Domingo, 30 de Setembro de 2012

 

Futebol - A equipa B derrotou a Freamunde, por 0-2, com dois golos de Ricardo Esgaio. Destaque para a estreia de Sunil Chettri já perto do final do desafio. O próximo jogo será frente ao FC Porto B. Juvenis - O Sporting derrotou o Corroios por 8-0, na quarta jornada do Campeonato Nacional. Em quatro jogos a equipa soma quatro vitórias.

 

Ténis de Mesa - A equipa do Sporting venceu a Supertaça, por 3-2, frente ao Juncal da Ilha Terceira. A equipa foi constituida por André Silva, Zheng Shun e Diogo Chen. Este, o primeiro troféu da época 2012-13.

 

Triatlo - João Pedro Silva selou o seu segundo triunfo consecutivo na penúltima etapa da Taça do Mundo de Triatlo, em Yokohama, Japão, com o tempo de 1h48m44s. A última etapa terá local em Auckland, Nova Zelândia. 

 

Hóquei em Patins - A equipa do Sporting derrotou o GD Sesimbra, por 5-7, no jogo de apresentação deste clube.

 

Clube - A sala de sócios foi inaugurada na presença de dezenas de adeptos «leoninos», entre os quais o Sócio número 1, Salvador Marques, o número 2, professor Mário Moniz Pereira e a número 6, Maria de Lurdes Borges de Castro.

 

Assembleia Geral - Foi aprovado por unanimidade e aclamação a atribuição do nome de João Rocha ao futuro pavilhão a construir junto ao Estádio José Alvalade e do nome de Mário Moniz Pereira ao Centro de Alto Rendimento do Atletismo que funcionará no Complexo Desportivo de Odivelas.


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Uma questão de modas
Alexandre Poço

Antes, a moda era dar 45 minutos à equipa adversária. E assim se justificavam derrotas e maioritariamente, empates com as equipas pequenas. Este ano, a moda é dar 75 minutos à outra equipa e então aí, vemos a equipa a jogar para ganhar. Com o Gil, a sorte protegeu-nos. Ontem, naqueles últimos lances lá à frente, virou-nos as costas. E por mais que custe, o empate foi merecido. Precisamos de mudar de moda, esta não serve para este Outono/Inverno 2012.


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Ao crepúsculo
José Navarro de Andrade

Cedo piaste.

E em nome do fair play: com um penalty subtraído ao Estoril e uma expulsão-mistério.


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Our last stand!
Paulo Ferreira

 

Acham os meus caros amigos que a gestão das unhas do leão, ou dos self made men que despedem Robson para testar Queiroz, depois do projecto Roquette versão mini-Sporting sem modalidades e sem alma, depois dos lacaios e dos serviçais da banca apenas para lhes garantir retorno... não teria uma factura penosa e cruel no "fim"?

 

Acham que o fim do ecletismo, do fim da família Sporting, que o complexo de inferioridade clube Grande menos ou Pequeno mais, assimilado durante muitos anos pelos dirigentes, não teria custo?

Sim, habituámo-nos a ser menos grandes, a não ser ecléticos, a não considerar fracasso tudo que não fosse o primeiro lugar, desabituámo-nos de ter dirigentes competentes... também os media e os jogadores.

 

Acreditam os meus caros amigos que Sá Pinto é um treinador "feito"? Não, é tanto ou menos que o Paulo Bento quando pegou na equipa. Vai ter de aprender muito!

 

Acreditam os meus amigos que se sair Sá Pinto temos crédito, dinheiro ou oportunidade para uma solução diferente de promover o Oceano a treinador da equipa principal? Não, não temos.

 

Acreditam os meus ilustres colegas que Oceano é melhor treinador que Sá Pinto? Talvez sim, talvez não. Mas não temos nem tempo nem dinheiro para "experimentar" mais.

 

Acreditam os leitores que existe capacidade para reforços de Inverno? Nem em sonhos....

 

Alguém acredita que o SCP tenha tido melhor plantel que o actual nos últimos dez anos?

 

Não teve. Muito menos o Paulo Bento quando aprendeu a ser treinador enquanto servia o SCP. Ele penou muito tempo com algumas lástimas a jogar a titular e sem banco algum!

Sá Pinto vai ter de aprender e crescer como treinador, à nossa custa mas rapidamente. É a única solução que vejo. Feliz ou infelizmente... this is as good as it gets!


Ganhar ou morrer, salvar ou afundar de vez o nosso Clube, aqui nesta trincheira, com este plantel, com estes dirigentes, com esta equipa técnica, com esta Juve Leo que nesta altura já "abafa" assobios em vez de os promover.

 

This is our last stand... penso eu de que!

 

(lamento a cena algo lamechas, mas do meu lugar, na minha bancada, no meu estádio, do meu Clube, é assim que sinto antes, durante e depois dos 90 minutos sem parar, sempre a cantar, pelo Sporting que é a minha vida, sem o qual não sei viver!)


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Rui Silva regressou ontem às competições internacionais após longa paragem por lesão e venceu pela sétima vez a Milha de Berango, em Espanha, aumentando um recorde de êxitos que iniciou em 1999. Na 25.ª edição da prova da Biscaia, o atleta sportinguista bateu ao sprint os espanhois Ayad Landassem e Alvaro Rodriguez que lideraram uma boa parte da corrida. Rui Silva, de 35 anos, já não ganhava a prova desde 2007 e ampliou o seu registo de vitórias precisamente no ano em que a organização homenageou a já retirada Carla Sacramento, pelos seus quatro triunfos na corrida feminina. 

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Gostei

 

Da hora do jogo. O campeonato teria imenso a ganhar com mais jogos disputados à tarde, no fim de semana, como hoje sucedeu com o Sporting-Estoril, iniciado às 18.15. A festa do futebol também passa por isto.

 

Do público. Compareceu em grande número - 36 mil adeptos - e nunca deixou de apoiar a equipa.

 

De Izmailov. A prova viva de que um jogador por vezes faz a diferença. Foi o suplemento de qualidade no Sporting enquanto teve força física para se movimentar em campo.

 

De André Martins. Numa equipa que tarda em encontrar um exímio marcador de livres, coube-lhe o melhor lance de bola parada - que só não deu golo devido a uma grande defesa do guardião do Estoril. Saiu também dos pés dele a excelente assistência para o golo do empate, marcado por Wolfswinkel. Cada vez mais me convenço que devia ser titular da equipa.

 

De Viola. A subir de rendimento. Uma promessa que começa a tornar-se realidade.

 

Do Estoril. Porque mereceu o empate. E em largos períodos do jogo mereceu até a vitória.

 

 

Não gostei

 

Do jogo. A vitória, embora tangencial, contra o Gil Vicente na segunda-feira deveria ter servido de tónico ao Sporting. Mas isso não sucedeu. A equipa entrou em campo tão ansiosa e tão atabalhoada como na partida anterior.

 

Da falta de consistência da equipa. Jogo empastelado a meio-campo, falta de eficácia nas alas, defesa desconcentrada, múltiplos passes falhados e contínua falta de pontaria no momento do remate.

 

Da falta de exigência. Andamos a contentar-nos com o mal menor: empatar com o Estoril, após uma exibição sofrível, já nos faz respirar de alívio. Isto não pode continuar assim.

 

Das declarações de Sá Pinto. "Não fomos Sporting durante 60 minutos", declarou o treinador no fim do encontro. Jogavam em casa, apoiados pelo seu público, contra uma equipa recém-promovida ao escalão principal. Se nem assim conseguem "ser Sporting", é preciso explicar porquê.

 

De sofrer tanto. Começa a ser sina dos sportinguistas neste campeonato.

 

Dos pontos perdidos. E vão nove.


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Sábado, 29 de Setembro de 2012

Alguém imagina uma pessoa tirar a carta de condução e passado menos de um ano estar a conduzir um F1? Nos últimos anos as direcções do Sporting pensam que sim, que é possível. A vitória dramática contra o Gil Vicente e o empate a ferros contra o Estoril deveu-se única e exclusivamente à qualidade, vontade e capacidade de improvisação dos nossos valorosos jogadores. Sozinhos, em autogestão, lá se conseguiram organizar em campo e acabaram por salvar um pouco as coisas. Um grande abraço a todos os jogadores. 


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Até quando?
Tiago Cabral

Acabado de chegar do estádio. Hora e meia de desilusão. Cada um por si, sem táctica, sem qualquer noção de jogo de equipa. Onze jogadores em campo sem comando. Como diz o Rui Gomes, Ainda existem dúvidas?

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Coisa pouca
Jose Manuel Barroso

Em Alvalade, sempre!, apoiando a equipa. Mas triste regresso a casa. Futebol rendeiro, feminino, sem a virilidade de um chuto. Coisa pouca. Enredo sem a vontade do orgasmo.


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Se existem, gostaria que me esclarecessem porque ultrapassa as minhas capacidades. Temos uma equipa com um modelo de jogo que é uma autêntica confusão. Não é o que já foi e não é o que deveria ser, longe disso. Não existem ideias, não existem mecanismos e quando procuramos o golo com mais intensidade, ficamos com uma vulnerabilidade defensiva espantosa. Fizémos apenas cinco remates na primeira parte, muitíssimo pouco em qualquer jogo, muitíssimo menos ainda considerando que jogámos em casa contra o Estoril. Chamem impaciência, desespero ou que quer que seja, mas se esta equipa do Sporting não é uma equipa mal orientada, desaprendi tudo quanto pensava que sabia sobre futebol.

 

Adenda: Declarou Sá Pinto: «O que fizemos a partir do minuto 65 representa o orgulho de ser do Sporting...». PLEASE...!!!

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E até sempre.

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« A Corrida Sporting será um grande sucesso »

 

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Ala que se faz tarde
José Navarro de Andrade

Como diria o enorme Vince Lombardi: "winning is not a sometime thing; it's an all time thing. You don't win once in a while, you don't do things right once in a while, you do them right all the time. Winning is habit."

Hoje não vai ser com adrenalina, com garra, com pundonor (como diria o magistral Alves dos Santos). Não vamos encarar o Estoril como quem encarou o Gil Vicente como se fosse o Bayern - afinal eram só uns galitos de Barcelos... Hoje vai ser, deve ser, com classe, mostrando desde o primeiro minuto que o campo é nosso, que somos superiores e mais talentosos. Vai ser de pé para pé a mandar no jogo sem contemplações. Hoje com três ou quatro golpes vamos debaratar a defesa deles, mas sem precipitação nem esforço - apenas porque somos melhores. Hoje tem que ser assim, ou seja, normal.

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"UMA EQUIPA JOGA O QUE A OUTRA DEIXA"

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A Agência Lusa noticiou hoje que na Assembleia Geral da Sporting SAD o presidente Godinho Lopes revelou que foram recebidas - e recusadas -propostas por Ricky van Wolfswinkel (14 milhões), Carrillo (12 milhões) e por Insua (6 milhões). Tendo em conta a percentagem dos passes que o Sporting detém destes jogadores, significaria um encaixe de 4.9 milhões, 3.6 milhões e 2.1 milhões, respectivamente, para um total de 10.6 milhões. O balanço da percentagem é da pertença de fundos que participaram na compra dos jogadores. Também foi revelado que o Sporting apenas detém 35% sobre o valor de André Martins, 30% sobre Cédric Soares e 35% sobre Rinaudo. As informações não foram confirmadas pela Direcção, mas admitindo que são factuais - e muito aponta para isso - é uma realidade pouco agradável, sendo, no entanto, a inevitável realidade actual do Sporting e de todos aqueles clubes que operam no mercado sem meios substanciais próprios. Também ajuda a compreender a decisão de recusar vender face ao principal objectivo de garantir um mais elevado patamar competitivo da equipa. É plausível que este tema venha a precipitar debate aceso na Assembleia Geral que está agendada para domingo, especialmente por parte da usual oposição que, típico de qualquer oposição, irá questionar o bom senso destas operações e a qualidade da gestão da Direcção vigente, inferindo, obviamente, que faria mais e melhor. Mais do usual mesmo!   

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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012
Atenção, que é sério!
Jose Manuel Barroso

Muitos sportinguistas se admiraram e não entenderam o porquê da alusão ao Sporting, no discurso de Almada do LFV. Eles estão receosos. Não que a situação do nosso clube seja particularmente melhor que a do clube do outro lado da 2ªCircular. Todos sabemos que não. Mas do que eles têm receio é de que os esforços feitos por Godinho Lopes e a sua equipa para encontrar capitais para a SAD sejam bem sucedidos. Porque isso alteraria radicalmente a situação presente, face ao astronómico passivo da Sad vermelha. Por isso LFV mandou, indiretamente, 'mensagem' aos sócios do nosso clube, espicaçando-lhes o orgulho, na esperança que eles reajam pela negativa ao investimento exterior.

Na excelente crónica de ontem, no Record, Carlos Barbosa da Cruz alude ao tema nos seguintes termos: «Por mais que Benfica e FCPorto divirjam, têm estado sempre de acordo neste propósito [de que só há espaço, em Portugal, para dois grandes]; por detrás de um discurso pseudocaridoso do género 'precisamos de um Sporting forte', esconde-se muito jogo subterrâneo que visa esse desiderato,a ponto de contatarem potenciais investidores no Sporting, procurando dissuadi-los». É isso mesmo: evitar, de dentro e de fora, que o nosso clube seja capitalizado e fique mais forte.

Mas atenção, que isto é sério e a sério!

 


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Mais de dois mil e quinhentos «leãozinhos» das ESCOLAS ACADEMIA SPORTING vão estar em Alvalade para assistir ao jogo entre o Sporting e o Estoril. Antes do embate, cerca de trinta desses jovem atletas, com idades compreendidas entre os seis e oito anos, vão ter a oportunidade de subir ao «palco» dos seus sonhos e demonstrar as suas virtuosidades.

 


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Ah, o que eu gosto de revisitar as capas estivais da nossa imprensa futebolística. Sobretudo d' A Bola, a campeã das transferências no defeso. Pena que grande parte delas nunca cheguem a concretizar-se. Por exemplo, alguém sabe dizer-me o que aconteceu ao Cristian Ansaldi, que o matutino da Travessa da Queimada anunciou com parangonas como "desejado para a esquerda", sendo "paixão antiga na Luz"?

Estas fantasias jornalísticas são tão inseparáveis do Verão como os sorvetes ou os banhos de mar. E por vezes antecipam-se mesmo à quadra: é o caso desta fantástica capa, datada de 8 de Maio. Merece ser encaixilhada.

O Verão, como o Natal, é quando um homem quiser.


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Sábado, 18h15
Tiago Cabral

Lá estarei com o meu filho a vibrar!

Venham mais jogos a esta hora.


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Leio, estupefacto, que a Grande Assembleia das Nações Índias foi interrompida com o lançamento de petardos, obra dos guerreiros presentes. E que o Grande Chefe teve que ser retirado, sob protecção dos "casacas-azuis", depois de lhe terem vetado o relato dos acontecimentos passados nas últimas luas. Anseio por ver as parangonas dos jornais desportivos, como estarão incendiadas as primeiras páginas, alertando todo o faroeste sobre os explosivos eventos de ontem ...

 

Mas, afinal: 

 

 

 

Tivesse isto acontecido noutras paragens, com outros povos, quão diferentes seriam os ecos do telégrafo ...


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«Se daqui para a frente jogarem sempre assim (como jogaram contra o Gil Vicente), o Sporting é um candidato ao título. Jogarão de igual para igual com o Benfica, com o Porto e com os demais. Os jogadores mostraram raça e dinamismo com categoria, com qualidade, que quis sempre ganhar. Foi o arranque para uma grande temporada do Sporting. As críticas à volta de Ricardo Sá Pinto originaram muitas interrogações, o que desgasta a equipa, as pessoas que gostam de futebol, os sportinguistas. Sá Pinto tem as características de que o Sporting precisa: é um vencedor, uma pessoa que transmite confiança, garra e isso é muito importante para qualquer clube. O Sá Pinto procura a união e ontem ficou provado que essa união existe. Há sempre detractores, gente que gosta da desunião para outros fins. Ontem, ficou mais que provado que a equipa está mais que unida e disposta a lutar sempre pelas vitórias».

 

-    José Sousa Cintra    -

 

Observação: Privei pela primeira vez com o ex-presidente do Sporting em Novembro de 1986 numa recepção no então seu Hotel Palace em Vidago. Admito que estava longe da minha imaginação que cerca de três anos mais tarde ele viesse a assumir a liderança do Clube. De certo que é o desejo de todos os sportinguistas que a sua crença sobre a futura competitividade do Sporting se venha a confirmar.

 


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Eu e o Sporting!
José da Xã

Era muito gaiato, quando fui à bola pela primeira vez. Honestamente não me lembro desse dia… Sei pelos próprios, o meu pai e um tio, que pegaram em mim e me “apresentaram” ao Sporting. E recordam que me portei ao nível de um leão…

 

Por aquilo que afirmam foi um Sporting-Setúbal. Mas nem sei (nem se lembram!) o resultado final do jogo.

 

Depois desse, assisti a muitos outros jogos: em Alvalade a maioria, no Barreiro, em Setúbal (parece quase fetiche!), Jamor e Restelo. Mais recentemente em Alverca e na Amadora.

 

Recordo mesmo um tempo em que começava o fim de semana a ver os juvenis ao sábado de manhã, os juniores à tarde e a equipa principal à noite. Chegava a casa de barriga cheia!

 

Não obstante estas presenças em campos de futebol, sofro com o Sporting seja em que modalidade for. Atletismo (talvez mais, assumo!), andebol, futsal, xadrez ou bilhar… tudo é o nosso clube. E ai como me dói quando perdemos!

 

Ser do Sporting não é ser do melhor clube do mundo, é acima de tudo uma filosofia que perdura para o resto da nossa vida. E saber sofrer é também uma virtude. Porque na hora de ganhar é a glória perfeita.

 

Já passei, obviamente, o testemunho aos meus filhos, que tal como eu sofrem a bom sofrer com o Sporting.

 

Será isto a tal mística, de que tanta gente fala?


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Leoas à sexta
Pedro Correia

 

Naide Gomes

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Abaixo coloquei o "O "Carlão" foi ao Sporting-Gil Vicente" [lamento mas continuo sem perceber como fazer ligações nos postais, este blogo-sistema é francamente menos amigável do que os outros, raios partam isto]. Nele resmunguei contra a total bacoquice do Carlos Manuel, e a perfídia anti-Sá Pinto em que alinhou, em conluio com o "relator" que nos calhou em rifa e, como é óbvio, com as direcções dos pasquins desportivos portugueses.

 

Bem, relativamente ao postal sobre o "Carlão" o leitor João Massapina (um abraço, com gratidão) colocou no grupo-FB "Viver Sporting" (lá está, não sei fazer ligações sapais) este delicioso apanhado do Carlão no sábado passado:

 


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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2012

O Sporting foi o único emblema português citado pela Associação de Clubes Europeus (ECA) num estudo promovido por esta entidade subordinado aos melhores exemplos de trabalho na formação e respectivos custos. O labor desenvolvido na Academia, em Alcochete, implica a aplicação de 5 milhões de euros por anos por parte dos leões, que surgem na quinta posição, atrás do Barcelona (dez milhões, sem incluir sub-19 e equipa B), Ajax (6 milhões), Inter de Milão (seis milhões) e Lens (seis milhões).

 

Numa exposição detalhada acerca de todo o funcionamento e logística da proficiente «cantera» leonina, desde a folha de encargos até às regras de conduta para atletas, o Sporting é notado no relatório da ECA por ser o único clube que formou dois jogadores eleitos com o prémio FIFA para o melhor jogador do planeta, Figo e Cristiano Ronaldo. O descobrimento, evolução e integração de jovens no futebol verde e branco é, à luz do estudo em questão, considerado exemplar.

 

Jornal «O Jogo»


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Chamada local
Rui Gomes

 

PINTO DA COSTA, GODINHO LOPES E LUIS FILIPE VIEIRA
ENCONTRARAM-SE NO INFERNO PARA FAZER UM AJUSTE DE CONTAS...

 

 

Pinto da Costa pediu autorização ao diabo para fazer uma chamada para o Dragão para saber se o Zenit já tinha devolvido Hulk. O diabo consentiu e Pinto da Costa falou durante 2 minutos. Ao terminar, o diabo disse que a chamada custou 3.000 euros.

 

Quando Godinho Lopes soube, quis imediatamente falar com Sá Pinto e ligou para Alvalade. Pelo bom andamento da equipa, falou apenas 5 minutos e o diabo passou-lhe a conta de 5.000 euros.

 

Para não ficar atrás, Luís Filipe Vieira também quis ligar para o Estádio da Luz para saber o estado das negociações com Vítor Pereira e a APAF. Conversou mais de três horas e, quando desligou, o diabo disse que eram apenas 5 euros.

 

   Luís Filipe Vieira ficou atónico, porque tinha reparado nas cobranças anteriores.

           Perguntou então ao diabo porque custava tão pouco ligar para o Estádio da Luz...

 

O diabo respondeu:

 

DE INFERNO PARA INFERNO É CHAMADA LOCAL !!!

 

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Há, em cada sportinguista, algo de santo e de louco ao mesmo tempo. A santidade advém-nos da paciência, essa qualidade cultivada ao longo de gerações e transmitida de pai para filho com a ternura de quem pendura ao pescoço do outro o cachecol verde e branco.
Através das sucessivas épocas, cada sportinguista apreende o conceito de relatividade melhor do que o próprio Einstein. Sabemos que o Tempo não é o mesmo para nós e para o comum dos mortais. Em Alvalade, na casa de cada sportinguista, na mesa de cada café, quando nos reunimos há algo do passado que sempre regressa mas igualmente um futuro por vir do qual nunca se abdica. 
Somos diferentes. Couraçados que atravessam os oceanos indiferentes aos mísseis que, sob a forma de palavras, são enviados por adversários camuflados de comentadores televisivos e fazedores de opinião. Mas somos, também, adultos e crianças com um sonho, uma vontade de que nos recusamos a abdicar e que é, desnecessário será dizê-lo, voltar a vencer o campeonato.
Será isso uma doença incurável? É uma utopia colectiva a vontade de sentir a alegria, a euforia, a festa? Que seja. Mas se for doença não prescindimos da cura e se for utopia recusamos as famosas palavras de Eduardo Galeano, escritor uruguaio: "A utopia está lá no horizonte. Aproximamo-nos dois passos e ela afasta-se dois passos. Caminhamos dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que caminhemos, jamais o alcançaremos. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que não deixemos de caminhar".
Ao contrário de Galeano, somos sportinguistas. Não acreditamos que o horizonte da vitória seja inalcançável. E por isso prosseguimos o caminho. Damos dois e dez e cem passos e entristecemo-nos quando o resultado não surge, quando parece afastar-se por mais que andemos, quando vemos um jogo que desilude e nos afundamos na cadeira do estádio ou no sofá, temporariamente vencidos por um cansaço que parece não ter nome.
Mas depois…Depois levantamo-nos e recordamos os que vieram antes de nós, aqueles que nos seguem e seguirão, os antepassados, os filhos, os netos. Recordamos o que significa ter por símbolo um leão, ícone da força, da grandeza, da coragem. 
Talvez hoje em dia, por acumulação das intempéries que atravessamos, dentro e fora do campo, seja mais difícil acreditar. Mas é por isso mesmo ainda mais necessário. Imprescindível até. Força Sporting! És a nossa fé.

*Texto publicado na edição de hoje do Jornal Sporting


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Pedro Fernandes: «Não me revejo nos que assobiam a equipa ».


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A saga continua
Alexandre Poço

A ser verdade, esta notícia só pode ser acompanhada pela célebre música reproduzida acima. No cinema, a saga ficou pelo terceiro capítulo. No futebol português, já lhe perdemos a conta.


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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2012

 

Lembram-se de um rapaz chamado Hugo Vieira? Não temos ouvido falar muito dele ultimamente. O que não admira: três meses depois de ter merecido manchete do matutino A Bola, vestido com a camisola do Benfica, este miúdo eclipsou-se. As águias olharam para ele como se fosse um pintainho e remeteram-no para a segunda divisão espanhola, onde enverga agora as cores do Sporting de Gijón. Ironia das ironias: trata-se de alguém que esteve com um pé em Alvalade mas acabou por assinar pelos encarnados, alegou ele, por se tratar "de um clube do outro mundo".

Coitado: afinal nesta época não houve lugar para ele no tal "clube do outro mundo". É bem feito: este benfiquista desde pequenino, que nada quis com o nosso Sporting, foi afinal emprestado a um clube homónimo, embora com muito menos cotação na Europa do futebol e que joga num escalão inferior. Acabaram-se os grandes títulos na imprensa afecta aos encarnados. Hoje tem direito apenas a uma página interior do jornal O Jogo com um título que fala por si: "Não estou morto".

Resta ao ex-jogador do Gil Vicente o objectivo de "ajudar o Sporting de Gijón a subir de divisão". Parece já muito distante aquele dia 5 de Junho, em que gritava num título garrafal d' A Bola, a coroar uma longa entrevista de três páginas: "Sporting vai arrepender-se".

Aqui entre nós: arrependido está ele. Querem apostar?

 


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Luís Freitas Bobo
Pedro Oliveira

Bobagem, dizem os nossos irmãos, do outro lado do Atlântico, que falam um português adocicado, a que alguns, erradamente, chamam brasileiro.

Bobagens, muitas bobagens, escreveu Luís Freitas Lobo na pág. 39 d' A Bola de hoje.

Poderia elaborar acerca de muitas "pérolas" (como diria Pedro Correia) recuperarei apenas duas, a primeira começa assim:

"A atitude é uma qualidade espiritual antes que futebolística. É possível um treinador ganhar sem o apoio dos seus directores. Mas não é possível um treinador ganhar sem o apoio dos jogadores."   

Ora aí está, a metafísica futebolística no seu melhor, "a atitude como qualidade espiritual" está, para mim, ao mesmo nível, dos desígnios insondáveis da "bola que não quer entrar".

Passemos para a segunda, para a mais importante, cito (mais uma vez):

"Sá Pinto ganhou (...) o primeiro abraço após o final. O único sincero."

Esta frase é uma bofetada para Paulinho, para Sá Pinto, para Duque, para a equipa técnica, para os jogadores, para a direcção, para todos os sportinguistas, é uma sonora bofetada para todos nós; para o Luís Freitas somos todos hipócritas, excepto Paulinho.

Enfim, até para ser bobo é necessário talento, Triboulet ou Rigoletto tinham-no, Luís não o tem.


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É óptimo apelar às pessoas que pratiquem desporto. Espero que todos venham participar.

 

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Ai coitadinhos
José Navarro de Andrade

O Sr. Carlos Xistra é um conhecido sicário a quem foi entregue um apito de árbitro bem douradinho. Na Madeira o Sporting teve que alombar com uma das suas actuações artísticas em que tudo que apita parece indubitável, embora só apite ao que lhe apeteça: a uma bola que deve ter passado a linha de golo disse nada; a uma pseudo-falta à entrada da nossa área nos minutos finais do jogo, soprou logo.  Não foi a primeira vez que este Xistra mostrou ter um olho de cada côr, o verde é cego e o azul tem raio-X.

Quando o Sporting levanta a voz contra estas sistemáticas iniquidades é ver os cartolas a assobiar para o lado, quais Xistras de secretaria. E a eles junta-se o coro de idiotas úteis a chamar-nos calimeros. Agora quando o Xistra pratica as suas habilidades nos encarnados da Luz, é ver o sr. Pereira, aquele que diz que manda nos árbitros, logo na TV, muito contrito de boné nas mãos a pedir desculpa a vosselência, isto não volta a acontecer, por favor acalme-se, vai um cházinho de tília?, imploro-lhe que não me bata mais.

Estão todos bem uns para os outros...


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Face ao comunicado do Sporting, o presidente do Gil Vicente, António Fiúsa, sentiu a necessidade de também vir a público. Afirmou que está «satisfeito» com a arbitragem em Alvalade, muito embora «tenha ficado uma grande penalidade por marcar» a favor da sua equipa. Na realidade, não é isso que ele quis dizer, mas sim que o seu jogador não conseguiu fazer a necessária simulação: «o nosso jogador leva um toque (de Rojo) só que não soube cair, foi um pouco ingénuo». No entanto, endereçou um louvor ao Sporting: «se fossem os jogadores do Sporting, eles saberiam cair». Adiantou, ainda, que gostaria imenso de ter empatado, «porque os jogadores foram briosos». Aqui fica a dúvida se ele se está a referir ao primeiro remate aos 7 minutos - que deu em golo - ou ao segundo, aos 70 minutos, que não deu. Considerou o jogo «difícil» com um ambiente «muito complicado». Depreende-se que deve ter existido alguma dificuldade em estacionar os diversos autocarros que visavam proteger a baliza gilista. Enalteceu novamente a arbitragem, que «esteve à altura do jogo num ambiente de cortar à faca». A única «facada» que vem à ideia, foi a expulsão de Labyad pelos empurrões do defesa do Gil Vicente e que sublinha os sentimentos de António Fiúsa, com a sua terceira apreciação do género: «queria dar os parabéns à equipa de arbitragem». Em resumo, fica a vaga noção que ele gostou da arbitragem: «satisfeito», «à altura do jogo» e «parabéns». Elogios que não empobrece a quem despende, mas ilude a quem recebe !


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Terça-feira, 25 de Setembro de 2012

Este meu escrito tem como fundo duas incidências relacionadas, directa e indirectamente com o Sport Lisboa e Benfica, pelas ressonâncias que se fizeram ouvir na sequência do seu recém-embate em Coimbra. Não comento a arbitragem desse desafio, até porque é irrelevante, não obstante a «gritaria» do clube da Luz, que visa muitíssimo mais abrir caminho para futuras benevolências do que chamar a atenção àquilo que tem vindo a ser propagado quase como a tragédia do século.

 

A inevitável primeira, recai sobre aquela irreverente figura - Rui Gomes da Silva, vice-presidente da SAD Benfica - que aparenta ser a nova voz e face do clube em todas as situações polémicas - invariavelmente da sua própria autoria - à semelhança de um outro notório palrador benfiquista, cuja predominância foi reduzida ao insignificante quando José António Camacho proibiu a sua entrada no autocarro da equipa. Pela sua própria admissão não viu o jogo, em directo, dado à sua presença num qualquer jantar em representação do clube. No entanto, essa condição não o impediu de vir prontamente a público, no local do referido jantar, clamar a injustiça do desempenho da arbitragem em prejuízo do seu emblema e ainda que: «O Benfica foi avisado do que poderia acontecer em Coimbra pela arbitragem de Carlos Xistra». Tudo isto, aparentemente, baseado em informações em segunda mão e mensagens que supostamente recebeu. Inclusível, que confrontou o presidente do Conselho de Arbitragem, Vítor Pereira, que também marcou presença no referido evento, com a alegada ocorrência. Na segunda-feira, no programa «Dia Seguinte», reiterou este mesmo discurso, mas apesar da vincada insistência do moderador, recusou-se nomear esse «alguém» que terá dado a alerta para um caso de grave dimensão. A um determinado ponto do programa fez a declaração que mais me sensibilizou, pelo negativo: «A minha posição é somente  defender a verdade desportiva». Isto, da mesma pessoa que uma semana antes afirmou, inequivocamente, que enquanto membro do Conselho de Justiça da FPF, não desempenhou o cargo com imparcialidade, não escondeu o seu benfiquismo e que decidia em função disso. A muito badalada «verdade desportiva» no futebol português, cada vez mais importa menor estatuto.

 

A segunda incidência relaciona-se com a igualmente irreverente posição da APAF, perante todas as acusões proferidas contra os seus associados por parte de representantes do Benfica, agora e no passado recente, especialmente quando se considera o seu leque de insólitas investidas em detrimento do Sporting na época de 2011-12. Confrontada com a onda de protestos benfiquistas, pondo em causa a honestidade e profissionalismo dos árbitros portugueses, um seu porta-voz respondeu: « As críticas do Benfica são críticas razoáveis e não são suficientemente fortes para a APAF assumir uma posição». Se isto não implica a total ausência de pudor e integridade, terei que reaprender os seus reais significados. Acima de tudo, esclarece de uma vez por todas - se é que existiam dúvidas - de que a muito apregoada solidariedade da arbitragem cá do burgo existe e manifesta-se apenas à conveniência e face à entidade dos ofendedores. Bem hajam !!!

 

Adenda: Surgiu entretanto a notícia de que a FPF solicitou à Liga de Clubes que averigure as denúncias do vice-presidente do Benfica, através da Comissão de Instrução de Inquéritos. Uma vez concluídas as averiguações, será o Conselho de Disciplina da FPF a decidir sobre o processo. A título de curiosidade, qual será a punição e a quem será imposta, caso as denúncias venham a ser confirmadas ou, ao inverso, provadas infundadas ?...Isto tem indícios para se tornar num qualquer «Apito», cor ao critério dos intervenientes.

 


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Do Tribunal O Jogo, de hoje, em análise à expulsão de Labyad pelo árbitro Vasco Santos no Sporting-Gil Vicente:

 

Jorge Coroado:

«Labyad não fez nada que justificasse a segunda advertência. Cláudio foi quem começou, provocou e agiu à revelia das regras.»

 

José Leirós:

«Lapso de João Santos [auxiliar] que deu indicação errada ao árbitro. Labyad não impede nem responde a comportamento de Cláudio.»

 

Pedro Henriques:

«Cláudio tem comportamento antidesportivo, empurrando Labyad, mas este não fez absolutamente nada.»

 

Indiferente às evidências, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol apressou-se a castigar Labyad com um jogo de suspensão.


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Em A Bola, de hoje, na primeira página: «Notícias da morte deste Sporting eram manifestamente exageradas». Leram bem? De verdade? Eles escreveram que as «notícias» eram «manifestamente exageradas»! Desmentem-se a eles mesmo! Como, com outros, foram escritas e divulgadas por eles esse «exagero» tinha que objetivo? Vá lá, confessem tudo.

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O que eu vi ontem!
José da Xã

Quando a noite passada não morri de coração ao ver o jogo, jamais morrerei. O Sporting mereceu a vitória sem qualquer margem de dúvidas sendo a única equipa que pretendeu ganhar a partida. Paulo Alves fez o que lhe competia. Defendeu até à exaustão um resultado que lhe caíra nas mãos, quase de graça. Obviamente que o Gil Vicente não faz parte deste campeonato. Na conferência de imprensa, o treinador dos gilistas mostrou respeito e classe, quando se referiu em termos elogiosos ao seu adversário. Algo que muuuuuuuuuitos que passaram pelo Sporting não (de)monstram.

Agora mais descansado, o jogo de ontem deu para perceber algumas coisas:

1 – A equipa está com Sá Pinto e este com a equipa;

2 – Diego Capel é o grande sucessor do actual treinador. Vejam a forma como após ter marcado o golo, correu a buscar a bola e a recolocou no centro de campo, quase sem comemorar;

3 – A paciência que teve a equipa, para virar o resultado adverso, não obstante a espaços o nervoso que atingiu alguns jogadores;

4 – Wolfswinkel é ponta de lança… todavia tem de ser mais eficaz;

5 – A arbitragem exagerou na expulsão de Labyad;

6 – A quantidade de passes perdidos no meio campo;

7 – O ganhar a “segunda” bola quando se está ao ataque é deveras importante: desequilibra o adversário e evitam-se os contra-ataques.

8 – A massa associativa está outra vez com a equipa. Mas não pode ser só nas vitórias…

 

Que venha o Estoril! 

 


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-    AS CAPAS MUDARAM, VEREMOS POR QUANTO TEMPO    -


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