Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012

«Que eu saiba não existem pessoas preparadas nas universidades com um curso desportivo para colocarem os seus conhecimentos técnicos ao dispor dos seus clubes. Neste sentido, penso eu que a pessoa que dirige um clube em primeiro lugar deve ter uma coisa que se chama credibilidade, pois a assinatura dele vale mais que todos os cursos que se tirem.»

 

Fernando Albuquerque, neste texto do Tiago Cabral


comentar ver comentários (6)

 A frase «Uma mentira contada mil vezes torna-se uma verdade» - tão frequentemente parafraseada desde a sua origem na Segunda Guerra Mundial - é inteiramente aplicável à tão publicitada fotografia de Jeffren no banco do Sporting. Para que conste - em abono da verdade - a foto, entre muitas outras tiradas na ocasião - foi assegurada pelo fotógrafo antes do jogo começar, escassos instantes após os suplentes do Sporting se terem sentado no banco e enquanto a presença de jornalistas ainda era permitida nessa área. O jogador, acabado de se sentar, estica as pernas e pisca os olhos. No milésimo de segundo que levou para tirar a fotografia a imagem gravada é aquela que se vê nos sítios noticiosos, com o intuito único de desinformar a audiência e, por consequência, denegrir o Sporting. Que a mesma noção venha a ser perpetuada - e nos moldes que foi - neste espaço que passa por defender os interesses do Sporting Clube de Portugal é, para ser bem educado, lamentável. 

  

 Adenda: Além de eu me ter dado ao trabalho - e à despesa - de indagar a dimensão real da fotografia com quem de direito, será que ninguém reparou, entre outras questões, que Gelson Fernandes está sentado tranquilamente no banco ?

 

Tags:

comentar ver comentários (37)
Refundação
Pedro Correia

Chegado a este ponto, o Sporting precisa de uma refundação urgente.

Esta é uma condição essencial para que o nosso clube volte a lutar por um lugar ao sol no futebol profissional português, recuperando influência e prestígio - dentro e fora dos estádios. É uma condição essencial para que o Sporting corresponda hoje aos pergaminhos históricos que conquistou não só no futebol mas no conjunto do desporto nacional.

As mudanças internas não podem resumir-se a um jogo de cadeiras nas quais tomam assento, à vez, os mesmos do costume - aqueles que são responsáveis pela degradação do SCP, uma das mais prestigiadas siglas do associativismo desportivo português.

Por isso falo em refundação, palavra que tantas vezes tem sido pronunciada nestes dias a propósito de outros temas. Uma refundação profunda. Refundação de normas, refundação de processos, refundação do modelo de gestão, refundação de mentalidades, refundação geracional.

Isto só sucederá com a mobilização efectiva dos mais capazes. E aprendendo com todos os erros que foram cometidos. Para que não se repitam. Nunca mais.


comentar ver comentários (4)
O nosso Sporting
Tiago Cabral

Nas últimas décadas foi notório que fomos ficando para trás em relação aos nossos eternos rivais. As declarações recentes tanto de Jorge Jesus como de Pinto da Costa, afirmando que o Sporting ainda é um adversário que pode baralhar as contas, mais não são que uma demonstração de um paternalismo cínico, reflectindo sem margem de dúvida a suposta realidade: actualmente para a luta do título apenas contam benfica e porto. Para estes o Sporting passou a ser um adversário que incomoda, tipo Braga, ou Guimarães. É este o nosso estado actual.

Sendo certo que o momento presente pede reflexão cuidada, é este o estado da arte do Sporting: lutamos jogo a jogo para vencer, não apenas o jogo em si mas esta letargia que se instalou nos jogadores do Sporting.

Não é de agora a sensação que tenho de ver os jogadores do Sporting com complexos de inferioridade em relação a benfica e porto. Ao longo das últimas décadas temos assistido a um declínio do nosso clube, disfarçado por dois campeonatos e por várias taças de Portugal. O nosso declínio começou com a hegemonia, pelos meios que todos sabemos, do fc porto.

Esta letargia, esta falta de vontade de vencer, não é um estado a que os jogadores chegam por iniciativa própria. Vem de cima e vem desde há muito tempo. Presidente após presidente o Sporting tem vindo a perder a vontade de ganhar. Oiço, leio e abomino o discurso empresarial que rodeia o Sporting. Temos empresas de serviços, temos SAD, temos SPGS, transformaram-nos, enfim, numa sociedade empresarial, um grupo económico. Precisamos de um líder que olhe para o Sporting, não como um gestor olha para uma empresa. Tem que olhar e ver um clube, tem que olhar e ver a massa de adeptos como parte integrante do clube. Se há característica endógena do Sporting, é o apoio dos seus adeptos mesmo com maus resultados. Não basta a um presidente ter um discurso onde afirma que o Sporting vai ganhar um, dois, três ou sei lá quantos campeonatos. Os discursos têm a sua importância mas tornam-se irrelevantes quando depois assistimos a uma gestão do clube apenas na sua perspectiva financeira. Um clube de futebol não é, nunca foi, nem nunca será uma empresa. Um clube de futebol tem que enquadrar na sua gestão, e enquadrar no topo e não ao lado, a vertente desportiva. De que nos vale um clube como o nosso se a gestão desportiva, a conquista de títulos, vem em segundo plano?  

Para desgosto dos nossos adversários o Sporting é um grande clube. E este facto não tem discussão. Não tem discussão hoje, no presente. A nossa grandeza fez-se ao longo dos tempos, com vitórias fruto do esforço, do querer e crer dos nossos dirigentes e atletas. Mas um grande clube como o nosso pode também passar a ser apenas uma memória, evocada e lembrada com saudade.

Tags:

comentar ver comentários (3)
A dormir na forma
Pedro Correia

 

A insustentável soneca de Jeffren no banco de suplentes do Sporting está a ser motivo de chacota além-fronteiras. Uma imagem que vale mais do que mil palavras.

(via Leão da Estrela)

 

ADENDA. As aparências enganam e uma fotografia também pode iludir. Jeffren afinal não dormia no banco, como já admitiu o repórter fotográfico que captou este excelente 'boneco'. Não apago o post porque sempre recusei os métodos estalinistas de eliminar imagens incómodas e entender que a história de um blogue também se faz destes percalços. Mas não quero que na internet se mantenha o texto que escrevi sem a necessária rectificação. E o indispensável pedido de desculpas a Jeffren, que pode ser criticado por vários motivos mas não por este.

Tags: ,

comentar ver comentários (27)

 

 

Ilha de Moçambique, Maio de 2008. Grafiti no "Matadouro".

 

Postal colocado originalmente aqui.


comentar
Terça-feira, 30 de Outubro de 2012

Falemos de temas concretos para ilustrar a péssima gestão desportiva do Sporting. Falemos de Elias, por exemplo. Foi a contratação mais cara de sempre feita pelo nosso clube: custou 8,8 milhões de euros aos cofres já depauperados de Alvalade.

Que retorno estamos a colher deste avultado investimento no nosso pior arranque de sempre no campeonato? Ficou ontem à vista de todos, no estádio: Elias nem sequer se equipou contra a Académica, ficando fora da lista dos convocados. Excepção à regra? Longe disso: nos 13 jogos desta temporada, o dispendioso médio brasileiro actuou 90 minutos em apenas dois deles. Entrou como titular em seis outros jogos nos quais acabou substituído. Foi suplente não utilizado em duas partidas e nem chegou a ser convocado nos três restantes. Marcou um golo - contra o Horsens, na pré-eliminatória da Liga Europa. 

Custou tanto para apenas render isto. Ou não render, para falar claro.

Tags: ,

comentar ver comentários (20)

Andam por aí uns gatos constipados a bater no peito por causa do sportinguismo. Isto, tirado da nossa caixa de correio, é para vocês:

 

"José Navarro de Andrade:

Sempre, mas SEMPRE que se dirigir ao nosso estádio, seja à chuva ou com sol, seja de metro, carro ou a pé, seja para ir ver uma vitória ou uma derrota, lembre-se SEMPRE de adeptos, adepta neste caso, que vivem longe do nosso estádio, a 300km de distância particularmente falando, e que dariam tudo para poderem ter esse vício.
E acredite que se eu vivesse em Lx seria esse o meu maior vício, ir a alvalade SEMPRE...
Como eu o 'invejo'.

Ass: leoa Ferrenha de Viseu"


comentar ver comentários (5)
Vergonhoso
Francisco Almeida Leite

... o jogo de ontem. Como os últimos. Pela primeira vez na vida saí antes do jogo acabar e debaixo de uma chuva torrencial. Uma lástima aquela equipa. Espero que o Franky saiba alguma coisa de futebol. Ou estamos verdadeiramente fritos.


comentar ver comentários (1)
Ler os outros
Pedro Correia

Pedro Santos Guerreiro, no Record: «Franky Vercauteren vai ter de ser Harry Potter e fazer magia. E não é por Godinho Lopes, é mesmo pelo Sporting. Os problemas financeiros crónicos são agravados pelos maus resultados desportivos, que prejudicam as receitas. E hoje o Sporting não tem dinheiro para chegar ao fim do mês. É mesmo assim: todas as receitas não chegam para cobrir todos os custos. (...) O Sporting está no limite, desportivo e financeiro. Nem sócios, nem credores aguentam muito mais. É preciso um Franky naquele banco. Esperemos que não saia um Frankyenstein.»


comentar ver comentários (18)
Dia 0.
Luís de Aguiar Fernandes

Hoje tem de ser o início de algo melhor. Temos de acreditar. E só não digo que não podemos ficar pior porque senão ainda levamos mais 3 do Videoton.

 


comentar ver comentários (2)

 

Há alguns dias deixei no És a Nossa Fé! o texto "O fim (de Godinho Lopes)". Nele resmungando sobre o desnorteado final no Sporting do ciclo da pretensa elite socioeconómica, em tempos congregada sob o "projecto José Roquette", os "notáveis". Não sei o que virá a seguir, porventura não serão bons anos. Mas após se ter "dissipado" (uma palavra desresponsabilizadora) o património do clube e gerado um gigantesca dívida, duas presidências devastadoras como a do inconcebível Bettencourt e agora esta, a do beirense Godinho Lopes, não devem deixar grande espaço de manobra.

 

Esta fotografia, colhida no estádio de Alvalade no jogo de ontem com a Académica (retirada do jornal O Jogo, sem autoria identificada), diz quase tudo. Sobre o estado do clube, sobre o sentir dos sportinguistas.

 

Ainda assim, e porque qu'isto é bola, e nela o esférico é redondo e relva é verde, continuo a acreditar que "Este ano é que é!". O título será nosso, pois até ao lavar dos cestos é machamba ...

 

(texto escrito para o blog onde "habito", e aqui replicado)


comentar ver comentários (2)
Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

 

Nos anos 70s andava eu no liceu (que já não o era, desde que menosprezado em "escola secundária"). Na minha turma habitava um vizinho meu, futuro colega de curso, benfiquista ferrenho. Também animador da proto-claque benfiquista, nesse tempo em que os adeptos ainda não eram holigões nem tatuados neo-nazis. Era vê-los em dias de jogo dos lampiões a partirem dos Olivais, segunda circular abaixo, até ao bidé deles, por lá muito animados com as coisas do Nené e outros que assim. Um dia o benfica foi jogar a Alvalade, para a Taça de Portugal. E lá foi esse meu então colega, mais a sua simpática turba, minha vizinha. Eu também, mas para outro local na bancada, junto aos nossos, sem nos misturarmos com aquele "pessoal das barracas".

 

E como tal o que ainda hoje recordo foi o que me contaram os outros benfiquistas que ali estiveram com ele, também vizinhos, também colegas, também amigos, nisto das rivalidades da bola, que há quem insista (à falta de melhor vida ou de melhor cabeça, nem sei) em exagerar. E foi o jogo, aquele do Manoooel, em que o nosso possante e algo trapalhão avançado meteu três golos ao Benfica, sem espinhas.

 

Caminhava o jogo bem para o fim, nem cinco minutos faltavam, e na época nem havia isto d'agora dos descontos anunciados, já "Três Secos" nas redes do Galrinha Bento, e os benfiquistas a debandarem. Ali à volta do meu amigo levantavam-se os (nossos) vizinhos num "vamos embora,pá! qu'isto acabou". E ele nada disso, sem se mexer. "Vamos lá embora, pá", insistiam, na pressa de evitar as confusões finais e na azia da quase cabazada. E ele nada, impávido face as movimentações, atento ao jogo, nele embrenhado! "Então?!", invectivaram.

 

"Estou à espera do prolongamento ...", lá respondeu. Ficaram todos.

 

(Deixemo-nos de merdas, de estados de alma. "Este ano é que é!")

Tags:

comentar

Ia começar a dizer que estou a escrever a quente, mas seria mentira: apanhei uma carga de água entre Alvalade e o carro. Estou gelado. Eu sei: estamos todos. Podia falar da táctica do Oceano. Podia falar da organização dos jogadores em campo. Podia falar das substituições. Podia adjectivar isto tudo, mas isso seria fácil, não seria? Quero falar de outra coisa. Quero falar de falta de respeito. Falta de respeito é isto, por exemplo: entre a primeira e a segunda imperial, a senhora da roulotte das bifanas, que estaciona perto do viaduto de Telheiras, aumentou os preços de 2 para 3 euros. Nem sequer os combustíveis sobem assim. Isto é uma falta de respeito sem deixar de ser também um roubo. A senhora achou que tinha condições para fazer o que fez: roubar-nos entre um courato e um cachorro-quente. Um senhor de cara esguia disse apenas isto: "é uma falta de respeito". Eu achei um roubo, mas ele achou a melhor palavra. Lembrei-me da frase quando vi a atitude do árbitro do jogo de há pouco: a lesão do Pranjic demorou quase dois minutos a ser resolvida, foram feitas 5 ou 6 substituições e o árbitro deu 3 minutos de descontos. O que sucedeu: nada. Só chuva e assobios. Na recta final do jogo, com o Sporting a pressionar e a criar oportunidades de golo, o árbitro mostrou um amarelo ao Ricky, fingiu que não viu um atraso ao guarda-redes e comportou-se com a arrogância dos fracos. Aqui, estou a falar da linguagem corporal e do sorriso. Lembrei-me do Duarte Gomes e do Olegário Benquerença. Dois árbitros medíocres que parecem agir com dolo contra o Sporting. O que quero dizer é isto: não nos respeitam. Eu ouvi há pouco dizerem na minha bancada "isto só acaba quando pendurarmos um" e calei a minha raiva. Eu ouvi há pouco ofenderem  na minha bancada a direcção do meu clube e calei a minha raiva. Eu vi há pouco a tentativa de invasão de campo e já não quis ver o que se passou depois cá fora. Vim com as mãos nos bolsos. Calado. Andamos sempre calados. Andamos todos com as mãos nos bolsos. Escolhi falar das mãos nos bolsos porque vim gelado, mas eu queria mesmo era falar sobre o resto. Esta noite, escrevo um bocado disto, mas estou a falar do resto, está bem?


comentar ver comentários (2)

Será que é esta noite que Godinho Lopes se demite?

 


comentar ver comentários (10)
Estou farta.
Zélia Parreira

Sei que amanhã isto me vai passar, mas hoje preciso de dizer isto. Estou farta.

 


comentar ver comentários (6)

 

O pior arranque de sempre da temporada. Com a equipa fora da Taça de Portugal, no último lugar do seu grupo da Liga Europa e a dez pontos da liderança no campeonato. Sete pontos abaixo do Sporting de Braga. Seis jogos seguidos sem ganhar. O segundo pior ataque da Liga (só acima do Marítimo). Doze golos sofridos. Perda de dois pontos por jogo em termos médios. Derrotas consecutivas com o Videoton, o FC Porto, o Moreirense e o Genk. Empate em casa com a Académica num jogo medíocre que terminou há pouco. Mais um.

Reitero o que já escrevi aqui: quiseram queimar-te depois de terem feito o mesmo com o Sá Pinto. Tu não merecias isto, Oceano. Nós não merecemos isto.


comentar ver comentários (2)
SCP X AAC
José Navarro de Andrade

Lá vou eu feito parvo, à chuva e aos encontrões no metro em hora de ponta. Isto é um vício...


comentar ver comentários (4)

 

A equipa feminina de basquetebol do Sporting demoliu a Casa Benfica de Palmela pelo expressivo resultado de 14-111, em jogo da 3.ª jornada do Campeonato da II Divisão Zona Sul. Joana Clara das melhores no jogo com 22 pontos. As «leoas» somam três vitórias em tantos jogos e situam-se no topo da tabela classificativa. A próxima jornada será realizada no dia 11 de Novembro, frente ao Alenquer Basket.


comentar ver comentários (5)
Eu não vos perdoo
Adelino Cunha

Deus sabe que vou arrepender-me de dizer isto: mas o senhor Vercauteren vai falhar. Vai falhar onde o Domingos falhou. Vai falhar onde o Sá Pinto falhou. Vai falhar onde o Oceano falhou. Vai falhar onde até o Mourinho falharia. O Sporting está numa dinâmica de falhanço há muito tempo e andamos a fingir que não vemos essa espiral a sugar-nos a vitalidade e o orgulho. Começámos por não ver porque o Paulo Bento foi ficando à frente do Benfica e nem sequer um ou outro enxovalho europeu (Bayern e Barça, lembram-se?) nos abriu os olhos.  Depois, continuámos a não ver porque andámos novamente atrás do Benfica achando que era uma "luta a três" quando eles eram apenas dois. Não olhávamos para trás. Fingíamos que não víamos o Braga. O Braga que começa a ter dimensão europeia para jogar de nariz empinado com o Manchester United. O Braga que nos coloca na segunda divisão europeia  e a perder com equipas de merda. Não arranjo melhor termo e não peço desculpa por isso. Hoje, fingimos que ainda vamos lutar pelo título quando vamos lutar pelas sobras do Braga para o terceiro lugar. Deus sabe que já estou arrependido de dizer isto, mas o senhor Vercauteren vai falhar e aqui têm em Outubro de 2012 o diagnóstico que vamos fazer em Junho de 2013:

 

1) O Sporting não tem uma gestão desportiva eficaz há demasiado tempo. Estou a falar de valorização dos activos: comprar bem e vender melhor. É fazer as contas. Dantes, vendíamos. Agora, damos. Damos mesmo. Demos o Pongolle literalmente. Demos em sentido figurado o João Pereira antes da valorização do Europeu. Somos uns gajos ricos.

 

2) Andam a fazer do Sporting uma casa de putas. Estou a falar de fugas de informação reles e de assassinatos de caracter de treinadores. Eu sei o que disseram do Domingos e logo a seguir do Sá Pinto. Eu sei mesmo. Já agora: o que teria sido do sucesso do F.C. Porto e do Vítor Pereira se os dirigentes deles fossem outros quando a pressão para o demitirem foi bárbara? Digam-me lá o que teria acontecido.

 

3) O Sporting não tem uma estratégia desportiva. Onde está o modelo de jogo que começa desde a formação até à equipa principal? Andamos a formar jogadores para 4x4x2 e depois jogamos em 4x3x3. E vice-versa. E novamente vice-versa. Já agora: digam-me lá como se articula o "projecto Odivelas" com a Academia de Alcochete? Vamos vendê-la às fatias para doer menos? Vamos ceder a propriedade e a gestão? É cara? É longe?

 

Estou cansado, sabem? Já tenho vergonha de levar a minha filha à Alvalade e isso, meus amigos, eu não vos perdoo. Não vos perdoo ir esta noite sozinho a Alvalade sabendo que virei de lá irritado.


comentar ver comentários (24)
Ser Sporting
Rui Gomes

Sou SPORTING desde que me conheço, pelo fervor da minha mãe, e preza-me dizer que o meu sportinguismo nunca vacilou através dos anos perante algumas das adversidades que surgiram no curso, quer sejam resultados desportivos ou, até, qualquer eventual contrariedade à minha preferência sobre a constituição dos seus orgãos sociais. Procuro não me precipitar no juízo que faço das outras pessoas e não me considero mais sportinguista do que qualquer outro, reconhecendo que cada um vive o Sporting à sua maneira e mediante os meios ao seu dispor. 

Preservo três eventos de maior estima no meu álbum de memórias verdes-e-brancas: 18 de Março de 1964, a espectacular vitória em Alvalade sobre o Manchester United de Bobby Charlton, por 5-0 - 15 de Maio de 1964, o histórico cantinho do Morais em Antuérpia que selou a conquista da Taça das Taças e, por fim, a inesquecível viagem de autocarro do Vidal Pinheiro até Lisboa, na noite de 14 de Maio de 2000, quando o País do Norte ao Sul saiu à rua como nunca se vira antes (ou depois) em Portugal.

A vida permitiu-me ver o Sporting pelos relvados do mundo e ainda tive a honra e o privilégio de o defrontar - de coração dividido - em diversas ocasiões. Como muitos milhares de sportinguistas vivi e sofri o jejum de 18 anos e diversos outros períodos de menor agrado da sua gloriosa história, mas, por tudo isto, não tenho memória de jamais me sentir tão emocionalmente assolado, como de há uns tempos a esta parte. Não tanto pela ausência de títulos e resultados, nem sequer pelo conturbado período que vive pelas suas dificuldades estruturais e financeiras, mas indubitavelmente mais pelo excruciante clima de negativismo que o rodeia e o aviltamento de anarquismo por oportunistas, que o impugna, frequente e impiedosamente, e ameaça asfixiar a sua existência. Identificado que está o carácter da manifestação, não existe causa para aceitar a razão de ser dos seus impassíveis extremos. Só sei «Ser Sporting» apoiando-o incondicionalmente, sobretudo nos piores momentos, e apenas me resta desejar que todos aqueles que contribuem para  a insalubridade do momento façam pausa para reflectir e reconhecer que é imperativo que a sua mais digna essência seja recuperada, quanto antes, não sejam os danos irreparáveis.

 

Tags:

comentar ver comentários (6)
Tem de ser hoje
Alexandre Poço

Não há volta a dar, quatro derrotas consecutivas é obra, e é obra para um clube como o Sporting Clube de Portugal. Já chega, estamos fartos de levar pancada jogo após jogo. Em Alvalade mandamos nós e não podemos voltar a perder pontos, principalmente com equipas pequenas. Que "comece" hoje a nossa época 2012/2013. Vamos Sporting!


comentar
Domingo, 28 de Outubro de 2012
O que eles dizem
Jose Manuel Barroso

Paulo Futre (1): «No futebol toda a gente opina e todos pensam que sabem do que estão a falar».

 

Paulo Futre (2): «É de tranquilidade que o Sporting precisa para sair, quanto antes, deste momento horrível. Ainda faltam sete meses».

 

Paulo Futre (3): «Para treinador vem Vercauteren. Agora é preciso apostar neste homem e não o deixar cair aos primeiros maus resultados. Se ganharmos dois ou três jogos seguidos, os jogadores recuperam confiança e o cenário deixa de ser tão negro».

 

(Em A Bola, de hoje, domingo. Uma crónica que todos nós, sportinguistas, deveríamos ler)


comentar

«O futebol não tem interesse só pelo jogo. Quando o Sporting perde não tem interesse nenhum», Manuel António Pina (1943-2012)


É este o meu estado de alma neste momento. Nem sempre foi assim, mas depois de quatro derrotas consecutivas, é impossível ter algum interesse por futebol.

Nos jogos dos que ainda consideramos nossos rivais, tudo corre irritantemente bem. Goleadas e vitórias que espaventeiam sem pudor, adeptos  insuportavelmente moralizados.

Nos jogos em que o Sporting joga, alterna-se, insuportavelmente, entre a ansiedade esperançosa e a raiva impotente. Um golo, quando acontece, traz uma felicidade envergonhada, um grito de desabafo, um espasmo. Um momento que mal nos atrevemos a saborear, porque temos de nos preparar para o pior. Que invariavelmente vem.

Estas decepções consecutivas estão a dar cabo de nós. Podemos gritar o nosso amor incondicional, que é, a nossa fé sem limites, que é, a nossa estirpe superior, que é. Mas já não temos interesse. Nenhum, como dizia o Manuel António Pina.

Continuemos a ver o jogo. O interesse há-de voltar.


comentar ver comentários (10)

 

O Sporting teve o primeiro atleta nacional a participar nos Jogos Olímpicos (António Stromp, em Estocolmo - 6 de Julho de 1912), bem como o 1.º atleta nacional a conquistar uma medalha de Ouro ( e a ouvir o Hino Nacional) Carlos Lopes em Los Angeles - 1984 -, na difícil prova da maratona. 

 

 


comentar

A equipa de juniores do Sporting derrotou o Benfica, por 1-0, em jogo da 10.ª jornada do Campeonato Nacional, com um golo por Wallyson Mallman aos 84 minutos. Uma vitória justa apesar de uma tarde para esquecer - em detrimento do Sporting - do árbitro Aurélio Afonso, que além de ter perdoado pelo menos uma expulsão à equipa encarnada, acabou por mostrar o segundo amarelo injustamente ao «leão» Fabrice Foboko, aos 88 minutos. Com esta vitória, o Sporting assumiu o primeiro lugar da classificação, com 26 pontos, mais um que o Benfica. Franky Vercauteren, acompanhado pelo director Silva e Costa, Oceano e resto da equipa técnica, assistiu ao jogo nas bancadas do campo 1 da Academia Sporting.

 


comentar ver comentários (8)
Futebologia
Rui Gomes

 

«A equipa desportiva constitui um paradigma da vida humana, distribuída em múltiplas mini-sociedades, estáveis ou efémeras, cujo objectivo, imediato ou mediato, permanente ou passageiro, liga umas quantas pessoas e exige um ajustamento, uma coordenação e uma complementariedade de acções nada fácil de conseguir». (La cohésion de l'équipe, George Riouz e Raymond Chappuis )

 

«O equilíbrio de funcionamento de uma equipa encontra-se sujeito à permanente pressão que constituem os resultados das competições em que participa. Digamos que «tudo são rosas» enquanto a actividade se limita aos treinos ou aos jogos de resultado facilmente previsível (para perder ou ganhar). No entanto, os desequilíbrios verificam-se quase sempre logo após resultados negativos, não previstos. E é aí, nesse preciso momento, que o adepto vai ter de demonstrar se está ou não preparado para participar e o dirigente para intervir ». (Guia do animador e dirigente desportivo, Jorge Miguez Araújo).

 

No contexto das famosas palavras de Bill Shankly (Liverpool): «O futebol não é uma questão de vida ou de morte. É muito mais importante que isso».

 

Que leva, então, à apreciação do jogo em linguagem mais em «futebolês»: O futebol é um desporto fascinante: 20 homens a correr atrás de 1 bola e quando a apanham, a primeira coisa que fazem é dar-lhe um pontapé. Mas ainda faltam mais 2 homens, esses... têm a missão única de evitar dar o prazer aos restantes 20. Depois temos os jogadores de bancada, aqueles que fazem sempre tudo certo, mais e melhor do que qualquer outro. Os tais surreais futebolistas que surgem em número sem conta, não são «amarelados» nem «avermelhados», nunca são substituidos pelo treinador - aliás, eles próprios são treinadores, também - e cuja missão prioritária é triturar verbalmente os outros 22 que estão em campo. Claro, se estes podessem pisar o relvado, para treinar ou jogar, de certo que a equipa nunca seria derrotada. (In)felizmente, as regras do jogo não permitem!

Tags:

comentar ver comentários (4)
Sábado, 27 de Outubro de 2012

«O Sporting não tem de mudar apenas na concretização na hora de finalizar, não tem de mudar apenas no modo como deve posicionar a defesa nos lances de bola parada, não tem de mudar apenas na instabilidade de se fixar um 11 de jogo para jogo. É imperioso que jogadores e treinadores sejam exigentes consigo mesmos, e que no final do jogo não venham descrever um jogo que ninguém viu.»

Francisco Melo, neste texto do António Manuel Venda


comentar ver comentários (2)

O Sporting ainda detém recordes nos títulos europeus conquistados (excepto andebol):

Atletismo: Único Clube europeu com vitórias em pista e cross.

Hóquei em Patins: Maior goleada de sempre, por 33-1, ao H. Gujan (França) em 1983/1984.

Futebol: Maior goleada de sempre por, 16-1, ao Apoel Nicósia (Chipre) em 1963/1964.


comentar ver comentários (16)

Na quinta-feira passada não resisti a assistir a mais uma amarga derrota do Sporting e assim me certificar do seu acelerado fenómeno de decadência. Uma pessoa não se habitua à dor e palavra de honra que fiquei incomodado, com um inaudito melão. 
Como já referi mais do que uma vez, nestas coisas da bola sou apenas um adepto de paixão que não leva a sério a discussão de estratégias facilmente objectadas por uma bola à trave, uma lesão fatal ou má arbitragem. Ou seja, este é daqueles temas em que sou meramente “clubista”, ou seja, parcial e apaixonado - o que me move (me faz saltar) são as bolas lá dentro.
As razões atrás expostas não me permitem portanto uma análise lúcida da situação. Isso tem na língua portuguesa uma expressão clara e explícita, diz-se: o Filipe é do Benfica, o Vasco é do Porto e o João é do Sporting. Uma relação de propriedade, inevitabilidade umbilical, siamesa, da qual não há fuga ou libertação possível. Entendamo-nos: se fosse ao contrário e o Sporting fosse meu, eu rifava-o, escondia-o no sótão no baú dos trastes de família, aí mesmo onde estão todos os descarnados esqueletos. Mas não; para desgraça minha sou eu que sou do Sporting, qual Fausto que por uma miragem de felicidade vendeu a alma, e que assim alcançou a dor lancinante do perpétuo fogo dos infernos diabólicos. Não há rádio, jornal ou noticiário que a cada hora não me confronte com esta maldita condenação de assistir com uns palitos nos olhos ao naufrágio clube de que sou refém. 
Agora mais a sério: temo bem que pouco haja a fazer nestes dias para resgatar um pouco de orgulho e alegria aos sportinguistas, que em boa verdade, desde os anos sessenta, animados por umas poucas e fugazes vitórias, vivem dos seus pergaminhos. E se há pessoa que sabe que, exceptuando para um alfarrabista, o valor prático dos pergaminhos é igual a zero sou eu; acreditem. Como diz o povo, "fidalguia sem comedoria é gaita que não assobia" e pelos vistos acabaram-se as filhas dos brasileiros ricos para “bem casar”, que o dinheiro custa a ganhar em todo o lado. E sem palhaços acabou-se o circo. É uma gaita.


comentar ver comentários (3)

 

« Vim despedir-me das pessoas com quem trabalhei com todo o gosto neste 17 meses. Não saio magoado com ninguém. Afinal, esta é a minha Direcção, é o meu presidente e é o meu clube. A Direcção de Godinho Lopes tem de ir até ao fim, apesar de todos os problemas e até das críticas dos profissionais da maledicência, dos notáveis da má-língua, que criam um clima de guerrilha permanente ».

 

-    Luís Duque    -

 

Observação: Perante tudo que já é do conhecimento público - pese o que não é - a apreciação às palavras do demissionário Administrador-Geral da Sporting SAD, fica ao critério de cada um.

 


comentar
Sem força
Rui Gomes

O Sporting até não jogou mal contra o Moreirense. Pode mesmo dizer-se que se sentiu um novo fôlego. E, mesmo assim, foi eliminado da Taça. O Sporting até foi prejudicado pela arbitragem, sobretudo com uma indiscutível grande penalidade sobre o Ricky que ficou por marcar. Quer isto dizer que há uma cabala contra o Sporting ? Basta olhar para o tumulto quase permanente em que o clube vive para perceber que a responsabilidade não pode estar toda fora de Alvalade. Os árbitros são humanos e como todos os humanos, não tratam de igual modo o poderoso e o fraco. Há coisas que acontecem ao Sporting que dificilmente poderiam acontecer ao Benfica e ao Porto. E a razão explica-se: respeitabilidade.

 

                                                                     Autor: Daniel Oliveira

Tags:

comentar ver comentários (18)
Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012

comentar ver comentários (10)

 

 

O Sporting tem 22 taças europeias conquistadas, o Real Madrid 26 e o Barcelona 66.


comentar ver comentários (2)

 

Paulo Farinha Alves é um advogado especializado em direito desportivo e actual vice-presidente da Associação de Futebol de Lisboa. É licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa (1994), seguindo-se uma Pós-Graduação em Contabilidade e Assessoria Jurídica de Empresas na Faculdade de Direito da mesma Universidade (1997). Responsável por uma equipa de oito advogados especializados em Direito do desporto na PLMJ, Paulo Farinha Alves foi notícia recentemente por assessorar juridicamente a transferência do português Paulo Machado para o Olympiacos. Segundo o seu currículo oficial no site oficial da sociedade de advogados, o novo homem do futebol do Sporting especializa-se em Contencioso, Desporto, Direito Penal e Contraordenacional. A sua nomeação para o cargo faz parte do processo de reestruturação que contempla uma maior tansversalidade entre o Conselho de Administração da Sporting Clube de Portugal - Futebol, SAD e o Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal.

Tags:

comentar ver comentários (19)

 

Franky Vercauteren, que vai assumir o comando técnico dos leões a partir da próxima terça-feira, já chegou a Portugal, depois de ontem ter assistido à derrota do Sporting no terreno do Genk, em partida do grupo G da Liga Europa. Boa sorte!


comentar

 

« É complicado trabalhar no Sporting porque todos não estão unidos com a vista a um objectivo comum. Parece que o Sporting é muitos clubes dentro de um. Godinho Lopes tem sido contestado mas, tirando João Rocha e Sousa Cintra, que presidente não foi contestado. Vercauteren foi um grande jogador e como treinador já ganhou títulos. Ele vai ter um grande desafio, mas irá precisar de tempo. As decisões do futebol devem ser centralizadas e, nesse sentido, Godinho Lopes assumir a pasta do futebol é positivo ».

 

-    Costinha    -

 

Observação: Palavras de quem tem conhecimento de causa, pelo seu consulado como director desportivo do Sporting, e não só.

 


comentar ver comentários (20)


Nas vitórias e nas derrotas; na alegria e na tristeza; até que a morte nos separe.


comentar ver comentários (3)
Tristes
Diogo Agostinho

 

Está a ser penoso este tempo que estamos a viver. Tudo sai mal. Tudo fica perto da glória, mas acabamos com derrotas infantis, sempre a sofrer. Nesta fase, precisamos é de devolver a alegria de vestir uma camisola que é um orgulho para qualquer profissional de futebol. 

 

E não desistir. Nunca. Indepentemente dos inúmeros erros de quem manda. É importante dizer presente. Mesmo. Não gosto de ler os comentários do rasgar o cartão, deixar de ir aos jogos, não pagar quotas. Para mim, não faz sentido. Futebol e adepto é uma relação irracional. Com o melhor e o pior que isso implica. Com a paixão e o coração na boca. 

 

Custa ver esta imagem de Rinuado. Agora é preciso é ordem, rigor e alegria. E urgentemente!

Tags: , ,

comentar ver comentários (4)
Asneiras
António Manuel Venda

«A equipa está de parabéns…», disse Rui Patrício após mais uma derrota, a quarta seguida, ontem à noite, na Bélgica. Não é novidade, já vem de há muito esta mania de conviver tranquilamente com os maus resultados e, nalguns casos até, ficar feliz, ter orgulho ou dar parabéns. Rui Patrício não inventou nenhuma atitude, digamos assim, inovadora. Lembro-me bem de tiradas semelhantes no Sporting dos últimos anos, e até de algumas bem mais elaboradas. Por exemplo, a famosa frase de um antigo (felizmente) dirigente depois do Sporting 2 – Barcelona 5: «É um resultado aceitável!» (provavelmente terá considerado os sete a um de Munique, sei lá, um resultado menos bom, um jogo em que a equipa não esteve por aí além, algo assim). Ou então aquela de um ex-presidente, de ser melhor ficar em segundo do que em primeiro, porque íamos na mesma à Liga dos Campeões e pagávamos menos prémios aos jogadores. Rui Patrício já teve em Alvalade professores de sobra para aprender a dizer asneiras como a que disse ontem à noite.

 


comentar ver comentários (5)
Autores
Pesquisar
 
Posts recentes

Leoas às sextas

Os nossos comentadores me...

Balanço (2)

O Sporting à frente

Tão preocupado que eu est...

Cuspiram acusações entret...

Os nossos comentadores me...

Balanço (1)

Boas notícias

Liga dos Palpites 2016/20...

Arquivo

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Tags

sporting

comentários

memória

bruno de carvalho

selecção

leoas

prognósticos

jorge jesus

vitórias

balanço

há um ano

slb

campeonato

arbitragem

benfica

rescaldo

jogadores

eleições

mundial 2014

taça de portugal

liga europa

godinho lopes

ler os outros

nós

golos

clássicos

árbitros

futebol

euro 2016

comentadores

crise

marco silva

cristiano ronaldo

scp

análise

humor

formação

chavões

liga dos campeões

slimani

todas as tags

Mais comentados
158 comentários
155 comentários
152 comentários
136 comentários
136 comentários
132 comentários
Ligações
Créditos
Layout: SAPO/Pedro Neves
Fotografias de cabeçalho: Flickr/blvesboy e Flickr/André
blogs SAPO
subscrever feeds