Sexta-feira, 31 de Agosto de 2012

Aurélio Pereira, o lendário elemento da formação do Sporting há mais de 40 anos e seu actual coordenador de recrutamento, vai ser alvo de uma muito justa homenagem, agendada para segunda-feira, dia 3 de Setembro, às 10 horas, na Academia Sporting em Alcochete. Entre os vários jogadores e outras figuras da história do Clube que lá irão estar, marcará presença o capitão da Selecção Nacional, Cristiano Ronaldo. 


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Rigor jornalístico
Zélia Parreira

Apesar da goleada leonina de ontem à noite, A Bola escolhe o clube-que-tem-o-campo-de-jogos-em-frente-ao-Colombo para capa da edição de hoje. E logo com uma notícia prontamente desmentida. Ainda pode vir a ser verdade até à meia-noite (e lá teremos capa outra vez amanhã...) mas hoje era mentira. 

 

Do Sporting, diz que "estão vivos". Pois estamos, todos vivos. Aliás, até temos o hábito curioso de só contabilizar adeptos vivos. Mania de sportinguista...


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«Foi o FC Porto quem recusou 50 milhões por Hulk do Zenit. Acho ridículo ouvir-se que o conselho do Zenit não autorizou os 50 milhões, isto quando estiveram dois dos seus representantes com uma proposta desse valor pelo jogador. Por essa verba posso garantir que nem para o Zenit nem para outro clube sairá ».

 

- Jorge Nuno Pinto da Costa -

 

Observação: Considerando o estado crítico dos clubes portugueses - sem excepções - os respectivos passivos e a cada vez maior dependência em fundos para sustentar a compra de activos, ilude a imaginação que 50 milhões de euros tivessem sido recusados. Sendo verdade, no entanto, a decisão só poderá ser atribuída ao custo base do jogador - cerca de 22 milhões de euros por 85% do passe - e ainda a outros não divulgados factores que poderão condicionar a expectável liquidez de um qualquer eventual negócio. Pela reconhecida destreza do presidente do FC Porto a operar na periferia da verdade, a plausibilidade de cenários quanto a Hulk, e outros, é infinita.


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Joaquim Rita é conhecido por quatro coisas. Descascar no Sporting com o prazer mórbido dos caceteiros do D. Miguel. Guardar compulsivamente estatísticas sobre futebol e depois não saber como usá-las num desporto que lhe continua a ser estranho. Atamancar imagens literárias despropositadas como se fosse o Lord Byron da Travessa da Queimada. Agora não me estou a lembrar da quarta coisa pela qual é também conhecido. Adiante. Isto tudo para dizer que ontem eu também fiz as minhas estatísticas. Sim, senhor. E o que concluí? O mesmo que Joaquim Rita! Ou seja: nada. Contei remates, centros, escarradelas dos jogadores para o chão, faltas e sei lá mais o quê. Contei tudo. Aliás, estava de tal maneira concentrado neste exercício parvo que me perdi a contar os golos. Ainda bem que falo disto agora: na primeira parte, o Ricky rematou 4 vezes e marcou 1 golo; na segunda parte, rematou 2 e marcou outro golo. Conclusão estatística: 6 remates = 2 golos. Se fosse o Joaquim Rita diria que de 3 em 3 chutos, o Ricky marca um golo (isto, como diria o mesmo contabilista de coisas sem importância, desde que os remates vão na direcção na baliza). Terminando, gostei da forma como o comentador classificou uma falha ao minuto 81: "Elias a pentear a bola". Primeiro, dado ter sido uma falha, quanto muito, seria o Elias a pentear-se na bola. Segundo, e não menos relevante, Elias é careca. Queres mesmo ser Lord Byron?


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Leoas à sexta
Pedro Correia

Elsa Gervásio

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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2012
Obrigada
Helena Ferro de Gouveia

Deixo as análises do jogo (fantástico) para os entendidos. Passei por aqui só para dizer muito obrigada.Tinha sede desses golos.

 

   Futebol se joga no estádio?

 

    Futebol se joga na praia,

 

    futebol se joga na rua,

 

    futebol se joga na alma.

 

    

 

    A bola é a mesma: forma sacra

 

    para craques e pernas-de-pau.

 

    Mesma a volúpia de chutar

 

    na delirante copa-mundo

 

    ou no árido espaço do morro.

 

    

 

    São voos de estátuas súbitas,

 

    desenhos feéricos, bailados

 

    de pés e troncos entrançados.

 

    

 

    Instantes lúdicos: flutua

 

    o jogador, gravado no ar

 

    - afinal, o corpo triunfante

 

    da triste lei da gravidade.

 

 

Carlos Drummond de Andrade

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- Ó meu, esta noite o leão vai rugir!

 

- É pá, não pressiones o leão que o tipo pode ter que cortar a juba...

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 Rui Patrício

 

                                                           Cédric                            Boulahrouz       Rojo                     Insúa

 

 

Adrien Silva (na ausência de Rinaudo)

 

 

Elias

 

Carrillo                              Labyad

 

Viola

 

 

Ricky

 

Este sistema prescinde de alas colados à linha, com Carrillo e Labyad com a responsabilidade de preencher os corredores mais interiores, aparecer no miolo mediante as circunstâncias de jogo e deixar as alas para os laterais. Viola aparece no apoio a Ricky e a dar cobertura à zona entre sectores. Elias fará o mesmo, mas mais recuado e Adrien reforça a defesa, pela frente, e Elias por detrás. Por Viola não estar inscrito para esta fase da Liga Europa, colocaria Carrillo no lugar dele e Capel no lugar de Carrillo, preferencialmente do lado esquerdo e Labyad mais à direita.

 

Uma mera teoria como outra qualquer, mas gostaria de ver a experiência, especialmente frente ao Horsens, equipa que irá aparecer no constante contra-ataque e com velocidade.   

                                                                                                                                                                                                         

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Hoje, 20.30H, vamos esperar um jogo de viragem desta situação. Acredito, mais que o apuramento, nem equaciono outro cenário, o que nós Sportinguistas queremos é uma verdadeira equipa em campo. Quero ver os jogadores a correr, a entrar à bola sem medo e com confiança. Quero ver todas as bolas disputadas e ganhas. Quero ver os jogadores a jogar de cabeça levantada. Quero raça e também quero que demonstrem finalmente a qualidade que ninguém duvida que têm. E se Sá Pinto crê que o Sporting está muito forte, quero vê-lo no banco como me acostumei a vê-lo em campo. A lutar, a berrar, a sofrer e a levar a equipa com ele.


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Existem duas pessoas que olham para o futebol do Sporting e não percebem o que se está a passar: eu e o Stevie Wonder. Não é grave. Mas não deixa de me chatear. Este é o treinador que ressuscitou a equipa no ano passado, que quase nos levou à final da Liga Europa e que nos deixou a um passo da classificação para a Liga dos Campeões. Sobre a Taça de Portugal que fale o Stevie Wonder. Mas fizemos bons jogos. O guarda-redes é o mesmo, os defesas centrais são melhores e a troca do João Pereira pelo Cédric não se tem notado. O Insua continua a mostrar literalmente os dentes todos. Os extremos são os mesmos e se Capel continua bom, o Carrillo está ainda melhor. O Ricky continua a ser giro e, de facto, está a falhar mais golos do que o Stevie Wonder. Mas é o mesmo e todos sabemos que é um bom jogador. No meio-campo, o Elias mantém a regularidade do ano passado: joga sempre abaixo do que esperamos dele. O Rinaudo continua lesionado. Mas sim, se alguma mudou, mudou o meio-campo. Schaars encostou para o Gelson Fernandes e o lugar do Matias ficou para Adrien. Adrien, é o jogador a quem Stevie Wonder não vê as qualidades sobre-humanas que o tornaram "número 10". Tirando o facto de ter feito tantas capas de jornais no Verão como a Rita Pereira nas revistas. Todos os especialistas dizem que o problema está aqui: no meio-campo. Toda a gente quer ser "número 10" apesar de muitas vezes serem apenas um "número 8" ou mesmo "número 6". Não há bem um "número 10". Falta "entrosamento". O treinador está a "hesitar". Enfim, já estou como o Stevie Wonder: vejam lá se resolvem isso porque eu quero ver futebol. São poucas mexidas para tanta tremideira. Eu sou como o Joaquim Rita: não percebo grande coisa de futebol, mas sou capaz de falar como se percebesse. Basta dizer coisas parvas como "equipa cínica" e "futebol arrogante". É com essa autoridade literária que imploro: Ricardo, obrigado por responderes às minhas mensagens de telemóvel, mas põe lá a nossa equipa a jogar à bola. O Stevie Wonder vai gostar de ver e eu também.


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Com a conquista da Supertaça espanhola, José Mourinho é o primeiro treinador da história do futebol mundial a vencer Liga, Taça e Supertaça em quatro países diferentes. Para não ficar atrás, o «nosso» Cristiano Ronaldo marcou o golo da vitória no segundo jogo da competição e igualou o recorde de Ivan Zamorano, ao tornar-se o segundo jogador da história do Real Madrid a marcar em cinco clássicos consecutivos com o Barcelona. 

 


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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2012

A equipa principal de Hóquei em Patins do Sporting está de volta à Primeira Divisão Nacional e, para o efeito, inicia os trabalhos de pré-época com um estágio na Academia Sporting. Estão agendados treinos bi-diários, com trabalho em patins no Pavilhão do Seixal e actividades físicas na Academia.

 

Recorde-se que para encarar a nova responsabilidade, o Sporting reforçou-se com quatro hoquistas: Diogo Lã, Carlos Trindade, Carlos Garrancho e Tiago Nogueira.


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As lamúrias do costume
Jose Manuel Barroso

Um jogo menos bem conseguido, um resultado dececionante, três pontos perdidos em casa. Irrita qualquer adepto, eu incluído nesse rol. Mas, apesar disto tudo, excluo-me do rol dos lamurientos, dos negativistas e dos masoquistas. Sou assim, porra! Astral alto, aberto às críticas mas não bebé chorão, mais de cerrar os dentes, quando as coisas correm mal, e seguir em frente.

Sou mau sportinguista, eu sei. Deveria arranhar-me, torcer os olhos em desespero, achar que o mundo acaba num jogo, partir à desfilada contra dirigentes, técnicos, jogadores etc. Dizer hoje uma coisa, amanhã outra e depois o seu contrário. E concordar com o meu colega de bancada que, na segunda à noite, lamentava, dominado pela emoção, não termos o Acosta ou o Liedson. (Quando o olhei e lhe lembrei que o Liedson esteve muitas e muitas jornadas sem marcar, que o Ricky na primeira temporada de Sporting marcou mais golos que o Liedson e o Acosta nalgumas das suas épocas e que nos primeiros seis meses se chamavam todos os nomes a um Acosta que parecia deceção - ele parou o seu linguajar e concedeu: «pois é, a gente esquece isso»).

Pois é, esquecemos. Ficamos impacientes ao menor obstaculo, a nossa tão afirmada fé torna-se num bruaha enraivecido e dá lugar à dúvida e à auto-mutilação. Temos ou não temos fé? Somos ou não somos fortes para ultrapassar as dificuldades? Muitos de nós somos assim-assim, como todos os inseguros. E transmitimos essa insegurança para aqueles que amamos. Somos o Sporting, dizem os nossos detratores. Seremos? Eles agradecem.

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Terça-feira, 28 de Agosto de 2012

A onda de críticas de que Ricky van Wolfswinkel tem sido alvo por parte de sportinguistas - não todos, obviamente -frustrados pelos decepcionantes resultados dos primeiros três jogos oficiais da época, é acentuadamente injusta e, sobretudo, irrealista. É por de mais evidente que o colectivo não tem estado bem - muito pela precária construção de jogo que leva à escassez de golos - e a tendência mais natural é individualizar culpas à conveniência. É o caso proverbial de não ver a floresta pelas árvores. O jovem ponta-de-lança ainda não possui a maturidade competitiva que lhe permita separar-se da insuficiência da equipa e resolver jogos à primeira oportunidade ou, como tem sido o caso no Sporting, às escassas «meias-oportunidades» que lhe têm sido proporcionadas. Quer se queira quer não, com o leque de médios no plantel, ainda não surgiu um patrão do meio campo, um número dez com a visão e os mecanismos para sustentar as manobras ofensivas e penetrar o miolo com regularidade. Esta lacuna afecta o todo da equipa e muito mais aqueles com a maior responsabilidade de marcar golos. Ricky van Wolfswinkel marcou o total de 25 golos na época passada; 14 na Liga, 5 nas taças e 6 na UEFA. Aparentemente, nem estes números satisfazem alguns, menosprezando o feito, apontando para os que surgiram através de grandes penalidades, quase como se este tipo de lance seja uma brincadeira de crianças, quando até Cristiano Ronaldo e Leonel Messi as falham e, curiosamente, poucos são os pontas-de-lança que assumem a responsabilidade.

 

Para sublinhar a competência do jogador «leonino» - já para não evocar a enorme margem de progressão - seleccionei, para comparação, os melhores marcadores de seis clubes que foram campeões na época passada:

 

- Siem De Jong (Ajax) : 13 golos no campeonato, o total de 17 na época.

 

- Alessandro Matri (Juventus) : 10 golos no campeonato, o total de 10 na época.

 

- Kevin Mirallas (Olympiacos) : 20 golos no campeonato, o total de 20 na época.

 

- Robert Lewandowski (Borussia Dortmund) : 23 no campeonato, o total de 30 na época.

 

- Aleksandr Kerzhakov (Zenit) : 23 no campeonato, o total de 24 na época.

 

- Sérgio Aguero (Manchester City) : 23 no campeonato, o total de 30 na época.

 

É evidente que excluí o gigante Real Madrid, por exemplo, onde Ronaldo, Benzema e Iguain somaram 89 golos na Liga, quase inacreditável. É de desejar que este resumo permita uma melhor perspectiva do contributo do nosso avançado holandês e reduza os excessos críticos.

 


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Is anybody out there?
Helena Ferro de Gouveia

“I don't wanna be left/In this war tonight/Am I alone in this fight?Is anybody out there?”


 

Desde que me conheço que tenho um certo jeito para arranjar lenha para me queimar. Por vezes consigo travar a tempo, mas noutros momentos, quando noto por onde me meti, já é demasiado tarde para voltar atrás. É possível que isso explique porque sou sportinguista.

Faço planos desvairados, anoto mentalmente  em êxtase “custe o que custar ir assistir ao jogo em que o Sporting conquista o título”, como se Bona fosse à distância de um piscar de olhos. Adiante. Envolvo-me num turbilhão de ideias que, iludo-me, concretizadas iriam pôr a finalmente jogar a hipnotizada equipe (conheço vários métodos usados pelos curandeiros africanos) e que fariam sorrir os desconsolados (nós). Quando retomo a consciência (ao ler a imprensa desportiva, argg) assusto-me com as tolices que imagino.

Nunca ser sportinguista foi fácil, nem para fracos, mas ó Ricardo darling, vê lá se reages, porque no peito uma leoa também bate um coração (frágil e que precisa de mimos, leia-se vitórias).

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Rolar cabeças
José de Pina

Para poder salvar ainda esta época é preciso que comecem já a rolar cabeças no Sporting Clube de Portugal. Para mim, a primeira a rolar é a do médico que anda a receitar aquelas merdas ao Sá Pinto. Os jogadores estão a ser mal orientados e o Sá mal medicado. Há medicamentos cujos efeitos secundários provocam alterações ao nivel da consciência e da realidade. A equipa está a jogar à velocidade a que o Sá Pinto fala, devagarinho. Como se costuma dizer, a jogar à imagem do treinador. Resumindo, o problema do Sporting neste inicio de época parece-me ser de ordem quimico/técnica.

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Vozes de café
João Severino

Num café-pastelaria perto do estádio de Alvalade ouvia-se bem alto o seguinte:

- Não me lixes, pá, porque a coisa não é para brincadeiras... O ambiente no balneário não está nada bom... o Rinaudo não joga e há jogadores que estão contra a decisão... o Patrício passou a ganhar uma pipa de massa até mais que o treinador e há jogadores que disseram para ser ele a correr... diz-me pá, onde está o Rinaudo? O que tem ele? Onde está o Viola? Toca ou não? Onde está um ponta de lança goleador para o holandês sentir que o lugar não é cativo?... Diz-me lá, pá?...

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É evidente, é o que toda a gente constata neste Sporting de início de época: a falta de entrosamento da equipa nota-se principalmente no miolo do meio campo onde actuam três jogadores de perfil muito semelhante. Nenhum deles imprime explosão e criatividade para interligar o jogo com o ponta de lança. Quanto ao entrosamento, apenas o tempo resolverá, mas Sá Pinto não se livra de uma escolha “dramática”: deixar no banco uma de duas primas-donas, Elias ou Adrien, por troca com Labyad ou André Martins por forma a imprimir dinâmica e municiar o ataque. E depois acreditem que Wolfswinkel não é o problema do Sporting. Problema é não ter concorrência. 

De resto, como não vivemos dos anos dourados do passado, resta-nos conviver com esta inquietação, condição intrínsecas a um amor maior. O Sporting. 

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Qual é o problema?
João Severino

errFalei há pouco com o José Mourinho que me disse "qual é o problema de o Barcelona ir com cinco pontos de avanço?" Se não falei, imaginei que falei e que ele me respondia isso mesmo. E qual é o problema de estarmos com três pontos de atraso de clubes que ainda têm tantos pontos para perder? Como diz o nosso Francisco, o que é preciso é animar a malta e demonstrar à equipa que estamos com ela, o mesmo será dizer que estamos com o Sporting. O que apenas me chateia na derrota com o Rio Ave é aquela falta de respeito com que as próximas equipas vão entrar em campo para jogar contra nós. Força, Sporting!

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«Se fosse ao contrário, era uma uma revolução em Portugal.»

 

-    Fernando Oliveira   -

 

Observação: O presidente do Vitória de Setúbal pode não ter razão em tudo mas, em abono da verdade, quantas vezes Luisão, Javi Garcia e Maxi Pereira merecem ser expulsos e não são?... Apenas clamar que há uma dualidade de critérios, não explica a causa à raiz deste «estado de graça». Já que mais ninguém o admite, Jorge Jesus não hesita em colorir o ambiente com esse reconhecimento. Dois jogos da Liga, duas sessões de gabos resplandecentes dirigidos à arbitragem. Até porque ele «detesta» jogar contra dez... estraga-lhe a táctica!


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Nobre povo
Adelino Cunha

 

E hoje, tornámos a acordar. Levantámo-nos e, já de pé, novamente erguidos, percebemos que continuamos a ser o que sempre fomos e o que sempre seremos. Sporting. Quinta-feira, lá estaremos. Eu lá estarei com a mesma felicidade infantil. Nós não escolhemos ser do Sporting. Foi o Sporting que nos escolheu a nós. É uma felicidade infantil, por ser precária, por ser ilusória, por ser freudiana até, mas é a minha felicidade. Hoje, não me fodam a cabeça com o Rio Ave. Eu sou Sporting. 

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Food for thought
Alda Telles

Novas descobertas sobre a relação do rugido do leão com a sua efectiva potência. Não é o que ruge mais alto que necessariamente domina.

Hoje, na "The Atlantic".

 

Can You Judge a Lion By His Roar? Sadly, No.

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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012
É sempre a mesma coisa...
Francisco Mota Ferreira

Jogámos mal? Jogámos... Faltou garra? Faltou. Sá Pinto podia ter tido outras opções? Podia. Mas sabem o que me chateia mesmo? Ver os nossos a "malhar" no Clube, no Treinador, na Direcção, nos Jogadores, em tudo o que seja Sporting. Há pessoas que não aprendem nunca. E depois são os primeiros a queixar-se que o SCP não ganha. Entre nós há sempre os do costume que nunca acreditam, não deixam os outros acreditar e deitam sempre abaixo... que canseira de gente... vão para o slb queimar cartões de sócio sff...

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É por de mais evidente que nada serve amontoar críticas impiedosas em cima da decepção do momento. Muito por esta consideração, limitar-me-ei a reiterar três reparos que adiantei há umas semanas atrás:

 

- A ingrata realidade é que a equipa, indiferente dos onze em campo, só esporodicamente tem exibido a consistência e criatividade de jogo que lhe permitirá aproximar-se dos seus mais directos rivais e com condições para poder lutar pelo título;

 

- O espírito de luta e entreajuda que Ricardo Sá Pinto incutiu nos jogadores na época passada, terá que ser complementado por algo muito mais substancial para o Sporting tornar-se verdadeiramente competitivo;

 

- Ricardo Sá Pinto terá que evoluir, como treinador, mais rápido ainda que os seus jovens pupilos, como jogadores.

 

Apesar dos cinco pontos perdidos em dois jogos, nunca um campeonato foi conquistado no mês de agosto e ainda há muito tempo pela frente para rectificar algumas situações e melhorar outras. Esperamos que isto seja somente um espirro do verão.

 

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A lentidão
António Manuel Venda

Não é só os jogadores a jogarem em câmara lenta, é também o treinador (?) a falar em câmara lenta.


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Um vídeo à velocidade do Sporting.
Luís de Aguiar Fernandes

 

Temos boa equipa. Temos bons jogadores. Agora Sá Pinto tem de deixar esta personalidade calma e voltar ao Sá Pinto aguerrido e agressivo que nós conhecemos e amamos, para ver se a equipa vai atrás.


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Sem penas
Adelino Cunha

Não vale a pena perderem tempo com comentários: não fui eu que inventei esta parvoíce. O "snoll" não existe, mas se existisse seria um lagarto com 400 olhos. Exactamente. Exactamente, pois, pois, mas eu bem sei que vou ter de escrever outra vez: 400 olhos. 400 olhos de um lagarto que só existe numa coisa chamada "fábulas fantásticas e animais místicos". É estúpido. Para quê 400 olhos? Fácil (parece): 200 para ver ao longe e outros 200 para ler. Uma mistura de Mário Jardel e três latas de Red Bull. Já disse que este lagarto não existe, é de um livro cheio de penas do Woody Allen, mas se existisse, não daria jeito ao Sá Pinto. Ele precisa mais de um blazer novo do que de um "snoll". Também nós precisamos de um pouco menos de "mística" e de um pouco mais de pontos. Se não ganharmos hoje, ficamos na segunda jornada já a "contar pontos" para os primeiros. Não vou dizer mais nada, mas a fábula do "snoll" tem tanta piada como uma edição do Master Chef na Etiópia. Estou só a tentar dizer  que logo é ganhar ao Rio Ave. Rebentar com eles. Se não for assim, lá vamos nós para um filme repetido. Lá vou inventar mais umas fábulas até Junho do ano que vem.  


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Jogar para ganhar ou golear?
Francisco Almeida Leite

O Braga ganhou 3-1 ao Beira-Mar (só aquele golão do Nildo Petrolina evitou que fosse um resultado mais dilatado), o FCP venceu o Vitória de Guimarães por 4-0 e o SLB deu 5 ao outro Vitória, o de Setúbal. Não importa como, a verdade é que estes resultados falam por si, depois de uma primeira jornada em que os quatro clubes mais poderosos da Liga empataram os seus jogos. Quer isto dizer que o Sporting está hoje pressionado para golear o Rio Ave? Nada disso, o Sporting tem é de ganhar, nem que seja por um golo, para não perder o comboio da frente. Às pressões de comentadores e treinadores de bancada, o Sporting só precisa de responder com uma vitória limpa, bem limpinha. Mais nada. É pedir muito?


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A equipa B do Sporting somou a terceira vitória consecutiva, derrotando o Atlético por 3-1. Num jogou em que valeu a eficácia da finalização, os jovem «leões» marcaram através de Bruma aos 72 minutos - soberbo golo - Ricardo Esgaio aos 76, através da marcação de grande penalidade e para encerrar o marcador, Gael Etock aos 90+5 minutos.

 

O Sporting alinhou com: Victor Golas, Tiago Ilori, Iuri Medeiros, Ricardo Esgaio, Bruma, Tobias Figueiredo, João Gonçalves (Filipe Chaby, 45m), Mica, Betinho (Gael Etock, 45m), Diego Rubio (Eric Dier,77m) e Zezinho.

 

O Sporting está agora em 3.º lugar na tabela classificativa, com 9 pontos em 4 jogos - 6 golos marcados e 3 sofridos. O Arouca ocupa o 1.º lugar com 10 pontos. A 5.ª jornada está agendada para sábado, dia 1 de Setembro - às 18h - no Estádio Municipal de Rio Maior, com o Sporting a receber o Marítimo B.

 


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Izmailov um lesionado crónico, Rinaudo ainda nada fez esta época e agora também Schaars está no estaleiro. Em relação a Izmailov penso que estamos mesmo perante um caso perdido, com muita pena minha, pois além de excelente jogador deu sempre mostra de ser um bom profissional. Rinaudo é a minha esperança para agarrar naquele meio campo e levar a equipa para a frente, Schaars foi fundamental o ano passado.

Conclusão, estamos a começar a época sem três jogadores que estando bem fisicamente, seriam sérios candidatos a um lugar no onze titular. Principalmente Rinaudo faz-nos muita falta.

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Jorge Jesus: « Contra 10 ou contra 11 ganhávamos na mesma. 11 contra 11 o Vitória de Setúbal não saiu para uma situação ofensiva ».

 

Jorge Jesus igual a si próprio. Mesmo num jogo contra um adversário inferior e com tudo a correr-lhe à feição, o treinador dos encarnados não consegue evitar o ridículo. A expulsão do jogador sadino aos 8 minutos de jogo é justa, mas é impossível não questionar se o mesmo teria acontecido se tivesse sido ao contrário, não só pelo bem conhecido registo de antecedentes, mas também porque aos 17 minutos Luisão comete uma falta que poderia ter resultado em expulsão e apenas viu o cartão amarelo. Face à vincada superioridade do clube da Luz, o golo em fora de jogo acaba por ser inconsequente. Como era de esperar, pelas favoráveis circunstâncias, o treinador teve a gentileza de louvar a arbitragem de Jorge Sousa. Mais do inevitável mesmo e estamos apenas na 2.ª jornada.


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Domingo, 26 de Agosto de 2012
Ponham aqui os olhos
Zélia Parreira

Rui Patrício, a propósito da renovação de contrato:

 

"Com esta continuidade (...) espero também ajudar os mais jovens, os que agora estão na nossa Academia, a perceberem que o Sporting não é um meio para chegar a outro lado. É antes o topo. Com o meu exemplo, que entendam que é possível chegar ao plantel principal, jogar na selecção e ser feliz no campeonato português".

 


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Quantas vezes, para quantos clubes e por quantos milhões foi Hulk já vendido?

 

O mercado de transferências do verão está quase a encerrar, facto que agrada por muitos motivos, mas nenhum que suscite tanta satisfação como não ter que ler ou ouvir a novela diária sobre uma qualquer imaginária venda do jogador brasileiro. Só faltaram especulações sensacionalistas sobre uma hipotética ida para a NBA ou para o planeta Marte, tudo o resto foi avançado, referenciado e conjecturado e... a soma das «vendas» até já dava para pagar o défice nacional. Mas como as coisas são como são e a comunicação social é o que é, não surpreenderá se, em breve, começarem a surgir  novas pistas bombásticas  para o mercado de Janeiro.

 

P.S. Quase o mesmo é aplicável a João Moutinho, o jogador que mais ambicionava ir para o estrangeiro com um contrato milionário e, cada vez mais, aparenta estar «fechado à chave» no FC Porto, pelo menos até aparecer qualquer negócio em pacote finório - à lá Pinto da Costa - que permita não pagar ao Sporting a sua justa percentagem. 

 


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Sábado, 25 de Agosto de 2012

 

Miguel Albuquerque - Director do Futsal do Sporting

 

« Mais um péssimo espectáculo da modalidade. Peço desculpa à organização do torneio pelo feio espectáculo apresentado pelas duas equipas. O futsal é uma modalidade em ascensão e nós, agentes da modalidade, aproveitámos este mediatismo para matar a modalidade. Castiguem quem tem de ser castigado, quer de um lado, quer do outro, mas castiguem. Isto tem de ser feito, senão este sentimento de impunidade não vai acabar. No dia que isso acontecer, eu sei muito bem quem vai sofrer mais castigos. Há gente muito mal formada nesta modalidade que, com a sua má formação, se tem escondido atrás dos emblemas para explanar toda a sua mediocridade. Ainda vamos a tempo de fazer alguma coisa pela modalidade, mas parece que as possibilidades estão quase todas esgotadas ».

 

Observação: Também por isto, somos diferentes. O Sporting derrotou o Benfica 8-7 nas grandes penalidades e conquistou o Torneio Internacional de Lamego. 


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Vem da Argentina a notícia de que as autoridades declararam «guerra» à evasão fiscal nas transferências no futebol. Para já, foram denunciados 146 empresários ou intermediários com dívidas ao fisco e várias transferências estão a ser investigadas, o que levou alguns clubes a afastarem jogadores da competição - por sugestão federativa - enquanto a contenda não é esclarecida. Foi igualmente denunciado a existência de «paraísos desportivos», com clubes estrangeiros envolvidos em transferências em que os jogadores, muitas vezes, nem chegam a representar.

Muito embora não tenha conhecimento concreto de causa - mas considerando diversas estranhas ocorrências no mercado futebolístico nacional - vem-me prontamente à ideia de que semelhante medida pelas autoridades portuguesas revelaria um vasto leque de irrgularidades. Dando-se essa eventualidade, não será despropositado sugerir que no topo da lista de negócios a merecer investigação profunda, seria a notória transferência de Roberto para o Saragoça em Julho de 2011. Recorde-se que o jogador foi alegadamente vendido por 8,6 milhões de euros - mais 100 mil euros do que custou aos encarnados - após uma época de vincada desvalorização desportiva e a um clube que estava sob protecção judicial para combater o risco de falência. Não é de esperar que venha a acontecer, mas é uma sugestão construtiva. 


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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2012
Justiça desportiva
Pedro Correia

A justiça desportiva, quando é a sério, não olha a nomes.


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Ter ou não ter um 10. E um 9
Francisco Almeida Leite

O Sporting empatou ontem 1-1 com o modesto Horsens, da Dinamarca, mas isto já se sabe. As análises ao jogo foram do pior que se tem visto e não há uma única que registe que o Sporting teve um caudal ofensivo constante, rematou 25 vezes à baliza e não desistiu nunca de tentar marcar e de vencer. Isto sem esquecer nas várias estreias em noite europeia. Nada disto importa, o que importa é que nos falta uma alternativa a Ricky Van Wolfswinkel.

É claro que falta, como também falta um 10 que organize melhor o jogo que o Adrien e, já agora, que o lateral direito ganhe um pouco mais de raça e capacidade de entrega. Temos de ter calma, Sá Pinto sabe o que está a fazer. Adrien joga agora para ver se assina pelo SCP e não ficarmos a ver navios no ano que vem e Jeffren teve a oportunidade que pedia há muito. Nenhum deles faz melhor do que Schaars e Capel, isso é evidente. Temos tempo e ontem ganhámos uma coisa muito importante ao minuto 58. Entrou Labyad e já não nos falta tudo. Temos um número 10 à altura: aquele passe para o Capel - que depois cruza para o Carrillo fazer o golo - vale ouro. Venha outro 9 que possa disputar a titularidade com o Ricky e estamos no ponto, contra o Rui Santos e os seus vários clones...


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Uma questão como “qual atleta do Sporting é o nosso ídolo” não tem uma resposta única ou óbvia, pelo menos para mim. Muitos dos atletas já abordados nesta série, e outros que porventura nem serão nela incluídos, merecem que os classifique como “ídolos”, e não só no futebol. O nosso clube tem uma grande tradição em diversas modalidades, nas quais teve diversas importantes vitórias que deram origem a muitos títulos que ajudavam a compensar o jejum no futebol nas décadas de 80 e 90.

Se me perguntarem, porém, qual foi o futebolista mais decisivo, não o mais importante – todos foram importantes: essa era uma equipa equilibrada -, mas o mais decisivo, para pôr fim a esse jejum, aí responderei sem hesitação: foi o André Cruz (logo seguido pelo Acosta, é certo – mas para mim foi o André). Como para mim esse foi o mais belo e emocionante título do nosso clube, foi sobre o André que decidi escrever. Contratado cirurgicamente como reforço de inverno em 2000, o André, internacional brasileiro, era um central experiente e de invulgar categoria, distinguindo-se por uma característica que sempre admirei num jogador: uma extraordinária precisão de passe e de remate. Fazia lembrar outro grande leão com semelhante precisão, o Carlos Xavier, que bem merecia pertencer a esta lista de ídolos. Os livres do Carlos renderam muitos pontos na década de 90, mas infelizmente nenhum título (embora o Carlos até tenha sido campeão em 82, na sua primeira época). Já com o André o Sporting conquistou dois títulos de campeão nacional, uma taça e uma supertaça. Mas toda a gente o associa sobretudo aos dois momentos cruciais da época de 1999/2000: a vitória em Alvalade com o FC Porto, em que o Sporting assumiu a liderança no campeonato a meio da segunda volta pela primeira vez em 18 anos, e a consagração, contra o Salgueiros, em Vidal Pinheiro. Em ambos o André “faturou” golos importantes. Recordo ainda outro golo de livre, na época seguinte, no empate com sabor a vitória contra o Real Madrid do Figo, em Alvalade, na estreia na Liga dos Campeões nessa época, que comemorei em casa. Na altura não vivia em Portugal, e foi esse o único jogo do Sporting a que assisti em direto em minha casa.

Por essa mesma razão, nunca tinha assistido ao vivo a um jogo com o André, até aqui há dois anos, quando se realizou em Alvalade um amigável de homenagem ao grande Iordanov, com a presença de jogadores seus contemporâneos, como o André e o também grande, enorme Acosta (felizmente o Iordanov e o Acosta fazem parte desta lista de ídolos, e seria imperdoável que não fizessem!). Ao intervalo, havia um passatempo em que, com um único remate à distância de um penálti, se tentava enfiar a bola, não numa baliza, mas num buraco de dimensões pouco superiores às da bola. Um teste dificílimo, que exigia uma precisão de remate superior. Vários jogadores e espetadores tentaram, com um remate, enfiar a bola no referido buraco. O único que o conseguiu, à primeira tentativa, foi o André Cruz, aos quarenta e tal anos.

A referida precisão de passe do André não era útil somente a marcar livres, embora fosse essa a faceta mais visível e mais recordada. O André não se limitava a despachar bolas para a frente sem nexo, de qualquer maneira, como tantas vezes se vê centrais fazerem. O André colocava sempre a bola na posse de um companheiro de equipa, a longa distância, por vezes do outro lado do campo. Uma bola ganha pelo André era uma bola efetivamente ganha: era um ataque que começava.

Nunca mais tivemos um central como o André.


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