25 Ago 16
"O Sporting não teve sorte"
Francisco Chaveiro Reis

 


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Parece que ninguém acertou na previsão. Foi um sorteio à Sporting. Sem a sorte dos nossos rivais, mas nada é impossível, estamos cá sempre para lutar e certamente vamos dar uma óptima réplica.

Vai ser bonito ver o melhor jogador português de todos os tempos regressar à casa que o formou. Venham de lá esses jogos.


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Hoje há sorteio!
Francisco Vasconcelos

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Bem sei que se trata de uma prova onde estão os melhores e que todos têm mérito e não há equipas faceis, mas qual pensam que seria o melhor grupo para o nosso Sporting, tendo em conta a composição de cada pote?

 

Para mim seria CSKA, Arsenal e Copenhaga.

 

Quem quiser arriscar fazer o sorteio, pode tentar aqui.

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Nos últimos dois meses o Sporting ganhou quatro vezes mais do que o Benfica em mais de meio século.
Ganhou quatro campeões europeus.

O Benfica ganhou um - o primeiro campeão europeu desde 1962. Infelizmente Eliseu, que eu sinceramente aprecio, nem joga a titular.

Daqui lhe envio o meu abraço solidário.


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«Na próxima entrega de prémios Stromp, gostaria que atribuíssem um a Vieira, Luís Vieira. O nosso agente em Carnide. Nunca alguém conseguiu gastar tanto dinheiro mal gasto ao adversário em tão ponto tempo.»

Carlos Silva, neste texto do Tiago Cabral


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24 Ago 16

Hoje de manhã, ao ver as imagens publicadas na página oficial de Facebook do Sporting, referentes ao primeiro treino do nosso mais recente reforço, Joel Campbell, fiquei bastante preocupado por 2 motivos. E muito sinceramente até estranho os jornais não terem pegado nisto.

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Ora vejam só o ar de poucos amigos de William Carvalho. Pelas caras fechadas que se vêem na fotografia, o ambiente não deve ser o melhor.

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Estará João Mário já a preparar a sua ida para o Inter, aprendendo italiano com Schelotto?

PS: Peço desculpa por este estúpido exercício de recreação, mas foi só para saber o que sentem alguns jornalistas, quando inventam determinadas notícias que podemos encontrar em certos jornais ou programas televisivos.


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«É incrível que em Portugal o torneio de futebol olímpico, onde deveríamos ter presença constante e em que poderíamos arrecadar sucessivas medalhas, não seja encarado com um mínimo de seriedade em decorrência de mesquinhos interesses de vistas curtas, como uma vez mais se viu no Rio em que nos apresentámos com uma equipa de segundas e terceiras escolhas.»

José Lima, neste texto do Edmundo Gonçalves


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23 Ago 16

 

«De Roma vêm sempre grandes presentes. O Porto vai perder por muitos amanhã, infelizmente... [ri-se à gargalhada] E depois acho que o Porto vai ganhar a Alvalade!»

Ontem à noite, na SIC Notícias


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O rei das renovações.
Luís de Aguiar Fernandes

Alguém é capaz de me explicar o que leva um clube a renovar consecutivamente com um jogador que não é opção?

 

Ola John renovou antes de ir para o Reading, e agora renova antes de sair para o novo parceiro de negócios.

 

Ou muito me engano, ou anda aí algo a trocar de mãos. Mas não se preocupem, tenho a certeza que os jornais portugueses não vão questionar nada disto.

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Segunda jornada da Liga 2016/17, segunda jornada com palpites certeiros neste nosso "campeonato" dos vaticínios que segue já na quarta edição.

Desta vez apenas com um totalista. Foi o José da Xã, que anteviu com exactidão o resultado do Paços de Ferreira-Sporting. Demonstrando assim não ter perdido os dotes que o levaram a integrar o trio de melhores apostadores do És a Nossa Fé na época passada.

Parabéns, José.


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Roupa velha
Tiago Cabral

Bastou um empate, um apenas e na segunda jornada de um longo campeonato que acaba em Maio, para que a armada benfiquista viesse, concertada e em uníssono, reclamar contra a arbitragem. Dos tempos em que levados ao colo sem sequer sentirem qualquer pressão, pois os jogos estavam ganhos à partida, antes mesmo desta, agora com uma apregoada super equipa, cheia de mega estrelas, pelo menos pelos milhões que custaram são-no de facto, no primeiro jogo em casa, um jogo onde apenas havia a dúvida sobre a goleada a aplicar, viram-se sem perceber apenas com um pontinho. Pontinho oferecido pelo árbitro numa penalidade inexistente. Caiu tudo. Mal habituados foram em todas as direcções, acusando tudo e todos de serem os responsáveis por este incalculável e inexplicável tropeção. Esquecem-se que ao imitar o Porto dos anos 90, e sabemos que uma cópia é sempre mais fraca que o original, é também necessário, para além do já conseguido controlo dos men in black e dos diversos OCS, que a equipa pelo menos chegue à área adversária, para o penalti da ordem, e que de vez em quando acerte com um remate na baliza. Benfiquistas houve que em desespero psicológico, profundo portanto, até acusaram o nosso JJ (é lidar) de ser o responsável pela não utilização do peruano que lhes custou uns valentes milhões e que até agora apenas meteu em sentido o agora desvalido e desconsiderado Luisão, aquele central que serviu de ponto de referência para Liedson durante umas épocas.

A vida como ela é. 

 


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Baba e ranho
Pedro Correia

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Os calimeros começam cedo este ano: à segunda jornada já têm o treinador transformado em  carpideira nas declarações aos jornalistas enquanto o presidente ameaça vetar árbitros, à vista de toda a gente, dirigindo-se ao vice-presidente do Conselho de Arbitragem: "Não queremos mais aqui este tipo!"

O mais ridículo é que na origem de tanta choradeira esteja um jogo em que o árbitro marcou um penálti a favor deles a poucos minutos do fim. Não ficaram satisfeitos: deviam querer dois em vez de um. E cafezinho com leite logo de manhã. E frutinha da boa à hora de deitar.


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A camisola 7
Francisco Chaveiro Reis

Joel Campbell (fantástico reforço e sério candidato a ser um dos melhores jogadores da liga, na minha opinião) escolheu usar a camisola 7. Soaram os alarmes. Desde Figo, em 1993/1994 que a camisola é tida como maldita (e o extremo não teve razões para amaldiçoar o clube que o formou) para os lados de Alvalade. Leandro Machado, Izmailov, Bojinov e Shikabala ficaram aquém das expectativas e revelaram alguns problemas disciplinares. Sá Pinto, Iordanov, Niculae, Delfim e Jeffrén lesionaram-se. Entre 2003 e 2007, bem como entre 2014 e 2016, o número não foi sequer escolhido. Será Campbell o próximo a brilhar com a camisola verde e branca, tendo o 7 nas costas?

Como curiosidade, aqui ficam os donos da 7 desde a saída de Figo (só em 1995/1996 os números passaram a ser fixos)

95/97 - Sá Pinto

97/98 - Iordanov

98/99 - Leandro Machado

99/00 - Delfim

00/01 - Sá Pinto

01/03 - Niculae

03/07 - Não atribuido

07/11 - Izmailov

11/12- Bojinov

12/13- Jeffrén

13/14- Shikabala

14/16- Não atribuido

 


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O homem já chegou. A campanha parece que vai mesmo resultar. 

Medo.


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«Por excesso de produção, vendem-se hoje em Carnide melões baratos. Aproveitem, na compra de dois oferecem o Talisca.»

Carlos Silva, neste meu postal


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22 Ago 16
Rui, esta é para ti.
Gabriel Santos

 


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Francisco Geraldes
Pedro Correia

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Francisco Geraldes, jogador do Sporting  emprestado ao Moreirense, destacou-se na vitória de ontem da equipa de Moreira de Cónegos ao Feirense, em Vila da Feira (0-3). Desenhou o primeiro golo, assistiu no segundo e marcou o terceiro.

Depois de ter brilhado ao serviço do Sporting B na época passada, o nosso médio criativo - com apenas 21 anos - promete dar nas vistas no campeonato nacional de futebol 2016/17.

Um percurso a seguir com atenção.

 

ADENDA: Francisco Geraldes integra o onze da semana europeia, segundo a Gazetta dello Sport.


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Jogos Olímpicos
Edmundo Gonçalves

No meu tempo chamava-se Ginástica.

Havia uma classificação qualitativa ( de Mau a Muito Bom ) e confesso que não tenho memória se afectava a classificação final geral.

De qualquer modo, era disciplina obrigatória e numa altura em que o dinheiro não abundava, e francamente não havia a qualidade e quantidade de oferta que há hoje, o equipamento, fato de treino de flanela verde incluído, era costurado pela mãe e as sapatilhas, hoje eufemisticamente apelidadas de ténis, sejam para a prática desse desporto ou não, eram as verdadeiras sapatilhas de ginástica, que serviam para tudo, até para correr. Mais tarde haveriam de chegar as Sanjo e depois as Adidas...

 

Serve o intróito para falar da importância da educação física em geral e do currículo escolar em particular.

Em todos os países onde o desporto ( e não só a corrida ) é encarado como parte essencial do desenvolvimento dos jovens e do bem-estar dos menos jovens, quando em competição os resultados positivos aparecem quase que naturalmente. Entendam como "naturalmente" um trabalho cuidado desde a pré-primária com objectivos definidos: Proporcionar uma melhor qualidade de vida aos cidadãos e por arrasto proporcionar aos que se distingam a possibilidade de se transcenderem e em competição demonstrarem as suas aptidões. Em regra, os atletas destes países têm mais possibilidades de conquistar medalhas em competições de alto nível.

É certo que o universo de escolha é importante, mas se fosse esse o caso os atletas da União Indiana, p.e., estavam carregados de medalhas e isso não acontece. Então, provavelmente, a qualidade do ensino é factor essencial para a obtenção de resultados. Basta ver as grandes potências da modalidade, como tratam a educação física e o desporto em geral. Há países que até atribuem bolsas universitárias aos melhores atletas, vejam bem! As universidades disputam os melhores atletas, coisa extraordinária.

É verdade que no meu tempo, quando a Ginástica era obrigatória, os resultados eram medíocres, exceptuando talvez uma medalha olímpica no hipismo, muitos anos antes e as vitórias no hóquei em patins, que não se percebe como não é modalidade olímpica, a propósito.

Os resultados começaram a aparecer nos finais dos anos setenta, resultado de uma democratização do desporto e porque correr não custava dinheiro.

Outros desportos foram-se desenvolvendo, fruto do investimento dos clubes e duma saudável rivalidade entre eles, o que fez com que de lá para cá, em pouco mais de quarenta anos, conquistássemos vários títulos europeus, mundiais e olímpicos a nível individual e colectivo. O palmarés do nosso país, longe de ser glorioso, enobrece quem se dedicou de corpo, alma e coração a um objectivo maior, que foi o de elevar o nome de Portugal ao mastro mais alto. Sem referência a nomes, pessoas houve que deram tudo de si a esta missão que tomaram como sua e levaram a água ao seu moínho.

 

Dizem por aí que os resultados dos portugueses nestes Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, foram fracos e muito aquém do esperado.

Discordo em absoluto! Senão, tomem lá uns números para reflexão: 

Melhor prestação de sempre em termos de resultados nos seis primeiros: Dez atletas conseguiram-no.

19 classificações no 'top 10', e mais 13 até aos 16 primeiros. Dos 91 atletas, 29 regressam a casa com diploma, 38 estão no 'top 10' e 50 na posição de semifinalistas.

Conseguiu-se uma medalha de bronze. Mas convém não esquecer que em termos de medalhas, sendo Telma Monteiro a única a consegui-lo, Portugal só conseguiu duas medalhas por cinco vezes e três em duas ocasiões.

 

Ouviram-se algumas críticas de atletas e treinadores ao Estado e à forma como apoia o alto rendimento, não tanto pela falta de apoio, pareceu-me, mas pela qualidade do apoio prestado. Há hoje novas técnicas e equipamentos auxiliares de treino que urge colocar ao dispor e que provavelmente não implicarão um investimento por aí além. Haja vontade política para dedicar ao desporto, começando pelo desporto escolar, a atenção que ele merece. A maioria dos autarcas deste país já deu o seu contributo e foram nascendo como cogumelos pavilhões, polidesportivos, piscinas, pistas de atletismo, etc, que se encontram, parte deles, às moscas. Senhores decisores, é favor encontrar forma legal de os colocar ao serviço dos atletas e procurar rentabilizar o investimento.

Uma certeza tenho, se não houver vontade política (este chavão serve para tudo), o esforço dos nossos atletas, treinadores e dirigentes, não sendo em vão, difícil e raramente atingirá o topo, como é desejo de todos, a começar por eles próprios. 

 

Por fim, em jeito de desafio, compare-se os apoios dados a estes atletas e os apoios dados às empresas, para se internacionalizarem.

Compare-se também os resultados.

 


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Mestre Oliveira
Pedro Correia

Eu sei que ele não era do Sporting, mas sempre fui apreciador da sua arte. Tenho-me lembrado dele por estes dias e é com todo o gosto que o evoco aqui.

Mestre Manoel de Oliveira, um dos maiores valores de sempre da cultura portuguesa - e também do desporto, que praticou durante décadas. Um nome que não poderemos esquecer: aqui lhe presto a devida vénia.

 

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 Manoel de Oliveira, enquanto jovem, foi praticante de automobilismo

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Nunca consegui perceber a aversão que O Jogo tem a William Carvalho - bem patente nas pontuações em regra atribuídas pelo jornal ao nosso campeão europeu que destronou o portista Danilo como titular da selecção nacional.

Durante toda a Liga 2015/16 este foi o único periódico desportivo que omitiu o nosso n.º 14 do rol dos melhores em campo, na linha do que já acontecera na segunda volta da Liga 2014/15. Felizmente o seleccionador Fernando Santos não elabora os seus juízos com base no jornal mais conotado com o FC Porto.

 

E no entanto, mesmo sem o ritmo competitivo ideal por ter começado a integrar-se mais tarde nos treinos da equipa, William tem sido um dos mais influentes jogadores leoninos neste início do campeonato. Isso mesmo, de resto, foi sublinhado por diversos observadores na imprensa portuguesa.

Segundo o jornalista Vítor Almeida Gonçalves, que assinou ontem a crónica do jogo no Record, o nosso médio defensivo foi fundamental no desafio de Paços de Ferreira para "unir as pontas soltas" no corredor central, contribuindo para que o Sporting saísse invicto do estádio Capital do Móvel. Alexandre Carvalho, editor-adjunto do mesmo jornal, elogiou sem reticências o contributo de William neste confronto: "Nos movimentos defensivos a equipa reorganizava-se e promovia uma espécie de 'mutação táctica': William Carvalho mantinha o controlo absoluto da área imediatamente à frente do quarteto defensivo."

Carlos Xavier, ex-jogador convidado pelo Record para analisar o jogo, destacou o "acerto de William e Adrien no meio-campo". Na sua perspectiva, ambos "foram muito importantes na manobra da equipa e para que esta conseguisse chegar ao triunfo em Paços de Ferreira".

 

O Record atribui a William três pontos (em cinco) enquanto A Bola lhe dá seis (em dez). Mas O Jogo, fiel à sua máxima de desvalorizar o trabalho do campeão leonino, atribui-lhe apenas cinco pontos (em dez). A mesma pontuação - algo verdadeiramente espantoso - concedida a Carlos Mané (que esteve pouco mais de dez minutos em campo) e ao apagado Marvin (que não chegou a jogar meia hora).

"Falhou um número anormalmente alto de passes e recorreu muitas vezes à falta quando já tinha cartão amarelo, atitude que o colocou à beira de uma expulsão que podia ter comprometido a equipa. Redimiu-se nos minutos finais ao segurar bem a bola perante a pressão do adversário": foi esta a justificação dada pelo jornalista Duarte Tornesi para lhe atribuir a nota mais baixa.

 

Alguém imagina o Sporting a sair invicto e vitorioso de Paços de Ferreira com um William a actuar como O Jogo descreve e pontua?


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«O que salta à vista:
- dois jogos, duas vitórias
- a nossa baliza mantém-se inviolável
- Adrien consolida a cada jogo a sua condição de Capitão com "C" grande.»

Jorge Sousa, neste meu texto


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21 Ago 16
O dia seguinte
Pedro Correia

Rafael Toucedo, O Jogo: «O Sporting voltou a apresentar-se com a identidade da época anterior, o que significa ter elevada eficácia defensiva (na época 2015/16 os verdes e brancos terminaram como a melhor defesa da Liga). Em dois jogos na presente edição da prova o Sporting ainda não encaixou qualquer golo, tranquilizando os adeptos que sofreram ao ver o deficitário registo dos jogos de pré-temporada...»

 

Ricardo Quaresma, A Bola: «O Sporting ganhou por um, podia ter conseguido vantagem maior, mas mais golo menos golo o importante eram mesmo os três pontos. E a bem da verdade o Sporting fez mais do que o suficiente para merecê-los.»

 

Vítor Almeida Gonçalves, Record: «A equipa já exibiu algo que o treinador considera essencial para a construção de um colectivo forte e que é a solidez defensiva, assente em rigor táctico e organização. Aspectos que poderiam resumir-se na exibição de Coates, providencial no corte sobre Cícero que garantiu os três pontos, a dois minutos do fim. Com Coates, Semedo e William Carvalho a unir as pontas soltas, o corredor central do Sporting está já muito próximo da qualidade com que terminou a última temporada.»


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Paços de Ferreira-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Coates: 18

Adrien: 17

Rúben Semedo: 16

Alan Ruiz: 15

Gelson Martins: 15

Rui Patrício: 15

João Pereira: 15

Bruno César: 15

Slimani: 15

Bryan Ruiz: 14

William Carvalho: 14

Marvin: 12

Carlos Mané: 11

Bruno Paulista: 1

 

O Record elegeu Coates como figura do jogo. A Bola e O Jogo optaram por Adrien.

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Portugalmente
Luciano Amaral

Um tipo vai de férias à estranja e quando volta o Sporting continua à beira do colpaso: Adrien isto, Slimani aquilo, João Mário aqueloutro. Em suma, o caos. Compare-se com a beleza pastoral do Benfica. Talisca? Luisão? Quem são esses?

No fim, do caos resultou a chegada de Joel Campbell, alguém que se arrisca a vir a ser um dos melhores jogadores do campeonato e de quem os jornalistas desportivos não disseram uma palavra até anteontem. Benditos.


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O melhor é o pior
Pedro Correia

A avaliar pelo que se concluiu no longo programa de comentário futebolístico deste serão na TVI 24, o melhor jogador do Sporting em Paços de Ferreira foi o ausente João Mário, que já está de partida, e o pior foi o costarriquenho Joel Campbell, que ainda não chegou.

São uns pândegos, estes comentadeiros incapazes de elogiar quem está, prontos a desancar quem ainda não se estreou e ansiosos por ver os nossos maiores craques fora do Sporting. Um dia destes vamos eleger aqui o melhor de todos eles. Quero dizer: o pior.


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Se eu porventura fosse o cronista de um qualquer diário desportivo usaria este meu título para descrever em poucas palavras o que aconteceu na Mata Real.

Ainda que tenha sido o campeão Adrien a marcar o golo, a verdade é que o ponta-de-lança do Sporting teve uma acção preponderante na recuperação da bola quase no fundo da linha.

Mesmo sem contabilizar ainda qualquer golo, o argelino mostrou porque é uma peça fundamental no Sporting de 2016/2017.

 


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20 Ago 16
Grão a grão
Edmundo Gonçalves

...Enche a galinha (salvo seja, cruzes canhoto, vade retro) o papo.

Ou como diria um amigo, "grelim grelim, papim papim".

O campo é tradicionalmente difícil, mas a equipa vestiu o fato de trabalho e pôs mãos à obra.

Empreitada concluída com êxito e com algum brilhantismo, apesar da falta de um dos artistas.

Equipa de arbitragem com alguns erros de pormenor, mas no essencial esteve bem, concretamente nos foras-de-jogo. Um ou outro amarelo que poderia ser mostrado a jogadores da casa, mas na globalidade, actuação positiva.

Venham os andrades.


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Segundo desafio, segunda vitória, terceiro jogador a marcar, nenhum golo sofrido. Hoje superámos mais uma etapa, num estádio tradicionalmente difícil. Contra uma equipa que há um ano veio empatar a Alvalade.

Em vez do fato de gala, os jogadores vestiram de ganga. Foram operários. O brio colectivo superou o brilho individual neste primeiro jogo sem João Mário: o campeão europeu, de malas feitas para Itália, ficou fora da convocatória.

O golo solitário aconteceu num momento crucial, pouco antes de o árbitro Hugo Miguel apitar para o intervalo. Coroando uma fulminante manobra atacante em que vários jogadores se destacaram - o regressado Slimani a recuperar uma bola que parecia impossível de travar para lá da linha de fundo, Bruno César a centrar de forma impecável, Gelson Martins a recebê-la muito bem de cabeça e servindo Adrien, exímio a marcar. O nosso capitão foi o melhor em campo.

O onze anfitrião não ameaçou a nossa baliza mas fez os possíveis para desarmar o processo ofensivo leonino em largos momentos do encontro. Ainda sem automatismos, com uma equipa a adaptar-se à ausência de um dos seus maiores talentos, o Sporting cumpriu a missão essencial: trazer três pontos da Mata Real.

Vitória escassa, dirão alguns. Mas é de muitas vitórias escassas que se vai construindo um percurso triunfador: já levamos mais dois pontos do que tínhamos há um ano, por esta altura. As longas caminhadas fazem-se de pequenos passos.

 

............................................................................ 

 

RUI PATRÍCIO (6). Sem uma intervenção em toda a primeira parte e raras vezes solicitado na segunda, não deixou de se mostrar atento, como ficou evidente aos 74' ao defender a pontapé fora da grande área.

JOÃO PEREIRA (6). Segundo jogo consecutivo a titular, confirmando-se que o treinador continua a confiar nele. Voltou a ser combativo mas foi mais contido do que no desafio anterior, doseando o esforço com inteligência.

COATES (7). Exibição muito segura, com intervenções cruciais em pelo menos dois lances: um corte acrobático aos 13' e uma intercepção de risco aos 88', pondo fim com brilho à situação de maior perigo causada pelo Paços.

RÚBEN SEMEDO (7). Outro desempenho muito positivo, com forte sentido posicional. Não falhou uma dobra quando os companheiros das alas se encontravam adiantados. Revela uma maturidade rara num jogador tão jovem.

BRUNO CÉSAR (6). Aposta de Jesus como lateral esquerdo. Aos 29' tentou o chapéu com um remate de 50 metros quando Defendi se encontrava adiantado: teria sido um grande golo. Teve intervenção crucial no lance do golo.

WILLIAM CARVALHO (7). Ocupou-se sobretudo com missões defensivas, contribuindo para a segurança do nosso último reduto. Atento às dobras, acorreu às alas. Fez um excelente passe de ruptura para Slimani aos 64'.

ADRIEN (8). O mais influente em campo. Ninguém como ele ligou tão bem os sectores, ninguém revelou tão boa visão de jogo. Protagonizou uma jogada extraordinária aos 31', deixando três adversários para trás. Marcou um grande golo.

BRYAN RUIZ (5). Exibição apática do costarriquenho, com um rendimento claramente inferior ao demonstrado em grande parte da época passada. Teve o melhor momento no lance de construção do golo. Substituído aos 90'.

GELSON MARTINS (7). É o jogador mais bem posicionado para herdar a posição de João Mário. Segunda assistência para golo no segundo jogo consecutivo. Passe soberbo que Slimani desperdiçou por muito pouco (59'). Saiu aos 80'.

ALAN RUIZ (6). Falta-lhe criar rotinas, mas continua a revelar apontamentos que merecem destaque. Tem uma boa técnica de remate, evidenciada em disparos à baliza pacense (34' e 49'). Manteve-se em campo até aos 66'.

SLIMANI (7). Estreia neste campeonato com uma característica que sempre revelou: nunca desiste de um lance. Foi crucial na recuperação da bola no lance do golo. Quase marcou de cabeça (38') e podia ter marcado com o pé (59').

MARVIN (5). Jesus fê-lo entrar aos 66', encostando-o à ala ofensiva. Protagonizou uma vistosa jogada individual aos 69': a concorrência parece fazer-lhe bem. Aos 76' fez uma falta desnecessária na zona frontal que lhe valeu um cartão.

CARLOS MANÉ (4). Recém-chegado dos Jogos Olímpicos, teve a primeira oportunidade nesta Liga ao alinhar a partir do minuto 80. Tempo insuficiente para mostrar o que vale. Precisa de ganhar confiança. E de trabalhar para isso.

BRUNO PAULISTA (-). Entrou aos 90', essencialmente para queimar tempo. Mostra vontade de jogar e parece querer aproveitar bem cada minuto que o técnico lhe concede.


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Gostei

 

Da vitória. Fomos arrancar um triunfo ao Paços de Ferreira, por 1-0, num dos estádios tradicionalmente mais difíceis do campeonato português. Contra uma equipa que há um ano veio empatar a Alvalade.

 

De ver a nossa equipa invicta. Segundo jogo a ganhar, segundo jogo sem sofrer golos. É a confirmação de que temos uma defesa muito sólida, como já tinha sido demonstrado na segunda volta da época passada.

 

Dos centrais leoninos. Exibições impecáveis de Coates e Rúben Semedo, perfeitamente articulados e de uma concentração sem falhas, facilitando muito a tarefa de Rui Patrício.

 

Do golo de Adrien. Excelente execução técnica do capitão leonino, numa semi-rotação, disparando para fora do alcance do guarda-redes. Este golo, a um minuto do fim da primeira parte, valeu-nos três pontos. E confirmou o nosso n.º 23 como o melhor jogador em campo. Absolutamente decisivo.

 

De Slimani. Estreou-se a actuar na Liga 2016/17, após um jogo de castigo na jornada inaugural, ainda referente à última época. Não marcou, mas ajudou a marcar: é dele a recuperação da bola junto à linha de fundo, permitindo prosseguir o lance que terminaria no golo. O espírito combativo e a acutilância do argelino continuam em evidência.

 

De toda a jogada do golo. Exemplar trabalho colectivo, que começou com uma boa reposição de bola por Rui Patrício, prosseguiu numa eficiente escala pelo corredor esquerdo protagonizada por Bryan Ruiz, ganhou novo fôlego com a recuperação de Slimani, desenvolveu-se num cruzamento a cargo de Bruno César, prolongou-se com a boa recepção e assistência de Gelson Martins e foi coroado com o golo de Adrien.

 

De Alan Ruiz. Recém-chegado, ainda não está rotinado a jogar com Slimani, mas voltou a demonstrar bons pormenores: é jogador de área e tem vocação para o remate. Como comprovou por duas vezes, suscitando defesas difíceis do guardião Defendi.

 

Do regresso de Carlos Mané. O nosso olímpico, que parecia fora dos planos de Jorge Jesus para esta época, volta a ter uma oportunidade. Foi suplente utilizado, a partir dos 80': merece mais esta oportunidade.

 

De ver seis portugueses no nosso onze inicial. Mesmo com João Mário ausente, o Sporting continua a marcar a diferença também neste pormenor. Que é pormaior.

 

Do apoio dos adeptos. Nas bancadas do estádio Capital do Móvel os cânticos de incentivo das claques leoninas fizeram-se ouvir do princípio ao fim.

 

Do estado do terreno. Excelente relvado, o da Mata Real. Oxalá se pudesse dizer o mesmo de todos os palcos deste campeonato nacional de futebol.

 

 

Não gostei

 

Da ausência de João Mário. O nosso campeão europeu não viajou a Paços de Ferreira, estando eventualmente em vésperas de rumar ao Inter. Faz-nos falta, sem dúvida alguma.

 

Das escassas oportunidades de golo. O jogo esteve muito embrulhado a meio-campo, faltando-lhe acutilância ofensiva - sobretudo da parte da equipa anfitriã.


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O preço do sucesso
Pedro Correia

"Este assédio aos meus jogadores não é novidade para mim. São muitos anos a ter que perceber estas situações de mercado, principalmente em Agosto. Há um ano, quando cheguei, não tinha estes problemas... É sinal que os jogadores foram valorizados, é fruto da qualidade da minha equipa técnica. O meu trabalho é potenciar os jogadores e o clube. É o que faço. Depois paga-se o preço do sucesso."

Jorge Jesus, ontem, em conferência de imprensa


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Futebol à Brás
Pedro Correia

«Neste momento a informação que temos é que o Sport Lisboa e Benfica já não estará nessa corrida. Ou seja, o FC Porto neste momento será o único clube português a lutar pela contratação de Rafa.»

Rui Pedro Brás, TVI 24, 17 de Agosto


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19 Ago 16

25 milhões andou a apregoar por todo lado. Correu a China, Inglaterra e Salvaterra de Magos para vender o Talisca. Pelos vistos, acaba no Besiktas por empréstimo de dois anos com opção de compra de, imagine-se, 25 milhões. Mas claro, depois de ter o jogador durante dois anos, é óbvio que o clube turco vai pagar o montante pedido. 


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Hoje, 19 de Agosto, o jornal A Bola faz manchete com a notícia inversa à que trazia a 10 de Agosto. Depois de garantir ao País que Rafa "estaria mais perto do FC Porto", pronto a integrar o plantel do Dragão, agora assegura que o mesmo jogador será afinal contratado pelo Benfica.

Dá até vontade de perguntar se o director deste jornal se chama Pimenta Machado. O tal que enriqueceu o pensamento filosófico nacional quando esclareceu que aquilo que hoje é verdade amanhã se torna mentira. Ou vice-versa, o que vem a dar no mesmo.


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«O caso mais sintomático na questão das formações podemos encontrar na família Veloso. O pai, carnidense de gema, enviou o filho para o outro lado da Segunda Circular. Ele lá sabia porquê.»

Carlos Silva, neste meu texto


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18 Ago 16
Silly season
João Távora

Onde a silly season se revela com mais força é nos jornais e programas de comentário futebolístico. Suspeito que a maior parte dos boatos que circulam como manchetes nascem na própria redacção.


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Parabéns Mágico!
Francisco Vasconcelos

Bem sei que alguns não lhe perdoam o falhanço frente ao nosso maior rival, o ano passado, em Alvalade, mas porque, para mim, é, sem dúvida, um dos jogadores mais talentosos que vi vestir a verde e branca, gostava de homenagear Bryan Ruiz, no dia do seu 31º aniversário, partilhando um vídeo dos seus melhores momentos. Que venham muitos mais!

 

 


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O melhor elogio
Pedro Correia

Pedro Guerra, no estilo que o caracteriza como ponta de lança encarnado fora das quatro linhas, confessou-se "amigo" do Nuno Saraiva antes de o arrasar no habitual comício encarnado das noites de segunda-feira na TVI 24.

Vindo de onde vem, melhor elogio não pode haver. Prova evidente de que o novo director de comunicação do Sporting está a fazer um bom trabalho. Merece parabéns por isso.


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Jornalismo no seu melhor
Francisco Vasconcelos

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Bem sei que é um pouco off do nosso Sporting mas é mais uma prova da qualidade do jornalismo nacional, actualmente. Descubram as diferenças!

 

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A minha costela Jota Jota
Edmundo Gonçalves

Agradecendo ao Pedro Correia Francisco Vasconcelos por ter lançado o post da primeira jornada (confesso que apenas me lembrei quando o vi publicado, isto das imperiais e da conquilha é tramado), e constatando que nenhum dos apostadores acertou na "escalação" de Jesus, façam o favor de lançar os vossos palpites para a próxima jornada, com o Paços de Ferreira, a disputar no próximo Sábado, com início às 18.30 horas, não esquecendo que temos de volta Slimani.


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