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És a nossa Fé!

Anda daí!

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Para nos ajudares a vencer o campeonato!

Para ires ao Mundial!

Para voltares a ser feliz!

Para mostrares ao mundo o craque que és!

Por estas e outras razões acredito que é possível, em Janeiro, trazer Nani.

Não duvidem que, com ele, a probabilidade de vencer o campeonato seria substancialmente maior.

Prognósticos antes do jogo

Depois de um relance pelo paupérrimo desempenho de outras equipas, voltemos a falar de coisas relevantes, como o nosso próximo desafio do campeonato nacional. É o Paços de Ferreira-Sporting, que se disputa a partir das 18 horas deste domingo, com a 12.ª jornada a ser assegurada pelos habituais árbitros de turno, já superada a maré de "perturbações psicológicas" que parecia tê-los afectado no início da semana.

Eles falam, falam, falam, mas no fim o dinheirinho proporcionado pelo apito é que conta. Assim ninguém consegue levá-los a sério, como há dois dias aqui escrevi.

Mas isso agora não interessa nada. Vamos ao que importa: quais são então os vossos prognósticos para este jogo?

A voz do leitor

«Noite europeia gloriosa da nossa equipa. Sem fazermos propriamente uma grande exibição, fizemos no entanto um bom jogo, inteligente com um grande rigor táctico sabendo aproveitar bem as falhas defensivas da equipa grega. A equipa esteve bem colectivamente, quase todos os jogadores estiveram bem, praticamente ao mesmo nível cada um sabendo muito bem o que tinha que fazer em campo.»

 

Orlando, neste meu texto

Abril de 2016

Para seguir em frente na Liga dos Campeões o Sporting só tem vencer em Camp Nou e esperar que a Juventus não ganhe em Atenas. Para a primeira parte ser verdade, basta imitar Real Madrid (Ronaldo marcou o golo da vitória) e Valência que, em abril de 2016, foram as últimas equipas a derrotar o Barça na sua casa, ambas por 1-2. Estaremos em boa companhia. Podemos ainda lembra o 0-3 com o Bayern (maio de 2013); outro 1-2 com o Real (abril de 2012) e até um 0-2 com...o Hércules (setembro de 2010). 

Lampião que vai à frente alumia duas vezes

Os resultados da jornada europeia de ontem demonstraram aquilo que muitos comentadores tinham notado no final da última: as possibilidades de o Benfica se apurar para a Europa continuam a ser maiores do que as do Sporting. O Sporting complicou as contas na última jornada, ao empatar com a Juventus, e não desfez o nó ontem. Já o Benfica fez uma exibição monumental em Manchester (apenas manchada por um ou outro erro individual) e não se lhe podia pedir que fosse bater-se de igual para igual com o actual terceiro classificado do campeonato russo. Se o Sporting complicou as contas, o Benfica tornou-as bem simples, num grupo que tinha tudo para ser muito difícil ao início.

Tudo ao molho e Fé em Deus - A Quinta dos Brunos segue na Europa

Grande noite europeia em Alvalade. Ainda muitos espectadores se acomodavam nas bancadas e já André Pinto acertava no ferro da baliza grega. Foi o quarto remate aos postes em dois jogos contra o Olympiacos, um clássico. Na mesma linha, voltámos a marcar 3 golos e a falhar outros tantos. Sendo um jogo de Champions, a tradição não seria o que é se não emergisse Bruno César a engrossar o seu rol de vítimas em 2 anos de liga milionária: Real Madrid, Borussia Dortmund, Juventus, Olympiacos. Bem sei que a nova coqueluche do outro lado da 2ª Circular já marcou dois golos em apenas uma edição (e dois jogos), mas ainda assim não será coisa pouca, certamente [ou como se pode trazer águ(i)a no bico da bota do brasileiro]. Dia normal no escritório, também, para o inevitável Bas Dost - os 4 jogos anteriores é que constituiram um paradoxo - com mais 2 golos no seu pecúlio.

O futebol seria pouco mais do que um negócio se não houvesse a arte sublime de jogadores como Bruno Fernandes, a lembrar-nos o quão belo pode ser o jogo. Bruno, o influente, não marcou (assistiu para um golo do "flying dutchman") mas encantou. A ele, não lhe chega fazer golo, é preciso fazê-lo com estilo. Com um mestrado em trignometria, ontem, esteve 90 minutos a tentar colocar a bola nos ângulos da baliza grega. Falhou à tangente, mas pelo menos não foi secante para a audiência. Felizmente para nós, os helénicos não leram o Manual para (parar) Brunos...

Um jogo do Sporting não seria a mesma coisa, se não aparecesse Jorge Jesus a inventar qualquer coisa. O genial Dr Jekyll que há em si urdira um extraordinário plano de jogo, mas Mr Hyde tinha de emergir. Desta vez, decidiu substituir metade da defesa, imagine-se. Um dos que entraram, ou não partilhásse o nosso sangue desde pequenino, tremia a varas verdes. Começou por abalroar o seu próprio guarda-redes, terminaria a falhar a intercepção no golo do Olympiacos. A questão nem é Tobias ou não Tobias, é mais Valium ou Lexotan. Para pôr a cereja em cima do bolo, "la pièce de résistance", no fim lá entrou o 2 Ts.

Destaques ainda para Piccini - o nosso primeiro golo foi fabricado no seu discreto, mas altamente eficiente, laboratório -, Mathieu - não ficou tremida aquela quase gloriosa fotografia que tirou ao guardião grego - e Gelson Martins, um general muitas vezes perdido no seu próprio labirinto, de onde se libertou para assistir Dost.

 

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O céu é longe. Ou já ali, quem sabe?

A um Sporting adulto, foi ao que assistimos hoje em Alvalade. Jesus entendeu, e bem, que um pássaro na mão é muito mais importante que dois a voar, vai daí armou uma equipa consistente, que nunca colocou em causa o apuramento para a Liga Europa, o primeiro objectivo da noite. Cedo poderia ter-se adiantado no marcador, teve duas ou três oportunidades flagrantes para o fazer, mas o guarda-redes adversário e a má pontaria evitaram a inauguração do marcador mais cedo. Perto do final da primeira metade chegou o primeiro golo, numa jogada tão simples, quanto genial: Piccini, bola em arco para Gelson, que à entrada da área cruza perfeito para Bas Dost enviar a redondinha beijar o véu da noiva. Se é certo que a equipa controlou na perfeição o jogo do adversário, o segundo golo, numa insistência de Bruno César, de bico, à antiga portuguesa, veio acrescentar à calma que a equipa demonstrava o soltar das amarras tácticas e assistimos a uma segunda parte de luxo, onde os rapazes marcaram mais um, mas poderiam ter-se alambazado, tal foi o número de golos desperdiçados.

O golo do adversário, dizem na rádio que vim a ouvir no carro, foi irregular. Eu confesso que à distância a que estou, não me apercebi de qualquer falta.

O senhor do apito teve alguns lapsos no campo disciplinar, prejudicando os nossos.

Hoje, apesar de não ter sido o nosso melhor jogador (só porque não marcou, mas não fora uma enorme estirada do GR "grego" e tinha feito o gosto ao pé), quero destacar Fábio Coentrão. Esteve enorme!

A exibição menos conseguida, parece-me ter sido de William, pareceu-me intranquilo, mas percebe-se. Vindo de uma lesão e ocupando um lugar vital no xadrez, é normal, no entanto esteve irrepreensível no aspecto defensivo, que afinal era o mais importante.

 

Agora é ir ganhar ao Barcelona. Eu acardito!

 

Quente & frio

Gostei muito da vitória do Sporting hoje em Alvalade, por 3-1, contra o Olympiacos. Um triunfo que nos coloca desde já na Liga Europa, enquanto mantemos intacta a esperança de lutar pelo acesso aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Também gostei muito da exibição leonina: tranquila, segura, personalizada, com a equipa muito bem organizada, impondo-se com naturalidade perante a inócua turma grega. Balanço até agora muito positivo da nossa prestação na Champions: sete pontos, duas vitórias, um empate e duas derrotas tangenciais (frente ao Barcelona e à Juventus, colossos do futebol mundial).

 

Gostei do regresso de três jogadores que estavam lesionados: Piccini, Matthieu e William Carvalho - todos com boas prestações nesta partida. Também gostei do resultado ao intervalo (2-0). E dos golos. O primeiro por Bas Dost, aos 40', após grande trabalho individual de Piccini na ala direita seguido de assistência de Gelson Martins. O segundo, aos 43', por Bruno César, numa jogada de insistência coroada de êxito. O terceiro, novamente por Bas Dost, cabeceando à matador para o fundo das redes após um canto marcado aos 66' por Bruno Fernandes.

 

Gostei pouco de ver alguma impaciência dos adeptos nas bancadas, evidenciando um nervosismo para mim incompreensível. Não havia a menor necessidade, como a nossa equipa bem demonstrou.

 

Não gostei da ausência de dois titulares habituais do Sporting: Acuña, por lesão, e Coates, castigado. Mas foram ambos bem substituídos: o internacional argentino por Bruno César, que deu boa conta do recado, destacando-se com a marcação de mais um golo (já tinha marcado à Juventus); o internacional uruguaio por André Pinto, um dos melhores em campo neste desafio, em que aliás foi protagonista do primeiro lance de perigo construído pelo Sporting, logo aos 2', levando a bola a embater no poste.

 

Não gostei nada de ouvir novo coro de assobios ao Hino da Champions. Uma atitude incompreensível. Será que estes adeptos preferiam ver o Sporting excluído da principal montra do futebol mundial a nível de clubes? Sentir-se-ão incomodados por Alvalade receber jogos desta magnitude?

Cobardolas

É absurdo que uma classe profissional investida da responsabilidade de tomar decisões corajosas dentro das quatro linhas seja incapaz de transportar essa suposta coragem para a defesa dos seus interesses socio-profissionais. Os árbitros cobrem-se de ridículo com a estrambólica avalanche de "pedidos de dispensa" de apitarem jogos na próxima jornada do campeonato nacional, alegando "falta de condições psicológicas". Apenas três em 76 se demarcaram desta indefensável manobra colectiva disfarçada de incómodo pessoal.

Só uns poltrões e uns cobardolas agem assim. Quem tem brio, determinação e galhardia assume a greve e decreta sem sofismas o boicote aos desafios da Liga. Gostava que estes senhores agissem dessa forma. Mas, pelo andar da carruagem, já percebi que terei de esperar sentado.

{ Blog fundado em 2012. }

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