir das 18 horas. Quais são os vossos prognósticos para este jogo?


comentar ver comentários (58)
Leoas às sextas
Pedro Correia

 

cdp_leonor.jpg.470x0_q95[1].jpg

 

Leonor Carneiro

Tags:

comentar
Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

O Pinto da Costa hoje já falou aos jornalistas?

É que gostava de saber a posição do Benfica sobre alguns assuntos.

Tags: ,

comentar ver comentários (3)

«O Sporting é o quarto clube mundial a fornecer mais jogadores à elite do futebol (campeonatos da Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália). São doze: Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Carriço (Sevilha), Beto (Sevilha), Rafael Veloso (Deportivo), Varela (Queen Park Rangers), José Fonte (Southampton), Eric Dier (Tottenham), Pedro Mendes (Parma), Mário Rui (Empoli), Pereirinha (Lazio), João Moutinho (Mónaco) e Tiago Ilori (Bordéus). À frente do nosso clube apenas se encontram o River Plate, da Argentina (17), o Ajax, da Holanda (15), e o Boca Juniors, também da Argentina (14).»

Record, 29 de Outubro

 

«Paulo Oliveira, em apenas seis jogos pelo Sporting, já marcou tantos golos como em 60 jogos com a camisola do Guimarães.»

Idem

 


comentar ver comentários (2)
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2014
Ipsis verbis
Pedro Correia

«Este Sporting é, do ponto de vista colectivo, a melhor equipa do campeonato português desta altura.»

Carlos Daniel, ontem, na RTPi

 

«O Sporting de Marco Silva é um caso em 2014/15 e a procissão ainda só vai no adro. (...) Até agora, os verdes e brancos têm alicerçado o seu futebol na convicção de que a beleza existe e que a maior eficácia é terem a bola e entregarem-se à aventura de jogar sem medo.»

Rui Dias, hoje, no Record


comentar ver comentários (2)
E pluribus unum
Pedro Correia

luisduque4[1].jpg

 

- Nomeio-te Duque do Seixal!

- Mas já sou Duque do Olival...

- Não tem importância. Ficas Duque do Olival & Marquês do Seixal.

- Soa-me bem. Saudações gloriosas, presidente.


comentar
Bem hajas, meu fidalgo
José Navarro de Andrade

A filantropia é uma digníssima actividade que pressupõe duas condições: generosidade e rendimentos. A Sra. D. Tita Balsemão pode dedicar-se de corpo e alma à SIC Esperança sem sombra de suspeita, porque todos sabemos que ela "está bem na vida", mesmo que haja, injustamente, diga-se, quem possa duvidar das suas boas intenções. Além disso a Sra. D. Tita Balsemão é magra, vê-se logo que aquele corpinho não é de muito sustento. Compare-se isto com o gesto daquele cavalheiro muito cevado que puseram à cabeça da Liga. Sem ter dado sinais de conversão à ordem dos carmelitas descalços, eventualmente arrependidíssimo de seus pecados, ei-lo que num gesto magnânimo prescinde do salário, dizem que simpático, inerente ao cargo de Presidente de tão humanitária instituição. O senhor terá meios de fortuna pessoal até aqui ignotos e que o seu público currículo profissional não deixaria prever? Estará subtilmente a contestar a pesada carga fiscal do Estado português sobre os rendimentos do trabalho? Bastar-lhe-á sobreviver com despesas de representação, mesmo aceitando que o valor das facturas de almoços e jantares será sempre plausível? Irá trabalhar à percentagem ou à comissão? O Sr. Arménio Santos não tem uma palavra de profundo repúdio acerca desta ignóbil exploração? É verdade que o Papa também não tem salário, mas o seu serviço é muito menos atroz que o de presidente da Liga Portuguesa de Futebol e, para mais, pode contar com o patrocínio do Espírito Santo, o vero e autêntico.


comentar ver comentários (8)
Terça-feira, 28 de Outubro de 2014
Tags:

comentar ver comentários (14)
A questão do capitão
Edmundo Gonçalves

Agora que as coisas estão "encarreiradas", que a equipa está a crescer a olhos vistos e que este post já não será olhado como uma tentativa de desestabilização, parece-me ser altura de equacionar a questão do capitão da equipa.

 

É sabido que Rui Patrício é um aglutinador de sensibilidades e parece ter conseguido, fruto de muitos outros factores é certo, mas também do seu carisma e da sua maneira de ser, blindar a equipa e transformá-la num grupo coeso, unido. O trabalho de Rui Patrício como capitão, está, por isso, aprovado com distinção!

 

Mas depois há outros factores. As incidências dum jogo são talvez o mais importante fora do "aconchego" do balneário.

Eu nunca fui adepto do Guarda Redes capitão; nunca num Clube como o Sporting, que bastas vezes é alvo de arbitragens "do arco da velha" e é descaradamente roubado! perdão, é vítima de enganos involuntários de alguns senhores árbitros...

Ora em situações destas, é difícil ao GR capitão fazer-se ouvir junto do árbitro, conforme estipulado nas regras do jogo. Imagine-se haver uma situação que requer a presença do capitão e o Rui ter que "lá" ir, ao meio campo adversário e por absurdo a jogada prossegue e o capitão fica pelo caminho e o adversário marca?

E, convenhamos, o Rui é um "bonzão"! reveja-se a forma como abordou o árbitro em Gelsenkirschen, quase a pedir desculpa por reclamar (não é crítica, é constatação e não é defeito, é virtude!).

 

É certo que a figura e a missão de um capitão é muito mais do que "refilar" com o árbitro, mas acompanhem o meu raciocínio, por favor: se fosse capitão, o Nani teria tantos amarelos? a minha resposta é NÃO!

E seria não, apenas pelo motivo de que o próprio teria eventualmente mais cuidado quando se dirigisse aos árbitros (ainda que os cartões que já tem sejam de todo desproporcionados) e estes teriam que o "engolir" nas justas reclamações! aos capitães dá-se, por força da Lei de jogo, mais um pouco de tolerância.

 

Referi Nani porque após a adaptação necessária e a estabilização como grande jogador que é (o melhor do plantel e do campeonato, de longe), se dúvidas houvesse elas ficaram dissipadas no Domingo, depois do desnorte da entrada para a segunda parte. Nani puxou dos "galões" e reuniu as tropas. E o que é certo é que a sua influência é cada vez maior na equipa.

Parece-me uma promoção pacífica; sem colocar em causa a posição de Patrício, Nani tem todas as condições para assumir o lugar! e nem tem anti-corpos, antes pelo contrário: é da formação, jogou na equipa principal, é Leão!

 

Desculpem a divagação, admito até que me mandem dar uma volta, mas a equipa está tão bem, que qualquer dia deixa de haver assunto. E é nas alturas de bonança que se devem falar destas minudências.


comentar ver comentários (5)

Ninguém acertou no resultado do Sporting-Marítimo, apesar de ter havido quem andasse lá muito perto, como o Tiago Cabral e os nossos leitores António Gomes, JLSCF e João Torres. Espero que os prognósticos sejam mais certeiros para o nosso próximo jogo do campeonato - a difícil deslocação a Guimarães.


comentar ver comentários (8)

O desabafo: não costumo comprar nem ler A Bola, por isso não costumo ler as crónicas de Miguel Sousa Tavares (MST). Às vezes, no café, no consultório ou assim calha estar o jornal e leio. Foi o caso de hoje. Por isso, li a crónica de MST. Agora a sério, aquilo é uma coisa abaixo de qualquer qualificação. Não tenho aqui o jornal e não anotei as várias pérolas, mas lembro-me de coisas como:

a) "O Braga foi a melhor equipa que este ano passou no Dragão"; eu percebo o melão de lá ter comido três do Sporting, mas ignorava que os melões queimavam assim as meninges.

b) "O Porto é tão superior ao Sporting"; epá, MST, aqui em Alvalade tiveram a sorte de não encavar meia-dúzia na primeira parte; depois equilibraram, sim senhor, mas nem por sombras fizeram o que o Sporting fez antes; tiveram sorte em sair de lá com o empate; no Dragão, lá está, levaram os três acima mencionados; eu até admito que o Plantel do Porto possa ser superior em média ao do Sporting, mas não é isso que faz uma equipa; e, jogo pelo jogo, o Porto ainda não mostrou qualquer superioridade, muito menos aquela que é tão evidente para MST.

c) Qualquer coisa como "o Sporting tem muita sorte em marcar com autogolos do adversário; quem dera ao Porto"; pois é MST: como é que foi marcado o golo do Porto em Alvalade? Exacto... Até há pouco, os centrais do Sporting eram a gozação da pequenada pela quantidade de autogolos consentidos, agora já é tudo um chouriço.

d) Uma série de considerações que no fundo se resumem assim: "não se passou nada em Gelsenkirchen"; completada com coisas como "o Jonathan que fechasse os braços" e o "Bruno de Carvalho teve o que merece"; sim senhor, cá está a grande solidariedade portuguesa no estrangeiro; e depois choramingam dizendo que ninguém os apoia; vão-se é encher de moscas.

A constatação: MST está assim ao nível de um Rui Gomes da Silva (RGS) ou daquele outro tipo do Benfica d'A Bola TV que vi uma ou outra vez e de que não me lembro o nome: uma espécie de estupidez fanática, de idiotice deliberadamente cultivada que nem no futebol se justifica, porque só revela verdadeira pobreza de espírito. A constatação é que nós, Sporting, não temos esta espécie de maluquinhos. Dizem-me às vezes: "e o Eduardo Barroso e tal"? Acho que não é bem a mesma coisa: é fanático, mas tem graça e, sobretudo, não deturpa de maneira idiota o que se passa nos jogos. Quando muito, nós temos é alguns bananas, como o exasperante Rui Oliveira e Costa, sempre alegremente toureado pelos seus companheiros de programa.

Enfim, é o que há na botica...


comentar ver comentários (18)
Há leão, catalão
Pedro Oliveira

 

 

Sem Título 

Um leão, catalão.

Ou melhor três leões, um por cada golo que sofreram, recentemente.

Tags: ,

comentar ver comentários (4)
Segunda-feira, 27 de Outubro de 2014
Unipolarização
Luciano Amaral

Acho muito interessante a conversa que diz que não há, em Portugal, "espaço para três grandes". Diz que só há para dois. Vejam lá, o dinheiro hoje em dia é tão pouco que se calhar dois também são de mais. É capaz de só "haver espaço" para um. Proponho que seja o Sporting. Ouçamos o Sun Tzu da bola.


comentar

1. Nos últimos cinco jogos oficiais em Portugal, o Sporting marcou 16 golos: quatro ao Gil Vicente (21 de Setembro), quatro ao FCP (um no campeonato, a 26 de Setembro; três na Taça, a 18 de Outubro), quatro ao Penafiel (4 de Outubro) e mais quatro ontem, frente ao Marítimo. Média: 3,2 golos por jogo.

Não admira assim que sejamos já a segunda equipa com mais golos marcados neste campeonato, logo a seguir ao SLB.

 

2. Há 16 épocas que o Sporting não chegava invicto à nona jornada do campeonato. Exactamente desde 1998/1999, quando o treinador leonino era o croata Mirko Jozic.


comentar ver comentários (10)
Stromp Men
Luciano Amaral

Tenho ouvido muitas críticas àquela entrada do Sporting na 2ª parte do jogo contra o Marítimo. Discordo. Acho que foi, aliás, tudo muito bem planeado, e por três razões:

 

1) Para oferecer a benfas e tripas um grande momento de êxtase precoce. Já estavam, de certeza, todos a afiar as suas graçolas clássicas quando tiveram de aturar a obra de arte que se segue:

 

2)  Justamente, a segunda razão foi permitir a Montero resolver o jogo através de mais um golo no seu já tradicional fora-de-jogo.

 

3) Os sportinguistas emocionam-se sempre que a equipa enverga o equipamento Stromp. O jogo tinha de ter emoção condizente.


comentar ver comentários (2)

Familia.jpg

 ... e numa altura em que tanto se discute "a família", não se percam de vista os modelos verdadeiramente elevados.

Tags:

comentar ver comentários (1)

 

«O Sporting está a sofrer muitos golos

Há pouco, na SIC Notícias (esquecendo que o Sporting, com seis golos sofridos em oito jogos, é a segunda equipa menos batida do campeonato)


comentar ver comentários (13)
Domingo, 26 de Outubro de 2014

2014-10-26 18.14.27.jpg

 

Gostei

 

Da vitória. Por números concludentes, perante um Marítimo que deu boa réplica na segunda parte. Num belo espectáculo, com muitos espectadores: éramos quase 38 mil esta tarde em Alvalade.

 

De ver Montero regressar aos golos em Alvalade. O colombiano marcou o quarto do Sporting - de longe o mais belo golo desta partida, com excelente recepção de bola no peito e disparando em semi-rotação, sem hipóteses para o guardião adversário.

 

De Nani. Voltou a ser elemento fundamental numa vitória leonina. É, sem dúvida, o melhor português a jogar neste campeonato. Toca violino e carrega piano ao mesmo tempo. Hoje fez um soberbo passe que deu origem ao segundo golo, marcou o canto que originou o terceiro e ainda serviu Capel, no minuto 90, para aquele que seria o quinto leonino, invalidado por fora de jogo do andaluz.

 

De João Mário. Outra exibição superlativa. Nunca desiste de uma bola: vai ao choque, cria linhas de passe, recupera lances que parecem perdidos. Prova evidente do seu talento foi o segundo golo do Sporting: rompeu a marcação, acreditou que marcaria - e marcou mesmo. Um golo muito festejado: foi o primeiro que assinou de leão ao peito no campeonato, à ponta-de-lança.

 

De Adrien. A qualidade do meio-campo leonino passa muito pelos pés e pelo talento deste médio que continua a ser um poço de energia em campo. Fez um passe soberbo para o golo de Montero, aos 66'. Substituído aos 87', exausto, sob enorme e merecida ovação dos adeptos.

 

De Paulo Oliveira. Irrepreensível no eixo da defesa: conquistou a titularidade. E também já goleador. Hoje estreou-se a marcar pelo Sporting, de cabeça, na sequência de um canto cobrado por Nani.

 

Da entrada de Miguel Lopes. Voltou a pisar o relvado de Alvalade, muitos meses depois, substituindo Jonathan aos 83'. Um regresso muito festejado. Porque se trata de um jogador que é também sportinguista do coração.

 

Da nossa primeira parte. A equipa marcou três golos e deu um festival de futebol. O Marítimo andou desaparecido nesses 45 minutos.

 

 

Não gostei

 

Da desconcentração da equipa no início da segunda parte. Sofremos dois golos em quatro minutos e o espectro do empate chegou a pairar em Alvalade até aos 60'. Convém nunca esquecer que os jogos duram hora e meia.

 

De três falhanços de Montero. O colombiano marcou um belo golo, mas desperdiçou três outros, que lhe foram servidos de bandeja. Não se pode falhar tanto.

 

Da entrada tardia de Tanaka. Só o vimos em campo a partir do minuto 87. Soube a muito pouco.

 

Da ausência de Slimani. O argelino, que não foi convocado por lesão, faz muita falta à equipa. Nenhum outro jogador leonino tem o instinto de matador que ele tem.

 

De Jonathan Silva. Desposicionou-se com frequência - e a equipa tremeu por causa disso. Os dois golos do Marítimo, marcados por Maazou, nascem do seu flanco, que estava desguarnecido.

 

Fotografia minha, tirada esta noite em Alvalade


comentar ver comentários (10)
M versus M - II
José da Xã

Não há muito para dizer, apenas isto: grande GOLO, Montero!

E vão dois, nesta temporada!

 

http://videos.sapo.pt/u4My2mWkzjzU3KCQINN4


comentar ver comentários (7)
A hora de Tanaka?
Pedro Correia

14061511232241[1].jpg

 

 

Com Slimani lesionado, e portanto fora da lista de convocados para o jogo desta tarde com o Marítimo, abre-se a perspectiva de vermos enfim Tanaka dar maior contributo à equipa no campeonato. O japonês destacou-se na pré-temporada, chegando a marcar três golos num só jogo, e estreou-se da melhor maneira na Liga 2014/15 com uma bola ao poste que ajudou a desatar o nó na partida contra o Arouca.

Poucos minutos em campo mas que bastaram para deixar boa impressão deste avançado, blindado por uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.

Tags:

comentar

"INAUGURAR O MARCADOR"

Tags:

comentar
Sábado, 25 de Outubro de 2014

diasdacunha1[1].jpg

 

Depois das lamentáveis declarações de Godinho Lopes, a menos de 48 horas da realização do Porto-Sporting para a Taça de Portugal, outro ex-presidente do Sporting usa o espaço mediático que generosamente é reservado a estratégias editoriais adversas ao nosso clube para disparar um chorrilho de impropérios contra Bruno de Carvalho. Fiel ao seu estilo de apedrejar primeiro e reflectir depois, Dias da Cunha acusa o actual presidente de "criar um Sporting rasca", sem respeito pelo passado e guiado por impulsos demagógicos.

Tudo isto, espantosamente, enquanto defende o indefensável: a indigitação de Luís Duque para a presidência da Liga de Clubes. Apesar de se tratar da mesma pessoa que foi despedida por mau desempenho enquanto responsável desportivo durante o mandato de Godinho Lopes e se encontra em litígio judicial com a actual direcção leonina. Esquecendo-se aliás das críticas que ele próprio já fez a Duque. Há dois anos, congratulou-se com a sua saída de Alvalade, considerando-a "muito positiva para que o futebol volte a ser devidamente comandado" . E antes classificara de "abraço de jibóia" o cumprimento de Duque a Sá Pinto nas vésperas do afastamento do treinador.

O Sporting é originalíssimo nestas sessões de "fogo amigo". Enquanto os benfiquistas se unem em torno dos seus dirigentes e os do Porto se comportam como soldados em parada, chova ou faça sol, em Alvalade alguns ex-presidente não resistem à tentação de figurar na primeira linha de combate ao próprio clube, procurando mobilizar acólitos nesta guerrilha interna.

Se eu quisesse usar a linguagem de Dias da Cunha - que há dois anos, com a elegância que o caracteriza, chamou "criminoso" a Eduardo Barroso, então presidente da assembleia-geral do Sporting - consideraria isto um comportamento "rasca". Mas, sinceramente, não me apetece baixar mais o nível da conversa.


comentar ver comentários (8)
Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Ora então vamos lá saber quais são os vossos prognósticos para o desafio de domingo, às 18 horas, com o Sporting a receber o Marítimo.


comentar ver comentários (74)
Leoas às sextas
Pedro Correia

 

Liliana Alexandre

Tags:

comentar

Só nos últimos sete dias, És a Nossa Fé registou 23.378 visualizações. Prova evidente - mais uma - do crescente interesse que o nosso blogue suscita na comunidade leonina (e não só). E um incentivo acrescido para mantermos a pedalada.

Tags:

comentar ver comentários (4)

Independentemente das nacionalidades envolvidas (nomeadamente a do árbitro e da empresa em questão), independentemente de os sportinguistas estarem habituados a estas situações (especialmente em competições internas), independentemente de o clube envolvido ser o Sporting e ser português, indepententemente disto tudo: o que está em causa é este link, nomeadamente os símbolos no fundo da página, à esquerda e à direita. O que está em causa é o patrocinador do Schalke 04 (e já agora do Chelsea, outro adversário do Sporting, e do Zenit) ser também um dos patrocinadores oficiais do torneio da Liga dos Campeões (não ligo nenhuma a patrocínios, pelo que confesso que só descobri isto esta semana. E a que preço). O que diríamos se em Portugal o patrocinador da Liga também patrocinasse o FC Porto, ou o Benfica? (Ou o Sporting!) Será isto moralmente aceitável? A UEFA pelos vistos acha que sim.


comentar ver comentários (5)

O Sporting fez muito bem em indignar-se e em demonstrar quão absurda é esta a situação que não permite qualquer tipo de reparação.

A solução não é repetir jogos? Então adotemos outra, que as há em cada vez mais desporto que não o futebol.
É uma pena que tanta gente ande tapadinha e divertida a ridicularizar quando, se calhar, deviamos andar todos a remar para o mesmo lado nesta matéria.

É ver um jogo de futebol americano, ou de rugby. E se todos os golos e penalties fossem validados com apoio a revisão via TV? E se os treinadores tivessem dois ou três challenges como no ténis, quando achassem que uma dessas jogadas críticas tinha sido omitida ou mal ajuizada? Pode-se fazer. É só querer. O erro não morria mas passava a ter uma vida muito mais difícil. O erro e outras coisas...


comentar ver comentários (2)
Quinta-feira, 23 de Outubro de 2014
Leitura recomendada
Pedro Correia

Vamos encher Alvalade. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


comentar ver comentários (2)
Quem não sente...
João Távora

Apesar de provavelmente ser inconsequente, em boa hora o Sporting decidiu apresentar um protesto à UEFA no âmbito da inconcebível de arbitragem que foi origem da derrota com o Schalke. Na sequência das declarações de Jorge Jesus (coitado) ontem no final do jogo do Benfica no Mónaco em que atribuía o mau resultado às mesmas questões  “políticas” da organização que prejudicaram o Sporting, presume-se que o clube de Carnide irá também reclamar a repetição do jogo. É assim mesmo: "Quem não sente..."


comentar ver comentários (6)

images2H1MX0WJ.jpg

Neste momento Bruma estará mil vezes arrependido de ter dado o mau passo que deu, escutando quem não devia, rodeando-se de escroques que se faziam seus amigos. "Preciso de jogar, acabou a conversa, já o disse ao treinador", desabafou o avançado formado na Academia de Alcochete, visivelmente agastado por permanecer à margem das escolhas do técnico do Galatasaray.

Já vão longe os dias em que Bruma, podendo jogar, não o fazia. No Sporting. Rasgando compromissos contratuais, recusando comparecer nos treinos, faltando a reuniões com o presidente leonino. Queríamos vê-lo jogar e ele apenas sonhava com milhões de euros a voar longe de Alvalade. O destino trocou-lhe as voltas: agora quer ele jogar sem concretizar este desejo.

Por estes dias, podia disputar a Liga dos Campeões vestido de verde e branco. Podia integrar-se na melhor equipa do Sporting da última década. Podia continuar a contar com o entusiástico apoio das bancadas no estádio que tão generosamente sempre o acolheu. Os falsos amigos recomendaram-lhe outro destino. Despacharam-no para a Turquia, onde até hoje nunca se sentiu feliz nem realizado. Deixou de jogar, deixou de marcar, deixou de escutar os aplausos calorosos de quem via nele um novo ídolo.

Aprende com os pontapés da vida, Bruma. Derrota por goleada todos aqueles que te aconselham a renegar as raízes. E finta para sempre os escroques.

Tags:

comentar ver comentários (22)
Quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

 

 

Enezenaide do Rosário da Vera Cruz Gomes, conhecida no mundo do desporto como Naide Gomes – ao que se conta, devido, por um lado, às dificuldades de pronunciar o nome e, por outro, ao facto de ele não caber nos marcadores electrónicos - é, sem margem para dúvidas, uma das maiores figuras da hIstória do Sporting Clube de Portugal. Qualquer vista de olhos, por mais distraída que seja, ao seu longo e riquíssimo currículo o confirmará, se é que alguém exige que tal juízo seja corroborado. Quantos atletas, mulheres ou homens, praticantes de atletismo ou de seja que actividade desportiva for, podem apresentar, nos anais do clube, um rol tão extenso de títulos,  vitórias em diversas disciplinas, recordes nacionais, medalhas, internacionalizações, participações em competições internacionais, em jogos olímpicos  e o mais que me estiver a escapar? Muito poucos, certamente.

 

 

A figura de Naide Gomes, no espaço do desporto português, resplandece de tal maneira que me considero dispensado de fazer  uma apresentação desenvolvida do seu palmarés. Mesmo uma enumeração sumariada dos seus triunfos, medalhas e recordes seria demasiado longa para um texto deste tipo, pelo que, como tem sido hábito, remeto os mais interessados para sites especializados na matéria, como este, por exemplo.

 

 

Naide Gomes nasceu em S.Tomé, em representação de cuja selecção esteve presente, entre outras competições, nos Jogos Olímpicos de Sidney, nos Jogos Pan-Africanos, em Joanesburgo, e nos Campeonatos da África Central, nos Camarões, em que ganhou cinco medalhas. Tinha onze anos quando saiu de S.Tomé e já estava perto de fazer dezoito, ainda júnior, portanto, quando veio para o Sporting, onde começou a ser treinada por Abreu Matos. Só relativamente tarde optou definitivamente pelo salto em comprimento, prova que viria a celebrizá-la e na qual obteve os mais importantes triunfos da carreira, não tendo, no entanto, deixado os seus créditos por mãos alheias nalgumas outras disciplinas. Assim, foi, também, campeã nacional de salto em altura e dos 100m barreiras, tanto ao ar livre como em pista coberta. Começou pelas provas combinadas, onde obteve, igualmente, grandes êxitos, em Portugal e no estrangeiro, tendo sido campeã nacional de hepatlo. Em todas estas provas, Naide Gomes foi recordista nacional, ultrapassando marcas que, nalguns casos, já duravam há largos anos, tendo ainda, na companhia de Eva Vital, Sónia Tavares e Carla Tavares, as duas últimas também atletas do Sporting, batido, em 2009, o record nacional dos 4X100m. Mas, foi, de facto, principalmente no salto em comprimento que Naide adquiriu o direito a um lugar de eleição na história do Sporting Clube de Portugal. A partir de 2002, ganhou dezassete títulos nacionais desta disciplina, nove delas em pista coberta. Esta nossa grande atleta levou o máximo nacional até aos 7,12m, tendo-o batido, imagine-se, vinte e oito vezes ( 28, não é engano), catorze delas em pista coberta.

 

Em grandes provas internacionais, Naide Gomes, para abreviar e evitar um post gigantesco, obteve, ao ar livre, dois segundos lugares em campeonatos da Europa, em Gotemburgo, em 2006, e em Barcelona, em 2010, ambos no salto em comprimento, tendo sido quarta classificada no Mundial de Osaca, em 2007, e no de Berlim, em 2009, também no salto em comprimento. Em pista coberta as coisas correram melhor, Naide não foi perseguida pelo azar que a atormentou ao ar livre – nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, por exemplo, falhou a qualificação para a final do salto em comprimento, num ano em que atingira os 7,12m  e em que fora, em Valência, campeã mundial de pista coberta – tendo conseguido dois títulos mundiais, em Budapeste 2004, no pentatlo, e, como já disse, em Valência 2008, e dois europeus, em Madrid 2005 e Birmingham 2007,os últimos três no salto em comprimento. Igualmente nesta disciplina, Naide Gomes foi vice-campeã mundial, em pista coberta, em Moscovo 2006 e em Doha 2010, e segunda classificada no Europeu de Paris, em 2011. Refira-se, ainda, que no pentatlo, em pista coberta, Naide foi também vice-campeã europeia no campeonato de 2002, em Viena.

 

 

Mais longe poderíamos ir se quiséssemos descrever exaustivamente a carreira de Naide, nem mencionei, por exemplo, o facto de ela ter sido vice-campeã mundial universitária em Izmir 2005. Mas, para o efeito, parece-me que basta. Os dados que apresento são mais do que suficientes para a elevar, como me propus, a um lugar de honra na história do Sporting Clube de Portugal. Estou, como é óbvio, a partilhar um sentimento comum a muitos e muitos sportinguistas, como pode concluir-se do facto de ter merecido já 10 Prémios Stromp, um número quase inacreditável.

 

 

Termino hoje esta série de posts sobre  algumas grandes mulheres da vida do nosso clube, algumas mulheres que, permitam que repita o que disse no primeiro texto, dedicado a Lídia Faria, parece, às vezes, estarem a ser esquecidas e que, contudo, desempenharam um papel talvez decisivo  na consolidação e propagação do sportinguismo e contribuíram de forma extraordinária para que muitos e muitos portugueses transmitissem aos seus filhos estes sentimentos e esta cultura desportiva, esta vaidade de ter participado na construção e crescimento de um clube com milhões de adeptos a partir, já lá vão mais de cem anos, da iniciativa de um pequeno núcleo de fundadores.

 

Referi um pequeno número de figuras, tendo eu, certamente, cometido  injustiças com a exclusão de algumas outras. Haverá muitos nomes que poderia ter incluído na série, mas, como avisei no início, não pretendi mais do que mencionar os que me parecessem especialmente relevantes, aqueles que eu considerasse imprescindíveis em qualquer lista deste género. Atendendo à riqueza da história do Sporting, é certo que outros que se dediquem a esta tarefa terão escolhas diferentes, talvez muito diferentes, todas com tão boas razões como as que apresentei. O atletismo foi esmagadoramente representado nesta minha selecção, mas salientei, também, a ginástica e o ténis de mesa, desportos que, muito graças às desportistas cujas carreiras no Sporting me esforcei por pôr em evidência, contribuiram, de forma decisiva, para o ecletismo de que tanto nos orgulhamos. Aqui neste blogue ou em qualquer outro sítio, espero que apareçam outros nomes. Venham eles, que ideias e memórias de grandes cometimentos não hão-de faltar.

 


comentar ver comentários (6)

«Roubo!»

Manchete do Record

 

«Foram ao bolso do leão»

Título da crónica de Rui Dias, no Record

 

«O que se passou neste jogo deveria envergonhar os altos comandos da UEFA.»

Nuno Farinha, no Record

 

«Roubado! - Grande recuperação do Leão travada por 'penalty' fantasma»

Manchete d' A Bola

 

«Leão consegue descobrir ouro mas depois é roubado»

Título da crónica de Nuno Raposo, n' A Bola

 

«Bola na cara, a partir de agora, é grande penalidade. Não houve mão, não houve braço, nem sequer ombro: só cara. E com violência. Uma das mais inacreditáveis grandes penalidades de que há memória.»

Rogério Azevedo, n' A Bola

 

«Leões traídos por penálti fantasma»

Título de 1ª página d' O Jogo

 

«Morto à traição»

Título da crónica de João Sanches, n' O Jogo

 

«Nos bastidores da arbitragem há muito se comenta por entre dentes, e com uma mão à frente da boca, que o sucesso de uma carreira internacional depende de não errar contra equipas alemãs. O paradigma era esse: não prejudicar. Não incluía empurrar ou levar ao colo.»

Carlos Machado, n' O Jogo

 


comentar
Não entendo 2
Francisco Melo

Pedindo autorização ao Edmundo Gonçalves pelo uso do título, gostaria também de manifestar a minha perplexidade:

Quando Joseph Blatter fez no ano passado (por esta altura) aquela intervenção pública lastimável, em que comparou Messi e Ronaldo, de imediato Fernando Gomes, presidente da FPF, protestou, tendo escrito uma carta ao presidente da FIFA a pedir explicações.

Ora, depois de ontem à noite um clube português ter sido gravemente prejudicado no jogo que disputou, por erros lastimáveis da arbitragem, no que lesou, para além do próprio clube, as contas de Portugal no ranking da UEFA, mal se percebe que Fernando Gomes não tenha ainda protestado, de forma solidária, pelo que aconteceu em Gelsenkirchen.

Em abono de Fernando Gomes está o facto de ainda não se terem passado 24 horas desde a paragem cerebral da equipa de arbitragem liderada por Sergei Karasev. Mas fica a curiosidade sobre se o presidente da FPF falará e em que timing...


comentar ver comentários (3)
Não entendo
Edmundo Gonçalves

Confesso que não entendo algumas críticas aos nossos rapazes no jogo de ontem.

Há por aí gente que se procura dedicar ao acessório, esquecendo o essencial e outra que referindo o essencial o utiliza para "bater" no acessório.

 

E o essencial não foi o frango do Patrício. Quantos é que eu não vi já de grandes guarda redes;

O essencial não foi a forma como Maurício "provocou" a sua expulsão (forçada é um favor que faço ao russo), nem que este é um jogador efectivamente com enormes limitações;

O essencial não foi a falha de Sarr, até porque o miúdo esteve bem em 99,99% do tempo de jogo e os foras de jogo, ainda que milimétricos, são para marcar;

 

O essencial foi o espírito de equipa demonstrado já antes, mas sobretudo depois da expulsão, repito, bastante forçada, de Maurício!

O essencial foi nunca se deixarem abater e funcionarem sempre como um todo!

O essencial foi reagir a dois murros no estômago seguidos e ainda a um terceiro nos rins!

O essencial foi que a perder por dois, foram para cima do adversário à procura da felicidade!

O essencial foi que Adrien não tremeu na linha de penalti!

O essencial foi a jogada do golo do empate que vinha já a ser cozinhada havia alguns minutos!

O essencial foi, depois do empate, continuar a pressionar para tentar vencer o jogo!

O essencial foi isto tudo ter sido feito com dez miúdos, grande parte deles saídos da academia, contra onze e mais quatro (ou seis, já me baralho), durante mais de uma hora!

O essencial foi isto ter acontecido com o terceiro classificado do campeonato alemão (que alguns, para menorizar a prestação do Sporting - e continuo a falar de sportinguistas - até consideram que afinal não é assim tão forte quanto isso...)!

O essencial foi que o Sporting foi melhor, em todos os aspectos do jogo!

O essencial foi termos no banco um homem que cimenta a cada dia que passa o seu lugar, não tenho dúvida nenhuma disso, na história do Sporting e que deu um banho ao treinador adversário, campeão europeu!

 

Mas para alguns o que é essencial faz jeito que continue a ser acessório.

Contudo, convém lembrá-los que o essencial é o Sporting Clube de Portugal!

 


comentar ver comentários (16)

Os jogadores e o treinador do Schalke 04 são os primeiros a concordar. Elogiam o Sporting e admitem que o penálti nunca existiu. «É angustiante perder assim», disse Huntelaar, «eu teria perdido as estribeiras», com a perfeita consciência de que jogar bem e sair derrotado à custa de um erro crasso da abitragem é duro de engolir.

 

Força Sporting! Não se deixem ir abaixo! Vocês são bons e nós amamo-vos!


comentar ver comentários (4)

Ficou ontem claro que o Sporting tem equipa suficiente para jogar a liga dos campeões. Jogar com menos um jogador durante uma hora e ainda assim ser capaz de discutir a partida não é fácil, mas conseguimos. Acho que, globalmente, o Sporting fez um excelente jogo. Não sei o que é que os árbitros de baliza lá estão a fazer. Não é possível que aquele indivíduo tenha visto mão na bola porque ela bateu na cabeça. O que terá motivado então a assinalar falta? É que, garantidamente, o árbitro não viu o lance...! Se o lance de fora-de-jogo do segundo golo pode acontecer o mesmo não se pode afirmar a respeito do penalti. Tornou-se agora muito complicado garantir o apuramento para a segunda fase. Apesar de tudo, se ganharmos os dois jogos em casa (o que é possível) talvez ainda possamos ter alguma hipótese.


comentar
Vamos por partes
Alexandre Poço

Podemos olhar para os problemas e perceber até que ponto também temos uma quota de responsabilidade por acontecerem. E quanto ao jogo de ontem, há um problema no qual temos responsabilidade e que (também) ajudou à festa, patrocinada pelo pateta encostado à baliza. O problema é a dupla de centrais que tem sido mais vezes titular na nossa equipa: o infantil Maurício e o condescendente Sarr. Está na hora de começar a resolver isto. Solução imediata: encostar um deles, o díficil é escolher, mas um pode ser já posto de lado frente ao Marítimo. Maurício é a minha escolha. Não se admite que, em dois jogos seguidos de elevada importância, tenha a mesma atitude de entrar a matar sobre os adversários. Solução a médio-prazo: estamos a um mês e pouco do mercado de transferências abrir. Não precisamos de 3 ou 4 jogadores. Basta 1 central de jeito. Se assumirmos a responsabilidade própria no que nos acontece, temos a consciência mais limpa e tranquila para que se caminhe para a solução. 


comentar ver comentários (6)

Depois de 30 minutos em que metemos o Schalke no bolso, começaram as ofertas. E logo duas praticamente em simultâneo, a de Maurício (incrível a imprudência que este homem tem na maioria das suas acções, e não me refiro apenas às entradas “a la central à moda antiga” – que muitos adoram, diga-se -, mas a quase todas as decisões que tem que tomar durante um jogo) e logo de seguida a de Rui Patrício. Depois foi a vez do recorrente Sarr oferecer dois golos. No primeiro não vale a pena enganarmo-nos dizendo que o Huntelaar está milimetricamente adiantado, porque o erro está na colocação de Sarr que não acompanha a subida da linha defensiva. Sobre o terceiro golo (quarta oferta) nem é preciso saltar falar.

Após este período de beneficência sportinguista, eis que a equipa incrivelmente se ergue e volta a demonstrar toda a sua superioridade em relação aos alemães que foram 3os classificados na Bundesliga (ainda me querem convencer que o campeonato alemão é ultra competitivo), mas que só tem 3 jogadores com nível. Fazemos dois golos e controlamos o jogo. Até que aparece a quinta oferta, desta vez foi a equipa de arbitragem que resolveu distorcer a verdade dos factos, a troco sabe-se lá de quê. Sim, porque o árbitro de baliza viu bem o lance e se decidiu daquela forma, alguma motivação terá.

Montero. Que jogador. O que este homem acrescenta à equipa. A jogar com 10, sem João Mário, ficou fácil de perceber que a qualidade com que Montero ocupa os espaços foi decisiva para a cobertura da linha média e para a baralhação da linha defensiva do Schalke.

Fomos displicentes, roubados e mesmo assim demonstrámos superioridade. Estamos muito fortes.


comentar
Autores
Pesquisar
 
Posts recentes

Os nossos comentadores me...

E agora, algo verdadeiram...

A obrigação de tudo fazer

A minha costela Jota Jota

Os nossos comentadores me...

Pódio: Bas Dost, Gelson M...

O ponto

Mais um fim-de-semana rid...

O problema

Inaceitável

Arquivo

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Tags

sporting

comentários

memória

bruno de carvalho

selecção

leoas

vitórias

prognósticos

jorge jesus

há um ano

balanço

campeonato

slb

arbitragem

benfica

jogadores

mundial 2014

rescaldo

taça de portugal

liga europa

godinho lopes

eleições

ler os outros

árbitros

euro 2016

golos

clássicos

futebol

comentadores

nós

marco silva

crise

scp

cristiano ronaldo

análise

chavões

formação

humor

liga dos campeões

slimani

todas as tags

Mais comentados
158 comentários
155 comentários
152 comentários
136 comentários
136 comentários
132 comentários
114 comentários
Ligações
Créditos
Layout: SAPO/Pedro Neves
Fotografias de cabeçalho: Flickr/blvesboy e Flickr/André
blogs SAPO
subscrever feeds