05 Dez 16

«Quanto à política de contratação de jogadores, encontro muitos pontos que me desconfortam. O mais relevante foi a quantidade de jogadores contratados, alguns sem jogar. Também não percebo para que serve uma equipa B (caiu em desuso o nome de reservas). Parece que caiu também a prática de usar esses jogadores, quando necessário, na equipa principal.»

Carlos Silva, neste meu texto


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04 Dez 16
Isto é o Sporting!
Francisco Vasconcelos

Mensagem muito importante a passar a todos, dentro e fora do clube. Vejam as palavras do capitão da nossa equipa de hóquei em patins, João Pinto, após mais uma roubalheira contra o Porto.

 

 


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Limpinho, limpinho
Pedro Correia

Sobre o golo anulado ontem aos 33' do Sporting-V. Setúbal pelo árbitro Rui Costa a Bas Dost há consenso na imprensa desportiva: tratou-se de um erro grave.

 

O Jogo

Jorge Coroado: «Não houve quaquer infracção da parte de Bas Dost, o qual, mais alto e mais possante que a oposição, se elevou em patamar superior, cabeceando legalmente e sem impedir o adversário de jogar o esférico.»

Fortunato Azevedo: «O futebol fica mais pobre quando um golo destes é anulado. É o chamado golo à inglesa, fruto da força e da capacidade de elevação de quem o marca. O golo é muito mal anulado.»

 

Record

Marco Ferreira: «Bas Dost eleva-se mais alto que Fábio Cardoso. O defesa ao recuar encosta no avançado do Sporting quando este está com as mãos à frente fruto da elevação, o contacto é normal e não impede a acção do defesa. Erro grave do árbitro.»

 

A Bola

«Bas Dost coloca as mãos nas costas de Fábio Cardoso, mas parece tratar-se de uma acção natural do salto e não de uma acção faltosa, pelo que o golo terá sido mal anulado.»


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Ao Edmundo
José da Xã

Imagino que haja um infindável número de videos deste género.

Todavia este foi feito por mim ontem e é todinho dedicado ao Edmundo, tendo em conta a sua justificada ausência.

 

 

PS - Há uma voz desafinada que se ouve. Asseguro que não sou eu!

 


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-V. Setúbal pelos três diários desportivos:

 

Bruno César: 19

Gelson Martins: 18

Adrien: 17

William Carvalho: 17

Coates: 16

Rui Patrício: 16

João Pereira: 15

Marvin: 15

Ruben Semedo: 15

Bas Dost: 14

Campbell: 12

Bryan Ruiz: 12

Elias: 11

Markovic: 6

 

O Record  elegeu  Adrien  como figura do jogo. A Bola e O Jogo optaram por Bruno César.


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Existe uma diferença jurídica entre erro e dolo.

O erro ocorre por culpa do próprio sem intervenção de terceiras pessoas que para ele contribuam ou o instinguem; se existir intervenção de outrem estamos a falar de dolo.

Esta introdução vem a propósito do jogo de ontem.

Vou emitir uma opinião impopular (mas é a minha opinião) ontem não existiu erro nem dolo por parte do árbitro na anulação dos dois golos. Foram dois lances bem decididos.

No golo de Bas Dost, o holandês coloca a mão no ombro do defesa e impulsiona-se para cabecear a bola, o lance de ontem foi bem decidido.

Rui decidiu bem, ontem. Quem errou foi Artur no dia 1 de Outubro de 2016, Francisco, tem nome de papa mas não é nenhum santo empurra, barbaramente, Ezequiel e o "melhor árbitro português" assobia para o lado e assinala golo.

No golo de Coates este domina a bola com o braço, primeiro e depois embate com o guarda-redes dentro da pequena área, o lance de ontem foi bem decidido.

Rui decidiu bem, ontem. Quem errou ou quem dolou foi Joaquim no dia 14 de Maio de 2005, Luisão nesse dia não escorregou, saltou com tudo para cima de Ricardo dentro da pequena área mas Joaquim finge que não vê a bárbara agressão do defesa ao guarda-redes (dentro da pequena área, repito) assinala golo e campeonato a favor dos do costume.

Errar, erra-se muito no futebol português, umas vezes com dolo outras vezes sem golo mas há algo que nunca falha, o prejudicado é sempre o mesmo: o Sporting Clube de Portugal. 


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Parece que perdi um belo jogo e uma bela exibição dos nossos rapazes.

Perdi um golaço de Bruno César e mais três, pelo que vi ainda há pouco num resumo na TV.

Perdi o entusiasmo de mais de 40 mil nas bancadas.

Apesar da falta ter sido por uma razão po(n)derosa, fica um sentimento estranho, que obriga a olhar para o telefone quase de minuto a minuto, não confiando no sinal sonoro que me avisa dos golos.

Outra destas e dá-me uma coisinha má.


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Leitura recomendada
Pedro Correia

Jorge Mendes: o "super-agente" sob suspeita. De Pedro Cifuentes, no El Español.


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Seis
Pedro Correia

Pela segunda jornada consecutiva, não vencemos só no nosso estádio. Desta vez foram três pontos ganhos em Alvalade e outros três  alcançados no Funchal. As longas caminhadas fazem-se com pequenos passos.


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03 Dez 16
90 minutos!
Filipe Arede Nunes

Será que alguém pode informar a equipa que o jogo tem duas partes de 45 minutos? É que isso de jogar apenas durante metade do tempo é algo que a mim, pessoalmente, me aborrece!

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O Benfica estava a sete pontos de distância, agora só está a dois.

Fizeram mal os benfiquistas que já se apressavam a encomendar as faixas e a reservar o Marquês de Pombal: daqui a oito dias, no dérbi da Luz, podem ceder o comando do campeonato ao Sporting. Que vai consolidando a sua posição, indiferente às campanhas de intoxicação e propaganda desencadeadas pelo  trio lampiónico e aos maus agoiros lançados pela turma do croquete, incapaz de esconder o ódio ao presidente Bruno de Carvalho e ao treinador Jorge Jesus.

Hoje superámos mais um obstáculo, derrotando em Alvalade o V. Setúbal. O resultado oficial foi 2-0. Mas na "liga da verdade" deviam ter sido averbados mais golos ao Sporting, que colocou por quatro vezes a bola no fundo das redes sadinas. Primeiro por William Carvalho, depois por Bas Dost, a seguir por Bruno César e finalmente por Coates. Só o primeiro e o terceiro valeram por motivos que apenas o árbitro Rui Costa saberá.

Fizemos uma brilhante primeira parte e tirámos o pé do acelerador na segunda, gerindo o esforço físico num terreno empapado devido à chuva. O golo de Bruno César, de livre directo, merece ser catalogado entre os mais espectaculares da Liga 2016/17. O brasileiro foi para mim o melhor em campo.

Enfim, a homenagem à malograda equipa do Chapecoense demonstrou que os sentimentos nunca estão ausentes do futebol. Ainda bem.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Espectador durante quase todo o jogo, fez uma magnífica defesa aos 61', inutilizando com bons reflexos um remate setubalense que levava selo de golo.

JOÃO PEREIRA (5). Muito mais contido nas incursões ofensivas do que já nos habituou, combinou bem com Gelson Martins. Actuação suficiente, sem grandes rasgos.

COATES (7). Impõe-se de jogo para jogo como um dos melhores centrais a actuar no futebol português. Seguro a defender, acutilante nas bolas paradas ofensivas. Marcou um golo, injustamente invalidado.

RÚBEN SEMEDO (5). Regressou ao campeonato nacional depois de "limpar" no inútil jogo frente ao Arouca o cartão vermelho recebido na jornada anterior. Não comprometeu nem deslumbrou.

MARVIN (6). Anda a revelar mais consistência à medida que o treinador vai apostando nele como titular da posição. Foi particularmente visado pelo árbitro, que o viu a cometer faltas inexistentes.

WILLIAM CARVALHO (7). Parece ter tomado o gosto pelos golos: voltou a marcar hoje, com um bom cabeceamento. Toda a construção do jogo leonino começa nos pés dele. Imprescindível.

ADRIEN (7). O primeiro golo do Sporting foi iniciado por ele, junto à linha direita. Parece aliás estar em todo o campo. Outra actuação impecável. Saiu aos 76', visivelmente esgotado.

BRUNO CÉSAR (7).  As dúvidas ainda em aberto quanto ao desfecho da partida foram desfeitas com a bomba do brasileiro, aos 36': um grande golo a coroar uma grande exibição. A melhor do jogo.

GELSON MARTINS (6).  Primorosa assistência para o primeiro golo numa partida em que não deslumbrou, como vinha fazendo. Falta-lhe apurar qualidade no último passe e perder algum excesso de individualismo.

BRYAN RUIZ (5).  Demasiado discreto, o costarriquenho continua neste campeonato sem revelar as qualidades evidenciadas na época anterior. Aos 14', à boca da baliza, falhou a emenda a um remate de Bas Dost.

BAS DOST (6). Está lá para marcar golos. E cumpriu a missão, marcando aquele que seria o segundo leonino, invalidado pelo árbitro por uma falta que apenas Rui Costa viu.

CAMPBELL (6). Entrou aos 72', para o lugar de Bruno César, mostrando vontade de ampliar a vantagem leonina. Desequilibrou nos confrontos individuais e ajudou a sacudir a tímida pressão sadina.

ELIAS (4).  Substituiu Adrien aos 47'. Entrou quando a missão principal da equipa era segurar a bola. Limitou-se ao passe curto, muito lateralizado, no miolo do terreno.

MARKOVIC (-).  Entrou aos 85', substituindo Gelson Martins apenas para queimar tempo e poupar o jovem internacional português a dez minutos de desgaste físico. Nada a registar.


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Hoje...
João Caetano Dias

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Gostei

 

Da vitória categórica em Alvalade. O Sporting cumpriu a missão, vencendo o V. Setúbal por 3-0 numa partida que dominámos do princípio ao fim. Vitória ainda mais saborosa por sabermos que os jogadores comandados por José Couceiro já fizeram tropeçar Benfica e FC Porto.

 

Da exibição leonina. Os nossos jogadores actuaram com grande espírito colectivo, evidente alegria e elevados níveis de confiança. Estamos a melhor de jogo para jogo, como qualquer observador atento repara.

 

Da pressão alta exercida desde o minuto inicial. Não deixámos a turma sadina sair da sua grande área durante quase toda a primeira parte. Ainda antes de concluídos os primeiros 60 segundos, já Bas Dost havia posto em sentido a baliza à guarda de Bruno Varela.

 

Do golo surgido cedo. Logo ao minuto 7, com um bom cabeceamento de William Carvalho, correspondendo da melhor maneira a um cruzamento de Gelson Martins.

 

De Bruno César. Marcou um golo que fez levantar o estádio, de livre directo, fazendo voar a bola para o fundo da baliza sadina, sem qualquer hipótese de defesa. Um golo que decidiu o encontro, estavam apenas decorridos 36 minutos. Por isto e pela sua combatividade exemplar merece ser considerado o melhor em campo.

 

De Gelson Martins. Novamente muito activo, sobretudo nos 45 minutos iniciais. Fez uma primorosa assistência para o golo inicial, a sétima a seu cargo desde o início da Liga 2016/17. É o rei das assistências neste campeonato.

 

De Adrien. O golo inaugural do Sporting inicia-se num passe dele para Gelson. Parece estar em todas as jogadas dignas de registo do Sporting. Quase marcou aos 36', com uma bomba defendida in extremis pelo guardião setubalense.

 

De Coates. Patrão indiscutível da nossa defesa e um dos melhores centrais do futebol português. Indispensável na organização defensiva leonina, cada vez mais sólido e seguro. E vai à frente sempre que pode. Numa dessas incursões, marcou um golo de recarga à boca da baliza, absurdamente invalidado pelo árbitro.

 

Da maturidade da equipa. Gerimos bem o esforço durante toda a segunda parte, retendo a bola e pausando o jogo. Já a pensar na dura partida de quarta-feira, frente ao Legia, para a Liga dos Campeões.

 

De não termos sofrido golos. A nossa baliza voltou a ficar invicta. Pelo quarto jogo consecutivo.

 

Da redução da distância face ao Benfica.  Estamos só a dois pontos da equipa que ainda lidera o campeonato. Dependemos mais que nunca de nós próprios. Não pode haver maior tónico do que este quando faltam apenas oito dias para o dérbi da Luz.

 

Da sentida homenagem às vítimas do Chapecoense. Os nossos jogadores actuaram com o emblema do malogrado clube brasileiro, num belo gesto de solidariedade leonina.

 

 

Não gostei

 

Do árbitro. Rui Costa teve uma actuação muito infeliz, roçando a manifesta incompetência, ao anular dois golos limpos ao Sporting. O primeiro, aos 33', por Bas Dost, que se elevou muito bem, colocando a bola no fundo das redes: o árbitro imaginou uma falta do internacional holandês que nunca existiu. O segundo, aos 55', com uma recarga à queima-roupa de Coates, sem sombra de falta: apenas Rui Costa terá visto um imaginário encosto do internacional urugaio ao guardião sadino. Anular metade dos quatro golos concretizados pelo Sporting em Alvalade é obra: fica à consideração dos calimeros de turno, que tanto se queixam de ser prejudicados por muito menos que isto.

 

Da fraca réplica da equipa sadina. O conjunto treinado por Couceiro é simpático e esforçado, mas em Alvalade rendeu muito menos do que se previa. Ao intervalo o V. Setúbal tinha concretizado apenas um ataque, contra 20 do Sporting.

 

Da chuva copiosa, que caiu antes do jogo. Encharcou o relvado, prejudicando o espectáculo e potenciando lesões nos jogadores que felizmente não ocorreram.

 

Da qualidade dos reforços. No nosso onze inicial, havia apenas um jogador contratado este Verão: Bast Dost. Os restantes estavam no banco ou nem foram convocados.

 


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Contas finais
Zélia Parreira

4-0, não foi?


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Marítimo
Ricardo Roque

Para que não se diga que aqui só se fala de futebol, um momento de poesia:

 

Marítimo

 

Minha essência é mudar.

Não me basta ser rio

se posso ser mar

 

Fábio Rocha

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«Eu se fosse presidente do Sporting... era o meu sonho da vida... por um dia.»

SIC Notícias, 28 de Novembro


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«Depois dum periodo de adaptação, Couceiro já está a utilizar Gauld na posição 8, que ele acredita ser a melhor para ele. Para mim também, Gauld é o substituto natural de Adrien no plantel do Sporting. Nunca Elias.»

SportingSempre, neste meu texto


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02 Dez 16

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Jesualdo Ferreira, parecendo imitar La Palice, veio agora anunciar ao País que  "Rui Vitória ganhou e Jorge Jesus perdeu".

É uma evidência simplista anunciada com meses de atraso pelo respeitável profissional do futebol que, enquanto director desportivo e treinador, esteve ligado à pior época de sempre do Sporting.

É simplista porque esconde tudo quanto o Sporting já ganhou desde o tempo em que ele próprio, Jesualdo, era o braço direito de Godinho Lopes para gerir o futebol leonino.

 

Jorge Jesus recebeu a equipa vinda de um terceiro lugar no campeonato e ausente da Liga dos Campeões.

Com ele, na Liga 2015/16, o Sporting obteve a melhor pontuação de sempre, discutiu o título até à última jornada do campeonato e alcançou um lugar na Liga dos Campeões que valeu ao clube um acréscimo de 8,2 milhões de euros.

Com ele, a qualidade exibicional da nossa equipa de futebol atraiu a maior afluência de sempre de adeptos ao estádio - com mais 750 mil euros de receitas de bilheteira só no primeiro trimestre da actual época oficial em comparação com período homólogo do ano anterior.

Com ele, os jogadores valorizaram-se de tal maneira que permitiram ao Sporting obter as duas maiores receitas de sempre em transferências de activos, como ocorreu nas saídas de João Mário e Slimani.

 

Apetece devolver a Jesualdo Ferreira a crítica que ele acaba de lançar a Jorge Jesus.

Com Jesualdo o Sporting comportou-se melhor ou pior do que com o treinador actual?

Qual dos dois técnicos conseguiu trazer mais gente ao estádio?

Qual deles foi capaz de bater o recorde de pontos numa temporada?

Qual deles discutiu o título até ao fim?

Qual deles valorizou mais os jogadores?

 

Creio que ninguém hesitará na resposta. Aliás lembro-me de que na era Godinho-Jesualdo foram lançados na equipa principal três jovens da nossa formação sem o clube ter acautelado os seus interesses contratuais: BrumaEric Dier e Tiago Ilori. Com os seus passes nas mãos de terceiros, à revelia do Sporting, todos acabaram por sair sem retribuírem no plano desportivo todo o investimento que o clube neles fez durante anos.

Ao contrário do que sucedeu nos tempos do manager Jesualdo, apodado de "treinador dos treinadores" por Godinho Lopes, nenhum jovem é lançado hoje na equipa principal do Sporting sem ver o contrato renovado e a cláusula de rescisão elevada, evitando-se assim que fiquem à mercê dessa casta de parasitas que gostam de intitular-se "empresários" nas catacumbas do futebol.

 

Esta foi uma das muitas alterações positivas registadas no nosso clube desde que Jesualdo passou por Alvalade.

Muitas outras podiam aqui ser referidas. O pavilhão, prestes a ser inaugurado. O canal televisivo do clube. O aumento do número de sócios. O crescimento ímpar das receitas de bilheteira. Os inéditos montantes de receitas ligadas às transmissões televisivas. O reforço das modalidades, que beneficiam de um investimento nunca antes registado. A luta por títulos, jornada a jornada, até ao fim.

Mas não vale a pena enumerar nada disto: Jesualdo Ferreira conhece bem a realidade leonina, embora desta vez tenha falado como se não a conhecesse.


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Leoas às sextas
Pedro Correia

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JOANA FERREIRA

"Toda a minha família é do Sporting. Eu também sou, sobretudo por causa do meu avô, que me criou."

(Record, 27 de Novembro 2016)

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MAIS

  • Andavam aí umas alminhas a uivar de emoção, putativamente preocupadas com as contas do Sporting. Podem baixar os decibéis: as nossas finanças estão bem e recomendam-se. De tal maneira que no primeiro trimestre desta temporada oficial (Julho-Setembro) atingiram a melhor cifra desde que foi constituída a SAD leonina: um lucro de 62,9 milhões de euros.
  • No mesmo período, as nossas receitas de bilheteira subiram 737 mil euros face ao período homólogo do ano anterior, o que se traduz em 4,207 milhões de euros. Resultado da boa prestação desportiva do plantel leonino, confiado ao timoneiro Jorge Jesus. Os números demonstram: tem sido mais do que justificado o investimento que o Sporting já fez no melhor treinador a actuar em Portugal.
  • Ainda números do passado trimestre: o Sporting gastou 19,5 milhões de euros em reforços para esta temporada. A receita líquida conseguida com as saídas de João Mário e Slimani foi muito superior: 59,6 milhões. Saldo positivo, pois. Contra factos não há argumentos.
  • Segundo o Observatório do Futebol, temos o plantel com mais elevada estatura média do campeonato português: 184,2 cm. Conclusão: se os campeões se medissem aos palmos, o título já era nosso.
  • Outra conclusão do Observatório do Futebol: o Sporting é, de longe, a equipa que utiliza mais jogadores da formação na Liga 2016/17. No total, 42,9% do nosso tempo total de jogo tem a inconfundível marca da academia leonina. Também neste aspecto podem aquietar-se portanto as tais alminhas que pareciam muito desassossegadas com o "escasso aproveitamento" dos recursos que formamos. Quase sempre o pior cego é o que não quer ver.
  • Mais uma estatística: Jesus cumpriu 69 jogos oficiais à frente da equipa do Sporting, tendo vencido 47. Uma percentagem digna de cumprimento: 68,1%.
  • À nona oportunidade foi de vez: Alan Ruiz marcou enfim o primeiro golo vestido de verde e branco. Frente ao modesto Arouca, numa coisa chamada Taça CTT. Mais vale tarde que nunca.
  • E vão três jogos seguidos sem sofrermos golos. Nenhum título se conquista sem defesas consistentes.
  • O Arouca regressou a Alvalade e desta vez não houve casos. Antes assim.

 

MENOS

  • Meli e Bruno Paulista continuam sem jogar. Foram contratados para quê?
  • No futebol, como jogo que é, a sorte e o azar contam muito. Está provado: Castaignos é azarado. O holandês tem de ir à bruxa.
  • Markovic continua sem demonstrar a menor prova de categoria e classe ao serviço do Sporting.
  • As despesas com pessoal elevaram-se para 15 milhões de euros no trimestre Julho-Setembro. Aumentaram 31% face ao período homólogo de 2016. Há que pôr travão nisto.
  • Alguns sportinguistas, até com colunas nos jornais, andam a imitar os benfiquistas mais desqualificados, gastando tempo e tinta com factóides como a suposta cor do carro de Alan Ruiz. Às vezes interrogo-me qual será a verdadeira convicção clubística desta gente.
  • Bruma, numa extensa entrevista publicada no jornal A Bola, garante: "O Sporting vai ser sempre o meu clube." Devíamos ser poupados a estes exercícios de hipocrisia. Nós temos memória: Bruma, que deve toda a sua formação desportiva ao Sporting, a dado passo recusou treinar, alegou que o contrato de trabalho tinha cessado para se furtar aos seus deveres de assalariado do clube e optou pela via litigiosa para quebrar o vínculo com Alvalade, acabando por ser derrotado em tribunal. Do mal o menos: ainda acabou por render 10 milhões de euros aos cofres leoninos. Só podemos desejar-lhe que passe bem. Lá longe, onde se encontra.


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01 Dez 16

O futebol não atinge o patamar do mito o tempo todo. Em determinados jogos, contudo, forças poderosas se galvanizam (...) e atravessam o gramado em ângulos improváveis. É aí que surge o craque para dialogar com as forças que o jogador medíocre nem sente (...) cavalgando (...) e toureando (...) para sua maior glória e a nossa também, amém.

 
Crepusculava em Lisboa, Neto chega a casa, despe o terno, melhor dizendo, desenverga o duque (não vestira colete) pendura o paletó no cabide da entrada e deixa a calça jogada no chão, fazendo companhia para os sapatos e para as meia.
Neto tinha pressa, na tela jogava o seu Sporting, o seu time desde que vivia em Lisboa.
Existiam outros times em Lisboa, havia um em Belém que Neto não desgostava, outro próximo dum shopping gigantesco, o time da viadagem e dos cheiradores da porta 18, contudo, nenhum deles ganhara o coração de Neto, o Sporting sim, um time de gente bem, um time de gente boa.
Como Deus o pôs no mundo (mas de cachecol com leão rampante e "És a nossa Fé" ao pescoço) Neto dirige-se à geladeira, de cerveja na mão e controle remoto na outra veste o calção e a t' shirt.
Senta.
Vê.
O que vê, Neto?
No canto esquerdo de quem olha prá tela dizia: SPORT.TV 1, no canto direito SPO 0 0 ARO 42:57.
A bola está com um cara do Arouca que corre o meio campo do Sporting sem oposição, onde estariam os jogadores do Sporting?
Estão repousando? Estariam pensando no intervalo e na bronca que o mister Jesus lhes daria?
Neto não sabia (acabara de se sentar no sofá, de cerveja na mão).
43:07, Beto faz uma defesa a dois tempo, impedindo um cruzamento assassino.
Atira no meio, pró meia armador, Markovic, que procurando armar, desarma para Jefferson, este empurra a bola para Petrovic que desanuvia o jogo para Paulo Oliveira, Paulo lança para o nazareno, Esgaio domina e serve  Campbell junto à linha, Neto sorri, "não vai dar sopa, pensou", o extremo da Costa Rica, encosta pró prateado Ruiz, Ruiz decide atrasar para Petrovic, 43:40, a bola era dos moços da camiseta Stromp e Neto bebericando a sua cerveja, apreciava.
Petrovic com um" finge que vai para lá e vem para cá" tira da jogada seis arouquenses, não sabiam mais se estavam no gramado de Alvalade ou nos passadiços madeirentos da terra natal, mais de meio Arouca buscando a bola e ela lá, no mestre André, vira-lhe as costas e beija a redondinha com o calcanhar esquerdo.
Ruiz decide-se, toca a esfera, meigamente, troca os pés, toca a princesa, acaricia-a, ajeita-a e aninha-a no véu.
43:47, Neto salta no sofá, salta do sofá, salta, grita, gol!
"A camiseta verde do Sporting é mais poderosa que a camiseta vermelha fajuta do América", pensa Neto enquanto se dirige prá geladeira. 

 


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A minha costela Jota Jota
Edmundo Gonçalves

Sábado, 18.15 horas, em Alvalade.

Adversário, Vitória de Setúbal.

Quem avança com a "linha"?


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A nossa equipa recebe o onze treinado por José Couceiro no próximo sábado, a partir das 18.15, com arbitragem de Rui Costa.

Quais são os vossos prognósticos para este Sporting-V. Setúbal?


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Procura-se espinha
Tiago Cabral

A Rádio Renascença, emissora com largos anos e católica qb, há uns tempos a esta parte tem dedicado especial atenção em deturpar e enviesar todos os factos noticiosos que de alguma forma incluam o Sporting. São já célebres as famosas "entrevistas" ao presidente do ACP quando surge um resultado menos positivo da equipa de futebol, é certinho. O mister do café documentou muito bem esta situação.

Ontem a SAD do Sporting informou os resultados do primeiro trimestre desta temporada. Foi o melhor resultado de sempre da SAD leonina, expectável depois das vendas de Slimani e João Mário. (as tais vendas que segundo blogs benfiquistas, como este, não iriam representar qualquer entrada de dinheiro nos cofres do Sporting - bomba!).

A foto do post foi a escolhida pela RR para ilustrar esta notícia. Todos temos a certeza que foi uma escolha inocente, aleatória e até calhando foi algum estagiário que, lamentavelmente, cometeu um erro de principiante.

A seriedade está pela hora da morte.

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«Coates, Adrien, Gelson: não vejo melhor em toda a Europa. Semedo, William, Bruno César, Rui e Ruiz: não vejo melhor em Portugal. Bas Dost: há por aí alguém com mais golos marcados? Temos tudo para ser campeões

Luís Moreira, neste meu texto


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Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Novembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Fé recebeu nada menos do que 21 menções ao longo do mês. Ou seja, em todos os dias menos um.

É um indício claro da crescente popularidade deste blogue e da contínua adesão dos leitores a este projecto, quase a completar cinco anos de vida.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

O "custo zero" mais caro de sempre (72 comentários)

Como diz o velho provérbio português que acabo de inventar agora (42 comentários)

Pérolas de Rui Oliveira e Costa (23) (44 comentários)

Erros elementares de comunicação (76 comentários)

Vale tudo na boatovisão (11) (40 comentários)

O Rui Costa conhece-os bem (86 comentários)

Conselho a um benfiquista (60 comentários) 

O glorioso folhetim de Verão (parte 2) (84 comentários)

À atenção de Jesus (52 comentários)

"Os feitores de Arouca" (65 comentários)

Trancas à porta (39 comentários)

A santa aliança Arouca-Benfica (72 comentários)

Desmentidos em toda a linha (60 comentários)

Nada melhor do que cuspir-lhe na cara (80 comentários)

A tropa de choque em missão concertada (96 comentários)

Factual (54 comentários)

Rescaldo do jogo de ontem (126 comentários)

Prognósticos antes do jogo (64 comentários)

Cinco (88 comentários)

Inácio no Moreirense (104 comentários)

O dia seguinte (58 comentários)

 

Com um total de 1600 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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30 Nov 16
Bafo-de-Onça
Edmundo Gonçalves

Eu confesso que fui a Alvalade sem qualquer expectativa que não fosse ver o bafo do cigarro electrónico de Bruno de Carvalho.

E os jogadores que hoje Jesus colocou em campo fizeram que eu passasse a maior parte do tempo a tentar descortinar se o presidente exalava fumo ou vapor de água.

Eu compreendo e apoio a decisão de Jesus em colocar as segundas linhas; É aqui, nesta competição sem qualquer importância, que têm que tentar ganhar ritmo. Mas que diabo, custava-lhes muito corresponder à confiança do treinador?

Há por ali gente que está manifestamente fora dela e que, senhores, veio como reforço! Repito, como re-for-ço!

Digam-me lá que tem Petrovic que não tem Palhinha, se fazem o favor. Ou o que anda um Alan Ruiz a fazer passeando-se a passo, passe a redundância, durante o tempo em que esteve (está) no campo? Ou que veio acrescentar Castaignos? O Markovic, alguém deu por ele? O Iuri Medeiros não tinha lugar nesta equipa?

Mau, muito mau, quando num jogo de reservas, contra o Arouca que apresentou também ele uma segunda equipa, o futebol praticado foi confrangedor, duma pobreza franciscana.

Apesar de eu achar que se algum dia calhar ganharmos esta competição devemos entregar a taça à Liga, não invalida que eu ache que quem entra em campo com aquela camisola vestida, não deva entregar-se a fundo.

Foi tão mau, que os nossos melhores foram Paulo Oliveira e Beto, os únicos, com Campbell se quiserem, que estiveram mesmo em campo.

Ah, Jefferson, dizem-me que jogou. Confesso que não o vi. Provavelmente o presidente bafou mesmo e eu no meio de tanto vapor, nem o vi.

Lá terão que ser gastos em Janeiro alguns dos 63 milhões de lucro do 3.º trimestre desta época.

E por favor, tratem da guia de marcha desta malta, 'tá bem?

Ah, uma última questão: Posso pedir os meus 5,01€ de volta?

 


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Para o fanatismo lampiónico, o facto de Portugal ter conquistado o Campeonato da Europa e qualificar-se para a Taça das Confederações - tudo pela primeira vez na história mais que centenária do nosso futebol - é uma "novela". Basta consultar as caixas de comentários deste blogue para se confirmar isso.
Estes lampiões mal conseguem esconder a azia, que aliás se compreende: viram a selecção nacional subir ao pódio europeu, a 10 de Julho, sem um só jogador encarnado no onze titular...
Por aqui se vê o "portuguesismo" desta gente. Cega pela clubite, põe a agremiação à frente do País. Entre o Barbas e o Presidente da República, representante máximo dos portugueses, eles preferem abraçar o Barbas.


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«O Sporting tem conseguido captar talentos, fazê-los ganhar experiência em equipas menos cotadas, para então os repescar para a sua equipa principal, sem nunca esquecer a educação. O pico terá sido este Europeu, onde realmente Alcochete 'deu cartas'.»

Infiltrado, neste meu postal


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Clubes solidários
Pedro Correia

A receita do próximo jogo Barcelona-Real Madrid reverterá por inteiro para os cofres do malogrado clube Chapecoense, que perdeu quase toda a equipa de futebol num trágico acidente aéreo na Colômbia, onde iria disputar a final da Taça Sul-Americana, o seu primeiro troféu internacional.

É reconfortante percebermos que a solidariedade ainda não se tornou mera flor de retórica no desporto. O Chapecoense merece todo o nosso apoio, merengues e culés merecem o nosso aplauso.


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29 Nov 16
Tragédia
Edmundo Gonçalves

A morte de qualquer ser, de forma trágica e violenta, é sempre uma ocasião arrepiante.

Os acidentes acontecem diariamente, pelas mais variadas causas, humanas ou mecânicas.

A queda de um avião, sendo um acontecimento raro face aos milhares de voos que cruzam os céus diariamente, é sempre causa de um número considerável de mortes, pela capacidade cada vez maior que tem este meio de transporte.

Esta madrugada houve mais uma tragédia com um avião, que se despenhou na Colômbia. A bordo seguia uma equipa de futebol brasileira, o Chapecoense, para além de outras pessoas, entre as quais também 22 jornalistas. 

Estas coisas têm mais impacto quando a bordo seguem pessoas um pouco distintas do comum dos mortais, no caso futebolistas, o que já aconteceu, que me lembre, por três vezes na história da aviação.

Resta-me acompanhar o Sporting na manifestação de pesar, nesta hora violenta.

Que repousem em paz os que pereceram e que se recomponham rapidamente os sobreviventes.

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«A Academia Sporting, se tivermos em linha de conta que foi a única que formou dois FIFA World Player e que foi a única que teve nove jogadores por si formados campeões europeus, eu diria que é a primeira, a melhor do mundo.

JM, neste meu postal


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O dia seguinte
Pedro Correia

Bernardo Ribeiro, Record: «O talento de Gelson parece ser, nesta altura, infindável. O naipe de soluções que o jovem dá ao ataque é invejável. Mas a verdade é que na primeira parte houve mais do que isso. William e Adrien dominaram a zona central sem problemas, tendo até a ajuda de Bruno César, que deixava as correrias na esquerda para Zeegelaar - bom jogo do lateral - e ajudava no jogo interior, onde o Sporting dominava a seu bel-prazer.»

 

Filipe Alexandre Dias, O Jogo: «O Sporting arrancou um triunfo que sempre lhe é saboroso no Bessa, num desafio em larga parte por si dominado, mas no qual o Boavista sempre esteve vivo, dando prova disso no final, com os leões reduzidos a dez e a queimarem tempo para saírem vivos. (...) O leão ganhou bem, mas com futebol para não sofrer tanto.»

 

Nuno Raposo, A Bola: «Ciente da sua superioridade, ciente das limitações adversárias, também, o Sporting, ainda com ritmo Champions, lançou-se no ataque, que durante a primeira parte chegou a ser um assombro de qualidade. Expoente máximo disso foram três minutos, o 23, o 24 e o 25, com Gelson e Adrien a ensaiarem primeiro o que Bas Dost concretizou depois no golo que, solitário, daria a vitória aos leões - antes já atirara uma bola ao poste.»

 

Dos jornais de anteontem


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28 Nov 16

Boa sorte, Augusto. Só foi pena não teres chegado uma semana mais cedo a Moreira de Cónegos.


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Prognósticos houve muitos, mas certeiros apenas dois: só o nosso colega José da Xã e o nosso leitor SportingSempre acertaram no resultado do Boavista-Sporting (0-1).

Aplicado o critério do desempate, a vitória nesta ronda de vaticínios cabe ao José da Xã, que acertou também no nome do marcador: Bas Dost.

O que lhe dá ainda mais responsabilidade para as próximas duas rondas - incluindo a do dérbi da capital. Faltam 13 dias para esse confronto.


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Tive oportunidade de assistir à vitória do Sporting, no sábado, no Bessa. Num lugar privilegiado, com boa vista, percebi como a pressão dos jogadores e espetadores da casa sobre o árbitro, constante do primeiro ao último minuto, deu resultado. Por exemplo, na expulsão do Rúben Semedo. Mas também nas muitas faltas marcadas contra o Sporting, ao mais leve contacto. Valeu a categoria de Gelson na jogada do golo, com o acerto de Bas Dost, mas a nota dominante foram os golos falhados. Tanto desperdício poderia ter-nos custado caro, apesar do Boavista não ter tido, praticamente, remates certeiros à baliza de Rui Patrício. Melhor que o empate do ano anterior, mas ainda assim uma vitória pouco expressiva face à nossa superioridade. Eficácia precisa-se!

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«O ambiente em Alvalade está bem melhor do que noutros tempos, com muita gente, muitas senhoras e crianças, as claques bem melhor comportadas, hinos cantados a plenos pulmões. Quem vai gosta, volta e traz mais alguém.»

SportingSempre, neste meu texto


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27 Nov 16
Lá, tal como cá!
José da Xã

Era já noite quando vi a Real Sociedad jogar contra o Barcelona treinado por Luiz Enrique. Um jogo empolgante que terminou com um (injusto) empate a uma bola.

Porém deste clássico retenho duas coisas importantes:

a primeira foi a forma acutilante e corajosa como a equipa de S. Sebastian se bateu em campo contra o campeão em título;

a segunda tem a ver com o árbitro do encontro que prejudicou, e de que maneira, a equipa que jogava melhor futebol.

Ora sempre pensei que a característica de maus árbitros fosse coisa bem lusa. Porém, perante o que me foi dado observar, lá tal como cá, também têm árbitros... fraquinhos, fraquinhos!


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Aguenta, coração
Edmundo Gonçalves

Um empate a três foi quanto bastou ao Sporting para superar o FC Dynamo, nesta ronda de elite da UEFA Futsal Cup, conquistando justamente um lugar na Final-Four a realizar lá para a Primavera, em Abril.

Pode parecer ter sido fácil, mas convém lembrar que o FC Dynamo está acima do Sporting no ranking, era cabeça de série e foi o único (cabeça de série) a ser eliminado. Pelo Sporting, que se junta a Kairat, Ugra e Inter.

Estão de parabéns os nossos futsalistas e a equipa técnica comandada por Nuno Dias.

E os mais de dois mil leões e leoas que encheram "até ao telhado" o multiusos de Odivelas e que foram parte importante, também, deste feito.

Spooooorrrtiiiiiiiiinnggggggggggg.


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Às segundas ao serão (excepção feita a semana passada, que foi na terça), há pelo twitter uma conversa simpática e informal com um twitter sportinguista, escolhido pelo João Castro. É uma alternativa agradável aos serões futebolísticos de segunda à noite, dos quais desisti há muito tempo. O João pergunta o que nos liga ao Sporting, dá espaço ao mais elementar, que nem sempre é falado e sabe bem relembrar: onde começou? E personaliza, tenta conhecer-nos previamente para que não seja uma coisa impessoal e em série.

Calhou-me ser a entrevistada a seguir ao jogo com o Real, mas correu tudo bem. Afinal é sobre a nossa ligação ao Sporting, e essa é inabalável.

As entrevistas são depois publicadas no blog Bancada de Leão, para se poderem ler fora do twitter. A minha está aqui, e copio parte:

21 - Como vês o clube com uma massa associativa tão jovem (M/F) apesar dos poucos títulos nos últimos anos? 
Revejo-me um pouco. O Sporting foi campeão em 82, eu tinha 5 anos, não me lembro. Só voltou a ser em 99/00 e eu cresci a ser do Sporting, quis ser sócia aos 15, estávamos em 92, naturalmente não foi por títulos. No fundo lembro-me de tantos títulos como alguns deles :) os mais pequeninos serão como eu fui, digo eu. É do Sporting quem gosta do Sporting. E quem resiste!

Para seguir estas entrevistas no twitter (não é preciso ter conta), basta seguir a hashtag #Sporting160, ou espreitar a conta do @castrojr76


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