Quinta-feira, 31 de Maio de 2012
 

«Acredito que vai haver eleições antes de 2014... Não reconheço competência no actual administrador delegado (Luís Duque) da SAD... Teria procurado outras soluções para resolver os problemas financeiros, mas quem apresentou um projecto milionário foi Godinho Lopes. Estou muito incomodado com os fracos resultados desportivos e com a saída de Domingos Paciência, mesmo concordando com a escolha de Sá Pinto.»

-    Pedro Baltazar    -


«Gostaria que chegasse a uma altura em que esta direcção se fosse embora, não posso esconder isso. Infelizmente, é um assunto da consciência deles. Este Sporting enquanto não tiver gestão pode andar à procura de investidores que eles não aparecerão. O investimento não é natural com a má gestão e défices crescentes. Não me parece que seja atractivo para nenhum investidor. Pela primeira vez o Sporting está envolvido em histórias macabras do futebol, coisa que nunca tinha acontecido. Vê-se uma direcção em lutas internas e os sócios divididos porque exigem mais.»

-    Bruno de Carvalho    -

Observação: O problema eterno do Sporting; vozes intrusas com «despesa» gratuita, na procura do vedetismo folclórico que só o palco futebolístico disponibiliza. Estes dois candidatos derrotados, em particular, têm mantido uma incessante campanha de destabilização contra o Clube que alegam amar, desacreditando pessoas, ideias, projectos e qualquer outra matéria que lhes seja conveniente na sua missão de derrubar o actual Conselho Directivo, indiferentes aos eventuais prejuízos para o Sporting. Típico de qualquer oposição destrutiva, as críticas abundam mas as soluções evidenciam-se pela sua inexistência. Há pouco mais de um mês, Bruno de Carvalho veio a palco declarar que tinha acesso a um fundo de investimento oriundo do continente norte americano no montante de 70 milhões. Em primeiro lugar, fundos não é o que o Sporting procura nem necessita, uma vez que não passam de meros empréstimos, com garantias, claro. E, em segundo lugar, como é que o Sporting era «atractivo para um investidor» há escassas semanas, e hoje, pela sua óptica, já não é? Gostava igualmente que ele explicasse como é que a sua constante oposição, e a de outros, directamente ou através dos seus militantes, contribui para a união do universo sportinguista. Tudo isto não é mais do que o uso e abuso do conceito basilar em democracia - a liberdade de expressão - sem consciência nem responsabilidade. Há pouco neste mundo que esteja sob o nosso absoluto controlo. Uma das excepções é um outro direito democrático, em que apenas se apoia quem se entende merecedor. Pedro Baltazar é-me indiferente, pela sua evidente falta de credibilidade e integridade. Já Bruno de Carvalho é um cenário à parte, em que o apoiei no último acto eleitoral, mas face à sua indigna atitude e conduta ao longo destes meses, não o apoiaria hoje e não o apoiarei amanhã e, caso haja essa eventualidade, irei fora do caminho para desviar outros dos seus apoiantes do meu íntimo conhecimento. E, sobre isso, tenho controlo absoluto. Respeitaria a sua oposição, construtiva por essência e método, na hora e no local adequados para esse fim, mas não assim. Nunca assim !


comentar ver comentários (10)

Depois de ouvir isto e isto, cada vez sinto mais orgulho em ser do Sporting.


comentar ver comentários (6)

 

Será apenas a minha fértil imaginação, ou há aqui alguma coisa que não faz sentido ? Leonardo Jardim deixa o Beira-Mar a meio caminho, na época de 2010-11, para ficar desempregado em «stand-by» para o SC Braga. Acaba de fazer uma excelente campanha neste clube e foi agora demitido da posição, por razões que iludem a lógica e o bom senso, pelo menos no domínio público. As alegadas divergências entre o treinador e o presidente bracarense enquadram-se tão bem como as noticiadas incompatibilidades entre Pinto da Costa e Fernando Gomes, após dez anos de missão comum, que levaram o último à presidência da Liga e, mais recente, ao trono da FPF. Perdoem-me o meu cepticismo, mas algo menos transparente está em pleno andamento à espera de «timing» adequado para ser divulgado. E, em tudo isto, não pesa no intelecto admitir a possibilidade de que o dedo mestre do presidente do FC Porto esteja a conduzir a «orquestra», como é usual, especialmente considerando a constante colagem a António Salvador de tempos a esta parte. Aliás, em abono da verdade, será justo questionar quanto do recém-sucesso do SC Braga se deve à sua associação ao FC Porto e seu líder. Entretanto, Domingos Paciência continua no desemprego - bem remunerado, pelos vistos - e Sérgio Conceição assume agora a vaga de «stand-by». Indícios de uma telenovela «in loco»... e mais para vir.


comentar ver comentários (2)

29 de Maio de 2012 - «As declarações de Scolari não têm pés nem cabeça.»

30 de Maio de 2012 - «Recordo-me de uma única situação que eu saiba, e até não foi o presidente (Pinto da Costa) mas pessoas ligadas à estrutura do FC Porto. Neste caso, até foi legítimo, porque tinham jogo passado um dia ou dois. Estavam convocados quatro ou cinco jogadores para um jogo particular da Selecção em Coimbra, se a memória não me falha, e foi-nos chamado a atenção para o facto de o FC Porto ir disputar esse jogo, mas o sr. Scolari acabou por convocá-los. Se os pôs a jogar a tempo inteiro isso já não sei.» 

 -    Gilberto Madaíl    - 

 

29 de Maio de 2012 - (Em síntese, no programa Trio de Ataque): «Isto não tem pés nem cabeça... Scolari no seu pior... Diz muito e não concretiza nada... Acho que Scolari é um verdadeiro aldrabão, um pantomimeiro...Espero que a direcção do FC Porto diga qualquer coisa.»

-    Rui Oliveira e Costa    -

Observação: É sempre missão espinhosa quando se pretende encobrir verdades e, por vezes, nessa tentativa, a memória falha, no mínimo, atrapalha-se. Primeiro Gilberto Madaíl diz que as declarações do ex-seleccionador nacional não têm pés nem cabeça, no dia seguinte recorda-se de uma única interferência, mas legítima. Acontece que o FC Porto de facto disputou um jogo europeu com o Deportivo da Corunha, que até venceu por 0-1, no dia 4 de Maio de 2004. A Selecção Nacional jogou um particular, em Coimbra, no dia 28 de Abril. O problema com a versão do ex-presidente federativo é que dos 20 jogadores convocados por Felipe Scolari não se encontrava um único atleta portista. Após a entrevista concedida à RTP por Scolari, era de esperar que Gilberto Madaíl viesse a público refutar as declarações e defender aquilo que o público português sabe que é indefensável. Nunca existiram dúvidas que ao longo dos anos Pinto da Costa tem vindo a influenciar, ou pelo menos a tentar influenciar, dirigentes da FPF, incluindo seleccionadores nacionais, visando a defesa dos interesses do FC Porto, em detrimento do desporto nacional.

Quanto a Rui Oliveira e Costa e a sua representação no programa Trio de Ataque, se é que ainda existiam dúvidas, foram definitivamente esclarecidas, que não é um digno representante do Sporting Clube de Portugal, simbólico que seja e como Conselheiro Leonino. O seu usual discurso ambíguo, neste dia, evidenciou-se pela sua ausência, na reforçada defesa do... FC Porto. Por impossível que pareça, até conseguiu exceder Miguel Guedes que, por norma, surge com recados encomendados e muito bem estudados. É por demais desconcertante que o universo sportinguista seja exposto às intrujices de egos vazios a desfilar na passarela mediática, em pretensa representação do seu Clube.


comentar ver comentários (10)
Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

Sinto cada vez mais dificuldade em distinguir quais são as cores que Rui Oliveira e Costa verdadeiramente defende. As minhas dúvidas, confesso, avolumaram-se no passado dia 15, ao ouvi-lo sair em defesa aberta do Benfica no programa Trio d' Ataque (RTP i) dizendo que este clube não pode de forma alguma ser conotado com o regime derrubado a 25 de Abril de 1974, não se esquecendo também de elogiar Luís Filipe Vieira.

Mais confusão ainda me faz o apreço que o referido comentador exterioriza pelo presidente do FC Porto. Nesse mesmo programa, aliás, não teve dúvidas em afirmar o seguinte: «Muitos sportinguistas me criticam por eu apreciar Pinto da Costa. (...) Trinta anos de poder e dezanove campeonatos.» Manuel Serrão, Miguel Guedes e José Guilherme Aguiar não dirão algo muito diferente.

Mal refeito ainda destas monumentais sessões de graxa simultânea aos presidentes do Benfica e do FC Porto, ouvi ontem Oliveira e Costa insurgir-se abertamente no mesmo programa contra o ex-seleccionador nacional de futebol Luiz Felipe Scolari. Nestes termos exactos: «Scolari é um verdadeiro aldrabão, um pantomineiro.»

Estranhei esta linguagem, nada habitual num comentador que costuma aveludar cada frase que profere. Até porque tenho boa memória e não me esqueci que Oliveira e Costa foi um dos mais entusiásticos apoiantes de Scolari enquanto o brasileiro comandou o onze nacional (2003-08). É certo que o actual treinador do Palmeiras se encontra hoje muito longe de Lisboa e é sempre mais fácil criticar alguém que está a oito mil quilómetros de distância.

Mas cedo percebi o motivo de tanta animosidade. Scolari limitou-se a dizer em voz alta aquilo que todos já suspeitávamos: o presidente do FC Porto condiciona as escolhas da selecção nacional de futebol. Os portistas não gostaram desta revelação, claro - o que não admira. Oliveira e Costa também não - o que já espanta um pouco mais. Ou talvez não.

«A direcção do FCP tem-nos habituado a ser ágil a reagir», ia elogiando este sportinguista tão rendido ao duvidoso charme das agremiações rivais. Deixando-me cada vez mais confundido sobre a sua verdadeira afición clubística.


comentar ver comentários (4)
Jornalismo pimba?
Francisco Almeida Leite

Ontem falei aqui do programa Os Bastidores da Selecção que a SIC emite todas as noites no Jornal da Noite, hoje tenho que reconhecer que a estação de Carnaxide está bem acompanhada pela RTP no que diz respeito aos trabalhos ridículos sobre o que rodeia a equipa nacional. Em vários noticiários do canal público, vi dois 'apontamentos de reportagem' de fugir. Um sobre o "pequeno Pedro" e outro sobre o "polvo Paulo". O primeiro tratava-se de um 'trabalho' nas bancadas sobre um jovem jogador de futebol - por acaso das camadas jovens do Sporting - e o segundo sobre um cefalópode que adivinha resultados de jogos de futebol. Não há paciência para um panorama mediático que a poucos dias de um europeu serve este tipo de fast-food televisiva. Pois não?


comentar ver comentários (2)
Uma questão de 'timing'
Francisco Almeida Leite

Quando o Sporting estava ainda a lutar em várias frentes (Liga Europa, terceiro lugar no campeonato e Taça de Portugal) as notícias que envolviam alguns dos seus dirigentes de topo não paravam. Até à exaustão. Já a Académica de Coimbra não teve a mesma 'sorte'. Veio buscar a Taça de Portugal a Lisboa, aguentou-se na primeira liga e agora este tipo de notícias já podem sair. Sem problema nenhum. 


comentar ver comentários (3)
Vive la France!
Francisco Almeida Leite

O Sporting de Paris é campeão nacional de futsal em França. Uma reportagem de Paulo Dentinho... a não perder.

 


comentar ver comentários (2)

 

O futebol é um desporto que atrai multidões à escala mundial. O futebol é uma indústria de milhões. O futebol deve projectar valores como o desportivismo, a equidade, a justiça e a verdade. O comentário futebolístico deve acompanhar a evolução das sociedades e as novas tecnologias são um sinal de modernidade. Elas acompanham o nosso dia-a-dia e outras modalidades desportivas já as adoptaram na procura da verdade. Os comentadores desportivos são muitas vezes contestados e, na maior parte das vezes, pelos próprios protagonistas do jogo. Para acabar com esse ruído, às vezes fautor de violências várias, condenáveis em todos os sentidos, há que aproveitar as ferramentas à disposição para os apoiar nas suas avaliações e conferir ao comentário maior verdade. A introdução das novas tecnologias no comentário futebolístico, para reduzir a margem de erro dos comentadores, protegendo-os, não tem necessariamente de mudar a essência do comentário: o seu ritmo, a beleza das figuras de estilo, a genialidade dos protagonistas. Mas dar-lhe-á verdade. Camus dizia, que ‘chega sempre um momento na história em que quem se atreve a dizer que dois e dois são quatro é condenado à morte’. Se a mentira tem pressa, a verdade não pode esperar. Este é um desafio de hoje e de sempre. O futebol tem um efeito multiplicador e é bom aproveitar essa força para multiplicar os bons valores. A verdade é um desses valores. As nações serão melhores nações se conseguirem emular os bons exemplos. A verdade no comentário desportivo é um bom exemplo. Verificando que as novas tecnologias estão ao dispor das sociedades modernas, com vantagens óbvias no quotidiano de milhões de pessoas e considerando a natural falibilidade dos comentadores futebolísticos em determinadas situações decorrentes de um jogo que se realiza numa superfície de mais de 100 metros de comprimento e mais de 60 de largura, perante o qual o comentador desportivo não é capaz de descortinar todas as incidências da competição; considerando ainda que o futebol se transformou por excelência num jogo televisionado, em que as câmaras e a repetição das imagens dão ao telespectador aquilo que os comentadores desportivos não conseguem, em muitas situações, observar, propõe-se:

1. Dar mais verdade desportiva ao comentário futebolístico através do recurso às imagens televisivas e transmitir ao espectador, em tempo real, a análise rigorosa das situações;
2. Introduzir a tecnologia do ‘olho de falcão’, já testada, com bons resultados, em Inglaterra, que serve essencialmente para apurar se a comentador desportivo está a ultrapassar, na totalidade ou em parte, a linha da imparcialidade
3. Introduzir a figura do ‘vídeo-espectador’ que actuará nas imediações dos comentadores desportivos das principais competições profissionais da Liga para assegurar a análise rigorosa dos lances e das incidências das competições.


comentar ver comentários (2)

 

«Ele (Pinto da Costa) tinha influência nas escolhas da seleçção. Toda a gente sabe que tinha. Ele pode opinar sobre este ou aquele jogador, ele pode numa conversa muito interessante com o presidente da Federação sugerir a ideia de jogar aqui ou lá. Senti muito destas influências e por isso tive esta rixa.»

 

-    Luiz Felipe Scolari    -

 

Observação: Depois de tantos anos ainda com a Selecção Nacional em mente. Tem razão, toda a gente sabia, ou pelo menos suspeitava, as nebulosas acções do presidente do FC Porto, não obstante a nega de Gilberto Madaíl, que considerou a afirmação de Scolari «sem pés nem cabeça». Esperamos que tenham cessado com Paulo Bento, uma vez que foram por de mais evidente com Carlos Queirós, nomeadamente pelo conluio que levou à exclusão de João Moutinho do Mundial 2010. Comentou ainda o caso de Ricardo Carvalho que, segundo ele, já imaginava que acontecesse mais tarde ou mais cedo, pelas atitudes repentinas que o jogador assumia ocasionalmente.


comentar ver comentários (12)
 
 

Em 2003, a pedido de um clube de futebol amador, organizei uma digressão com cinco jogos amistosos, entre os quais um com Os Belenenses - gentileza do dr. Sequeira Nunes, presidente e António Cascais, vice-presidente - e outro com o Sporting. O conjunto de Belém, então orientado por Manuel José, era composto por jogadores da não oficial equipa B e diversos juniores à mistura. O único nome de relevo que registei foi Rúben Amorim que, por coincidência, tinha marcado um golo ao FC Porto escassos dias antes. O jogo com o Sporting teve lugar na Academia e os 20 jogadores equipados - 16 dos quais utilizados - constavam de um misto de elementos da equipa B treinada por Yordanov, que então militava na II Divisão Nacional, juniores orientados por João Couto e dois ou três juvenis. A supremacia «leonina» nunca esteve em dúvida com uma esmagadora vitória por 7-1. No dia seguinte, a manchete noticiosa mais notável referia aos «super-mini-leões». Já o encontro no Estádio do Restelo foi mais equilibrado, resultando num empate a duas bolas. Passados nove anos, é deveras impressionante verificar os nomes agora sonantes que constituiram aquela equipa do Sporting, incluindo quatro jovens que fizeram parte dos campeões europeus sub-17, alguns que atingiram o topo competitivo, mas também, dolorosamente, aqueles que desapareceram na obscuridão de campeonatos e divisões inferiores, em Portugal e algures no mundo.

 

Mário Felgueiras (Cluj) / Christopher Pilar (outro guarda-redes agora na União da Madeira) / Pedro Cardoso (Cova da Piedade) / Miguel Mateus (Clube Futebol Benfica) / Zezinando (Samut Songkhram da Premier League da Tailandia) / Carlos Marques (Olympiacos Nicosia do Chipre) / João Pimenta (Oliveirense) / Fábio Ferreira (Amora) / Zé Semedo (Sheffield Wednesday da 1.ª divisão inglesa) / Bruno Filipe (Tirsense) / Fábio Paim (Benfica Luanda ) / Emídio Rafael (FC Porto) / Silvestre Varela (FC Porto) / João Moutinho (FC Porto) / Carlos Saleiro (Servette da Suiça) / Yannick Djalo (Benfica) / Miguel Veloso (Génova) / Sabino Fernandes (Real Massamá) / Fernando Ferreira (Os Belenenses) e Nani (Manchester United). Para não destoar, os golos foram marcados por Nani, logo aos 5 minutos, Carlos Saleiro (2), Yannick Djalo, Fábio Ferreira, Fernando Ferreira e João Moutinho, na conversão de uma grande penalidade.

 

No almoço-convívio que teve lugar no mesmo dia do jogo na «Cada vinte e um» em Alvalade, com a presença do presidente, dr. Dias da Cunha e da vice-presidente, dra. Margarida Caldeira da Silva, entre outros, passou-se algo muito estranho, até bizarro. Os visitantes fizeram questão de patentear o seu apreço pela hospitalidade do Sporting, ofertando uma travessa de porcelana com a pintura de um leão, uma antiguidade com cerca de 150 anos, que se encontra em exposição no Museu desde essa data. Consciente da cerimónia que seguiria e antes de chegar ao restaurante, o dr. Dias da Cunha fez saber que o Sporting receberia a oferta, mas não por sua mão. Perante este nada expectável dilema e após longos momentos de visível embaraço, na presença da comunicação social, a peça foi eventualmente aceite pela igualmente perturbada dra. Margarida Caldeira da Silva. O presidente não adiantou qualquer explicação para a sua muito peculiar atitude e ninguém se atreveu a perguntar-lhe. Matéria ainda hoje preservada ao segredo dos deuses.

 

Para ser justo, devo também mencionar que após contactos meus com Luís Filipe Vieira, o Benfica estava igualmente receptivo a realizar um jogo. Este acabou por não acontecer apenas pelo nosso muito congestionado itinerário, mas a comitiva de cerca de 30 pessoas foi convidada a assistir ao primeiro jogo oficial internacional no novo Estádio da Luz (6 de Novembro de 2003), a contar para a Taça UEFA, frente ao Molde FK da Noruega, em que o Benfica saiu vitorioso por 3-1.


comentar ver comentários (4)
Terça-feira, 29 de Maio de 2012

 

Declaração do director desportivo do Sevilha, Ramón Rodriguez Monchi: «Seguimos muito o Carriço durante esta temporada, inclusivamente fomos vê-lo várias vezes, mas as circunstâncias eram difíceis. Primeiro, o Sporting não o quis deixar sair, depois ele próprio decidiu ficar.»

 

Na minha opinião, decisões sábias tanto da parte da SAD como do Daniel e o Sporting beneficiará com isso, desportiva e financeiramente.

Tags: ,

comentar ver comentários (4)

Já se vai tornando ridículo a forma como tentam diminuir o valor dos jogadores do Sporting. Primeiro, o Portal Sapo anuncia Sevilha desiste de Carriço. E depois no desenvolvimento da notícia, afinal, lê-se isto

O diretor desportivo do Sevilha, Ramon Rodriguez, assumiu esta terça-feira que o ‘namoro’ com Daniel Carriço não vai em frente. «Seguimos muito o Carriço durante esta temporada, inclusivamente, fomos vê-lo várias vezes, mas as suas circunstâncias eram difíceis. Primeiro, o Sporting não o quis deixar sair, depois ele próprio decidiu ficar», explicou, em declarações à televisão do clube. 


comentar ver comentários (2)
Roma e Pavia
Alexandre Poço

A espaços, tem vindo a falar-se de eleições antecipadas no Sporting. O próprio Presidente, Godinho Lopes admitiu esse cenário, tendo porém, mais tarde, afirmado que não vai ocorrer. Ora, não tendo apoiado Godinho Lopes, estou à vontade para dizer que não percebo a razão de se querer, como alguns querem, eleições antecipadas. Apesar dos resultados insatisfatórios da equipa de futebol, do nunca bem explicado processo de despedimento de Domingos Paciência e da forma como se lidou com o “caso Pereira Cristóvão” - que considero as situações em que o Presidente não esteve bem – penso que houve igualmente situações positivas.

 

A saber, o maior número de pessoas nos jogos em Alvalade, o ressurgimento de algumas modalidades entretanto extintas, uma melhor política de comunicação (destaque para a comunicação 2.0) que aproximou os adeptos da equipa e sobretudo, um final de época onde foi possível ver o Sporting a “jogar à Sporting” com um dos "nossos" no lugar de treinador. No geral, não foi um bom ano se olharmos apenas para os resultados do futebol, mas não faz sentido ir para eleições após um ano de mandato, sem nenhum evento de extrema gravidade que o justifique.

 

O projecto de Godinho Lopes precisa de mais um ano e então aí, com a casa mais do que arrumada e moldada segundo as suas directrizes, será possível fazer uma análise séria, onde seja possível responder a uma pergunta simples – a actual direcção está a fazer um bom trabalho? Se sim, é para continuar. Se não, então talvez seja mais adequado ir para eleições. Nesta fase, além de prematuro, penso que a balança ainda não pende taxativamente para nenhum dos lados. Reafirmo o que já disse no passado, os projectos em futebol precisam precisam de tempo para se afirmar e dar fruto, o que contrasta com a sede de títulos que temos. Não podemos andar todos os anos em eleições, sob o risco do clube se tornar ingovernável.

 

É certo que chutar para a frente com a barriga é algo típico nos clubes de futebol (a tal história do “para o ano é que é”), falando em amanhãs que cantam, para menorizar as derrotas do presente. No futebol, querem-se as vitórias e os títulos para ontem. Não obstante, não esqueçamos que gerir uma organização como o Sporting, embora deva ser feita sempre com grande paixão, requer igualmente razão, onde a serenidade e a ponderação em cada escolha imperem para o melhor do nosso clube.

 

Lembremos a máxima popular que nos diz “Roma e Pavia, não se fizeram num dia" e apliquemo-la ao nosso Sporting!


comentar ver comentários (9)
Bastidores da Selecção
Francisco Almeida Leite

Sou só eu que acho que a rubrica que a SIC emite em todas as edições do Jornal da Noite é uma valente xaropada? Os Bastidores da Selecção pretende mostrar supostamente o outro lado da equipa portuguesa, o lado de lá, mas fica-se por imagens de jogadores de cuecas e tronco nu, jogadores de chinelos, jogadores e suas "máquinas" (vulgo carros), roupeiros a contar cacifos e camisolas, massagistas a trabalhar, treinadores a mostrar planos de marcação de livres, etc, etc. Sinceramente, que interesse é que isto tem? O problema deve ser meu.


comentar ver comentários (4)

Julho de 1987: com Eusébio num jogo de beneficência entre selecções  

Tive ocasião de privar com o lendário futebolista ao longo dos anos. Nem as diversas versões da sua chegada a Portugal e eventual ingresso no Benfica - algumas da sua própria autoria - diminuiram o meu respeito pela sua simplicidade e humildade e admiração pela sua magnificência desportiva. Terei sido um dos que mais lamentou as suas mais recentes absurdas acusações de racismo contra o Sporting de Lourenço Marques e, de certo modo, contra o Sporting Clube de Portugal, que descapitalizaram muito desse respeito que eu tinha por ele. Nem tudo na vida é desculpável. 


comentar
 

Já gostava imenso deste jovem e com esta sua atitude, a minha consideração por ele aumentou significativamente.


comentar ver comentários (4)
Leões do Alentejo
Zélia Parreira

A equipa de futsal do Núcleo Sportinguista de Moura acaba de ganhar a Supertaça Distrital de Futsal. Parabéns, Leões!


comentar ver comentários (2)
Silly season *
Francisco Mota Ferreira

 

A expressão, datada do século XIX, é originária da política, mas rapidamente se alastrou a vários sectores da sociedade, incluindo obviamente o futebol.

Lembrei-me de escrever sobre isto, quase pelos motivos óbvios: agora que o campeonato acabou e que o novo ainda não começou – e numa altura em que é preciso continuar a manter aceso o negócio da bola – as notícias dos jornais enchem-se de rumores, contra-rumores, tácticas e técnicas, para os meses alucinantes que se avizinham em que volta tudo ao início e onde qualquer equipa pode ser campeã.

Nas semanas da silly season futebolística pode-se dizer e escrever praticamente tudo. Hoje em dia é bem mais arriscado fazer esse exercício, com a televisão, a rádio, os jornais e a internet a registarem as promessas dos clubes, as gafes dos comentadores e as apostas dos adeptos. Mas lembro-me do saudável tempo de impunidade quando era miúdo e sabia pelas supostas novidades do Sporting pela bíblia (A Bola, obviamente).

Hoje em dia, ler A Bola na praia é um desafio mais ou menos suportável, com um nível de esforço igual à leitura de um outro qualquer jornal. Mas, há 20 anos, não era bem assim. A Bola era de um tamanho incomportável para se ler na praia, mas todos nós lá em casa fazíamos esse esforço.

Chegávamos à praia de manhã cedo e o meu pai iniciava a leitura sentado na cadeira junto à barraca que alugávamos religiosamente todos os verões na Ericeira. O meu pai, consoante o número de cigarros que fumava e os comentários que fazia, dava, a mim o meu irmão, o sinal que aquela edição de A Bola era merecedora da nossa atenção.

Às vezes, o meu pai interrompia a leitura para ir dar um mergulho ao mar e deixava o jornal de lado. Apesar do pedido, sempre reiterado, de querer ler o jornal em primeiro lugar, nestas alturas aproveitávamos para dar uma espreita às novidades do nosso Sporting.

Quando a coisa corria bem, conseguíamos ler sem que o meu pai se apercebesse que o desportivo tinha sido mexido. O problema é que, inúmeras vezes, corria mal. O vento levava as folhas pelo areal, o jornal ficava sujo de areia, algumas páginas eram rasgadas pela disputa incessante de cada um de nós querer ler o que acontecia ao Jordão, ao Manuel Fernandes, ao Artur e a tantos outros jogadores. E, naturalmente, se a nossa equipa iria ter reforços dignos de vestirem a camisola do leão.

Muitas vezes éramos, por isso, apanhados. Mas, confesso-vos, o melhor apanhado foi feito pela minha mãe. Uma das fotos que guardo com muita saudade é de um verão passado, não sei situar o ano. A minha irmã brinca na areia, enquanto três cabeças debruçadas sobre A Bola lêem as últimas novidades. O meu pai, no meio, e dois rapazes traquinas, um em cada ponta, a espreitar. Alguém falou em silly season?

 

*Artigo publicado hoje no jornal do Sporting


comentar

 

« Não se trata de a imprensa espanhola não saber perguntar. É um problema da imprensa em geral. O futebol está cheio de pessoas que dizem entender tudo mas que não entendem nada ».

 

-    José Mourinho    -

 

Observação: A verdade nua e crua que não vai perturbar os que "entendem tudo".


comentar

«O jogo contra a Macedónia não foi o mais bem sucedido da selecção.»

Helder La Palice Postiga, comentando o zero-a-zero no Portugal-Macedónia


comentar
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

 

«Já vi que vou ter de me candidatar em 2014. Quando vi os candidatos à organização do próximo Congresso de Núcleos abraçarem-se depois da votação revi-me nesse espírito, que é aquele que deve perdurar e viver, porque somos só um: o Sporting. É o desafio de uma unidade que lanço à família sportinguista.»

 

-    Luís Godinho Lopes    -

 

Observação: Não tendo apoiado a sua candidatura no último acto eleitoral, sinto-me completamente à vontade para afirmar que, nas circunstâncias em que encontrou o Sporting, as suas realizações neste primeiro ano de mandato excederam as expectativas. Verificou-se progresso em muitas áreas de gestão e estruturação e até no foro futebolístico, pese a soma dos resultados ter ficado aquém do que era desejado, como o presidente já teve a hombridade de admitir. Respeito a sinceridade e a competência  do seu desempenho e seria apenas justo e benéfico para o Clube que o universo sportinguista fosse unido nesse sentido, indiferente das simpatias e preferências pessoais. Sobretudo, há a necessidade de certas partes reconhecerem que invocar oposição ao mais pequeno ensejo e andar em constante estado de campanha eleitoral, em paralelo, não produz qualquer aproveitamento salutar e não serve os maiores interesses do Sporting. 


comentar ver comentários (3)
Rui Patrício fica
João Severino

 

Volte-face no caso Rui Patrício. Quando todos já o viam no Manchester United ou Real Madrid, eis que, o nosso guarda-redes renovou o seu contrato com o Sporting até 2017, lê-se na edição de hoje do Diário de Notícias. Rui Patrício será o jogador mais bem pago no plantel, tendo visto o seu salário aumentar de 30 mil euros para 90 mil.


comentar ver comentários (8)
Domingo, 27 de Maio de 2012

 

Este fim de semana...

 

Andebol - A equipa de juniores do Sporting sagrou-se Tricampeã Nacional ao bater o FC Porto por 31-21.

 

Ténis de Mesa - O Sporting foi aos Açores vencer o Toledos por 4-1 no segundo jogo da final e sagrar-se Campeão Nacional da época de 2011-12. O seu 32.º título da modalidade.

 

Hóquei em Patins - Já com a promoção à I Divisão Nacional assegurada, a equipa do Sporting derrotou o Campo de Ourique por 2-5, mantendo o avanço de cinco pontos sobre o Turquel, bastando apenas mais um, nas últimas duas jornadas, para garantir o primeiro lugar na Zona Sul do Nacional da II Divisão.

 

Futsal - O Sporting venceu o Módicos por 1-5 no primeiro jogo das meias-finais do «play-off» do Campeonato Nacional da I Divisão.

 

Atletismo - A equipa feminina do Sporting classificou-se em 4.º lugar na Taça dos Clubes de Campeões Europeus de pista que decorreu no Algarve este fim de semana.


comentar ver comentários (2)

Alguns, nós, por razões que a razão conhece mas não ousa proferir, somos prejudicados "ad eternum".

Alguns, nós, somos "premiados" com multas e castigos, como "incentivo pedagógico" ou "exemplo".

Alguns, nós, por justa revolta e indignação comprovada de forma isenta e imparcial, somos até alvo de "greves de árbitros".

Outros, "os outros", podem até insultar-se ao nível mais decadente de sempre, podem insinuar as coisas mais hediondas, que... "no pasa nada"!

Outros, "os outros", podem dizer, como o Sr. Vieira, que o benfica não conquistou 30 campeonatos nos últimos 10 anos apenas por culpa dos árbitros. Insultou todos os árbitros e boa parte dos dirigentes. Castigo, há? Não!

Outros, "os outros", podem, como o Sr. Pinto da Costa ou o seu clube, acusam outra instituição na pessoa do seu presidente, de tudo, mais alguma coisa e um pouco mais ainda, descendo ao nivel mais abjecto e fétido com um trocadilho com a forma como se pede uma bebida (para uns parece que é uma Cola com gelo, para outros para que é uma Coca com limão), para literalmente derreter ácido sobre o adversário. Castigo, temos? Não!

Alguém pode fazer pior que isto para o ambiente salutar entre dirigentes desportivos e o fair play entre atletas e técnicos?

Alguém pode fazer pior que isto, acicatando terrivelmente adeptos e incentivando vinganças entre claques? Não!

Castigo, há? Claro que não! Expiação para estes pecados "tradicionais"? Não existe, apenas uma receita: executar uma purga colossal ou um laxante tsunâmico! Ou ambos!

 

Deixo uma imagem apropriada o tal "sistema" a que Dias Cunha muitas vezes se referia:

 


comentar ver comentários (2)

José Maria Barcia, certamente por deficiência de expressão da minha parte, revelou alguma dificuldade em ler o que aqui escrevi. Eu nada tenho a objectar que um benfiquista me chame colega, no tom afável em ele o fez, apelando a uma acção conjunta na defesa da verdade desportiva. De resto, sempre tive colegas de trabalho benfiquistas e todos nós, independentemente de convicções clubísticas, somos colegas de blogosfera. O que não tem o menor sentido é que ele próprio, poucos dias depois, considere afinal que "a democracia não é  bem vista por aqueles [estes] lados". A frase, mais do que despropositada, é injusta a vários títulos. Os autores deste blogue são das mais diversas proveniências geográficas e há por cá pessoas que votam em todas as forças partidárias representadas na Assembleia da República. Pensamos de maneira muito diferente sobre política, religião e uma infinidade de outros temas, incluindo o desempenho da actual presidência do Sporting. Mais: quem frequenta as nossas caixas de comentários sabe que recebemos visitas diárias de benfiquistas que aqui vêm comentar o que muito bem entendem e costumam ser recebidos com a cortesia devida a adversários que se mostram dignos de respeito.

Algo nos une, sim: a paixão pelo Sporting. E é quanto basta.

Tags: ,

comentar

 

O guarda-redes tem uma missão particularmente inconciliável no futebol. Um momento é herói, passados meros segundos é vilão. A exigência física e psicológica que enquadra a sua actividade é incomparável à de qualquer outro jogador. Sob constante pressão, todos os seus movimentos são examinados minuciosamente e um qualquer desacerto pode ser fatal, tanto para si como para a sua equipa.

Comecei a minha modesta carreira futebolística precisamente como guarda-redes. Com um 1,88 m de altura, ágil e bom atleta, tudo indicava que possuia os indispensáveis dotes para esse fim. Só anos mais tarde, já como dirigente, é que me foi possível identificar a falibilidade que sempre me iludiu enquanto jovem. Tive ocasião de trabalhar com um sábio treinador que me elucidou: «um guarda-redes que não tenha «pancada» - o seu termo para uma personalidade excêntrica e temerária - nunca dará um bom guarda-redes». Deduzi eu, então, que quanto maior a «pancada», melhor o guarda-redes, mas, aparentemente, até nisso há limites.

Uma retrospectiva do futebol nacional rapidamente confirma a exactidão deste discernimento; só no Sporting tivemos diversos casos exemplares que me vêm prontamente à ideia: o histórico Carlos Gomes e o saudoso Vítor Damas, ambos com vincada excentricidade, Ricardo - quem mais se ofereceria para marcar aquele célebre penálti no Euro 2004 ? - e aquele que mais me marcou pela sua espectacular extroversão, já para não mencionar o seu enorme talento, o lendário Peter Schmeichel. Sempre que o seu nome vem à conversa, a primeira imagem que me surge é a de Rui Jorge, entre outros, a escudar-se da sua fúria, por qualquer erro cometido ou golo sofrido. Não há muito tempo tive ocasião de trocar impressões com o actual seleccionador nacional do sub-21, sobre o gigante nórdico. Com um grande sorriso, disse-me ele: «grande profissional, excelente colega no balneário, humilde e brincalhão, mas quando entrava em campo transformava-se, era um intenso competidor que não admitia falhanços».

O nosso Rui Patrício também chama a si uma boa dose de «pancada» que ainda não terá atingido total maturidade. O seu semblante nos momentos cruciais, a sua ainda por aperfeiçoar arte de repreender os colegas, a sua temeridade e, sobretudo, o seu «sacríficio» em passar a bola à mão, quando o seu primeiro instinto, hoje e sempre, é de a pontapear para os céus ou, em última instância, para a bancada central.

O guarda-redes de futebol é uma espécie de jóia na coroa real, alvo da cobiça de todos os inimigos e defendida até à morte pela guarda da corte. Para quem desejar passar pela experiência, é aconselhável determinar primeiro o respectivo grau de «pancada»; uns têm, outros nem por isso.


comentar ver comentários (5)

comentar
Sábado, 26 de Maio de 2012
Nítido nulo
Pedro Correia

Nenhuma outra definição me ocorre para qualificar o inenarrável "jogo treino" da selecção nacional contra a Macedónia - classificada na 98ª posição do ranking da FIFA e treinada pelo 'nosso' John Toshack - ocorrido esta tarde no estádio leiriense Magalhães Pessoa, um dos 'elefantes brancos' que sobreviveram ao Europeu de 2004. Deve ser mau karma daquele local a que ninguém consegue dar destino. Sinto-me inclinado a dar razão ao ex-presidente da câmara Afonso Lemos Proença, que em entrevista ao Jornal de Leiria diz sem papas na língua: "O melhor é implodir o estádio." 

E, já agora, convinha implodir também este futebol indolente e desmotivado que não consegue obter melhor que isto. Zero, apenas zero.

 

ADENDA: os nossos adversários directos no Euro-2012 não andaram melhor, longe disso. A Dinamarca perdeu (1-3) com o Brasil, a Holanda perdeu (1-2) com a Bulgária e até a Alemanha perdeu (3-5) com a modesta Suíça. Mas com o mal dos outros podemos nós bem.


comentar ver comentários (6)
Foi uma honra
João Severino

Aos microfones da rádio ouviu-se João Pereira agradecer aos adeptos do Sporting. "Não posso esquecer todos do Sporting. Para mim foi uma honra representar aquele clube." Boa sorte em Valência.


comentar ver comentários (1)
 

«Estive muitos anos neste clube com muito orgulho, que representei com toda a minha força. Esperava acabar de outra maneira, mas não foi possível. Para o ano vão surgir títulos e eu vou estar cá para celebrar com eles. O plantel tem qualidade e está bem orientado. O Sá Pinto é um grande treinador e um grande homem. Penso que ele percebe melhor o que é o Sporting, sabe liderar um grupo, tem qualidades e eu confio. O treinador que mais me marcou foi o Meszaros, porque me ensinou os primeiros passos. Como colega falo do Rui Patrício, que vi crescer e chegar ao nível a que chegou.»

 

-    Tiago Ferreira    -

 

Observação: Tiago terminou a sua carreira após 17 anos com o «leão» ao peito, mas vai ficar em Alvalade como treinador de guarda-redes dos juniores.


comentar

Quantos atletas do Sporting estarão presentes? Com que expectativas?


comentar

Sobre isto das transferências futebolísticas é o que me ocorre dizer.


comentar
 

Lídia Faria - Vencedora do «Prémio Stromp» para a melhor atleta sportinguista de todos os tempos

Com 17 anos de idade foi inscrita no Benfica, por ser o clube do seu coração. Quando se apresentou, não foi aceite, por não existir atletismo feminino. Experimentou o Sporting e entre 1959 e 1970, ano da sua despedida com festa à futebolista, ganhou 30 títulos de campeã nacional em oito especialidades (100 metros, 200 metros, 400 metros, 80 metros barreiras, lançamento de peso e do disco, 4x100 metros e pentatlo, sendo recordista nacional e ibérica em todas essas provas). Em 1964, durante um Portugal-Espanha, numa só tarde venceu cinco dessas provas e estabeleceu outros tantos recordes ibéricos. Um ano depois, ganharia a prova do lançamento de peso nos Jogos Mundiais da Primavera, disputados no Rio de Janeiro. Sonhou ser... toureira, aspirou a ser costureira, mas acabou por se consagrar no atletismo do Sporting Clube de Portugal.


comentar ver comentários (2)
Sexta-feira, 25 de Maio de 2012
Afinal, que caminho?
Eduardo Garcia da Silva

Li agora, aqui, esta notícia. Espero, muito sinceramente, que não seja verdade. Não se pode andar de peito feito com o exemplo Capel e depois praticar o oposto com o resto do plantel. 


comentar ver comentários (7)
Querem o Diego Capel?
Eduardo Garcia da Silva
O Sporting reagiu à notícia avançada esta manhã em Espanha a um alegado interesse no Atlético de Madrid na contratação do extremo Diego Capel. Pedro Sousa, director de comunicação do clube leonino, disse que o jogador não é negociável e que a contrapartida para uma negociação seria... Falcao.
«As notícias com origem em Espanha e reproduzidas na imprensa portuguesa sobre uma alegada proposta do Atlético de Madrid por Capel não fazem sentido» , afirmou o dirigente leonino que foi mais longe neste suposto interesse:
«É uma notícia sem fundamento. Primeiro porque o jogador não está à venda e não é negociável. Segundo, porque o Atlético de Madrid não teria o desplante de fazer uma proposta naqueles moldes. Terceiro, porque até por respeito a uma anterior administração da SAD, a oportunidade de Rúben Micael representar o Sporting já passou. E quarto, reafirmando que o jogador não está à venda e tem uma cláusula de rescisão em vigor [30 milhões de euros], se o Atlético Madrid quiser conversar connosco directamente e não por interposta pessoa, neste caso a imprensa, a nossa contrapartida pedida é Falcao», disse.

Tags:

comentar

«Um ladrão não deixa de ser ladrão por declamar poesia! Um ladrão não deixa de ser ladrão por ir ao Papa!... As nossas razões podem não chegar à UEFA, como não chegaram para a justiça portuguesa as escutas de café com leite, mas nós não vamos parar enquanto não limparmos o desporto português.»

-    Luís Filipe Vieira   -

Observação: A indignação expressa à conveniência da ocasião e em defesa de interesses próprios, ignorando outras injustiças apenas porque a "nossa" casa não foi atingida naquele momento ou, até, porque também nos beneficia, não é credível e não pode ser transformadora. É imprescendível ser coerente perante o «estado da nação» e ousar pensar, propor e tomar medidas em prol do todo, se o verdadeiro propósito é mesmo «limpar o desporto português». Parafraseando Charles-Louis de Secondat: «A injustiça que se faz a um, é a ameaça que se faz a todos.» Já é tempo de Luís Filipe Vieira e o Sport Lisboa e Benfica se aperceberem disto.


comentar ver comentários (6)
Acabou mal e já começa pior
Bernardo Pires de Lima

Depois da vergonhosa atitude no Jamor, quero apenas dizer o seguinte: não vou ter saudades do Polga; o negócio do João Pereira é patético, ainda antes do Europeu começar; se trocarem o grande Capel por aquele javardo do Micael nesse mesmo dia abro um período de nojo durante o qual não farei tenção de meter os pés em Alvalade enquanto o contrato desse indivíduo durar.


comentar ver comentários (1)

Será que sou só eu, ou também vós se indignam com esta mania pirosa de apoio à Selecção Nacional de dois em dois anos? A moda começou com Scolari e, com uma dose de tolerância do tamanho do mundo, até digo que, na altura, foi original o conceito das Bandeiras Nacionais nas janelas e tal. Agora, repetir a graça de dois em dois anos, de cada vez que há Europeu ou Mundial?

Não há pachorra, confesso. Para mim, a Pátria sente-se e vive-se todos os dias. E não preciso de ter a maior Bandeira Nacional do mundo para mostrar o quanto eu gosto do meu País. Ou comprá-la, made in China, numa grande superfície - que descura sempre o facto dos castelos serem pagodes chineses - e colocá-la com suposto orgulho Pátrio à janela.

Irrita-me esta coisa verdadeiramente bimba de achar que lá porque uns rapazes jogam pela nossa Bandeira, temos todos de ser contagiados pelo espírito da piroseira atroz à volta da Bandeira, do cachecol ou da T-shirt made in BES ou Continente.

Gosto de futebol, gosto de ver a bola, torço pela Selecção Nacional como qualquer bom Português que se preze e adorava que Portugal ganhasse esta competição. Dito isto, detesto a euforia criada à volta disto, como se o País não tivesse motivos bem mais graves para se preocupar.


comentar ver comentários (1)
Leoas à sexta
Pedro Correia

Rita Egídio

Tags:

comentar ver comentários (2)
Autores
Pesquisar
 
Posts recentes

Cada vez mais encarnada

O desespero

Leoas às sextas

Os nossos comentadores me...

Afinal sempre há algo imp...

É só p'ra dizer presente!

Arbitragens antes e depoi...

Os nossos comentadores me...

Bas Dost versus Slimani (...

Pérolas de Rui Oliveira e...

Arquivo

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Tags

sporting

comentários

memória

bruno de carvalho

selecção

leoas

prognósticos

jorge jesus

vitórias

há um ano

balanço

campeonato

slb

arbitragem

benfica

jogadores

eleições

rescaldo

mundial 2014

taça de portugal

liga europa

godinho lopes

ler os outros

clássicos

árbitros

golos

nós

euro 2016

futebol

comentadores

crise

marco silva

scp

cristiano ronaldo

análise

humor

formação

chavões

liga dos campeões

slimani

todas as tags

Mais comentados
158 comentários
155 comentários
152 comentários
136 comentários
136 comentários
132 comentários
Ligações
Créditos
Layout: SAPO/Pedro Neves
Fotografias de cabeçalho: Flickr/blvesboy e Flickr/André
blogs SAPO
subscrever feeds