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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do resultado. Foi um empate, mas em casa do nosso mais directo adversário, campeão em título. Soube a meia-vitória. Até porque forçámos o SLB a perder dois pontos.

 

Do nosso golo na Luz. Em jogos do campeonato, o Sporting já ali não marcava desde 29 de Abril de 2007, na segunda época sob o comando de Paulo Bento (resultado igual ao de hoje: 1-1). Má tradição recente, enfim desfeita sete anos depois.

 

De Slimani. Estreia auspiciosa nesta Liga 2014/15. Findo o castigo de que o argelino foi alvo, Marco Silva apostou nele como titular a ponta-de-lança, deixando Montero no banco. Fez bem. Bastaram 20 minutos para Slimani marcar, aproveitando um frango do guarda-redes Artur (com Júlio César sentado no banco!) Podia ter marcado mais duas vezes, uma das quais mesmo à beira do fim do encontro.

 

De Jefferson. Voltou a ser um elemento fundamental. Tanto a defender, em duelo permanente com Salvio, como a atacar, protagonizando um lance de grande perigo aos 60', a passe de Nani. Continua a marcar muito bem cantos e livres. Tem estofo de campeão.

 

De Adrien. Muito combativo, como de costume. Está sempre em jogo. Excelente na recuperação de bolas, em complemento à missão fundamental de William Carvalho no centro do terreno. Ajudou a "secar" Enzo Pérez, o que diz tudo sobre a sua actuação. Quer e merece marcar um golo.

 

De Rui Patrício. Atento, seguro, muito interventivo durante toda a partida. Em perfeito contraste com a falta de classe de Artur. Deu tranquilidade à equipa com várias defesas de grande nível. Foi o melhor sportinguista deste dérbi.

 

De Esgaio. Voltou a ser um excelente titular da lateral direita, substituindo o lesionado Cédric pelo segundo jogo consecutivo. E voltou a deixar uma boa impressão, não acusando qualquer pressão nesta estreia num clássico da equipa A. Marco Silva pode contar com ele em futuros desafios.

 

De Sarr. Novamente em bom plano. Revela mais maturidade do que os 21 anos recém-completados. É objectivo nos cortes, muito concentrado. Tem capacidade de choque, sabe impor o seu físico imponente. E não hesita em subir até à baliza adversária para tentar um golo em lances de bola parada.

 

Que tivéssemos actuado com sete jogadores oriundos da nossa academia, seis dos quais como titulares. Rui Patrício, Ricardo Esgaio, William Carvalho, Adrien Silva, André Martins, Nani e Carlos Mané: quem disse que o Sporting não aposta na formação?

 

Do apoio dos adeptos. Mais de três mil sportinguistas compareceram na Luz. Certamente não ficaram decepcionados com este jogo.

 

De ver contrariados os vaticínios de "marretas" e "jarretas" que anteviam a derrota do Sporting. Devem estar com um melão enorme.

 

 

Não gostei

 

De ver Adrien sair com problemas físicos. Esperemos que não tenha nada de grave.

 

Que tivéssemos perdido duas oportunidades de vencer o jogo.  Falta afinar melhor a pontaria à frente para não sermos tão perdulários no momento de marcar.

 

Da pressão psicológica sobre William Carvalho, tentando condicioná-lo. Só um diário, esta manhã, aludia em cinco páginas(!) à iminente saída para Inglaterra do nosso médio defensivo. Os dérbis, como ficou mais uma vez provado, também se "disputam" nas páginas dos jornais. 

Jogo nefasto com movimentos ferozes

"Esse jogo nefasto incita à violência porque é violento em si mesmo: joga-se com os pés e poucos movimentos há tão ferozes como os de dar pontapés".

A frase acima é de Guillermo Cabrero Infante um daqueles (auto-denominados) intelectuais que detesta futebol.

Já eu gosto muito de futebol, embora deteste a violência inerente, a dos adeptos e, principalmente, a que é incentivada pelos treinadores, "passa a bola ou passa o jogador mas nunca os dois na mesma jogada" era uma máxima que se aplicava ao futebol italiano e que temo seja posta em prática hoje, pelos donos do campo de futebol, que se costuma esboroar quando o Sporting os visita.

Uma defesa composta por Maxi (robocop) Pereira, Luisão, Jardel, Eliseu e André (quem?) Almeida parece-me mais fadada para carregar pianos que para interpretar Bach, enfim, esperemos que os únicos baques que se oiçam em campo, hoje, sejam os da bola a beijar as redes vermelhas; e que as pernas de Carrillo, de Capel, de Nani, de Montero, de Slimani, de Mané, (...) sejam poupadas às meiguices daquela defesa de porteiros de discoteca.

Vamos lá então, futebol bem jogado, «fair-play», uma boa arbitragem e vencermos o clube da freguesia de Carnide será "pinutes".

 

Os nossos jogadores, um a um

Revi, agora com mais calma e maior distanciamento, o Sporting-Arouca. Confirmei a impressão inicial: foi um jogo muito intenso por parte do Sporting, com pressão quase contínua da nossa equipa. O Arouca estacionou o autocarro no seu reduto: grande parte do desafio acabou por ser disputado apenas em metade do relvado.

Discordo profundamente de todos quantos disseram que o Sporting jogou a um ritmo pouco veloz e quase mais não fez do que despachar bolas para a grande área dos visitantes. Nada disso ocorreu: a iniciativa atacante coube sempre ao onze leonino, com constantes trocas de bola em busca de linhas de passe enquadradas com a baliza adversária. Faltou apenas capacidade concretizadora (sobretudo a Montero, que teve três excelentes oportunidades para marcar, mas também a Capel e Carrillo).

Fica a minha pontuação aos jogadores:

 

Rui Patrício (6). Foi sobretudo um espectador. Mas sem nunca se desconcentrar. Duas grandes intervenções - uma em cada parte do jogo, correspondendo aos únicos ataques com um mínimo de perigo concretizados pelo Arouca.

Esgaio (7). Boa estreia como titular na equipa principal. Infatigável no seu corredor, revelando bom entrosamento com a linha avançada e vontade de se firmar como lateral direito. Capacidade de drible e cruzamentos com medida.

Maurício (6). Sólido na defesa, não complica no reduto que lhe está confiado. Falta-lhe por vezes maior precisão de passe no início do processo ofensivo.

Sarr (6). Impõe-se pela presença física. Também não complica: sabe fazer cortes cirúrgicos. Com um pouco mais de rodagem na equipa, à qual ainda está a habituar-se, poderá ser um dos esteios deste Sporting 2014-15.

Jefferson (8). Uma excelente exibição. Inesgotável, foram dos pés dele que nasceram os cruzamentos mais perigosos - um dos quais originou o golo solitário da nossa equipa a dois minutos do fim.

Rosell (4). Esteve algo desenquadrado das prioridades estratégicas da equipa, que exigiam mais acutilância no ataque face à inépcia ofensiva do Arouca. Pecou por excesso de retraimento: nestes jogos deve avançar mais no terreno.

Adrien (7). Voltou a ser o motor da equipa. Entrega-se por completo às missões que lhe são atribuídas, como estratego do meio-campo, e tem uma notável capacidade de leitura do jogo. Já anda a merecer um golo: esteve quase a consegui-lo com um disparo na primeira parte.

André Martins (5). Demasiado discreto, é capaz de render muito mais do que mostrou. Continua a revelar algum défice de capacidade física que exige treino específico durante a semana.

Carrillo (6). Intermitente. Oscila sempre entre ocasionais rasgos de génio, sobretudo em distâncias curtas, e alguma dispersão que lhe rouba discernimento em momentos cruciais. Envolvido na jogada do golo.

Nani (7). Muito aplaudido neste regresso a Alvalade, correspondeu com o seu talento. Foi o jogador mais marcado: raras vezes obteve a bola sem enfrentar de imediato dois competidores. Faltou-lhe concretizar o penálti, que o guarda-redes do Arouca defendeu, para sair em ombros. Bem substituído - por já ter um cartão amarelo e revelar fadiga.

Montero (5). Movimenta-se bem, participa na construção de jogadas perigosas, não desiste de procurar a bola. Mas falta-lhe o essencial num ponta-de-lança: marcar golos. Esteve quase, por duas vezes. Ainda não foi desta.

Carlos Mané (8). A arma secreta do treinador Marco Silva: entrou na segunda parte, substituindo Rosell, e tornou logo mais largo e acutilante o jogo do Sporting. Foi alvo de uma grande penalidade que o árbitro não assinalou. Nunca tirou os olhos da baliza adversária. E conseguiu o golo, numa recarga, graças à sua notável capacidade de desmarcação.

Capel (4). Rendeu André Martins, mas jogou sem brilho nem chama. Desperdiçou um excelente cruzamento de Esgaio, à beira do fim, com um remate frouxo de cabeça.

Tanaka (7). Um quarto de hora em campo, substituindo Nani - e foi o suficiente para levar duas vezes perigo à baliza adversária. Depois rematou ao poste na jogada que terminou com o golo de Carlos Mané. Deu boas indicações, confirmando o que já sucedera na pré-temporada.

De Nani e não só...

...escreveu Sir Alex Ferguson na sua autobiografia, que acabei de ler:

 

"... O que me atraiu... foi o seu ritmo, força e jogo aéreo.Tinha dois belos pés. Todas as qualidades individuais estavam lá, o que me levava à velha questão: que tipo de rapaz é ele? Resposta: boa índole, sossegado, sabia falar inglês razoavelmente, nunca causou qualquer problema no Sporting, gostava de treinar. Mantinha-se em forma. Era bem ginasticado. Os seus níveis atléticos eram de primeira classe. Portanto, as bases estavam lá." Pág. 228-229

 

Mais à frente na página 230, afirma ainda o ex-treinador do MU:

 

"Com Nani comprámos puro material em bruto. Era imaturo, inconsistente, mas com um fantástico instinto para o futebol. Conseguirão só controlar a bola com qualquer doa pés, cabecear e era um poço de força física. Podia centrar, rematar."

 

Há também neste livro um capítulo dedicado exclusivamente a Cristiano Ronaldo. E deste jogador deixo apenas a frase com que o autor inicía este capítulo de 13 páginas:

 

"Cristiano Ronaldo foi o jogador mais dotado que treinei." Pág. 115.

 

Escreveu Sir Alex Ferguson! É lei!

O Rugido do Leão

Agora, chegou a tua hora de fazeres história! Escrevê-la com letras douradas depende de ti. Depende do que significar para ti, envergar a camisola que é vestida por milhões! Mete uma coisa na cabeça: nada te poderá parar quando sentires o que estás a fazer. Quando quiseres tanto uma coisa, que quase te falta o ar só de pensares nela! Amanhã, joga com o coração, Leão. Era o que qualquer um de nós faria, se estivesse no teu lugar. 

As coisas vão mudando

Entre os nomes convocados por Paulo Bento para a (ainda tímida) renovação da selecção nacional de futebol incluem-se alguns que foram oportunamente indicados no És a Nossa Fé: Bruma, Anthony Lopes, Luís Neto, Vitorino Antunes, Ivan Cavaleiro, Ricardo Horta, André Gomes e Ruben Vezo. Além de William Carvalho e Adrien, que já destaquei aqui.

Aos poucos, as coisas vão mudando. Só aos poucos.

Quatro do Sporting na selecção

O Sporting é o clube mais representado na lista dos jogadores chamados ao próximo desafio da selecção nacional, contra a Albânia, a 7 de Setembro, no início da campanha para o apuramento do Europeu de 2016. Com a convocação de Rui Patrício, William Carvalho, Adrien e Nani.

No caso de Adrien, Paulo Bento quererá pôr termo a uma clamorosa injustiça. Parece um bom começo.

Vou a Londres!

Já era tarde quando tomei conhecimento do sorteio da Liga dos Campeões para a época 2014/2015. É o que dá estar de férias!

 

Vi deste modo em diferido a sorte ou o azar que calhou ao Sporting. E uma coisa é certa. Vou a Londres!

 

Pois é, para além do Sporting, que é o meu clube de coração e paixão, e da Real Sociedad, equipa pela qual nutro uma estranha afeição, há um clube em Londres pelo qual sofro. É o Chelsea de José Mourinho. O tal treinador "Special One" que eu muito aprecio.

 

Já não tenho idade para ter ídolos ou venerar atletas, mas JM e o seu Chelsea caíram-me no goto! Manias de adepto.

Prometi ao meu filho mais velho: se o Chelsea calhasse ao Sporting ia a Alvalade. Mas faço mais: quero ir a Londres ver o jogo.

 

Sempre disse que um dos meus maiores desejos era um dia ir a Stamford Bridge ver um jogo de futebol. Aquele ambiente...

Ora nada melhor que aproveitar esta oportunidade e... zarpar!

 

Observado o sorteio e os restantes adversários que calharam em sorte direi que até que nem foi mau... Mas o futebol é uma caixinha de (boas e más) surpresas.

A seu tempo veremos...

 

Também aqui

Traduzindo o sorteio

Não foi mau de todo.

O Chelsea não era, propriamente, o tubarão n.º 1 contra quem os sportinguistas desejariam jogar, mas a equipa londrina está repleta de excelentes jogadores e seguramente que irá proporcionar noite de casa cheia em Alvalade. Além de que será curioso ver Marco Silva, a nova coqueluche dos treinadores portugueses vs o monstro sagrado do banco técnico, José Mourinho.

Schalke 04 traz consigo as más memórias do Sporting contra equipas alemãs. Não é um Dortmund, mas não deixa de ser uma equipa complicada. Será o nosso rival directo para o 2.º lugar e, comparando com outros grupos, até que não é dos mais inacessíveis.

O Maribor é o adversário menos cotado do grupo. Os jogos contra a equipa eslovena são para ganhar, ponto. Haja humildade perante o adversário e poderemos conseguir pontos e € importantes nessa jornada dupla.

Agora é treinar bem, jogar melhor no campeonato, para quando começar a jornada europeia a equipa apresentar-se o melhor possível. Há qualidade para os oitavos, vamos a isso!

Venha daí a Champions!

 

Daqui a poucas horas o Sporting vai conhecer a sua sorte europeia. Naquela prova que verdadeiramente interessa a todos os amantes de futebol, acrescento.

A todos? Bom, talvez para alguns sportinguistas fosse melhor não estarmos na competição maior do futebol de equipas. Uma posição intrigante, é certo, mas, verdade seja dita, com a apetência destrutiva com que avaliam a equipa e o treinador outra conclusão não se poderia retirar daquelas cabecinhas pensadoras.

Ao olhar para a composição dos potes é natural que haja alguma preocupação perante a possibilidade de um grupo composto, por exemplo, por Real Madrid, Borussia Dortmund, Sporting e Roma. O grupo da morte, expressão de que a imprensa tanto gosta.

É um facto que atenta a qualidade da maior parte das equipas participantes na Champions, o Sporting se vá deparar com adversários de elevada dificuldade. Mas se esta é a prova onde todos os jogadores, treinadores e dirigentes querem estar, então não se pode querer ter sol na eira e chuva no nabal. O melhor, portanto, será aceitar sem receios o que o sorteio ditar e encarar com ambição os jogos que aí vêm.

Digo isto não por ilusão de adepto, mas por ter assistido a alguns bons exemplos de superação, quando todas as vozes apontavam para um desfecho catastrófico. Portugal no Euro 2000. Todos nos davam como eliminados na fase de grupos e foi o que se viu. Costa Rica no Mundial 2014. Ninguém colocava um euro pelos costa-riquenhos e fizeram a prova que se viu.

Também é verdade que abundam mais os exemplos em que a equipa mais fraca de um grupo (do Euro, Mundial ou Champions) confirmou esse menor estatuto sendo eliminada nessa fase. Mas na vida desportiva os exemplos a seguir são os bons e é nesses que o Sporting se deve inspirar.

Das equipas do pote 1, tenho duas preferências: Arsenal (a minha equipa inglesa preferida), no que seria uma belíssima oportunidade de Arséne Wenger se confrontar com a excelência da academia leonina e retirar bons apontamentos para futuros defesos. Real Madrid (a minha equipa espanhola preferida), cujos jogos contra nós foram sempre muito disputados e contribuíram para o mito das noites europeias em Alvalade, que o nosso estádio e os adeptos merecem ter de volta.

Do pote 2, a calhar um forte que fosse o Borussia. É certo que nunca temos sorte contra alemães, mas no caso seria o contacto directo com um clube que serve de paradigma para o novo Sporting. Um clube que esteve pelas ruas das amarguras e soube, com competência e qualidade, voltar à mó de cima. Outro bom exemplo a seguir.

Do pote 4, o Ludogorets. Adoraria ter o Sporting a treinar na Bulgária com o Iordanov e o Balakov a assistirem e a torcerem por nós.

Seja qual for a carruagem que parar em Alvalade, será sempre um combóio que nenhum jogador, treinador, dirigente e adepto do Sporting deixará de querer apanhar. 

Visto de Maputo

 

Tenho estado por estes dias em Maputo, Moçambique, onde o derby do próximo domingo já mexe. Não há conversa de salão, taberna ou balcão onde não se fale de dois temas em matéria de futebol: o jogo da Luz e o regresso de Nani. Sim, o regresso de Nani. Por aqui o luso-cabo-verdiano é considerado uma estrela maior e não se dão ouvidos aos comentadores de bancada que o arrasaram e nos apoucaram só porque o camisola 77 falhou um penalty no seu regresso a Alvalade. Aqui o Nani é craque, dão-lhe muito valor e miúdos e graúdos não falam de outra coisa quando o tema é o futebol português.

 

Ilustro esta pequena nota de Maputo com uma fotografia de 1960 do Sporting de Lourenço Marques, onde alinhava na altura um jovem chamado Eusébio. Lembrei-me disto porque ontem, ao regressar de Marracuene, onde participei numa feira de atividades económicas, deparei-me com uma conversa típica de portugueses fora de casa. Os meus companheiros de viagem estavam todos divertidos a tentar convencer o nosso motorista, de seu nome Eusébio, a mudar do "outro clube" para o Sporting, em troca de uma camisola oficial verde e branca. Tentado, o jovem acabou por ceder e parece que, mesmo sendo maior e vacinado, vai mudar de clube. Nem que seja por uns dias, enquanto a comitiva cá está. A "estória" vale o que vale e não é sequer motivo para falar muito mais do passado. Só serve para termos a noção de que aqui, como em todo o lado, somos tão grandes ou maiores do que o "outro clube". Não precisamos de conquistar os fracos de espírito, precisamos de vitórias e de ter sempre em mente este lema: "Esforço, Devoção e Glória, eis o Sporting Clube de Portugal".

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