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És a nossa Fé!

Olímpicos (5)

 

Já se escreveu história em Londres: Michael Phelps é desde hoje o atleta mais medalhado de sempre nos Jogos Olímpicos. Depois da prata conquistada domingo na estafeta 4x400m livres (com vitória da equipa francesa), o campeão norte-americano de natação subiu hoje ao pódio por duas vezes. Com outra medalha de prata, nos 200m mariposa, e a sua primeira de ouro neste torneio, graças a uma brilhante prestação na estafeta 4x200m livres.

Oito medalhas em Atenas, outras oito em Pequim, agora três na capital britânica: a 'Bala de Baltimore' ultrapassa o máximo que fora estabelecido nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964, pela ginasta soviética Larissa Latynina, detentora de 18 medalhas conquistadas em três Olimpíadas.

Cada vez mais alto, cada vez mais rápido, cada vez mais longe.

Olímpicos (4)

 

Portugal permanece em branco quanto a medalhas olímpicas sem se registar nenhuma comoção nacional. Foi algo a que nos habituámos durante demasiadas edições das Olimpíadas e conseguimos sobreviver a isso. Mas basta dar um pulo a Vigo, Badajoz ou Ayamonte para se perceber que entre nuestros hermanos é tudo bem diferente. O fracasso da selecção olímpica de futebol espanhola, à qual resta agora apenas a hipótese de um resultado honroso contra Marrocos antes de fazer as malas, está a causar quase tanta polémica como a contínua subida do montante da dívida e das taxas de juro. O saldo não podia ser pior, apesar de os olímpicos espanhóis contarem com estrelas como Jordi Alba, Juan Mata e Javi Martínez: duas derrotas consecutivas, contra essas irrelevâncias do futebol mundial que são o Japão e as Honduras, e nem um golito marcado para animar a malta. O Guardian conseguiu resumir tudo numa frase atirada aos futebolistas espanhóis: "São mortais."

Por estes dias, só falta ao treinador que é o rosto mais visível destas derrotas, Luis Milla, ser açoitado na praça pública: está a ser mais criticado do que o presidente do Governo, Mariano Rajoy. Mas o governante espanhol também não tem motivos para respirar fundo: se contava com eventuais medalhas olímpicas para anestesiar a opinião pública, já certamente se desiludiu. Nesta matéria Espanha permanece em branco. Ao contrário de países como a Mongólia, a Moldávia, o Azerbaijão, a Lituânia, a Geórgia e o Catar.

A crise começou ainda antes das Olimpíadas, ao ser anunciado que o campeoníssimo Rafael Nadal, por lesão, não compareceria em Londres: era o adeus antecipado à mais que provável medalha de ouro no ténis. Depois foi o que se sabe. Além do desaire no futebol, também a nadadora Mireia Belmonte, que chegou a ser apontada como esperança para um lugar no pódio, fracassou nas meias-finais dos 200 metros estilos. De tal maneira que as atenções até já se viram - vejam lá - para o pólo aquático. Mas nem aí as coisas estão a correr bem.

Nos Jogos de Barcelona, em 1992, Espanha recolheu 22 medalhas. Há quatro anos, em Pequim, os nossos vizinhos voltaram a transbordar de orgulho: subiram 18 vezes ao pódio. Desta vez, está visto, não sucederá nada semelhante. Os resultados estão a ser inversamente proporcionais ao investimento: Espanha enviou a Londres um contingente de 281 atletas - é o nono país nas Olimpíadas em termos de participantes. Até por isso o mau humor dos espanhóis é mais compreensível. E neste caso nem podem atirar as culpas para cima de Angela Merkel...

A verdadeira razão da contratação de Salvio pelo Benfica

Prezidente,

Escrevo-le porque o Prezidente sabe ca se for preciso comer a relva para sermos campiões eu fácio. E até sou gajo pra deitar fora a pastilha. E ca não gosto de tratar de açuntos do forno interno do clube na praça da república. E o Prezidente sabe ca eu confio no Prezidente. Prexemplos, quando diziam ca o Prezidente só ia buscar muntos estranjeiros, eu sabia ca o Prezidente estava a tratar do processo de neutralização. Mesmo nos momentos mais defíceis, dei-le a dúvida Prezidente. E o Prezidente sabe caté alombei com o Emerso e tudos. E protegio quando queriam fazer-le o bode respiratório. Mas eu sou Jasus, não sou Deus, Prezidente. Eu estou cá para dezer aos rapazes que vaiam à bola coma ca fossem leõzes. Mas o Prezidente  é ca tem ca tratar das aquesissões. E o clube preciza de um lateral esquerdo coma de pão pá boca, Prezidente. O Malaguejo é munta pôquechinho pra encarararmos a época de frente. Sem um lateral esquerdo de raiz mundial qué cagente havemos de fazer, Prezidente? O clube está em prigo, Prezidente. Salvio, Prezidente. Salvio já, Prezidente.

Sou quem sabe, O Mister, Jorge Jasus

Malcom Allison*

Foi treinador do Sporting e, só por isso, merecia aqui uma crónica. Mas Malcom Allison foi muito mais do que um mero treinador do nosso Clube. Foi o principal obreiro para que o Sporting, na longinqua época de 1981/82, ganhasse tudo o que havia para ganhar ao nível de troféus de Futebol: o Campeonato, a Taça e a Supertaça.

 

Allison foi um jogador de extremos e de excessos e, honra lhe seja feita, manteve esses extremos e esses excessos durante a sua vida como treinador. Apesar da fama de bon vivant, João Rocha, então Presidente do Sporting, vai buscá-lo a Inglaterra e “Big Mal” surpreende. Cativa jogadores e adeptos, incute um estilo de jogo mais agressivo que tornaram, nessa época, os Leões imparáveis, naquela que era a minha equipa maravilha e com a qual celebrei o meu primeiro campeonato: Eurico, Jordão,Manuel Fernandes, Zézinho, Inácio, Virgilio, Oliveira, Ademar, Freire, Meszaros, Barão, Nogueira.


No Portugal pós-revolucionário, no início dos anos 80, Allison chocou tradições e costumes. Politicamente incorrecto, adepto confesso de álcool, charutos e mulheres, aliava estes gostos a uma manifesta falta de discrição para esconder estes deslizes, o treinador do Sporting criou anti-corpos que lhe foram fatais. João Rocha não lhe perdoou estes excessos  - que destabilizaram a equipa – tendo sido despedido quando os Leões estavam em estágio de pré-época na Bulgária, apesar do Sporting ter conquistado os três troféus da Época.

 

Regressa a Inglaterra, passa pelo Kuweit e, em 1986, é chamado pelo Vitória de Setúbal com o desafio de levar os sadinos para a 1ª Divisão. Nesta equipa, “Big Mal” encontra  alguns ex-jogadores que treinou no Sporting (Meszaros, por exemplo) e volta a surpreender tudo e todos com novos métodos de treino para os jogadores: pinturas de guerra, artes marciais e heavy metal.

 

A técnica surpreende e resulta e o Vitória sobe à 1ª Divisão. Allison treina ainda mais uma época os sadinos e, em 88/89 desce ao sul do País para ajudar o Farense. Foi a última equipa portuguesa que treinou, tendo regressado ao Reino Unido. Nos anos 90, termina, sem glória,  a sua carreira como treinador nos Bristol Rovers (92/93).  Morre a 15 de Outubro de 2010, de doença. Tinha 83 anos.

 

*Artigo publicado hoje no Jornal do Sporting

Olímpicos (3)

 

Os adeptos das restantes modalidades que me perdoem, mas os desportos olímpicos para mim são essencialmente dois: atletismo e natação. As anteriores Olimpíadas demonstraram isso mesmo revelando ou confirmando ao mundo dois nomes de excepção, dignos dos heróis da Grécia antiga. Refiro-me ao norte-americano Michael Phelps e ao jamaicano Usain Bolt: em conjunto, trouxeram de Pequim 11 medalhas, recordes mundiais e recordes olímpicos.

O atletismo pode esperar, concentremo-nos agora nas provas de natação que decorrem em Londres. Faltam poucas horas para se produzir um dos raros acontecimentos desportivos dignos de provocar manchetes mundiais: a 18ª medalha olímpica da 'Bala de Baltimore', na final dos 200 metros mariposa - o seu estilo de eleição. Se subir ao pódio, como se aguarda, Phelps igualará o número de medalhas conquistadas pela ginasta soviética Larissa Latynina, distinguida nas Olimpíadas de Melbourne (1956), Roma (1960) e Tóquio (1964) - proeza nunca alcançada até agora. E o norte-americano poderá mesmo ultrapassá-la já quinta-feira, na final dos 200 metros estilos.

Isto sim, é fazer história.

A natação tem ainda a vantagem sobre o atletismo de ser uma modalidade em que os recordes são batidos com muito mais frequência, contrariando todos quantos anteviam a existência de um suposto limite impossível de transpor nesta modalidade. Em Londres já foram ultrapassados três máximos mundiais. Pela chinesa Ye Shiwen, que aos 16 anos arrebatou o ouro (e o recorde) em 400 metros estilos. Pelo sul-africano Cameron van der Burgh, em 100 metros bruços. E pela norte-americana Dana Vollmer, espectacular vencedora dos 100 metros mariposa apesar de ter uma insuficiência cardíaca, o que a obriga a utilizar um desfribilhador.

"Se tiver que morrer, que seja na piscina", declarou em recente entrevista à NBC. O barão Pierre de Coubertin teria certamente gostado de conhecer esta mulher de 25 anos. Campeã no desporto e na vida.

Olímpicos (2)

 

Os Jogos Olímpicos de Londres têm já, aparentemente, a sua primeira superestrela: o norte-americano Ryan Lochte, de 27 anos, cometeu a proeza de derrotar o campeoníssimo Michael Phelps - herói das Olimpíadas de Pequim, há quatro anos - na final dos 400 metros estilos, em natação. Com a marca de 4:05.18, Lochte conquistou a medalha de ouro, ficando a de prata para o brasileiro Thiago Pereira e a de bronze para Kosuke Hagino, do Japão.

Phelps, ao contrário do que é costume, nadou numa das alas da piscina. Terá sido isso que o desconcentrou ao ponto de estar já a ser questionada a sua forma? Em alta competição, o factor psicológico é fundamental. O campeão de Atenas e Pequim (14 medalhas de ouro e duas de bronze nas duas Olimpíadas) terá outras oportunidades para ser aclamado. Mas desta vez, classificando-se em quarto lugar, o pódio fugiu-lhe - algo que não lhe sucedia desde 2004. Eis um homem de extremos: ou ganha ou perde com estrondo.

Fora das piscinas, a rivalidade entre os norte-americanos termina: Lochte e Phelps são amigos. O verdadeiro espírito olímpico passa por aqui.

Pérolas de Rui Santos (28)

 

«Do meu ponto de vista, o FC Porto vai partir para esta época claramente favorito.»

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«O FC Porto tem a seu favor três ou quatro jogadores que são jogadores jovens, de grande futuro.»

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«O Benfica não pode perder o primeiro jogo do campeonato. Se perder, temos o caldo entornado.»

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«José Peseiro, agora sim, tem condições para se afirmar no futebol português.»

 

Há pouco, na SIC Notícias.

 

Olímpicos (1)

 

Isabel II, a primeira estrela dos Jogos de Londres. Com Daniel Craig - Bond, James Bond - como actor secundário desta curta-metragem, intitulada Happy and Glorious e dirigida pelo consagrado cineasta Danny Boyle. Havia quem dissesse que a cerimónia de inauguração dos Jogos Olímpicos de Pequim, com o seu monumental fulgor pirotécnico, não conseguiria ser ultrapassada. Mas os britânicos, com superior engenho e arte, acabam de demonstrar ao mundo como é possível fazer mais com menos. Este arranque das XXX Olimpíadas foi provavelmente o espectáculo mais visto de sempre na História da televisão, com uma audiência superior a mil milhões de espectadores que acompanharam em simultâneo as imagens um pouco por todo o globo. Medalha olímpica garantida.

Ficámos bem apresentados

Há finais de tarde assim. Tudo corre bem e podemos sair de Alvalade com a alma cheia e sonhos na cabeça.

Foi o meu caso. Mais do que o 3-1 aplicado aos franceses, coleccionei uma série de bons presságios, que passo a descrever.

1. Defesas centrais de alto nível

Gosto muito de Carriço e de Onyewu, bem como de Xandão, mas tudo indica que Boulahrouz e Rojo vieram para serem titulares. A avaliar pela segurança que demonstraram na primeira parte, ainda bem que assim será.

2. Extremos a confirmar valor

Carrillo e Diego Capel voltaram a dar espectáculo e ficam ligados a todos os golos do Sporting. No caso do peruano, a forma como aparece na posição de segundo ponta de lança quando a bola vem do lado contrário saldou-se em dois golos. Jeffrén, Labyad e Wilson Eduardo que se cuidem...

3. Avançado com tiques de playmaker

Ricky Van Wolfswinkel só marcou de penálti - e não teve grandes ocasiões para fazê-lo de bola corrida -, mas esteve sempre em jogo e só não fez duas assistências para golo devido ao aterrador falhanço de André Martins.

4. Laterais dão segurança

Os supostos titulares só entraram ao intervalo, mas Cédric Soares e Pranjic deram boas indicações - o ex-Académica fez a melhor exibição entre os 'regressados' de empréstimo, parecendo-me mais acutilante do que Pereirinha.Já do outro lado é um regalo ver a dupla Insúa-Capel em acção.

5. Soluções no meio-campo

Matias Fernández foi naquela estrada e Izmailov permanece no limbo. Ainda bem que Elias (a querer justificar os nove milhões) e Schaars controlaram as operações, deixando André Martins como uma espécie de segundo avançado. E na segunda parte houve Rinaudo, Adrien e Gelson Fernandes.

Quanto aos maus presságios, falemos deles. Muito de passagem

1. Wolfswinkel sem substituto

Diego Rubio e Wilson Eduardo (desviado para a esquerda) mostraram muito pouco, Viola ainda se vai juntar à troupe, mas convém que o holandês não se lesione.

2. Desperdício de Martins

André Martins falhou um golo de baliza aberta, tão escandalosamente aberta, que se pergunta se a titularidade será nuvem passageira.

3. Esperanças perdulárias

Adrien Silva ainda fez o passe que desmarcou Wolfswinkel no lance do 2-0, antes e depois de passes falhados e más iniciativas. Já Wilson Eduardo foi sobretudo irrelevante.

Isto também é o Sporting

* Andebol: O sorteio do campeonato da 1.ª Divisão ditou um Sporting-Avanca na primeira jornada, agendada para o dia 15 de Outubro. - Para a Supertaça, o sorteio colocou o Sporting diante do Madeira SAD e o Benfica vs FC Porto.

 

* Natação: No primeiro dia dos campeonatos nacionais de juvenis, absolutos e Open de Portugal, a equipa do Sporting alcançou 14 medalhas e um recorde nacional de juvenis na estafeta 4x200 metros livres femininos. A prova conta com 595 nadadores em representação de 95 clubes, entre os quais 11 estrangeiros, oriundos de França, Itália, Suécia e Estados Unidos da América.

 

* Xadrez: A equipa do Sporting venceu o grupo B1 da Champions League qualificando-se assim para a final, que terá início a 15 de Outubro.

 

* Triatlo: A equipa do Sporting alcançou o segundo lugar na etapa de Esposende do Campeonato de Clubes.

 

* Futebol: A equipa B foi a Mafra vencer por 2-0. O Sporting alinhou de início com: Victor Golas, Chula, Nuno Reis, Eric Dier, Turan, João Mário, Zezinho, Yang, Filipe Chaby, Bruma e Sunil. Os golos surgiram na segunda parte por intermédio de Renato Neto aos 65 minutos e Betinho aos 85. - Num segundo jogo frente ao Farense, o Sporting tornou a vencer, desta vez por 3-0, alinhando de início com: Luís Ribeiro, Arias, Nuno Reis, Pedro Mendes, Mica, Renato Neto, Fabrice, Esgaio, Patinho, Iuri Medeiros e Plange. Golos por Renato Neto aos 33 minutos, Filipe Chaby aos 74 e Betinho aos 79.

  

O que dizem eles

- «Infelizmente, temo que mais uma vez o Sporting seja prejudicado no início do campeonato. Na temporada passada, o que se passou nas primeiras jornadas foi uma vergonha completa. Bom, não só no princípio, mas em mais alguns jogos, o Sporting foi deliberadamente prejudicado. Quiseram atirar o Sporting para baixo na classificação e depois claro que foi muito difícil a recuperação».

- «Este ano não sei o que se vai passar, mas temo que volte volte a acontecer algo do género. Isto porque nada do que é importante foi alterado. A arbitragem não pode continuar entregue a ela própria. É inacreditável que os responsáveis da Liga, FPF e o Governo assobiem para o ar».

- «O Movimento dos Presidentes foi posto em causa por culpa do Benfica e depois cada um foi para o seu lado. Foi depois disso que apareceu o célebre Manifesto, que logo foi colocado na gaveta, nem sequer discutido foi! Estão lá as medidas todas a aplicar para melhorar o sector da arbitragem».

- «Olhe, posso dizer que o sistema hoje ainda existe, como se provou na época passada. Quem são os rostos? É um sistema que é independente das pessoas... Mas para acabar com o sistema é preciso uma gestão responsável da arbitragem. O sector não pode estar integrado na Liga ou na FPF, tem de ser autónomo, tendo acima de si uma entidade que se responsabilize».

- «Sei que não é o Sporting que domina o sistema. Aliás, o Sporting é o alvo principal dos árbitros, algo que já vem do meu tempo. É culpa minha, pelo facto do Sporting ter lutado contra o estado das coisas. Neste momento, existe uma guerra surda entre o FC Porto e o Benfica para controlar o sistema, mas não tenho dados que me permitam dizer qual dos dois detém a supremacia».

-    António Dias da Cunha    - 

Aos seus lugares!

 

Convoquei a miudagem para que logo à noite larguem as suas rotinas e o Canal Disney para assistirmos todos juntos à transmissão da abertura dos Jogos Olímpicos de Londres. Sabemos bem que em matéria de pompa e circunstância os ingleses são insuperáveis. 
Descontando uns quantos fanáticos que estarão no estádio da luz, tudo aponta para que logo à noite o mundo inteiro se reúna a assistir em directo a um acontecimento histórico. 

Arquivo do Passado

*Dedico este post aos nossos fieis leitores benfiquistas, como prova de que o verdadeiro amante do futebol não se restringe só ao apoio ao emblema da sua maior simpatia*  
 
Maio 25, 1988: Encontro-me no «Neckarstadion» em Estugarda para assistir à final da Taça dos Campeões Europeus entre o Benfica e o PSV Eindhoven, que acabou por ser vencida pela equipa holandesa pela marcação das grandes penalidades. Veloso falhou o sexto remate, depois da execução perfeita de Elzo, Dito, Hajry, Pacheco e Mozer. Na fotografia, estou sentado no antigo automóvel do Marechal Carmona - salvo erro, um Allard - que foi conduzido de Portugal para o efeito. No termo do desafio, eu e mais quatro amigos fomos para a baixa da cidade e no hotel onde jantámos - por falta de espaço - acabámos por ficar sentados com a equipa de arbitragem italiana. O galhardete que tenho na mão está autografado por eles. Mais tarde e até de madrugada, integrámos o convívio da equipa holandesa que, por mera coincidência, estava hospedada nesse mesmo hotel.
 
 
Taça de Portugal - 10 de Junho de 1993 - Boavista 2 Benfica 5

O Boavista, vencedor da edição de 1992 diante do FC Porto (2-1), não conseguiu resistir à superioridade do clube da Luz e acabou por ser goleado. Os autores do «crime» foram Paulo Futre (2), Vítor Paneira, João Pinto e Rui Águas. Pelo Boavista marcaram Marlon Brandão e Tavares. 
 
 
Intercedi perante Luís Filipe Vieira e este teve a gentileza de ceder 30 convites para permitir que uma equipa de futebol amador assistisse ao primeiro jogo internacional oficial no novo Estádio da Luz, a contar para a Taça UEFA, entre o Benfica 3 e o Molde FK 1.
 
 

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