19 Fev 17
Jesus vs.Jesus
Luciano Amaral

Ainda bem que ontem Jorge Jesus enfrentou o Jorge Jesus do Norte. Assim, para desenjoar, ganhámos à Tondela ou à Benfica, em vez de perdermos à Sporting, que é sempre muito bonito mas ainda mais deprimente.


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Há coisas que não entendo de todo nas notas que os jornais atribuem aos jogadores. Hoje, por exemplo, o diário Record reabilita Jefferson, ontem claramente o pior jogador do Sporting frente ao Rio Ave, atribuindo-lhe nota 3 (em 5), claramente positiva. A mesma nota que atribui a Paulo Oliveira, Gelson Martins e Adrien, por exemplo. E apenas um patamar mais abaixo do que o 4 atribuído pelo mesmo jornal a Rui Patrício.

Para mim é incompreensível como um jornal desportivo mantém uma gama classificativa tão reduzida como esta, que leva dois terços dos jogadores a receberem nota 2 ou 3. Sem distinguir, portanto, as verdadeiras diferenças dos desempenhos que tiveram em campo. Eu se fosse responsável editorial do Record ampliava este critério, passando a atribuir notas de 1 a 10 - aliás à semelhança do que fazem os outros jornais.

Mas o que de todo não entendo é como foi possível enaltecer o medíocre Jefferson do jogo de ontem, dando-lhe nota positiva. Há razões que a própria razão desconhece.


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Rio Ave pelos três diários desportivos:

 

Rui Patrício: 20

Alan Ruiz: 17

Adrien: 17

Paulo Oliveira: 17

Gelson Martins: 15

Coates: 14

William Carvalho: 14

Bas Dost: 13

Bruno César: 13

Podence: 12

Bryan Ruiz: 12

Palhinha: 11

Jefferson: 11

Schelotto: 10

 

Os três jornais elegeram Rui Patrício como melhor jogador em campo.


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Dos três pontos. Vitória arrancada a ferros frente a um Rio Ave que nos tinha vencido na primeira volta e que não mereceu perder em Alvalade. Vitória apertada e tangencial, por um tímido 1-0. Foi o melhor que se arranjou, com bastante sorte, em noite de desempenho medíocre da turma leonina.

 

De Rui Patrício. Foi o melhor jogador em campo e o herói da sofrida vitória do Sporting nesta partida em que vestiu pela 400.ª vez a camisola verde e branca enquanto profissional, num percurso iniciado há dez anos. Fez defesas soberbas, sobretudo nos primeiros 25 minutos, impedindo pelo menos quatro vezes o Rio Ave de marcar. No final foi alvo de uma expressiva homenagem dos adeptos presentes em Alvalade. Homenagem mais que merecida.

 

De Alan Ruiz. Voltou a marcar, num golo de ressalto após uma soberba jogada de Gelson Martins. Iam decorridos apenas 20', totalmente contra a corrente do jogo, quando o Rio Ave dominava. O golo abriu expectativas que não se concretizaram. Mas o argentino voltou a ter uma exibição positiva, abrindo linhas de passe para os colegas e revelando uma dinâmica muito superior à das suas semanas iniciais em Alvalade.

 

Que não tivéssemos sofrido golos. Desde o desafio no estádio do Restelo, em que vencemos o Belenenses por 1-0, não chegávamos ao fim dos 90 minutos sem sofrer golos. Voltou a acontecer quase dois meses depois (a nossa visita a Belém ocorreu a 22 de Dezembro).

 

 

Não gostei

 

Da exibição leonina. Prestação medíocre do Sporting, ressalvando-se o caso de Rui Patrício. O onze de Jorge Jesus mostrou-se abúlico, triste, sem dinâmica nem chama. Parece uma equipa em pré-temporada, com escasso fio de jogo e deficientes ligações entre vários dos seus membros. Foi talvez o pior jogo do SCP em casa nesta época oficial, como de resto as bancadas iam sublinhando com assobios e vaias. Mau espectáculo, mau desempenho, más perspectivas para o resto da temporada.

 

Dos primeiros 20 minutos. O Rio Ave esteve imparável no período inicial da partida, em que se podia ter adiantado com larga vantagem no marcador. Valeu-nos Rui Patrício para travar o ímpeto ofensivo da equipa de Vila do Conde.

 

De Jefferson. Não têm conta os passes falhados, as bolas transviadas, as jogadas sem pés nem cabeça congeminadas pelo lateral brasileiro, que fez perder definitivamente a paciência aos adeptos leoninos. Este Jefferson 2016/17 nem na equipa B tem lugar.

 

De Schelotto. Ataca razoavelmente, centra com relativa precisão mas é um susto a defender. Desposicionado, sem capacidade de recuo, sem conseguir desequilíbrios, força pelo menos um dos centrais a estar sempre de sentinela para atenuar os estragos. Voltou a acontecer nesta partida.

 

Da entrada tardia de Podence. Depois de se ter revelado um dos melhores elementos em campo na jornada anterior, desta vez só entrou aos 65'. Devia ter jogado mais tempo, até porque voltou a mexer com o jogo, ao contrário do que sucedeu com o primeiro suplente utilizado, Bryan Ruiz, que não adiantou nem atrasou - como de resto já estamos habituados.

 

Da lesão de Adrien. Tocado com gravidade duas vezes, à segunda o nosso capitão viu-se forçado a abandonar o campo. Não disputará a próxima partida, no Estoril - da qual já estava aliás afastado por acumulação de cartões amarelos.

 

Das contas erradas. É um absurdo os altifalantes do estádio anunciarem em parangonas bem sonoras a presença de 40.053 pessoas nas bancadas, como desta vez aconteceu, quando qualquer espectador presente em Alvalade percebia que este número estava longe de bater certo.

 

Fotografia minha, tirada esta noite em Alvalade


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Por mim, fica aqui o pedido público de desculpas.

 

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18 Fev 17

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Deste-me uma das maiores alegrias da minha vida desportiva naquela inesquecível madrugada em que te vimos bater o recorde olímpico da maratona e subir ao pódio em Los Angeles enquanto pela primeira vez se escutava o hino nacional numas olimpíadas. Jamais esquecerei esse dia 12 de Agosto de 1984, quando o País parou para te ver correr com a tua passada larga e confiante rumo à meta.

Primeira medalha de ouro portuguesa, conquistada nesses Jogos Olímpicos do nosso contentamento e do nosso júbilo.

 

Nós, os daquela geração que te elegeu ídolo, passámos desde então a correr nas estradas, nos caminhos, nos parques e nas praias. Queríamos ser como tu, correr como se tivéssemos asas nos pés, galgar etapas, rasgar horizontes, cruzar fronteiras. Queríamos ter esse teu estofo de campeão, detentor durante 24 anos do recorde olímpico da maratona - a maior prova de todas as provas.

Tu és um dos escassos heróis verdadeiramente nacionais - daqueles que conseguem congregar aplausos de gente de todas as crenças e todas as cores. Começaste a sê-lo nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976, quando conquistaste a medalha de prata na final dos 10 mil metros - nesse mesmo ano em que te sagraste pela primeira vez campeão europeu de corta-mato pelo teu clube de sempre. O nosso Sporting.

 

Essas imagens acompanham muitos de nós há décadas. E ganham especial significado neste dia 18 de Fevereiro de 2017, em que celebras setenta primaveras.

Que muitas mais se sigam: é um privilégio continuar a contar hoje com o teu convívio, tal como foi um privilégio contar ontem com o teu exemplo.

Muitos parabéns, grande Carlos Lopes.


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Uma equipa a jogar sobre brasas

«É notório que Jorge Jesus perdeu o balneário, os jogadores que o conhecem melhor já não estão com ele e os que o conheceram este ano não estão a assimilar os seus processos. E o resultado é um modelo de jogo que não funciona, de posse de bola inconsequente, sem critério, sem criação de oportunidades de golo e que muitas vezes leva ao desespero do cruzamento sem nexo. E não estamos a falar de azar num ou noutro jogo, estamos a falar de meia época com uma equipa a jogar sobre brasas (com alguns bons momentos, como Porto ou Real Madrid) e já fora de todos os objectivos a que se propôs.»

Wond3rboy

 

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É preciso recuperar o lado afectivo

«É agradecer ao André, ao Castaignos, ao Elias. É trazer o Podence, o Geraldes, o Iuri, o Palhinha e o Gauld. É dar uma oportunidade ao Matheus. É apostar em quem cresceu com o ADN Sporting e está habituado desde cedo a ganhar com esta camisola.
Uma coisa é certa: pior não pode ser, é mais barato e prepara-se o futuro. A injecção de sangue novo na equipa pode ser o bálsamo de que a equipa precisa.
Por outro lado, há todo um lado afectivo entre equipa e adeptos que é preciso recuperar.»

 

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Jogadores em movimento entre a A e a B

«Este ano a equipa B recebeu uma dúzia de reforços que dificilmente chegarão à primeira equipa, e não conta com as promessas entretanto emprestadas. Para mim o que faz sentido realmente é ter um plantel único de profissionais sempre em movimento entre a A e a B, conforme a necessidade.»

SportingSempre

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«Há uma coisa que eu gosto nos ingleses: discutem as coisas desassombradamente. No Sporting é difícil em muitos fóruns porque estão cheios de malta que não é capaz de discutir abertamente, que acha que temos que pensar no que é que o Benfica vai dizer se tivermos esta ou aquela opinião, que acha que se critica um candidato então não se vota nele, como se só a perfeição valesse.»

J. Ramos, neste meu postal


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17 Fev 17
Convém não ficar em casa
Edmundo Gonçalves

Se dúvidas houvesse de que o voto de todos é importante e de que não se deve "contar com o ovo no cu da galinha", esta psicadélica sondagem hoje publicada no inenarrável Correio da Manhã, é disso o exemplo perfeito. 

Esmiuçado aqui, aqui e aqui, com a devida vénia.

E até dia 4 de Março, vai ser assim. Contra-informação, notícias inventadas, enxovalhos ao presidente.

Para reflexão e como curiosidade, aprecie-se o "resultado" alcançado pelo candidato Madeira entre os adeptos de Porto e Benfica. Sintomático...

Terá sido a empresa do ROC?


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Há quatro anos, no início da campanha eleitoral, publiquei aqui um texto em que dava nota da minha "declaração de desinteresse" em relação aos candidatos que disputavam a presidência do Sporting. Não porque me fosse indiferente o destino do clube, longe disso, mas porque considerava que tanto Bruno de Carvalho como José Couceiro tinham mérito suficiente para assumirem a presidência leonina e reerguerem esta instituição secular após o descalabro do consulado de Godinho Lopes.

Ao contrário do que alguns receavam, a campanha decorreu com elevação e foi capaz de mobilizar um número inédito de sócios, sensíveis mais que nunca à necessidade de marcar presença nas urnas num momento em que se agigantavam as incógnitas sobre o futuro do Sporting.

 

Desta vez a situação é diferente. A eleição de 4 de Março destina-se a avaliar o mandato de Bruno de Carvalho, que assumiu funções num dos momentos mais difíceis de sempre em Alvalade. Os sócios ditarão se deve ou não permanecer mais quatro anos no cargo. Quanto a mim, nem hesito: respondo afirmativamente. Se é certo que houve erros e equívocos, não é menos verdade que no balanço geral o actual presidente merece nota muito positiva. Por motivos que elencarei noutro texto, mais circunstanciado.

Este destina-se apenas a divulgar a minha opção. Diferente da que exprimi em 2013 e que me vincula apenas a mim, naturalmente - não ao blogue, que manterá o tom plural que sempre teve nem aos meus colegas do És a Nossa Fé.

Aqui cada um escreve o que quer.

Aqui cada um pensa por si, respeitando as opiniões alheias.

 

Cumpre acrescentar que esta posição se deve não apenas ao mérito de Bruno de Carvalho mas também à circunstância de ter como único rival Pedro Madeira Rodrigues, sobre quem faço um juízo muito negativo.

Ao indagar onde esteve o candidato alternativo nestes quatro anos, e que posições assumiu ao longo deste período, descubro apenas que permaneceu entrincheirado num blogue, desferindo flechas ao elenco directivo, técnico e desportivo do Sporting, a coberto de um pseudónimo.

Não deu a cara, não assinou opiniões em nome próprio, ninguém deu por ele até sentir enfim a ambição de correr para a presidência.

É um péssimo cartão de visita.

 

Evito emitir juízos de carácter a respeito seja de quem for, mas o percurso de Madeira Rodrigues ao longo destes quatro anos fala por si. E nada me diz de positivo.

Quanto a Bruno de Carvalho, e apesar de todas as insuficiências e todas as sombras de um mandato que ninguém imaginaria fácil por ter sido iniciado com o Sporting a bater no fundo, merece o meu apoio. Recordemos, a propósito, como estava o clube há quatro anos e como está agora: basta esta comparação para desfazer as dúvidas dos indecisos. E dizer ao presidente que não somos ingratos.

Haveria certamente outros momentos para mencionar isto. Mas a ocasião mais adequada é mesmo agora.


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As pessoas, em regra, definem-se pelas suas atitudes e pela forma de estar na vida.

Há pessoas que são, ao longo das suas vidas, coerentes  e constantes nas suas opiniões.

Outras há que vão mudando de opinião, consoante as opções de escolha que se lhes oferecem.

Nem umas nem outras deverão ser criticadas. Como diz o Povo, cada um sabe de si e Deus sabe de todos.

Eu confesso que sinto mais simpatia por aqueles que seguem as suas convicções, sejam elas quais forem, de forma clara, ainda que alguém os apelide de ortodoxos.

No quadro das relações entre pessoas, privilegio a tolerância e a liberdade de cada um defender o que achar melhor para si e para o grupo e a sociedade, desde que respeitados os princípios de urbanidade e a observância do cumprimento das Leis da República.

Abomino, contudo, vira-casacas!

Sinto um asco visceral por alguém que por despeito, a mor das vezes, cospe no prato onde lhe deram de comer.

Enojam-me aqueles que se chegam à mesa do orçamento, com o propósito claro de se servirem dele em proveito próprio.

A sensação de vómito é então enorme para com aqueles que não conseguindo os seus intentos, destilam veneno por todos os poros, de forma abjecta.

 

Nunca os apelidarei de palhaços! Apenas e só por respeito a uma profissão tão nobre quanto aquela.

 


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Presidente não é roupeiro ou adjunto

«Bruno de Carvalho deverá comportar-se como a Instituição SCP exige e sempre focado no clube. A importância que eu atribuo à lampionagem é a mesma que a outros adversários, nunca percebi tamanho foco de Bruno de Carvalho nesse assunto desinteressante.
Mais: mandar bocas sobre tudo e nada não é salutar nem é ser presidente do SCP. Estas frentes abertas em todas as direcções não sei a quem servem, mas de certeza que não servem os superiores interesses do SCP.

A estratégia deve ser preparada internamente e depois executada nos locais próprios, não através de bocas na porcaria das redes sociais. Só assim o SCP poderá activamente participar na limpeza do futebol português.

Além disso, deve saltar já para fora do banco. É presidente, não é roupeiro ou adjunto.»

António 1969

 

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Não pode ser o treinador a mandar

«Um clube, nomeadamente na vertente desportiva, terá que se orientar pelas linhas definidas pela direcção. Não pode existir uma subversão deste princípio, sob pena de cairmos numa situação na qual parece ser a direcção que se submete ao projecto desportivo do treinador.
As orientações têm que estar muito bem definidas e o treinador, seja ele qual for, só tem que fazer o seu trabalho o melhor que possa e saiba no âmbito dessas mesmas orientações.
Infelizmente não me parece que tenha sido isto que aconteceu desde que Jorge Jesus foi contratado.»

Orlando

 

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Hóquei: Nuno Lopes merecia ter ficado

«Eu não trocava de treinador no hóquei. Sem pôr em causa o valor do actual técnico, Guillem Perez, não prescindia de Nuno Lopes depois de este ter ganho a Taça CERS. Se para além dessa vitória até fez um bom campeonato com os meios que tinha, será que não merecia uma oportunidade de mostrar trabalho com uma equipa mais reforçada?»

Jorge Santos

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 Livraria Bertrand, Campo Pequeno (Lisboa), 11 de Fevereiro

 

Depois do sucesso registado em Lisboa, a Política de A a Z terá a próxima sessão de lançamento já no próximo dia 25, a partir das 17 horas, em Braga. Na Livraria Bertrand do Shopping Liberdade. Com apresentação de Luís Marques Mendes (PSD) e Nuno Barreto (PS).

Esta obra, que assino em parceria com Rodrigo Gonçalves, já foi pretexto para entrevistas na TVI 24, SIC Notícias, Lusa, Antena 1, Antena 3, M80, Rádio Amália, Rádio Cidade de Tomar, Rádio Voz da Golegã, Rádio de Vila de Rei e revista Novos Livros, além de ter justificado referências no Diário de Notícias, Jornal de Negócios, TSF, CMTV e revista Sábado.

Em breve darei aqui nota mais detalhada sobre os ecos que já mereceu este livro, entretanto destacado por Francisco Louçã, João Pereira Coutinho, Helena Sacadura Cabral, Carlos Vaz MarquesJoão Céu e Silva e Fernando Sobral.

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Leoas às sextas
Pedro Correia

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CARLA MATADINHO

"O Sporting é uma grande equipa"

(Record, 13 de Novembro 2014)

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O Sporting recebe o Rio Ave este sábado, a partir das 20.30, esperando nós que possa redimir-se da derrota sofrida no estádio dos Arcos na primeira volta, quando iniciámos um inesperado percurso descendente. Como se os jogadores estivessem fartos de mostrar bom rendimento em campo após o malogrado brilharete frente ao Real Madrid.

Bruno Esteves será o árbitro desta partida, em que teremos pelo menos dois jogadores à queima com amarelos: Adrien e Bruno César.

Quais são os vossos prognósticos?


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«O Sporting desde a sua fundação (1 de Julho 1906) lutou sempre para ser campeão. Para lá chegar, em primeiro lugar, o clube precisa de um Presidente na verdadeira acepção do termo e um treinador que treine e não "mande bocas". Muito simples.»

Leão de Queluz, neste texto do José da Xã


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Regressámos às vitórias fora de casa, mas mesmo assim ninguém acertou na última ronda de prognósticos, que pecaram por excesso de prudência ou por excesso de optimismo.

Esperemos que desta vez, frente ao Rio Ave, a pontaria ande mais afinada.


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16 Fev 17

Pensaram que me tinha esquecido do golo do gigante Bas Dost contra o Moreirense. Porém enganaram-se e este pequeno duelo entre o nosso actual e bom ponta de lança contra o "british" Slimani continua.

Porque o futebol é feito de golos. Uns melhores outros nem por isso, mas o que conta são elas lá dentro.

A semana passada não vi o jogo. Estava muito longe, sem o canal de transmissão por perto, e desse modo só vi o golo do nosso jogador muuuuuitas horas mais tarde. Não seré o melhor dele, mas foi quiçá o interruptor que despertou a equipa de um marasmo para mais uma vitória. Suada, sofrida, mas merecida.

Bas Dost leva já 17 golos. Daí talvez o título, que hoje lhe foi atribuído, de melhor jogador de Janeiro.

Ele, mais que ninguém, merece-o.

E esta semana temos o tal de Rio Ave!


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A minha costela Jota Jota
Edmundo Gonçalves

Sábado às 20,30 horas, no nosso estádio, defrontamos o Rio Ave de tão má memória na primeira volta.

Vamos lá lançar um onze para esse jogo e fazer o mesmo que o nosso colega de blog Francisco Chaveiro Reis e o nosso leitor Pedro Wasari fizeram no último jogo e acertar na mosca. E já agora, encher o estádio!


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Outra vez arroz
Edmundo Gonçalves

A equipa B, que atravessa uma crise miserável de exibições e resultados, foi reforçada (sem proveito, infelizmente) por Francisco Geraldes, uma jovem certeza que regressou em Janeiro de um empréstimo muito bem sucedido ao Moreirense. Aqui d'él rei que está por um fio o Carmo e a Trindade. Pois eu acho que a continuar, e deve continuar na minha opinião, a equipa B deverá contar com o contributo regular de jogadores da equipa principal. Há algumas limitações de participação em função da idade dos jogadores, mas a presença regular de colegas com mais experiência cumprirá dois objectivos fulcrais no crescimento dos jovens jogadores: Os que não têm tanta utilização na equipa principal terão ali um espaço para competir e que os impede de estagnar e os da equipa B terão a possibilidade de estar lado a lado com quem tem outra visão do jogo e outra "estaleca" para enfrentar adversários mais velhos, mais rotinados e com muito mais "ratice". Considerar a participação de Francisco Geraldes neste jogo com o Varzim na equipa B como uma despromoção só pode ser ou piada de mau gosto, ou ausência total do entendimento do que deve ser uma equipa B, ou mais uma fornada de carvão para a fogueira. Ou o somatório de todas elas.

Francisco Geraldes fez uma excelente exibição, demonstrando que a sua contribuição fazia todo o sentido. Não foi por culpa dele que o Varzim venceu o jogo.

O facto de ter jogado ontem, não o impede de jogar no Sábado, caso Adrien esteja impedido por qualquer motivo, ou Jesus o entenda incluir no onze inicial, porque sim.

A minha concepção da equipa B é esta mesmo, uma etapa para aqueles que saindo dos juniores estejam ainda verdes para a competição na primeira divisão (os nomes vão mudando, portanto...) por empréstimo e um centro de treinos para os menos utilizados ou regressados de lesões, da equipa principal, nunca podendo ser vista como uma despromoção, antes ser encarada como as antigas equipas de reservas, que inclusive tinham campeonato próprio. Claro que há de quando em vez alguns que transitam directamente dos juniores para a equipa principal, mas desses há poucos e mesmo esses, quando não utilizados com regularidade, só lhes fará bem competir regularmente e onde, senão na equipa B?

Diz-se que Matheus Pereira recusou jogar este jogo. Não sei se o fez, mas se eventualmente o tiver feito o regulamento interno deve permitir que o faça, doutro modo estaria sob alçada disciplinar. Fosse a equipa B aquilo que eu defendo lá atrás e estivesse isso regulamentado, seria pacífico o contributo de qualquer jogador do plantel na equipa, sendo encarado com toda a naturalidade e sem dramas.

Tal como defendo que a equipa principal deve ter como base a formação e o reforço cirúrgico para posições onde estejamos mais debilitados, a equipa B deverá ser uma cópia fiel deste princípio, sendo que os reforços deverão ser ainda mais reduzidos e apenas se não houver opção na equipa principal.

O que quer isto dizer? Quer dizer que deverá haver uma ligação estreita entre as duas equipas, uma identidade única, processos de treino e sistema de jogo similares e haver canais em ambos os sentidos, que permitam a quebra de alguma estanquicidade que ainda possa persistir.

A equipa B, que ainda vai muito a tempo de garantir a manutenção, não tem por objectivo vencer títulos, que mais não serão que vitórias de Pirro. A sua missão deverá ser a de formar e garantir o fornecimento continuado de jogadores à equipa principal, e também servir como incubadora de jovens jogadores que, não tendo capacidade ou estando tapados na etapa seguinte, possam ser emprestados ou mesmo cedidos a título definitivo para clubes de média dimensão por esse Mundo fora. Afinal apregoamos aos quatro cantos que somos a melhor formação desse Mundo, que tal começarmos a fazer render esse "peixe"?

Termino como comecei, enviando daqui um enorme aplauso a Francisco Geraldes, pelo seu sportinguismo e pela sua maturidade, com a certeza e a convicção de que as atitudes correctas serão certamente recompensadas.

 

Adenda: Algumas horas depois da publicação deste post, conheci a razão porque não jogou Matheus Pereira: Está castigado, apanhou 6 jogos de suspensão na sequência da expulsão no jogo contra o Porto B na Academia. O regulamento diz que os jogos são para cumprir na equipa/escalão onde foram atribuídos, portanto Matheus pode jogar na equipa A e não pode jogar na B até cumprir os tais 6 jogos. É definitivamente carvão do jornal O Jogo.

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E vão três
Pedro Correia

Começou no andebol, prosseguiu na equipa B do futebol, já alastrou ao hóquei em patins. Demissões em série perante maus resultados que têm deixado os adeptos francamente insatisfeitos.

É Inverno mas está a ser um mês escaldante em Alvalade.


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Uma questão de mentalidade

«Porquê é que Adrien, William Carvalho e Rui Patrício fazem um tão bom Europeu e depois esta época estão em sub-rendimento? Parece-me que a razão tem a ver com isto: na selecção há Cristiano Ronaldo, Pepe, Quaresma, etc, que têm uma mentalidade competitiva tão forte e com tantas conquistas que conseguem cativar os colegas. Já no nosso Sporting não existem jogadores desses, o que se reflecte depois no futebol jogado.»

Plínio

 

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Falta mobilizar os jogadores

«Jorge Jesus, Bruno de Carvalho e outros elementos da estrutura do futebol não são burros. Serão tão inteligentes quanto nós, terão olhos como nós e, pelo menos Jesus deve saber mais de futebol do que nós, na vertente treinador. Basta que respirem fundo e se se atenham ao essencial: pôr a equipa a jogar melhor do que o faz (e isso é possível). Que saibam mobilizar os jogadores e que os treinem devidamente de modo a alcançar o que for alcançável, sem nos deixar envergonhados.»

Simão Gamito

 

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Temos de apostar na formação

«Precisamos mais do que nunca de tranquilidade. No fundo, cumprir o blackout... Chega de comunicados sobre tudo e nada ao mesmo tempo. Temos de apostar na nossa maior força, a formação. A questão do treinador Jorge Jesus deverá ser analisada no fim da época. Até lá não tem sentido despedir. Não temos dinheiro e não encontraremos melhor.»

Schmeichel

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«Não quero acreditar que no universo leonino não haja ninguém com capacidade para dirigir um Departamento de Comunicação a sério. Departamento esse que seja efectivamente o porta-voz do SCP. O nosso clube anda a falar a muitas vozes, e muitas delas desfocadas do real interesse do SCP.»

Pedro Wasari, neste meu postal


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15 Fev 17
Já foi tarde
Pedro Correia

Doze jogos seguidos sem vencer. Mais uma derrota, desta vez frente ao Varzim em Alcochete. João de Deus já não tinha condições de se manter à frente do Sporting B, como salientei aqui há dois dias.

Sai tarde de mais, deixando a equipa em penúltimo lugar na classificação - em lugar de despromoção - após um percurso para esquecer. Ou para lembrar. Para que não volte a repetir-se.


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Deus sabe o que faz
Francisco Melo

A equipa B do Sporting vai de derrota em derrota (com um ou outro empate pelo meio) rumo à despromoção final. Ou talvez não. Ainda faltam algumas boas jornadas e este não será o momento para atirar a toalha ao chão nesta luta dos aflitos.

Talvez esta seja uma experiência propositada para os nossos jovens jogadores adquirirem, habituados que estavam, ao longo da formação, em disputar o título. Com efeito, considerando que poderão um dia, seja via empréstimo, seja via transferência definitiva, ser colocados em equipas primo-divisionárias que lutam para não descer, não será mau de todo começarem a experimentar.

Talvez Deus, afinal, saiba o que está a fazer com os nossos futuros (?) craques...


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"A Liga devia fechar"
Edmundo Gonçalves

Curiosa entrevista, no mínimo, de António Fiúza à TSF.

Para alguém que vivia aos beijos e abraços com Pinto da Costa e Luís Vieira, claro.


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Bruno de Carvalho, provavelmente reconduzido nas urnas a 4 de Março, só precisará de retroceder um ano, não dois, para voltar ao rumo certo. Porque a primeira época de Jorge Jesus, há que reconhecer, foi globalmente muito positiva. É certo que não ganhámos o campeonato mas lutámos pelo título até à última jornada (e ainda fomos "campeões" provisórios cerca de 20 minutos nessa última ronda).
O modelo foi sem dúvida severamente desvirtuado no último defeso, quando o Sporting se comportou como aqueles herdeiros prontos a desbaratar o legado paterno. O anterior modelo de gestão prudente e cauta de Bruno de Carvalho dissolveu-se na euforia do Verão passado. Com pesados custos. Financeiros e reputacionais.
É também nesses pratos da balança, sem estados de alma, que terá de ser analisado o futuro próximo de Jorge Jesus. Na certeza antecipada de que uma dispensa do treinador sem justa causa nos conduziria a um pesado encargo, superior ao assumido pelo 'caso Doyen'. Teríamos de vender uma das jóias da nossa coroa só para indemnizar a equipa técnica.


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Os jogadores não são máquinas

«O Sporting não tem uma super-equipa e já não tinha na época passada (não tinha banco, sorte não ter havido lesões). Também não tem ninguém na Liga, Federação e comissão de arbitragem; como se compreende que após dois jogos em Chaves (sábado e terça-feira) tenha que jogar na Madeira no sábado? Inexplicável. De quem é a culpa? Do Bruno de Carvalho? Do Departamento de Futebol? De quem?
Os jogadores não são máquinas e o plantel do Sporting é curto.»

Leão de Queluz

 

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"Centra, cruza, remata agora"

«Cada português e neste caso sportinguista (duas excelentes qualidades) é, em potência, um treinador (eu punha o jogador X a jogar na posição Y, etc.), um presidente (eu contratava o treinador A, dispensava os jogadores C e D) e mesmo aqueles que nunca deram um chuto na bola dizem "centra, cruza, remata agora", etc.)
Eu gosto disto. E, para o bem e para o mal, deixem-me continuar a ser português e sportinguista.»

Rui Alexandre

 

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Presidente no banco não é mais-valia

«O Sporting deve, no imediato, fazer tudo para que até ao fim do campeonato a equipa se apresente jornada a jornada com espírito leonino. Não vale a pena lamber as feridas. É hora de apelar à resiliência dos principais jogadores. Como? Não sei, não conheço a cadeia de responsabilidades existente no organograma do departamento de futebol.

Podemos, agora, não concordar com o treinador mas, na época passada, o futebol do Sporting tinha qualidade e magia. Não foi por acaso que no estádio se entoava “Eu Quero o Sporting Campeão”.

Quanto ao estilo de direcção, penso que um presidente sentado no banco de suplentes não acrescenta nenhuma mais-valia à equipa.»

José Vieira

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A visita da Cornélia
Edmundo Gonçalves

Passou ontem ali pela segunda circular e fez-se notar, a mascote de um concurso de enorme sucesso da RTP de há mais de 30 anos.

Eu deixava, a propósito disso uma pequena sugestão aos candidatos às eleições do Sporting: Definitivamente, o que precisamos de mudar é simples e será eficaz: Sugiro a ambos que coloquem como ponto único no seu programa eleitoral a mudança do "emblema" do clube.

Corre-se com o leão, que nada tem ganho e coloca-se lá uma vaca!

É tiro e queda.


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«Será que Jesus (de desaire em desaire) continua a teimar que Bruno César é um lateral esquerdo/direito à medida das necessidades do Sporting? Porque é que de uma vez por todas não faz como Mourinho ou Boloni ou muitos outros treinadores e adapta um central à lateral? Por exemplo, o Rúben Semedo a lateral esquerdo?»

SportingSempre, neste meu texto


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Faz-me impressão que tantos sportinguistas sejam incapazes de se pronunciar sobre as questões leoninas sem mencionarem a todo o momento o clube onde Jorge Jesus foi treinador durante seis anos antes de se transferir para Alvalade.

Todos os dias verifico isso, nas caixas de comentários do És a Nossa Fé.

É um absurdo complexo de inferioridade. Como se o Sporting não fosse um clube com mais história, mais títulos e mais prestígio do que a agremiação rival. Como se o Sporting não tivesse como embaixadores itinerantes permanentes figuras da relevância mundial de um Carlos Lopes, um Luís Figo ou um Cristiano Ronaldo.

Esses sportinguistas com mentalidade perdedora têm os pés num lado da Segunda Circular e a cabeça no lado oposto. Algo que de todo não entendo.


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14 Fev 17
Wtf?
Edmundo Gonçalves

Perdoem o meu mau francês, mas se descortinarem aqui algum pingo de credibilidade (ou de vergonha na cara), avancem se fazem o favor. Eu por mim, estou esclarecido.

 

"O Conselho Fiscal e a Comissão Executiva da Sporting, SAD tinham agendada para hoje, às 10h30, uma reunião a pedido do accionista João Paiva dos Santos.

Observa-se que o accionista João Paiva dos Santos se fez acompanhar, nomeadamente, pelo senhor Paulo Pereira Cristóvão.

Tendo em conta o processo disciplinar interno em curso, e os processos criminais em que este é arguido, entendeu o Conselho Fiscal da Sporting, SAD e a Comissão Executiva não estarem criadas condições objectivas para a prossecução da mesma.

Para esta tomada de decisão, foi realizada uma reunião de emergência, tendo sido contactados os presidentes da Mesa da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal do Clube, respectivamente, Comendador Jaime Marta Soares e Prof. Jorge Bacelar Gouveia, assim como, o presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sporting, SAD, Dr. João Sampaio, que corroboraram a decisão.

Contudo, ultrapassados os constrangimentos que implicaram a não realização desta reunião, estão os órgãos de governo da sociedade disponíveis para o seu reagendamento.

O Conselho Fiscal pretendia entregar este comunicado, pessoalmente, ao accionista João Paiva dos Santos, contudo este ausentou-se de Alvalade sem dar conhecimento ao Conselho Fiscal.

Lisboa, 14 de Fevereiro de 2017"

 

In sporting.pt


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Feliz Dia dos Namorados
Francisco Chaveiro Reis

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Desinspiração e desmotivação

«Bruno vai emagrecer o planteI e deixar apenas quem está motivado. O que me preocupa é que o obstáculo à frente da motivação parece-me ser Jorge Jesus e por essa lógica teríamos que dizer adeus a quase toda a gente, incluindo capitães. (...) O obstáculo não é a dedicação nem a devoção mas a desinspiração e a desmotivação. Eu começaria por investigar isso mas caso seja Jorge Jesus o problema, o homem vai continuar intocável e vamos, mais uma vez, estar a mexer numa equipa à volta do mesmo...»

M. B.

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Jesus ainda sem antídoto

«Não obstante a qualidade do treinador (que efectivamente a tem) e os seus imensos conhecimentos técnico-tácticos, julgo que já foi dado tempo mais que suficiente a Jorge Jesus sem que o mesmo tenha encontrado o antídoto para dar a volta à situação. Acredito que nenhum dos treinadores que tivemos nos últimos anos, numa situação semelhante à que vivemos, teria o mesmo tempo que JJ está a ter no Sporting.»

Wond3rboy

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É urgente aproveitar a equipa B

«Só faz sentido ter equipa B se esta servir três propósitos:
1) Ter uma reserva imediatamente disponível sempre que seja necessário para a equipa principal (não emprestar os melhores desses);
2) Em sentido contrário, rodar os jogadores da equipa principal que não jogam amiúde. Nenhum jogador devia estar mais de um mês sem entrar em competição;
3) Os jogadores que não tenham potencial para entrarem um dia na equipa principal do SCP devem ser preparados anualmente para serem vendidos a equipas de menor nível (nacionais ou estrangeiras) salvaguardando os interesses do clube nos contratos efectuados.
Para tal devíamos investir neste escalão num treinador de elevado nível.»

Carlos Silva

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«Ainda há poucos dias, a 14 de Janeiro, o Bruno de Carvalho repetiu: "O Sporting tem que ser inevitavelmente campeão, é vital que o Sporting seja campeão já este ano". "Vital" tem um significado. A impaciência tem sido a marca do mandato.»

Sérgio, neste texto do Pedro Boucherie Mendes


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13 Fev 17
Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Moreirense-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Podence: 18

Bas Dost: 18

Adrien: 17

Alan Ruiz: 16

Gelson Martins: 15

Schelotto: 15

Bruno César: 13

Coates: 12

William Carvalho: 12

Bryan Ruiz: 11

Rúben Semedo: 9

Rui Patrício: 8

Esgaio: 5

Palhinha: 1

 

A Bola elegeu Bast Dost como melhor jogador em campo. O Record optou por Adrien. O Jogo escolheu Podence.


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Aproveitando a campanha eleitoral em curso no Sporting, todos os dias - até 3 de Março - destacarei aqui alguns contributos que os nossos leitores foram deixando no És a Nossa Fé, nomeadamente nas caixas de comentários deste texto em que apelei ao debate público das questões que mais nos preocupam enquanto sócios e adeptos leoninos.

Um debate cada vez mais urgente, acrescento agora. Solicitando novamente as vossas opiniões. Porque este é o momento adequado para isso.

 

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Jesus tem que inventar menos

«Jorge Jesus não pode dizer que a equipa joga bem porque ele é o treinador. JJ tem que treinar e inventar menos, porque me parece que inventa um bocado, baseado naquilo que ele acha de si mesmo: é um mestre da táctica e, portanto, tudo o que faz é um sinal dessa mestria.
O presidente tem que tomar decisões e a JJ compete tirar partido delas e se não gostar... andor! O presidente não pode andar numa roda-viva a disparar contra tudo quanto mexe, mas não deve ficar calado quando não for de ficar calado. No entanto, não gosto de ver o "meu" presidente a responder a comentadores televisivos.»

Simão Gamito

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Falta homem forte para o futebol

«Precisamos de um homem forte para o futebol, que represente o projecto da direcção junto do treinador e plantel. Precisamos de um técnico que do balneário para fora seja um membro importante da estrutura do futebol mas não o seu chefe.
Precisamos de um presidente mais distante institucionalmente do banco, sendo aqui substituído pelo director desportivo a contratar. Acho que não pode ser André Geraldes. Não tem currículo nem experiência para isso.»

J. Ramos

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Um passo à frente
Pedro Correia

Gostei muito que tivéssemos terminado a partida de ontem em Moreira de Cónegos com oito jogadores da formação em campo: Rui Patrício, Rúben Semedo, William Carvalho, Adrien Silva, Gelson Martins, Daniel Podence, Ricardo Esgaio e João Palhinha.

Um passo em frente sem haver necessidade de ter dado qualquer passo atrás.


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O que tem vindo a passar-se no Sporting B, cada vez mais afundado na tabela classificativa da segunda divisão, é uma vergonha: 13 derrotas em 26 jornadas, 43 golos sofridos e apenas 32 marcados - a equipa em zona de despromoção, num desonroso 19.º lugar. Um desempenho que só desprestigia a agremiação leonina. Nem sombra de esforço, nem vislumbre de dedicação, nem vestígio de devoção, nem rasto de glória.

Bruno de Carvalho, que tanto apregoa a cultura da exigência, parece afinal abrir uma excepção na nossa equipa B. Se assim não fosse, o treinador João de Deus já tinha dado lugar a outro.


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«Com Jesus estamos fora de tudo, a despachar as suas contratações a pataco, e na fase de "Hoje a culpa foi do"... de um ou outro árbitro, de um ou outro jogador, de todos, que dele nunca foi e nunca será. O que vale é que Matheus, Palhinha e já agora Esgaio e Beto, parecem ter uma paciência infinita para aturar as desconsiderações públicas do seu treinador.»

SportngSempre, neste texto do Luciano Amaral


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